sexta-feira, março 27, 2026

Autor: Redação

News

Pecuaristas de corte e de leite terão juros menores pelo Pronaf


bovino de corte; pecuária de corte
Foto: Gabriel Aquere/Embrapa

As cooperativas da agricultura familiar terão acesso a juros mais baixos nos financiamentos à bovinocultura. 

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) a redução, de 8% para 3% ao ano, da taxa de juros do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na modalidade Mais Alimentos.

Em nota, o Ministério da Fazenda explicou que a medida busca estimular investimentos na produtividade do setor.

A nova taxa de 3% ao ano passa a valer para operações contratadas por cooperativas que adquirirem sêmen, óvulos e embriões para melhoramento genético, com foco tanto na pecuária de corte quanto na de leite.

Até então, esse percentual mais baixo já era aplicado apenas para financiamentos contratados diretamente por agricultores familiares. Com a mudança, o benefício é estendido às cooperativas que atendem seus associados.

Incentivo genético

O CMN também autorizou o financiamento desses itens de forma isolada por meio do Renovagro, programa voltado a sistemas de produção agropecuária sustentáveis.

Além da aquisição de material genético, passam a ser financiados serviços associados, como inseminação artificial e transferência de embriões. Antes, essas operações estavam limitadas a 30% do valor total do crédito de investimento.

Fundo para o café

Na mesma reunião, o colegiado aprovou a destinação de R$ 7,37 bilhões para o financiamento do setor cafeeiro em 2026, por meio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Os recursos serão utilizados em diversas frentes, como custeio da produção, comercialização, aquisição de café, capital de giro e recuperação de lavouras danificadas.

Destinação

Segundo o governo, a distribuição dos valores entre as diferentes linhas de crédito será definida pelo Ministério da Agricultura. As operações seguirão as regras estabelecidas no Manual de Crédito Rural.

Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

O post Pecuaristas de corte e de leite terão juros menores pelo Pronaf apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Taxa de desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, aponta IBGE


ibge, desemprego, carteira de trabalho
Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em fevereiro atingiu 5,8%, valor acima do trimestre móvel terminado em novembro, quando era de 5,2%.

Apesar da alta no intervalo, o resultado é o menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, e mostrou também recorde no salário do trabalhador. No mesmo trimestre de 2025, o índice era 6,8%.

No trimestre terminado em fevereiro, o Brasil tinha 102,1 milhões de pessoas ocupadas e 6,2 milhões à procura de trabalho. No trimestre de setembro a novembro de 2025 eram 5,6 milhões de brasileiros em busca de vagas.
 
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre terminado em novembro, o número de ocupados era 874 mil a mais. De acordo com o instituto, o aumento da desocupação é explicado por perda de vagas nos segmentos de saúde, educação e construção.

A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, atribuiu a redução ao comportamento sazonal, ou seja, típico da época do ano, principalmente nas áreas de educação e saúde.

“Parte expressiva dos ocupados é provida por contratos temporários no setor público. Na transição de um ano para outro, há um processo de encerramento dos contratos vigentes, repercutindo no nível da ocupação dessa atividade.”

Recorde no rendimento

Apesar da elevação recente na taxa de desocupação, o rendimento médio mensal do trabalhador no trimestre encerrado em fevereiro atingiu R$ 3.679, o maior já registrado, ficando 2% acima do trimestre encerrado em novembro de 2025 e 5,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Esse valor é real, ou seja, já desconta a inflação dos períodos de comparação.

“O crescimento do rendimento vem sendo impulsionado pela grande demanda de trabalhadores, acompanhada de tendência de maior formalização em atividades de comercio e serviços”, afirmou Adriana Beringuy.

Mais destaques da pesquisa:

  • Número de empregados no setor privado com carteira assinada foi de 39,2 milhões, estável em relação ao trimestre móvel terminado em novembro e em relação ao mesmo período de 2025;
  • Número de trabalhadores por conta própria ficou em 26,1 milhões, estável entre trimestres seguidos e aumentou 3,2% ante o mesmo período de 2025 (mais 798 mil pessoas);
  • Taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada (ou 38,3 milhões de trabalhadores informais), contra 37,7% do trimestre encerrado em novembro. Informais são trabalhadores sem garantias trabalhistas, como cobertura previdenciária e férias.

Critérios 

 A pesquisa do IBGE apura o comportamento do mercado de trabalho para pessoas a partir de 14 anos e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. 
 
Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.
 
A maior taxa de desocupação já registrada na série iniciada em 2012 foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19. A menor foi 5,1% no quarto trimestre de 2025.

O post Taxa de desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, aponta IBGE apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtor sente no bolso alta do diesel e fertilizantes


A disparada dos preços do diesel e dos fertilizantes abriu uma nova frente de preocupação no agronegócio brasileiro. Mais do que encarecer o plantio, a colheita e o transporte, o movimento eleva a tensão sobre contratos já firmados, aumenta a pressão sobre o caixa do produtor e impõe uma revisão mais cuidadosa das estratégias de financiamento no campo.

Em meio ao impacto do cenário internacional sobre energia e insumos, o setor agropecuário passou a conviver com um ambiente de custos menos previsível. O problema não se resume ao orçamento da safra. Na prática, a alta dos insumos também atinge compromissos assumidos antes dessa escalada e leva produtores, tradings, transportadores e empresas do setor a reavaliar cláusulas, garantias e responsabilidades.

Para André Aidar, sócio e Head de Direito do Agronegócio no Lara Martins Advogados, a reação do setor precisa ir além da conta financeira. Segundo ele, o contrato ganhou papel central na proteção das operações. “O contrato precisa deixar de ser visto apenas como uma formalidade ou um instrumento de financiamento e passar a ser utilizado como ferramenta estratégica de gestão de risco”, afirma.

A principal dúvida entre produtores e empresas tem sido a possibilidade de rever acordos assinados em outro contexto de mercado, especialmente os ligados à compra de insumos. Aidar explica que a legislação brasileira admite revisão contratual quando fatos extraordinários e imprevisíveis provocam desequilíbrio relevante entre as partes, mas faz uma ressalva importante: isso não significa autorização para descumprimento automático.

“Não há liberdade para simplesmente romper contratos. O limite está na boa-fé objetiva e na função social do contrato”, ressalta. Na avaliação do especialista, o caminho juridicamente mais seguro passa pela negociação, com base em documentos, planilhas e provas que demonstrem de forma concreta o impacto da alta de custos sobre a atividade.

Esse movimento, segundo ele, tende a ser mais eficiente do que decisões precipitadas. Ao buscar reequilibrar a relação contratual com transparência, o produtor aumenta as chances de preservar parcerias comerciais e diminuir o risco de disputa judicial em um momento de maior fragilidade econômica.

A preocupação não está apenas no custo dos fertilizantes. O diesel também entrou no centro das atenções por causa do risco de comprometer a logística da safra. A eventual falta de combustível pode afetar desde o funcionamento de máquinas no campo até o transporte rodoviário de grãos, insumos e produtos agroindustriais.

Nesse cenário, a responsabilização por atrasos, perdas ou descumprimento de prazos dependerá do que ficou estabelecido nos contratos. Em condições normais, falhas operacionais previsíveis costumam recair sobre quem executa o serviço. Mas, diante de uma escassez ampla de combustível, a análise muda. “Uma escassez ampla de diesel tende a afastar a responsabilização por atrasos, especialmente quando não há controle direto do operador logístico sobre o evento”, pontua Aidar.

Ainda assim, ele alerta que momentos de crise costumam expor fragilidades antigas das operações. “Quando cláusulas de força maior ou hardship são frágeis ou inexistentes, o risco de litígios cresce significativamente”, afirma. Em outras palavras, contratos genéricos ou mal amarrados deixam produtores e empresas mais vulneráveis justamente quando o mercado se torna mais hostil.

Ao mesmo tempo em que os custos avançam, a necessidade de capital de giro tende a crescer. Com menos folga financeira, muitos produtores passam a olhar com mais atenção para alternativas de crédito privado. Aidar avalia, porém, que esse tipo de decisão exige leitura técnica e cautela, para evitar que a busca por liquidez imediata crie um problema maior adiante.

Entre os pontos mais sensíveis estão as CPRs de entrega física, que podem aumentar a exposição do produtor em um momento de incerteza sobre despesas e produtividade. “É preciso ter cuidado com CPRs de entrega física, principalmente em um ambiente de incerteza sobre custos e produtividade. Estruturas mais flexíveis ou com mecanismos de proteção de preço tendem a ser mais seguras”, orienta.

Os Fiagros, cada vez mais presentes no financiamento do agro, também exigem análise detalhada. Aidar diz que o produtor não deve observar apenas a taxa ou o custo aparente da operação. Questões como governança, nível de influência do investidor no negócio e acúmulo de garantias precisam entrar na conta antes da assinatura.

Para o advogado, esse cuidado é decisivo para evitar que uma operação pensada para aliviar o caixa se transforme em fator adicional de instabilidade. “O produtor deve avaliar não apenas o custo, mas também o nível de ingerência do investidor e evitar a sobreposição de garantias reais, que pode agravar problemas em caso de inadimplência”, alerta.

A combinação entre diesel mais caro, fertilizantes pressionados e crédito mais complexo impõe ao agronegócio um momento de reorganização. Mais do que buscar recursos, o setor precisa reforçar a gestão de risco e qualificar a tomada de decisão, principalmente em contratos que envolvem entrega futura, logística e garantias reais.

Na avaliação de Aidar, a forma como essas estruturas forem desenhadas agora pode definir o tamanho do problema nos próximos meses. “Uma estrutura bem desenhada agora pode evitar inadimplência em cadeia e reduzir a necessidade de medidas mais drásticas, como a recuperação judicial”, conclui.

 





Source link

News

Fiscalização identifica aumento de até 277% na margem do diesel em distribuidoras


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O governo federal identificou indícios de aumento de até 277% na margem bruta do diesel durante fiscalizações em distribuidoras de combustíveis no país.

O dado foi apresentado nesta quinta-feira (26) pelos ministérios da Justiça e Segurança Pública e de Minas e Energia, durante balanço das operações de combate a abusos nos preços.

Desde o início de março, uma força-tarefa nacional reúne órgãos como Senacon, Procons, Agência Nacional do Petróleo (ANP), Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

Até o momento, foram fiscalizados:

  • 3.181 postos de combustíveis
  • 236 distribuidoras em todo o país

Além disso, a ANP realizou ações específicas em 342 agentes regulados, incluindo 78 distribuidoras.

Irregularidades e empresas autuadas

Durante a fiscalização nas distribuidoras, foram lavrados 16 autos de infração por indícios de prática abusiva de preços.

Em um dos casos, foi identificado o aumento de 277% na margem do diesel, considerado um dos mais expressivos já registrados.

As empresas autuadas incluem grandes distribuidoras do mercado, como: Alesat, Ipiranga, Raízen, Vibra Energia, entre outras. Agora, essas companhias respondem a processos administrativos na ANP.

O objetivo da força-tarefa é combater reajustes considerados injustificados ao consumidor. De acordo com o governo, aumentos sem comprovação de elevação de custos podem ser classificados como prática abusiva.

Fiscalização será ampliada

As ações já alcançaram 50 cidades em 12 estados, e a tendência é de ampliação das operações.

A Senacon também criou um plantão técnico permanente, com apoio de Procons de todo o país, para acelerar a identificação e punição de irregularidades.

Além disso, operações em rodovias já começaram em estados como Bahia, Maranhão, Paraíba, Espírito Santo e no Distrito Federal.

Governo reforça que não há falta de diesel

Apesar das irregularidades identificadas, o governo afirma que não há risco de desabastecimento de diesel no Brasil. Segundo o Ministério de Minas e Energia, o país conta com oferta suficiente para atender a demanda nos meses de março e abril.

O monitoramento é feito por uma sala de acompanhamento que se reúne a cada 48 horas.

O post Fiscalização identifica aumento de até 277% na margem do diesel em distribuidoras apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Após semanas de alta, preços dos ovos recuam, aponta Cepea


Foto: Pixabay.
Foto: Pixabay.

Os preços dos ovos registraram queda nos últimos dias nas principais regiões produtoras do país, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento ocorre na reta final da Quaresma, período em que a demanda costuma perder força na segunda quinzena de março.

Essa é a primeira retração nas cotações desde o início do período religioso, em 18 de fevereiro.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a redução no volume de negócios, ou seja, a menor liquidez, tem sido o principal fator de pressão sobre os preços.

Mesmo com a oferta ainda controlada nas principais regiões produtoras, o enfraquecimento da demanda levou compradores a intensificarem a busca por descontos.

Como resultado, as cotações recuaram nos últimos dias em todas as praças acompanhadas pelo centro de pesquisas.

Alta no mês ainda é mantida

Apesar da queda recente, o mercado ainda registra valorização no comparativo mensal.

As altas observadas na primeira quinzena garantiram aumento no preço médio dos ovos entre fevereiro e a parcial de março, considerando dados até o dia 25.

A expectativa do setor, no entanto, é de retomada nas vendas já nos próximos dias.

Com a chegada da Semana Santa, a tendência é de fortalecimento da demanda por ovos, o que pode dar sustentação aos preços no curto prazo.

O post Após semanas de alta, preços dos ovos recuam, aponta Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Produção recorde faz preço da carne de frango despencar


carne de frango - cepea - preços, água
Foto: Freepik

O Brasil registrou produção recorde de carne de frango em 2025, mesmo em um ano marcado por casos de gripe aviária. Segundo dados divulgados pelo IBGE, o volume total alcançou 14,3 milhões de toneladas, alta de 4,2% em relação a 2024. Esse foi o avanço anual mais intenso desde 2021, reforçando o crescimento consistente do setor avícola nacional.

No quarto trimestre de 2025, a produção somou 3,65 milhões de toneladas de carne de frango. O resultado representa o maior volume trimestral já registrado na série histórica do IBGE. Em comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 1,5%. Já na comparação com o mesmo período de 2024, o avanço foi de 8%.

Aumento da oferta pressiona preços

De acordo com pesquisadores do Cepea, o ritmo acelerado da produção elevou a oferta no mercado interno, o que acabou pressionando os preços da proteína.

As projeções do centro de pesquisas indicam que a disponibilidade interna aumentou entre dezembro e janeiro, quando foi registrado um novo recorde, teve leve recuo em fevereiro e voltou a crescer em março.

Esse cenário ocorre mesmo diante do bom desempenho das exportações brasileiras de carne de frango.

Expectativa é de ajuste na oferta e reação nos preços

Para o próximo trimestre, o Cepea avalia que o ritmo de abates da indústria deve diminuir, o que pode limitar a oferta no mercado interno.

Além disso, o fim da Quaresma tende a impulsionar a demanda por carne de frango.
Com isso, há expectativa de reação nos preços ao produtor e no mercado doméstico.

O post Produção recorde faz preço da carne de frango despencar apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Trump estende prazo e adia ataques a infraestrutura energética do Irã


Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu estender o prazo para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz e adiou, até 7 de abril, a ameaça de ataques contra instalações energéticas iranianas.

A decisão ocorre após Teerã rejeitar uma proposta americana com 15 pontos para encerrar o conflito, classificada por autoridades iranianas como “injusta”. Apesar do impasse, Trump afirmou que as negociações estão “indo muito bem”. O governo iraniano, no entanto, nega a existência de diálogo direto com Washington.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

O conflito, iniciado após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro, já deixou milhares de mortos e provocou impactos significativos na economia global.

O bloqueio do Estreito de Ormuz , rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, elevou os preços da energia e dos fertilizantes, pressionando a inflação e aumentando a volatilidade nos mercados financeiros.

Desde o início da guerra, o petróleo tipo Brent acumula alta superior a 50%, sendo negociado próximo de US$ 110 por barril.

Nos bastidores, há indícios de contatos indiretos entre as partes. Autoridades alemãs apontam a possibilidade de negociações presenciais no Paquistão.

Enquanto isso, o Irã ameaça retaliar com ataques a instalações energéticas na região do Golfo, caso os Estados Unidos avancem militarmente. No campo de batalha, bombardeios continuam provocando vítimas civis e destruição em cidades iranianas.

Teerã também informou a prisão de supostos espiões ligados a Israel.

O post Trump estende prazo e adia ataques a infraestrutura energética do Irã apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fim semana chega com chuva forte, temporais e calorão


O fim de semana no Brasil será marcado por uma combinação de calor, aumento de instabilidades e risco de chuva forte em pontos do país. Na sexta-feira (27), a previsão já indica mudanças em algumas regiões, com pancadas mais intensas no Sul, chuva forte no litoral do Espírito Santo e instabilidades espalhadas pelo Centro-Oeste, Norte e parte do Nordeste. Entre sábado e domingo, esse cenário continua, com destaque para temporais localizados no Rio Grande do Sul, no litoral nordestino e em áreas do Norte.

Sul

Sexta-feira

A manhã começa com tempo firme na maior parte da região. À tarde, a chuva avança sobre áreas da metade leste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, com pancadas moderadas a fortes, raios e trovoadas.

No Paraná, a chuva aparece de forma mais fraca e isolada, principalmente no interior e no litoral. Há previsão de rajadas de vento entre 40 e 50 km/h no litoral norte gaúcho e sul catarinense.

Sábado

O tempo volta a ficar mais estável. Chuva fraca ocorre no litoral de Santa Catarina, enquanto pancadas isoladas atingem o interior do RS, SC e PR.

Mesmo assim, o destaque é o calor e a presença do sol na maior parte da região.

Domingo

A instabilidade retorna com mais força. Áreas de chuva avançam pelo Rio Grande do Sul, com pancadas moderadas, trovoadas e risco de temporais.

A chuva também alcança o oeste e sul de Santa Catarina. No Paraná, o tempo segue firme e quente.

Sudeste

Sexta-feira

A chuva perde força em relação aos dias anteriores, mas ainda há alerta para temporais no Espírito Santo e no norte do Rio de Janeiro.

A circulação marítima mantém o tempo instável no litoral capixaba. No oeste e sudoeste de São Paulo, há chance de pancadas moderadas a fortes. Nas demais áreas, o tempo fica mais aberto e quente.

Sábado

O destaque é a chuva no Espírito Santo e no litoral norte do Rio de Janeiro, com risco de temporais. Também chove no leste de Minas Gerais. Em São Paulo, a chuva é fraca e isolada.

Domingo

A instabilidade continua concentrada no Espírito Santo, norte fluminense e leste de Minas. No restante da região, o tempo firme e o calor predominam.

Centro-Oeste

Sexta-feira

Pancadas moderadas a fortes ocorrem desde cedo em Mato Grosso e no interior de Mato Grosso do Sul.

Ao longo do dia, a chuva se intensifica em Mato Grosso e avança para Goiás, com risco de temporais isolados.

Sábado

A chuva continua em Mato Grosso e Goiás, com aumento da intensidade ao longo do dia. Em Mato Grosso do Sul, a instabilidade se concentra no norte e leste. O oeste do estado segue com tempo mais firme.

Domingo

A chuva persiste em Mato Grosso, principalmente no oeste e norte, com maior intensidade à tarde. Em Goiás e Mato Grosso do Sul, as pancadas são mais fracas e isoladas. O calor continua predominando.

Nordeste

Sexta-feira

A atuação da ZCIT, da circulação marítima e de um VCAN mantém o tempo instável. Há previsão de chuva moderada a forte em áreas do Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

O maior alerta é para o litoral da Bahia e de Pernambuco, além do litoral norte de Alagoas.

Sábado

A chuva segue frequente no litoral norte e leste da região, além de Maranhão, Piauí e Ceará. As pancadas ganham força ao longo do dia, com risco de temporais isolados.

Domingo

A instabilidade continua em parte do Maranhão, Piauí e Ceará, além da faixa litorânea. No interior, a chuva ocorre de forma mais irregular.

Norte

Sexta-feira

A chuva ocorre de forma ampla na região. Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima têm pancadas moderadas a fortes, com risco de temporais. No Tocantins, a chuva é mais irregular.

Sábado

A instabilidade continua em grande parte da região. A ZCIT reforça as chuvas no Amapá e no litoral do Pará. Há risco de temporais ao longo do dia. O Tocantins segue com tempo mais firme.

Domingo

A chuva persiste em Amazonas, Pará, Acre, Rondônia e Roraima, com aumento da intensidade. Também chove no Amapá e no norte do Pará. As pancadas podem ser moderadas a fortes, com temporais isolados.

O post Fim semana chega com chuva forte, temporais e calorão apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Guerra no Oriente Médio pressiona inflação no mundo


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta sexta-feira (27), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o aumento das incertezas geopolíticas com tensões entre EUA e Irã, impulsionando o petróleo acima de US$ 100 e pressionando mercados globais. Bolsas americanas caíram forte, com Nasdaq em correção, dólar fortalecido e Treasuries em alta.

No Brasil, IPCA-15 de março veio acima do esperado, mas sem piora relevante para a política monetária. Dólar subiu a R$ 5,25, juros abriram e o Ibovespa caiu 1,45%.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

O post Guerra no Oriente Médio pressiona inflação no mundo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Compras de insumos despencam e ligam sinal vermelho no algodão



Esse comportamento reflete um travamento mais amplo na decisão de compra


Esse comportamento reflete um travamento mais amplo na decisão de compra
Esse comportamento reflete um travamento mais amplo na decisão de compra – Foto: Canva

O cenário para a próxima safra de algodão indica um ambiente de maior cautela e incerteza na tomada de decisão do produtor. As informações são de Marcos Rubin, CEO e fundador da Veeries, que aponta sinais consistentes de desaceleração na comercialização de insumos para o ciclo 2026/27.

Os dados mostram que apenas 11% dos fertilizantes destinados ao algodão foram comercializados até o primeiro trimestre, um patamar bem inferior aos cerca de 40% registrados no mesmo período da safra anterior. O movimento não se limita a esse segmento e também aparece nas vendas de defensivos e sementes, reforçando a leitura de um atraso generalizado.

Esse comportamento reflete um travamento mais amplo na decisão de compra, ligado diretamente à piora nas relações de troca. Os indicadores mostram que a equação econômica enfrentada pelo produtor está entre as mais desfavoráveis dos últimos anos, sem paralelo recente. Na prática, o custo dos insumos em relação ao preço esperado do algodão reduz a atratividade do investimento.

Com isso, o produtor posterga decisões e evita comprometer capital, o que impacta diretamente o ritmo de comercialização. Esse tipo de movimento costuma ter reflexos na área plantada, já que a indefinição limita o planejamento da safra.

De acordo com a análise, caso não haja uma mudança nas próximas semanas, seja por melhora nos preços da commodity ou por alívio nos custos, a tendência mais provável é de retração relevante na área cultivada com algodão em 2026/27. “Se essa equação não se ajustar nas próximas semanas — seja via preços ou custos — o cenário mais provável passa a ser uma queda relevante de área de algodão em 2026/27”, conclui.

 





Source link