A nova revolução do agro já começou e você precisa saber

Ao contrário do ensino teórico, aplicado na prática, imagine o inverso: a prática aplicada ao ensino teórico. Agora, imagine grandes empresas, uma grande universidade convivendo no
mesmo espaço. Tudo isso inserido no coração do agronegócio brasileiro.
E o melhor: não apenas lá.
É como ter uma uma espécie de cidade sagrada, mas com vários “templos” ao redor do país.
O resultado?
Pesquisa, inovação e capacitação acontecendo, tudo ao mesmo tempo e agora.
Onde na história?
O Brasil tem tradição em pesquisa no agro. Epamig, Emater e grandes instituições de ensino são reconhecidas historicamente por essa contribuição.
Em Uberaba (MG), a história nos conta que nasceu a pesquisa que possibilitou a soja do cerrado, a braquiária, a introdução das raças zebuínas, o melhoramento genético da pecuária e tantas outras inovações que hoje moldam o agro do Brasil.
Nesse mesmo lugar nasceu, há 3 anos, a Universidade do Agro Uniube. E como parte fundamental desse projeto, em agosto será inaugurada a Cidade do Agro.

Diferente?
Mas por que esse projeto é tão inovador e em que ele é diferente de tudo que o já foi feito no Brasil?
A resposta é: em tudo e em nada.
A Universidade do Agro une o melhor do que já foi feito e integra toda a cadeia produtiva em um só ecossistema, conectando passado, presente e futuro. E o melhor:
aproximando a Academia e a iniciativa privada.
“É algo como: eu tenho dores e preciso resolver. Já você, tem mestres, pesquisadores, acadêmicos e doutores que querem entender o seu problema e ajudar a resolver. Em velocidade de mercado eu crio soluções, eventuais produtos, pesquisas, formo profissionais que aprenderam na prática, sentiram as dores do mercado e saem prontos para ele. Isso é simples, mas as ideias mais simples são sempre inovadoras”, revelou o diretor de Verticais de Negócios da Uniube e gestor da Universidade do Agro, Flávio Sartori.
Além disso, a Universidade do Agro possui polos em várias regiões do Brasil que se beneficiam desses resultados colhidos em todo ecossistema.
Lista de espera
A Cidade do Agro possui 55 hectares e já conta, antes mesmo da inauguração, com 28 empresas dentro da estrutura:
- AGCroppers
- Agrimec
- Agrocinco Sementes
- Agronelli
- AgroVelper
- Aliare
- Asbia
- Ceres Investimentos
- CNH Industrial
- Embrapa Cerrados
- Fermentec
- Fundecitrus
- Genex
- Grupo Monitor
- Grupo Petrópolis
- Grupo Uby
- JBS Unidade Uberaba
- LBS Pesquisas
- Netafim
- Nova Terra
- Rehagro
- 3R Ribersolo
- RV Agroambiental
- Sicoob Aracoop
- Solomaq
- Solovita
- Valley
- Wyld Networks
Essas empresas não escolheram ir para a Cidade do Agro por acaso. Aliás, a Universidade do Agro já trabalha na ampliação de área, afinal, existe uma fila de espera de companhias querendo participar desse ecossistema.
Não vai parar
A universidade é uma realidade que distorce positivamente o sistema de uma maneira simples, mas completa. “A Universidade do Agro é a prática aliada à teoria. Vivenciar nossos cursos vai muito além da formação, da pesquisa, da inovação”, afirma o reitor da Uniube, Marcelo Palmério.
Para ele, é muito claro que há uma mudança de lógica nessa construção. “Não é o campo que chegou à universidade. É a universidade que chegou ao campo para agregar conhecimento, valor e ensino de qualidade.”
Por tudo isso, não é exagero dizer que a nova revolução silenciosa do agro já começou.
O Brasil agradece.
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