domingo, abril 19, 2026

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A nova revolução do agro já começou e você precisa saber


Cidade do Agro
Foto: divulgação

Ao contrário do ensino teórico, aplicado na prática, imagine o inverso: a prática aplicada ao ensino teórico. Agora, imagine grandes empresas, uma grande universidade convivendo no
mesmo espaço. Tudo isso inserido no coração do agronegócio brasileiro.
E o melhor: não apenas lá.
É como ter uma uma espécie de cidade sagrada, mas com vários “templos” ao redor do país.

O resultado?
Pesquisa, inovação e capacitação acontecendo, tudo ao mesmo tempo e agora.

Onde na história?
O Brasil tem tradição em pesquisa no agro. Epamig, Emater e grandes instituições de ensino são reconhecidas historicamente por essa contribuição.

Em Uberaba (MG), a história nos conta que nasceu a pesquisa que possibilitou a soja do cerrado, a braquiária, a introdução das raças zebuínas, o melhoramento genético da pecuária e tantas outras inovações que hoje moldam o agro do Brasil.

Nesse mesmo lugar nasceu, há 3 anos, a Universidade do Agro Uniube. E como parte fundamental desse projeto, em agosto será inaugurada a Cidade do Agro.

Uniube
Foto: divulgação

Diferente?
Mas por que esse projeto é tão inovador e em que ele é diferente de tudo que o já foi feito no Brasil?
A resposta é: em tudo e em nada.
A Universidade do Agro une o melhor do que já foi feito e integra toda a cadeia produtiva em um só ecossistema, conectando passado, presente e futuro. E o melhor:
aproximando a Academia e a iniciativa privada.

“É algo como: eu tenho dores e preciso resolver. Já você, tem mestres, pesquisadores, acadêmicos e doutores que querem entender o seu problema e ajudar a resolver. Em velocidade de mercado eu crio soluções, eventuais produtos, pesquisas, formo profissionais que aprenderam na prática, sentiram as dores do mercado e saem prontos para ele. Isso é simples, mas as ideias mais simples são sempre inovadoras”, revelou o diretor de Verticais de Negócios da Uniube e gestor da Universidade do Agro, Flávio Sartori.

Além disso, a Universidade do Agro possui polos em várias regiões do Brasil que se beneficiam desses resultados colhidos em todo ecossistema.

Lista de espera
A Cidade do Agro possui 55 hectares e já conta, antes mesmo da inauguração, com 28 empresas dentro da estrutura:

Essas empresas não escolheram ir para a Cidade do Agro por acaso. Aliás, a Universidade do Agro já trabalha na ampliação de área, afinal, existe uma fila de espera de companhias querendo participar desse ecossistema.

Não vai parar
A universidade é uma realidade que distorce positivamente o sistema de uma maneira simples, mas completa. “A Universidade do Agro é a prática aliada à teoria. Vivenciar nossos cursos vai muito além da formação, da pesquisa, da inovação”, afirma o reitor da Uniube, Marcelo Palmério.

Para ele, é muito claro que há uma mudança de lógica nessa construção. “Não é o campo que chegou à universidade. É a universidade que chegou ao campo para agregar conhecimento, valor e ensino de qualidade.”

Por tudo isso, não é exagero dizer que a nova revolução silenciosa do agro já começou.

O Brasil agradece.

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Governo zera tributos e anuncia linha de financiamento para frear alta do querosene de aviação


Avião
Foto: Pixabay

Após o reajuste de 54,63% no preço do querosene de aviação anunciado pela Petrobras no início deste mês por conta da valorização do petróleo no mercado internacional, o governo federal anunciou, na tarde desta segunda-feira (6), um conjunto de medidas emergenciais para mitigar os impactos.

As ações, estruturadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em articulação com o Ministério da Fazenda, têm como objetivo preservar a oferta de voos e reduzir a pressão sobre o preço das passagens.

O pacote de medidas será implementado por meio de Medida Provisória (MP). Assim, como medida imediata, a Petrobras ficou incumbida de implementar um mecanismo de transição para as distribuidoras, com repasse inicial de 18% do reajuste e parcelamento do restante em seis vezes, a partir de julho de 2026.

O governo também anunciou que será disponibilizada uma linha de financiamento por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), voltada à aquisição de combustível, com risco assumido pelas empresas, de até R$ 2,5 bilhões por companhia. A operacionalização ficará a cargo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além disso, será criada uma linha de crédito para capital de giro no valor de R$ 1 bilhão. As condições financeiras e os critérios de elegibilidade ficarão a cargo do Conselho Monetário Nacional (CMN), com risco da União.

No anúncio desta segunda, ficou definido que o governo federal publicará ainda um decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o querosene da aviação, o que deve gerar uma redução direta de cerca de R$ 0,07 por litro do combustível.

Por fim, as empresas aéreas poderão postergar, para dezembro, o pagamento das tarifas de navegação aérea ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), referentes aos meses de abril a junho de 2026.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que as medidas foram cuidadosamente desenhadas para garantir eficiência fiscal e impacto direto no setor. Já o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, reforçou que as iniciativas buscam evitar o repasse dos custos ao consumidor.

“Recentemente, alcançamos recorde no número de passageiros no transporte aéreo, e o governo tem a preocupação de manter essa trajetória de crescimento e da conectividade regional”, destacou.

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Carreta com soja tomba na SP-225 e interdita parcialmente rodovia em Itirapina


Eixo SP

Uma carreta carregada com soja tombou na manhã desta segunda-feira (6) na Rodovia SP-225, na altura do km 92, no município de Itirapina. O acidente ocorreu por volta das 7h30, no sentido interior, e mobilizou equipes de atendimento e segurança viária.

De acordo com a Eixo SP Concessionária de Rodovias, o tombamento resultou no derramamento de carga de soja sobre a pista, exigindo atuação imediata para evitar novos incidentes e garantir a fluidez do tráfego.

Apesar do impacto, o motorista não sofreu ferimentos. Ainda assim, o acidente causou a interdição parcial da rodovia, com bloqueio do acostamento, da faixa 2 e das alças de aceleração e desaceleração no trecho afetado.

As equipes realizaram o destombamento do veículo por volta das 9h20, e os trabalhos de limpeza e retirada da carga seguiram ao longo da manhã. A liberação total da pista ocorreu por volta das 10h30, após a normalização das condições de segurança.

A concessionária informou, também, que o atendimento contou com apoio do policiamento rodoviário e reforçou que não houve vítimas no acidente.

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Com mais de 50% das metas cumpridas, Maranhão se destaca no Plano ABC+


terra ao fundo desfocada, com a palma da mão com um punhado de terra em cima
Foto: Freepik

O Maranhão tem se destacado no cenário nacional quando o assunto é produção sustentável no campo. O estado lidera as ações do Plano ABC+ na Amazônia Legal e já cumpriu mais de 50% das metas previstas, com avanço na adoção de tecnologias de baixa emissão de carbono.

De acordo com o coordenador do Plano ABC+, Jadiel Lins, o programa reúne um conjunto de práticas voltadas à agropecuária sustentável, com foco na redução da emissão de gases de efeito estufa. Entre as principais tecnologias adotadas pelos produtores maranhenses estão os sistemas agroflorestais, a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), o plantio direto, o uso de bioinsumos, além do manejo de dejetos animais e sistemas irrigados.

Na adoção do plantio direto, por exemplo, o Maranhão já superou a meta inicial de 250 mil hectares, alcançando cerca de 350 mil hectares. No uso de bioinsumos, a área prevista era de 10 mil hectares, mas já ultrapassa 160 mil hectares. “Então, todas essas metas, com toda a certeza, até 2030 o Maranhão irá cumprir”, afirma Lins.

Cumprimento de metas

Atualmente, o Maranhão registra cerca de 52% das metas cumpridas dentro do plano. O monitoramento das ações é feito por um grupo gestor composto por 28 entidades públicas e privadas, com apoio de universidades e empresas do setor.

Os dados são cruzados com imagens de satélite e informações ambientais, sendo posteriormente integrados à plataforma do Ministério da Agricultura. “O plano ABC nada mais é do que pegar todos esses dados, fazer o tratamento e cruzar com imagens de satélites”, destaca Lins.

Papel da assistência técnica

A assistência técnica, tanto pública quanto privada, tem papel fundamental nesse processo de transição para práticas mais sustentáveis. O estado é um importante produtor de grãos, como soja e milho, e tem ampliado o uso de técnicas como o plantio direto, além de registrar crescimento nas áreas de reserva legal.

“As pessoas gostam de vincular que o agro faz mal para o meio ambiente. Não, o agro aqui no Maranhão ele está aliado ao meio ambiente. Todas essas áreas das grandes propriedades produtoras de grãos tem sua reserva legal e cumprem de maneira integral toda essa questão da produção sustentável”, afirma Lins.

Um dos principais é a adoção da terminação intensiva na pecuária, já que a atividade no estado ainda é majoritariamente extensiva. No entanto, a tendência de maior tecnificação das propriedades, especialmente no sul do Maranhão, deve impulsionar a evolução desse modelo.

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Novo equipamento mede a maciez de carnes em 12 segundos sem a destruição de amostras


tecnologia maciez da carne
Foto: Divulgação

Em parceria com a Embrapa Instrumentação, a startup Fine Instrument Technology (FIT) vai divulgar durante a Anuga Brazil, em São Paulo, os resultados das análises realizadas com sua nova tecnologia de Ressonância Magnética Nuclear: o SpecFIT-Meat, que permite comprovar a qualidade e a maciez de carnes de forma não invasiva.

Fabiane Costa, pesquisadora da empresa, detalha que, diferente dos métodos tradicionais, que exigem o cozimento e a destruição de amostras, o equipamento realiza a análise em peças inteiras em apenas 12 segundos.

Segundo ela, a análise pode ser feita em peças já embaladas a vácuo, prontas para a comercialização, sem causar danos, eliminando o desperdício de matéria-prima, risco de contaminação e a geração de resíduos poluentes.

A tecnologia é atrativa para boutiques de carne e pontos de consumo premium, como restaurantes estrelados, onde a certificação da maciez de uma peça embalada para consumo representa um diferencial competitivo.

Além disso, para os frigoríficos, além de oferecer classificação imediata, o equipamento otimiza o processo de maturação. Isso porque, atualmente, carnes podem levar até 28 dias em câmaras frias para atingir a maciez ideal. Com a nova tecnologia, torna-se possível monitorar, em tempo real, o resultado das reações enzimáticas de quebra de proteínas que conferem maior maciez à carne.

Desta forma, pode-se reduzir o tempo de refrigeração e os custos operacionais da planta, adaptando o período de maturação de acordo com a necessidade de cada raça, corte e idade do animal.

“A tecnologia surge como uma ferramenta estratégica para o mercado brasileiro, como por exemplo para a pecuária zebuína. Será possível identificar e certificar as carnes zebuínas macias, desmistificando a ideia de que esses animais produzem apenas carne rígida”, destaca Fabiane.

Já para o CEO da startup, Daniel Consalter, tecnologias do tipo têm o potencial de conferir mais transparência ao varejo. “Estamos inseridos em uma nova geração de análises. Em breve, o consumidor poderá comprar uma peça de carne no supermercado com uma etiqueta informando o nível exato de maciez daquele corte”, prevê.

Em 2022, também em parceria com a Embrapa Instrumentação, a FIT lançou um equipamento que mede os teores de óleo e proteína da soja de forma não-invasiva.

Serviço

Anuga Select Brazil
Data:
7 e 9 de abril
Horario: 10h às 19h
Endereço: Distrito Anhembi- Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana

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AgroNewsPolítica & Agro

Erro no calendário pode derrubar a produção



O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja


O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja
O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja – Foto: Pixabay

O atraso nas operações agrícolas tem marcado a safra 2025/26, reduzindo o intervalo entre etapas importantes e aumentando os riscos produtivos. Em meio a esse cenário, estratégias de manejo ganham relevância para mitigar impactos climáticos e preservar o desempenho das lavouras.

O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja e dificultou a implantação do milho segunda safra em diversas regiões. Com menor janela operacional, o plantio do milho ocorre fora do período mais favorável, elevando a exposição das culturas à menor disponibilidade hídrica ao longo do ciclo. Esse deslocamento pode afetar fases sensíveis das plantas e provocar perdas significativas de produtividade, como explica Lara Gabriely Silva Moura, da SBS Green Seeds.

“Em muitos casos, atrasos de 10 a 20 dias já são suficientes para provocar quedas de produtividade entre 20% e 40%, podendo superar 50% em anos mais secos”, diz.

Diante desse contexto, as plantas de cobertura passam a ter papel estratégico. Espécies como braquiárias, milheto, crotalárias e nabo forrageiro se destacam pela adaptação e pelos benefícios ao sistema produtivo. A formação de palhada pode variar entre 5 e 12 toneladas por hectare, reduzindo a evaporação do solo e contribuindo para a manutenção da umidade, especialmente em períodos de estiagem.

Além disso, essas espécies favorecem a ciclagem de nutrientes, acumulando quantidades relevantes de nitrogênio, fósforo e potássio, que retornam ao solo com a decomposição. A dinâmica de liberação depende da relação carbono e nitrogênio de cada planta, influenciando a persistência da cobertura e a disponibilidade de nutrientes. “Mais do que uma alternativa, elas passam a ser uma ferramenta essencial para sustentar produtividade e eficiência em cenários de maior variabilidade climática”, finaliza Lara.

 





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Mato Grosso responde por quase metade das contratações do agro em 2026 no Brasil, diz Caged


carteira de trabalho
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A agropecuária em Mato Grosso gerou mais de 12 mil empregos formais nos dois primeiros meses de 2026, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em janeiro, o estado foi responsável por 43% das contratações na agropecuária brasileira, criando mais de 10 mil postos de trabalho, de um total de 23 mil vagas abertas no país.

Em fevereiro, o setor registrou a abertura de cerca de 2 mil empregos, resultado que representa uma queda em relação ao mês anterior e acompanha o período de transição entre safras. O cultivo de soja liderou a geração de empregos no período, seguido pela pecuária de corte e pelo cultivo de milho.

Confira:

Salário e rebanho bovino

O salário médio de admissão apresentou alta de 2,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Mato Grosso possui o maior rebanho bovino do país, com mais de 31,6 milhões de cabeças, distribuídas em cerca de 106 mil propriedades rurais.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Novo sistema usa inteligência artificial sem internet para registrar dados na pecuária


inteligência artificial para pecuária
Imagem: divulgação

A agtech iRancho anunciou nesta segunda-feira (6) o lançamento do BOS (Bovine Operating System), um ecossistema que reúne ferramentas de inteligência artificial aplicadas à gestão pecuária. A solução está em fase de testes com clientes e propõe reduzir o tempo de envio de informações do campo para o sistema em até 85%.

O BOS foi desenvolvido para operar em ambientes com baixa ou nenhuma conectividade. A tecnologia utiliza modelos de processamento de linguagem natural (NLP) que funcionam diretamente no celular, sem depender de internet.

De acordo com a empresa, na prática o sistema permite que trabalhadores registrem dados por voz durante as atividades no curral ou no pasto. As informações são convertidas em dados estruturados, revisadas pelo usuário e, depois, incorporadas ao sistema de gestão.

O modelo elimina a necessidade de digitação e reduz o risco de erros no registro das informações, segundo a iRanchi.

Uso de linguagem natural busca simplificar operação

A proposta do BOS é permitir que pecuaristas, gerentes e funcionários utilizem linguagem natural para alimentar o sistema. A interface foi desenhada para uso direto no campo, sem necessidade de comandos técnicos ou navegação por menus.

De acordo com a iRancho, a tecnologia também busca ampliar o acesso ao uso de ferramentas digitais por trabalhadores com menor familiaridade com sistemas tradicionais.

Arquitetura prioriza processamento local

Diferentemente de modelos baseados em nuvem, o BOS utiliza Edge AI, com processamento feito no próprio dispositivo do usuário. A arquitetura foi projetada para funcionar com limitações de bateria e capacidade de processamento dos aparelhos.

O desenvolvimento exigiu a criação de modelos mais leves, capazes de operar sem conexão e com baixo consumo de recursos.

O lançamento do BOS faz parte de uma mudança na estratégia da empresa, que passa a priorizar o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de produtos e na operação interna.

A transição para um modelo orientado por IA teve início no fim de 2025 e inclui desde áreas administrativas até soluções voltadas diretamente ao campo.

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Projeto obriga rótulo de alimentos com informações sobre resíduos de defensivos agrícolas


importação de alimentos impostos
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Uma proposta em análise na Câmara dos Deputados quer tornar obrigatória a informação sobre resíduos de defensivos agrícolas nos rótulos de alimentos industrializados e in natura. O Projeto de Lei 6427/25 altera o Código de Defesa do Consumidor.

Pelo texto, as embalagens deverão trazer informações claras, ostensivas e de fácil visualização sobre a presença dessas substâncias. Também será necessário indicar se o produto está dentro dos limites máximos de resíduos definidos pela legislação e pelas autoridades sanitárias.

Além disso, as empresas terão de informar os potenciais riscos à saúde associados às substâncias identificadas.

Transparência e consumo

Autor do projeto, o deputado Amom Mandel (Cidadania-AM) afirma que a medida busca ampliar o acesso à informação e permitir escolhas mais conscientes. Segundo ele, os limites atuais controlam os riscos, mas não eliminam totalmente os efeitos à saúde.

O parlamentar também avalia que a rotulagem hoje é restrita a dados básicos da cadeia produtiva e não detalha a presença de resíduos químicos.

Impacto social

O texto destaca que populações de menor renda e grupos mais vulneráveis tendem a ser mais expostos a substâncias químicas de forma involuntária. Para o autor, a inclusão dessas informações nos rótulos pode funcionar como um instrumento de proteção social e sanitária.

O projeto também cita estudos de vigilância sanitária que apontam a presença de substâncias associadas a efeitos crônicos, mesmo quando dentro dos limites legais.

Próximos passos

A proposta será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça (CCJ) e de Cidadania. Se aprovada, segue para votação no plenário da Câmara e, depois, no Senado.

Para virar lei, ainda precisa de sanção presidencial.

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Trump volta a pressionar Irã por acordo e reforça prioridade de reabrir Estreito de Ormuz


Donald Trump
Foto: Shealah Craighead/ The White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom nas relações com o Irã ao afirmar que a reabertura do Estreito de Ormuz é uma prioridade central para seu governo. A declaração ocorre em meio à escalada das tensões geopolíticas na região.

Segundo Trump, o Irã tem prazo até a noite de terça-feira (7) para avançar em um acordo. O presidente indicou que esse seria o limite antes da adoção de medidas mais duras, incluindo possíveis bombardeios contra alvos civis ligados ao setor energético.

Apesar do discurso mais rígido, Trump afirmou acreditar que o Irã negocia “de boa fé” e destacou que diversos países estariam colaborando para viabilizar uma solução diplomática. Ele também evitou comentar sobre um eventual cessar-fogo, mas sinalizou que Teerã demonstra interesse em um entendimento.

Em paralelo, o presidente norte-americano voltou a criticar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), apontando falta de apoio no contexto da crise com o Irã.

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