domingo, abril 26, 2026

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Tour técnico marca fechamento da colheita da soja e da safra de milho verão no RS


A realização de um tour técnico promovido pela Elicit Plant Brasil marcou o encerramento da colheita da soja no Rio Grande do Sul (RS) e o fechamento da safra de milho verão no ciclo 2025/2026. O encontro reuniu pesquisadores, agricultores e representantes da distribuição para avaliação dos resultados e análise técnica das lavouras em diferentes regiões do Estado.

O tour teve como destaque visitas técnicas a áreas de pesquisa e propriedades rurais nos municípios de São Luiz Gonzaga, Cruz Alta, Ijuí, Passo Fundo, Pontão e Santa Bárbara do Sul, promovendo a integração entre ciência, prática de campo e mercado. Conforme o responsável pelas operações da empresa no país, Felipe Sulzbach, durante a visitação, os participantes acompanharam de perto o desempenho das lavouras, discutiram estratégias de manejo e analisaram os impactos das condições climáticas sobre a produtividade da soja.

Nas áreas conduzidas por pesquisadores, foram apresentados resultados de ensaios e avaliações técnicas com foco no comportamento de cultivares, sanidade das plantas, manejo nutricional e controle de pragas e doenças. Já nas propriedades de agricultores, o grupo conferiu na prática as decisões tomadas ao longo da safra, os desafios enfrentados e os resultados obtidos em ambientes reais de produção.

Nesse contexto, o Elizon, desenvolvido pela Elicit Plant, demonstrou alta performance técnico‑comercial na soja, contribuindo para a proteção do potencial produtivo e a estabilidade das lavouras frente aos estresses abióticos. De acordo com Sulzbach, em áreas de pesquisa e campos comerciais, o produto apresentou resultados consistentes, “com excelente seletividade, favorecendo a manutenção da área foliar sadia e o equilíbrio fisiológico ao longo do ciclo”. “Esses atributos resultaram em maior uniformidade de desenvolvimento e mais segurança no manejo  fitossanitário, reforçando o posicionamento de Elizon como uma solução estratégica de valor agregado para programas de manejo da soja, alinhando desempenho agronômico e resultado econômico ao produtor e à distribuição,” destaca.

O tour também marcou o fechamento oficial da safra de milho verão, com a apresentação de um panorama técnico direcionado à distribuição. Foram compartilhados dados de produtividade que registrou entre 15 e 17 sacos a mais, análise do comportamento das lavouras frente ao clima, desempenho de tecnologias utilizadas e os principais aprendizados do ciclo, contribuindo para o alinhamento estratégico e o planejamento da próxima safra.

Sulzbach afirma que a iniciativa reforça a importância da troca de experiências, da validação técnica em campo e da proximidade com a distribuição. “Os dados da safra são transformados  em informações estratégicas para apoiar a tomada de decisão e o posicionamento junto ao produtor rural”, reitera.

 





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Estresse térmico compromete produção avícola no Brasil


O estresse térmico causado pelo calor extremo tem impactado significativamente a produção avícola no Brasil, afetando o bem-estar das aves e reduzindo a produtividade, além de aumentar os impactos ambientais da atividade.

Consequências do estresse térmico

O estresse térmico ocorre quando as aves ficam fora da zona ideal de temperatura, resultando em desequilíbrio no organismo e comprometendo seu desenvolvimento e produção. As principais consequências incluem:

  • Perda do equilíbrio metabólico, aumentando o gasto energético.
  • Redução do consumo de ração e aumento do consumo de água.
  • Maior vulnerabilidade a doenças.
  • Queda na produção e até mortalidade em casos graves.

Impactos na produção

As alterações provocadas pelo estresse térmico resultam em:

  • Redução do ganho de peso entre 5% a 17%.
  • Perda na produção de ovos de 10% a 20%.
  • Comprometimento da qualidade da carne e da casca dos ovos.

Medidas de manejo e nutrição

Para mitigar os efeitos do calor, é essencial implementar ajustes de ambiência e manejo, tais como:

  • Uso de ventiladores, nebulizadores e painéis evaporativos.
  • Manutenção da água fresca e em quantidade suficiente.
  • Controle da densidade de aves por metro quadrado.
  • Fornecimento de ração nas horas mais frescas do dia.

Além disso, ajustes nutricionais como aumentar a densidade energética das rações e utilizar aditivos funcionais podem melhorar a digestibilidade e a imunidade das aves, contribuindo para um sistema produtivo mais equilibrado e com menor impacto ambiental.

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Valor bruto da produção agropecuária deve recuar 4,4%, a R$ 1,416 tri, aponta CNA


VBP em 2022
Foto: Divulgação/Mapa

O Valor Bruto da Produção agropecuária (VBP) deve recuar 4,4% neste ano, para R$ 1,416 trilhão ante R$ 1,481 trilhão registrados no ano passado, estima a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). De acordo com a confederação, a recuperação lenta dos preços dos produtos agrícolas neste ano mantém a projeção de queda do VBP.

“Esse resultado ainda reflete a combinação da redução dos preços reais na comparação com 2025, embora se verifique uma recuperação nos preços de algumas commodities agrícolas em 2026, associada a variações positivas na produção agropecuária”, explicou a confederação em nota técnica.

A previsão de faturamento para a agricultura é de R$ 917,8 bilhões, retração de 5,2% ante 2025. Produtos com participação relevante no total do VBP devem registrar recuo no faturamento bruto neste ano, como o café robusta (-21,2%), seguido do algodão em pluma (-16,6%), da cana-de-açúcar (-4,1%) e do milho (-5,7%).

“Para o algodão e o milho, espera-se redução tanto nos preços quanto na produção na comparação anual, enquanto, para o café robusta e a cana-de-açúcar, projeta-se aumento na quantidade produzida”, observou a CNA.

Café arábica e soja crescem

Em contrapartida, entre as culturas com crescimento no VBP, destacam-se o café arábica, com alta de 8,2%, impulsionada pelo forte avanço da produção (23,3%), apesar da queda nos preços (-12,3%), e a soja, com crescimento marginal de 0,1%, sustentado pelo aumento de 3,7% na produção, frente a uma redução de 3,4% nos preços, apontou a confederação.

Pecuária

Já a pecuária deve registrar receita de R$ 498,0 bilhões, queda anual de 2,8%, projeta a CNA, em nota técnica. “Com exceção da carne bovina, para a qual se espera um crescimento de 7,6% no VBP, mesmo diante de uma redução de 1,45% na produção, os demais produtos devem apresentar queda em seus VBPs. Esse resultado decorre de recuos superiores a 10% nos preços, apesar do aumento esperado nas quantidades produzidas, insuficiente para compensar a queda de preços na comparação anual”, detalhou a CNA.

A entidade projeta reduções de 18,7% no VBP do leite, de 12,7% na carne suína, de 9,8% na carne de frango e de 6,9% nos ovos.

O valor bruto da produção é o faturamento bruto dentro dos estabelecimentos rurais, considerando as produções agrícolas e pecuárias, com base na média dos preços reais recebidos pelos produtores de todo o País.

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Alho argentino pressiona preços e afeta produtores brasileiros


A importação de alho argentino tem gerado um impacto significativo no mercado brasileiro, resultando em uma queda acentuada nos preços e prejuízos para os agricultores locais. A Associação Nacional dos Produtores de Alho (ANAPA) estima que a produção nacional deve diminuir entre 15% e 20% neste ano devido à forte concorrência do alho importado.

Impacto das importações

A cultura do alho, que envolve cerca de 40.000 produtores, principalmente nas regiões serrana e sul do Brasil, enfrenta um cenário desafiador. O excesso de oferta registrado em 2025 derrubou os preços no mercado interno, levando muitos agricultores a não conseguirem comercializar nem 20% da safra passada.

Ações da ANAPA

  • A ANAPA deve protocolar um pedido de investigação por prática de dumping contra o alho argentino, que entra no Brasil sem tarifas devido ao Mercosul.
  • A alegação é de que o alho argentino está sendo comercializado abaixo do custo de produção nacional.
  • O presidente da ANAPA, Rafael Corcino, destacou que a Argentina depende fortemente do mercado brasileiro, destinando cerca de 70% da sua produção ao Brasil nos últimos 10 anos.

Expectativas para o futuro

Com a expectativa de que o volume de alho importado ultrapasse 10 milhões de caixas em 2026, a ANAPA alerta para a necessidade de ações que protejam os produtores brasileiros e garantam a sustentabilidade da produção nacional.

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Café recua, mas segue caro ao consumidor


O preço do café no varejo segue elevado durante o período de entressafra. Segundo o Boletim Conjuntural divulgado na quinta-feira (16) pelo Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, em março, o valor médio do pacote de 500 gramas foi de R$ 28,56, o que representa queda de 3% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o produto era comercializado a R$ 29,36.

De acordo com o Departamento de Economia Rural, a acomodação dos preços vem sendo observada desde abril de 2025, quando foi registrado o pico de R$ 31,61. “O preço do café no varejo tem se mantido em patamares altos neste período de entressafra”, informa o boletim. Apesar do recuo recente, a redução ainda não compensa a alta registrada anteriormente.

Entre julho de 2024 e julho de 2025, os preços passaram de R$ 16,10 para R$ 31,14, uma elevação de 95%. Segundo o levantamento, enquanto a alta acumulada foi próxima de R$ 15,00, o recuo atual gira em torno de R$ 3,00. Esse movimento impactou o consumo, que apresentou retração de 2,3% em 2025, conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Café.

Para 2026, a expectativa é de mudança no cenário, com previsão de uma safra maior no Brasil, o que pode reduzir a pressão sobre a oferta. Esse movimento já se reflete nos preços recebidos pelos produtores no Paraná, que recuaram 27% nos últimos 12 meses, passando de R$ 2.362,81 em março de 2025 para R$ 1.734,11 no mês passado.

O Departamento de Economia Rural destaca que, para que a queda chegue ao consumidor final na mesma proporção, é necessário que os preços permaneçam baixos durante o avanço da colheita. Como o café atualmente disponível foi produzido sob custos mais elevados, a entrada da nova safra tende a pressionar os preços para baixo ao longo do segundo semestre.

O boletim também aponta que fatores externos podem influenciar esse movimento, como tarifas de importação, variações cambiais, custos logísticos e possíveis frustrações de safra. Ainda assim, a avaliação é de que, no curto prazo, esses fatores dificilmente levarão os preços a patamares superiores aos atuais.





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Redução das chuvas em abril eleva risco de perda para culturas de 2ª safra, diz Inmet


milho, cereal, grão
Foto: Aiba/divulgação

A perspectiva de redução das chuvas ao longo deste mês eleva o risco de perda para culturas de segunda safra no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, prevê o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em nota, o instituto afirma que, com o início do outono, a preocupação nas áreas centrais do Brasil passa a ser o período final da estação chuvosa com a transição para a seca. “Essa mudança no regime de precipitação afeta diretamente as culturas agrícolas de segunda safra, como algodão, feijão e milho”, observou o Inmet.

De acordo com o instituto, o plantio das culturas de segunda safra foi atrasado e fora da janela ideal em Estados como Goiás e Minas Gerais em virtude de chuvas no momento da semeadura. Com o ciclo atrasado, as lavouras encontram-se entre as fases vegetativa e reprodutiva, período em que há maior demanda por água nas plantas, o que eleva a sensibilidade das culturas ao estresse hídrico, segundo o Inmet.

“Até o momento, o desenvolvimento das culturas tem sido favorecido por chuvas frequentes e temperaturas próximas do normal. No entanto, a preocupação aumenta devido à previsão de redução das chuvas a partir da segunda quinzena de abril”, prevê o instituto.

Goiás e Minas Gerais devem ter chuvas abaixo do histórico

Em áreas de Goiás e Minas Gerais, o acumulado de chuvas em abril deve ficar abaixo do histórico observado para o mês com maior restrição hídrica, projeta o Inmet. Já as temperaturas devem permanecer elevadas, entre 26ºC e 34ºC. “Este cenário de baixos acumulados de chuva, associado a temperaturas do ar elevadas e à baixa umidade relativa, impõe restrições ao desenvolvimento das culturas de milho, feijão e algodão na região”, alerta o instituto em nota.

No milho de segunda safra, o estresse hídrico pode prejudicar o desenvolvimento da cultura com impactos na formação de espigas e no número de grãos, de acordo com o Inmet. Para o feijão, os efeitos podem resultar em queda de produtividade. Já no algodão, a diminuição antecipada das chuvas tende a reduzir o número de maçãs por planta e o potencial produtivo das lavouras, aponta o instituto.

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Mais de 61% dos acidentes fatais em armazenagem de grãos ocorreram em espaços confinados


Acidentes em silos
Foto: divulgação/ Corpo de Bombeiros do Paraná

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os acidentes fatais em estruturas de armazenagem de grãos no Brasil se concentraram, em 2025, em ambientes de alto risco: 61,2% ocorreram em espaços confinados e 71,6% estavam ligados a silos.

O levantamento também aponta que 64,2% das ocorrências envolveram atmosfera potencialmente perigosa, com presença de gases, poeira explosiva ou risco de incêndio, evidenciando que a maioria dos acidentes fatais no setor está associada a condições estruturais previsíveis e passíveis de prevenção.

Segundo um engenheiro de segurança do trabalho e instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Filipe Campos, o acidente que mais ocorre é o soterramento. “Hoje, o campeão de acidentes em silo é o soterramento, que ocorre quando uma massa de grãos cede e cobre o trabalhador durante a execução de atividades”, explica.

Além disso, há registros de engolfamento (quando o trabalhador é sugado por grãos ao pisar em superfícies instáveis) e, em menor escala, casos relacionados à inalação de gases tóxicos. “No passado recente, havia mais acidentes por asfixia. Mas, com o avanço de tecnologias como medidores de gases e melhorias na engenharia dos ambientes, esses casos diminuíram significativamente”, afirma.

Segundo Campos, um episódio emblemático ocorreu no Paraná, há cerca de três anos, quando a explosão em uma estrutura de armazenamento resultou na morte de nove trabalhadores. Desde então, o setor tem intensificado investimentos em prevenção.

Falhas na supervisão e estrutura

Apesar da evolução, Campos aponta que a falta de supervisão adequada e de condições estruturais ainda contribui para acidentes. Normas regulamentadoras como a NR-33 (espaços confinados) e a NR-31.13 (segurança em silos) estabelecem diretrizes claras, como a obrigatoriedade de supervisores, vigias e permissões formais para entrada nos silos.

“O trabalho não pode ser feito de forma isolada. É necessário ter equipe treinada, supervisão e equipamentos adequados, como cintos de segurança e pontos de ancoragem resistentes”, destaca o instrutor.

Ele reforça que a segurança depende de três pilares principais: capacitação dos trabalhadores, investimento em engenharia e tecnologia, e supervisão constante. “Não adianta treinar se não há estrutura. E não adianta ter estrutura se não há fiscalização do cumprimento das normas”, aponta.

Os equipamentos de proteção individual (EPIs) e dispositivos de segurança representam um investimento significativo para as empresas. Um medidor de gases, por exemplo, pode custar entre R$ 5 mil e R$ 30 mil. Já itens como cintos de segurança e talabartes variam entre R$ 300 e R$ 500.

Redução de acidentes, mas com ressalvas

Na avaliação do instrutor, houve uma redução nos acidentes nos últimos anos, especialmente em regiões com maior fiscalização e adoção de boas práticas. “Tem empresas que não permitem a entrada em espaços confinados sem todos os procedimentos de segurança. Nessas, dificilmente você vê acidentes fatais”, diz.

No entanto, ele alerta que ainda há falhas, principalmente em empresas que não seguem integralmente as normas ou negligenciam a supervisão.

Fiscalização e políticas públicas

De acordo com Campos, estados como Mato Grosso têm intensificado a fiscalização, o que contribui para a melhoria das condições de trabalho. Além disso, campanhas de conscientização e o uso de plataformas digitais têm ampliado o acesso à informação sobre segurança.

Entre os principais desafios estão a rotatividade de trabalhadores, que dificulta a consolidação da cultura de segurança, e a necessidade de maior comprometimento das empresas com a adequação às normas.

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Projeto no Rio Grande do Sul mapeia emissões na ovinocultura


Um projeto pioneiro no Rio Grande do Sul visa mapear as emissões de gases em propriedades com criação de ovinos. A iniciativa tem como objetivo apontar estratégias de mitigação e auxiliar na valorização da carne ovina.

Detalhes do projeto

O projeto é conduzido por uma empresa de pesquisa e consultoria, em parceria com o Sebrae e uma cooperativa do setor mineral. Inicialmente, o estudo envolverá propriedades ligadas a uma cooperativa na cidade de Lavras do Sul, além de propriedades vizinhas nos municípios de Bajé e Dom Pedrito.

Etapas do estudo

  • Início previsto para maio.
  • Realização de inventários de emissões de carbono.
  • Identificação do comportamento dos gases em cada sistema produtivo.
  • Participação de 30 produtores no primeiro momento.

Objetivos e impacto

A iniciativa busca levantar dados sobre as emissões, identificar o que está correto e o que precisa ser melhorado, além de sugerir ações para reduzir as emissões nas propriedades. O projeto também pretende demonstrar que a combinação de agronegócio e sustentabilidade é uma realidade, contribuindo para a valorização da carne ovina.

Contexto da ovinocultura no Rio Grande do Sul

O estado possui um dos maiores rebanhos ovinos do país, com quase 2 milhões de cabeças, concentrando-se nas regiões da campanha, fronteira e sul, com aptidão para a produção de carne e lã.

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Feijão carioca tem alta na demanda e pressão nos preços


O mercado de feijão carioca apresentou uma reação significativa na última semana, impulsionada pela retomada das negociações por parte dos compradores, especialmente por lotes de melhor qualidade, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Alta nos preços

No consumo, o feijão carioca avançou 15,40% no mês e acumula uma alta de 27,73% nos últimos 12 meses. Apesar do aumento na demanda, os produtores enfrentam dificuldades para repassar os preços ao varejo devido a limitações na oferta.

Perspectivas para a soja

Os preços da soja recuaram no Brasil, pressionados pela queda do dólar em relação ao real e pela expectativa de uma ampla oferta interna. O cenário cambial e a expectativa de uma safra recorde têm deixado os agentes do mercado cautelosos.

Aumento na área plantada

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta um aumento na área plantada na safra 2025/2026, com estimativa de mais de 48 milhões de hectares e produtividade média elevada. A colheita já avança, atingindo 85,7% da área em estados como Mato Grosso e Paraná.

Preocupações no Rio Grande do Sul

Por outro lado, persistem preocupações no Rio Grande do Sul, onde a irregularidade das chuvas comprometeu a produtividade. A colheita do arroz na região já supera 79% da área semeada, com bom desempenho nas regiões de planície costeira externa e zona sul.

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