quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

preços seguem estáveis em São Paulo



Pará mantém estabilidade após quedas pontuais




Foto: Divulgação

Segundo a análise Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo encerrou a semana com cotações estáveis em São Paulo. De acordo com a consultoria, “a maior parte das negociações foi concentrada até quarta-feira, com queda no volume de transações na quinta e sexta-feira”.

A lentidão no escoamento da carne continua exercendo pressão sobre o mercado interno. A entrada de bovinos de confinamento nas negociações começou de forma moderada, o que ainda não alterou significativamente o cenário. Na sexta-feira (5), as indústrias frigoríficas que buscaram compras relataram resistência dos pecuaristas, que mostraram pouco interesse em negociar nos valores oferecidos. “Houve manutenção dos preços nas principais praças, com escalas de abate médias de nove dias”, informou a consultoria.

No Pará, após as quedas observadas na véspera nas regiões de Marabá e Redenção, os preços se mantiveram estáveis nesta sexta-feira para todas as categorias de animais.

No oeste da Bahia, a situação foi distinta. A maior oferta de animais resultou em escalas de abate alongadas e recuo nos preços do boi gordo. A queda foi de R$ 3,00 por arroba. Para as fêmeas, as cotações seguiram inalteradas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

fruta tropical domina exportações do país



São Paulo é o 3º maior produtor de manga do país




Foto: Divulgação

A manga se consolidou como a fruta fresca mais exportada pelo Brasil em 2024, segundo dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura (SCRI/Mapa). O desempenho reforça o papel de destaque da cultura no setor agropecuário e na balança comercial brasileira.

O estado de São Paulo tem papel central nessa cadeia produtiva. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023, São Paulo ocupou a terceira colocação entre os maiores produtores nacionais, com uma safra de 212.225 toneladas — o que representou 12,1% da produção nacional da fruta.

Levantamento realizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), vinculados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, apontou que quatro regiões concentraram a maior parte da produção estadual em 2024. A região central liderou, com 2,4 milhões de toneladas, seguida por Ribeirão Preto (2,1 milhões), São José do Rio Preto (750,7 mil) e Barretos (655,5 mil). Juntas, essas áreas responderam por 82,8% da produção total no estado.

O valor da produção de manga em São Paulo foi estimado em R$ 489 milhões em 2024, o que a posiciona como a sexta fruta fresca mais valiosa do estado em termos econômicos.

“A manga vem ganhando espaço tanto no mercado interno quanto no externo, não apenas pelo sabor, mas também por sua versatilidade e valor nutricional”, destacou a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Originária do sul da Ásia, a manga tornou-se uma fruta tropical de ampla aceitação no Brasil, onde encontra condições climáticas favoráveis para seu cultivo em larga escala.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Umidade dificulta tratos culturais na aveia



Baixa luz e chuvas impactam lavouras de aveia




Foto: Canva

O avanço da semeadura da aveia-branca no Rio Grande do Sul tem sido limitado pelas chuvas frequentes e pela decisão de parte dos produtores em priorizar o cultivo do trigo, que também enfrenta atrasos. A informação consta no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3).

Segundo o boletim, cerca de 80% da área prevista com aveia-branca já foi implantada no estado. De acordo com a entidade, “96% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 4% se encontram em floração, concentradas especialmente na Região Noroeste”.

O desenvolvimento da cultura tem sido considerado satisfatório, embora o crescimento de parte das lavouras esteja comprometido por baixa luminosidade. A Emater/RS-Ascar destacou ainda que o excesso de umidade no solo dificultou a realização de tratos culturais, especialmente o controle de plantas daninhas.

A projeção é de que a área cultivada com aveia-branca nesta safra chegue a 401.273 hectares, com produtividade estimada em 2.254 quilos por hectare.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, 97% das lavouras seguem em fase vegetativa. A baixa radiação solar e a umidade elevada favoreceram a incidência de doenças, com destaque para o complexo de manchas foliares. Em Ijuí, apesar da coloração pálida das plantas, atribuída à pouca luz solar, o desenvolvimento segue adequado, com folhas e colmos preservados.

A Emater/RS-Ascar também observou acamamento em áreas que atingiram os estágios de emissão de panícula e floração, causado pelo excesso de chuvas. Há ainda relatos de possíveis danos por geada, cuja extensão ainda está sendo avaliada.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

90% das lavouras estão em fase vegetativa


As lavouras de canola no Rio Grande do Sul avançam em meio a condições climáticas adversas. Conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3), cerca de 95% da área prevista com a cultura já foi semeada no estado, mas o excesso de chuvas e as recentes geadas causaram impactos variáveis no desenvolvimento das plantações.

“O tempo firme no início do período favoreceu o crescimento das lavouras, mas os volumes elevados de precipitação registrados no final de semana dificultaram a realização de tratos culturais e prejudicaram a aeração do solo”, informou a Emater.

Segundo a entidade, 90% das lavouras encontram-se em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 10% estão em floração. O registro de geadas levantou preocupações quanto a possíveis danos, especialmente em áreas com cultivos mais adiantados, que permanecem sob monitoramento.

A estimativa da Emater/RS-Ascar é de que 203.206 hectares sejam cultivados com canola nesta safra, com produtividade média projetada em 1.737 kg/ha.

Na região de Bagé, dos 6.500 hectares já semeados em São Borja, 20% estão em floração. A expectativa é concluir a área inicialmente prevista de 8.000 hectares, desde que o clima se mantenha favorável. Em Manoel Viana, as chuvas causaram perdas significativas, e há áreas onde se avalia a substituição da cultura, uma vez que o período ideal de plantio, conforme o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), já se encerrou.

Em Frederico Westphalen, 75% das lavouras estão em floração. Já na região de Ijuí, os impactos das geadas ainda estão sendo avaliados. A baixa luminosidade tem limitado o crescimento das plantas, embora lavouras implantadas entre o fim de maio e início de junho apresentem bom estande.

Na região de Santa Rosa, 97% da área prevista está implantada, com 30% das lavouras em floração. A Emater alerta para possíveis prejuízos causados pelas geadas de 24 e 25 de junho, ainda sob avaliação.

Em Soledade, mesmo com altos volumes de chuva, o desenvolvimento da cultura segue dentro do esperado. As lavouras iniciam a emissão da haste floral e seguem recebendo adubação nitrogenada e monitoramento fitossanitário.

No mercado, o preço da saca de 60 quilos variou entre as regiões: R$ 107,10 em Ijuí; R$ 108,00 em Frederico Westphalen; R$ 108,74 em Santa Rosa; e R$ 94,00 em Santana do Livramento.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do leite caem 2,18% em junho em Goiás



Creme a granel lidera queda no setor lácteo




Foto: Divulgação

O Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, divulgado nesta segunda-feira (30/6) pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apontou retração nos preços médios dos principais produtos derivados do leite em Goiás. O levantamento foi elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás.

Segundo o boletim, o creme a granel foi o item com maior desvalorização no período, registrando queda de 8,34% em relação ao mês anterior. Na sequência, os recuos foram verificados nos preços do queijo muçarela (-2,66%), leite UHT integral (-1,73%) e leite em pó integral (-1,10%). Já o leite condensado apresentou a menor variação negativa, com redução de 0,67%.

De acordo com a Seapa, “ao considerar os pesos relativos de cada item na composição da cesta de produtos lácteos, a variação média no mês de junho foi de -2,18%”.

O boletim está disponível no site oficial da secretaria e reúne dados utilizados para subsidiar decisões do setor produtivo e orientar políticas públicas voltadas à cadeia leiteira em Goiás.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Umidade elevada prejudica alface e rúcula



Preços de folhosas se mantêm apesar de perdas




Foto: Pixabay

As condições climáticas adversas vêm impactando a produção de folhosas em diversas regiões do Rio Grande do Sul, segundo informações do Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3).

Na região de Passo Fundo, o excesso de umidade tem favorecido a incidência de doenças, embora a sanidade e o desenvolvimento das plantas ainda sejam considerados satisfatórios. Os preços no mercado local permaneceram estáveis. A unidade de rúcula e alface foi comercializada a R$ 4,00, enquanto os molhos de couve e agrião foram vendidos a R$ 5,00.

Em Santa Rosa, os produtores relataram perdas mais severas. De acordo com o informativo, foram observados casos de apodrecimento, estiolamento e danos causados pelas chuvas fortes. “A qualidade e a aparência dos produtos foram comprometidas”, apontou a Emater. Mesmo diante das dificuldades, a comercialização segue com preços médios de R$ 2,00 por unidade de alface e rúcula, e o mesmo valor por maço de salsa e cebolinha.

A região de Soledade também enfrenta problemas semelhantes. Os cultivos de folhosas sofreram com o apodrecimento das folhas inferiores e o estiolamento das plantas, além do surgimento de doenças fúngicas e bacterianas, especialmente em áreas sem proteção. Ainda assim, a oferta de produtos continua estável, com alface e rúcula vendidas a R$ 2,00 a unidade e salsa e cebolinha a R$ 2,00 o maço.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Paraná eleva produção de leite e carne



Produção de leite gera R$ 12 bi no Paraná




Foto: Pixabay

A bovinocultura paranaense apresentou crescimento em 2024, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (3) pelos analistas do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com o levantamento, o Valor Bruto da Produção (VBP) do setor de leite bovino alcançou R$ 12 bilhões em 2024, superando os R$ 11,3 bilhões registrados no ano anterior. O desempenho foi atribuído ao aumento no volume produzido, que passou de 4,45 bilhões de litros em 2023 para 4,62 bilhões de litros neste ano. Houve também uma leve elevação no preço médio pago ao produtor, de R$ 2,56 para R$ 2,59 por litro, posto na indústria.

O segmento de corte também contribuiu para a expansão do VBP estadual. A bovinocultura de corte movimentou R$ 6,9 bilhões em 2024, frente aos R$ 5,9 bilhões de 2023. O acréscimo de 16% foi impulsionado principalmente pelas altas nas cotações da arroba bovina ao longo do ano.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Frio e umidade reduzem qualidade do morango



Clima afeta morango e preços sobem no RS




Foto: Seane Lennon

As condições climáticas registradas no Rio Grande do Sul têm impactado negativamente a produção de morangos em diferentes regiões do estado. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (3), o excesso de umidade, associado às baixas temperaturas, tem causado perdas nas lavouras, especialmente nas áreas laterais das estufas.

Na região de Caxias do Sul, produtores relataram perdas de flores e frutos e uma redução na qualidade dos morangos colhidos, que apresentam coloração menos intensa e sabor mais ácido. “O crescimento vegetativo das mudas plantadas entre abril e maio está sendo prejudicado pelas condições climáticas”, informou a Emater/RS-Ascar. A pressão de doenças tem exigido aplicações frequentes de fungicidas.

A oferta reduzida tem provocado aumento nos preços. O valor pago pelo quilo de morangos in natura vendidos diretamente ao consumidor varia entre R$ 35,00 e R$ 50,00. Para produtos congelados, os preços oscilam entre R$ 12,00 e R$ 15,00 por quilo. Já nas centrais de abastecimento (CEASAs), intermediários e mercados têm adquirido a fruta entre R$ 25,00 e R$ 40,00/kg. Segundo relatos de produtores de Nova Petrópolis, cargas provenientes de Minas Gerais estão sendo comercializadas em municípios da Serra, como Feliz e Caxias do Sul, para suprir parte da demanda local.

Em Pelotas, as cultivares de dias neutros em segundo ano e aquelas de plantio precoce iniciaram a floração e a frutificação. As colheitas iniciais vêm sendo comercializadas em feiras municipais com preços entre R$ 30,00 e R$ 40,00 o quilo. No entanto, mudas importadas da Espanha, Argentina e Chile ainda se encontram em fase inicial de desenvolvimento. A Emater/RS-Ascar também registrou perdas de mudas, tanto nacionais quanto importadas, atribuídas a falhas no acondicionamento, problemas fitossanitários e dificuldades logísticas. O clima tem favorecido a proliferação de doenças e pragas, como ácaros, resultando em aumento das perdas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como se proteger da volatilidade do dólar no comércio exterior



“A gestão cambial precisa deixar de ser um ponto cego”



“A gestão cambial precisa deixar de ser um ponto cego"
“A gestão cambial precisa deixar de ser um ponto cego” – Foto: Pixabay

A instabilidade do dólar continua sendo um dos maiores desafios para empresas brasileiras que importam ou exportam. A variação cambial afeta custos, lucros e competitividade, exigindo planejamento financeiro e estratégias de proteção.

“A gestão cambial precisa deixar de ser um ponto cego e passar a integrar o planejamento estratégico. Estamos falando de decisões que impactam diretamente na saúde financeira e na capacidade de expansão das empresas”, alerta Thiago Oliveira, CEO da Saygo

Mais da metade das exportadoras relatam entraves cambiais, especialmente sem um planejamento adequado. Para reduzir os riscos, é essencial adotar instrumentos como hedge, contas em moeda estrangeira e plataformas tecnológicas que automatizam a gestão cambial.

“Não basta apenas saber o valor do câmbio no dia. É preciso ter visibilidade de toda a operação para tomar decisões estratégicas com base em dados”, explica Oliveira.

Consultorias especializadas ajudam a estruturar políticas sólidas, negociar com bancos e acessar inteligência de mercado. Soluções integradas permitem acompanhar operações em tempo real e tomar decisões estratégicas com base em dados.

Regimes como o Drawback e o modelo fiscal de Alagoas também ajudam a reduzir tributos e custos. Com a diversificação dos destinos de exportação, cresce a exposição a outras moedas, tornando ainda mais importante uma gestão cambial eficiente e bem orientada.

“Aqueles que conseguem alinhar eficiência operacional, inteligência cambial e visão estratégica sairão fortalecidos do atual cenário de incerteza global”, conclui Oliveira.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Modernização na classificação da soja


AComissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na quarta (2), para discutir os avanços nos testes com tecnologias de classificação automatizada da soja e levantar as demandas identificadas no campo.

De acordo com o presidente da Comissão, André Dobashi, a CNA tem atuado para retirar a subjetividade da classificação da soja por meio de métodos automatizados e, ao mesmo tempo, trabalha na revisão da norma de qualidade com base nas percepções trazidas pelos produtores.

“Embora exista uma instrução normativa em vigor, muitos compradores não a aplicam corretamente, especialmente no que se refere ao uso de equipamentos e ao cumprimento do roteiro de classificação previsto. “Precisamos avançar na transparência da comercialização para dar mais segurança ao setor com o um todo”, afirmou.

Na reunião, o consultor técnico da CNA, Mauro Cézar Barbosa, apresentou as etapas do projeto e os resultados obtidos pelos equipamentos avaliados. “Hoje já dispomos de tecnologias como NIR, raio-X e imagem hiperespectral com potencial para uso comercial, que podem complementar o trabalho dos classificadores com mais precisão. Esses equipamentos permitem identificar com mais exatidão defeitos nos grãos, reduzindo a subjetividade nas análises”, explicou.

Segundo o assessor técnico da CNA, Tiago Pereira, a partir das contribuições das federações estaduais, foram destacados pontos prioritários que precisam ser enfrentados de forma estruturada.

“Foram apontadas questões como a falta de critérios de desconto mais transparentes e justos, a subjetividade ainda presente na análise visual e a ausência de um mecanismo claro de arbitragem em caso de divergência. Esses temas precisam estar no centro da discussão sobre modernização”, avaliou.

A CNA reforçou que está à disposição dos produtores e das federações para dar continuidade ao trabalho técnico e institucional em prol de uma classificação mais justa, transparente e moderna.





Source link