sexta-feira, julho 24, 2026

Autor: Redação

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BNDES e IBP fecham acordo para conectar startups ao setor de energia


BNDES e IBP fecham acordo para conectar startups ao setor de energia

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da BNDES Participações S.A. (BNDESPAR), e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) firmaram um acordo de cooperação técnica para fortalecer o ecossistema de inovação no Brasil. A iniciativa foi publicada nesta sexta-feira (24) e busca ampliar conexões entre startups, empresas e especialistas do setor de energia.

A cooperação integra a estratégia de ampliação das parcerias do programa BNDES Garagem. O objetivo é fomentar o intercâmbio de conhecimento, estimular agendas estratégicas de inovação e identificar oportunidades de colaboração em temas como transição energética e descarbonização.

Pelo acordo, startups apoiadas pelo BNDES Garagem poderão ser aproximadas de demandas da indústria de petróleo, gás e biocombustíveis. A proposta inclui oportunidades de validação de soluções, acesso a especialistas e interação com potenciais clientes. Em sentido complementar, empresas do setor energético poderão acessar tecnologias, soluções inovadoras e modelos de negócio desenvolvidos pelas startups, com aplicação em transformação digital, eficiência operacional e transição energética.

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O acordo tem vigência inicial de 24 meses, com possibilidade de prorrogação por até 60 meses. A parceria não prevê transferência de recursos financeiros entre as instituições e será baseada em cooperação institucional e desenvolvimento conjunto de iniciativas.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o acordo cria condições para ampliar a interação entre startups e agentes do setor de energia, com desenvolvimento de soluções alinhadas a desafios tecnológicos e ambientais do país. Para o presidente do IBP, Roberto Ardenghy, a parceria está alinhada ao papel do instituto de conectar empresas, startups, centros de pesquisa e investidores para acelerar o desenvolvimento tecnológico, fortalecer a competitividade do setor e apoiar a transição energética.

O IBP reúne mais de 200 empresas associadas e coordena o hub de inovação iUP, com atuação em pautas como transição energética, hidrogênio de baixo carbono e captura de carbono. Já o BNDES Garagem, lançado em 2018, é o programa de aceleração de startups de impacto do Sistema BNDES, com oferta de mentorias, capacitação e conexão com investidores.

Na atual edição, o BNDES Garagem prioriza soluções voltadas a desafios socioambientais, com temas como economia verde, descarbonização e economia azul. O programa também adota mecanismos para incentivar diversidade regional e social entre os empreendedores participantes.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Renegociação das dívidas rurais avança e pode devolver capacidade de investimento ao produtor


A busca por uma solução capaz de aliviar a pressão financeira sobre os produtores rurais ganhou novo impulso em Brasília. O desenvolvimento de uma proposta para a renegociação das dívidas rurais obteve avanços após o diálogo entre a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e o Ministério da Fazenda.

A Medida Provisória Nº 1.376, publicada no dia 15/07, autoriza a criação de linhas de crédito para composição de dívidas para liquidação ou amortização de operações de crédito rural e de Cédulas de Produto Rural. Também autoriza a participação da União em fundo garantidor destinado à cobertura de operações de crédito rural contratadas por produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos. 

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, a medida representa um passo necessário e urgente para restabelecer a capacidade financeira dos produtores rurais e preservar a continuidade das atividades no campo. Ele ressalta, ainda, que a recuperação financeira do produtor rural também beneficia toda a economia, pois preserva empregos, movimenta as cadeias produtivas e fortalece a segurança alimentar do País. “Por isso, consideramos fundamental que a proposta seja implementada com agilidade, segurança jurídica e condições efetivas de pagamento”.

Na avaliação da FPA, divulgada por meio de nota oficial, a proposta constitui uma resposta à urgência enfrentada por milhares de produtores que precisam reorganizar seus compromissos financeiros, recuperar o acesso ao crédito e retomar plenamente a produção.

De acordo com a FPA, a bancada sempre priorizou as demandas dos produtores rurais em todas as negociações, desde a tramitação do PL 5.122/2023 até a minuta de Medida Provisória apresentada pelo governo. “Desta forma, atuamos para preservar os pontos centrais do projeto discutido: reabilitação do crédito com juros baixos, retomada do ciclo produtivo e condições para que o produtor volte a pagar, investir e produzir”.

Entenda a Medida Provisória

A medida visa permitir que produtores afetados por perdas recorrentes recuperem a capacidade de investimento e voltem a acessar crédito para financiar suas atividades e a próxima safra. Entre as ações de efeito imediato, a MP autoriza os bancos a prorrogarem por até 30 dias o vencimento das parcelas de principal e juros das operações de crédito contratadas por produtores que estavam adimplentes até 14 de julho.

Em entrevistas, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a medida poderá viabilizar a renegociação de mais de R$ 100 bilhões em dívidas, com impacto anual inferior a R$ 4 bilhões nas contas públicas. Publicada em edição extra do Diário Oficial da União, a MP também autoriza a União a participar como cotista de um fundo garantidor para cobrir as operações, com a possibilidade de adesão de estados e municípios.

Além do crédito rural tradicional (custeio, comercialização, industrialização e investimento), a MP autoriza as instituições financeiras a renegociar as Cédulas de Produto Rural (CPRs) com liquidação financeira que estejam em atraso, oferecendo prazo de reembolso de até oito anos.

Para ter acesso aos benefícios, produtores rurais e cooperativas agropecuárias devem ter registrado, entre 2019 e 2025, perdas em duas ou mais safras que resultaram na redução de, no mínimo, 30% da renda bruta esperada. As perdas devem ser comprovadas por laudo emitido por profissional habilitado. As linhas de crédito contarão com limites específicos conforme o beneficiário:

Os encargos financeiros serão de 6% ao ano para o Pronaf, 9% para o Pronamp e 12% para os demais. O prazo de reembolso será de até oito anos, com carência de dois anos para o pagamento da primeira parcela do principal.

Excepcionalmente, para produtores com perdas em três ou mais safras e redução de, no mínimo, 40% da renda bruta, os limites de crédito sobem para até R$ 500 mil (Pronaf), R$ 2,5 milhões (Pronamp) e R$ 8 milhões (demais).

Nesses casos excepcionais, os juros são reduzidos para 5% ao ano (Pronaf), 8% ao ano (Pronamp) e 11% ao ano (demais), e o prazo de reembolso é ampliado para até dez anos.

Próxima etapa

O texto já está em vigor, mas precisa ser aprovado por senadores e deputados em até 120 dias para ser definitivamente convertido em lei.

 





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Javalis se tornam ‘sócios indesejados’ e reviram lavouras de soja no ciclo 26/27; Famato explica como reduzir prejuízos


Imagem gerada por IA

Além de fatores como o clima e os altos custos de produção, os sojicultores ganharam mais uma preocupação para a safra 2026/27: os javalis. Atraídos por alimento, água e abrigo nas matas vizinhas, esses animais deixam as áreas de vegetação para invadir as lavouras, onde reviram o solo, desenterram sementes e comprometem o desenvolvimento da cultura logo nos primeiros dias após o plantio.

Ao Soja Brasil, o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da Famato e presidente do Sindicato Rural de Cláudia (MT), Zilto Donadello, explica que os prejuízos começam ainda na semeadura.

“Os javalis são destrutivos em todas as fases da cultura, inclusive no plantio. Eles possuem um faro capaz de detectar sementes e raízes a até 30 cm de profundidade. Esse comportamento de ‘fuçar’ o subsolo faz com que o animal desenterre sementes e raízes, destrua a estrutura física do solo e atinja diretamente as linhas de semeadura e os grãos”, explica.

Segundo ele, esse comportamento compromete gravemente a lavoura e pode levar à destruição sistemática das áreas produtivas, inclusive de nascentes de água. Os danos, porém, não se restringem ao período de plantio. Donadello afirma que os javalis continuam causando prejuízos durante todo o desenvolvimento da cultura.

“Os javalis são pragas exóticas com elevado potencial de causar danos ao meio ambiente e à produção. Por isso, continuam sendo um problema durante todo o desenvolvimento da planta, agindo como um ‘sócio indesejado’ que pode inviabilizar talhões inteiros. Eles costumam se deslocar em bandos, e o impacto de um único javali no território e no consumo é equivalente ao de quatro queixadas nativos”, diz.

Além de se alimentarem de plantas em diferentes fases de desenvolvimento, como soja e milho, o deslocamento desses grupos provoca danos por pisoteio e amassamento, agravando ainda mais as perdas de produtividade.

O problema já está espalhado por praticamente todo o país, mas é mais intenso nas regiões de maior produção agrícola, especialmente no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. “O problema é mais crítico nas regiões de grande produção de alimentos. De acordo com o mapa de risco sanitário, as áreas de maior ocupação concentram-se do Sul para o Norte. Portanto, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país são hoje as mais preocupantes”, afirma.

Segundo Donadello, Mato Grosso é um dos estados que mais preocupam. Ele explica que há uma mobilização para garantir maior autonomia legislativa, permitindo que o produtor realize o controle da praga de forma menos burocrática, tratando o javali com o mesmo rigor legal aplicado a outras pragas agrícolas, como ratos e gafanhotos.

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Diferentes formas de perigo

Além dos prejuízos às lavouras, o coordenador alerta que o crescimento da população de javalis também representa riscos à pecuária, à fauna nativa e às exportações brasileiras. “O problema não se restringe ao impacto econômico, que é massivo. Vai além da perda direta de plantas e representa um risco para toda a sociedade”, afirma.

Segundo ele, com o aumento da população, os ataques de javalis a pessoas, animais domésticos e espécies da fauna nativa têm se tornado cada vez mais frequentes. Além disso, os animais podem atuar como vetores de doenças graves, como a Peste Suína Clássica, a Peste Suína Africana e a Febre Aftosa.

“Essas doenças podem fechar as fronteiras internacionais para a exportação da carne brasileira, gerando prejuízos de bilhões de dólares ao país”, destaca.

Então, como reduzir os impactos?

Para reduzir os prejuízos, a Famato orienta que o manejo seja realizado dentro das normas do Ibama e recomenda ações integradas entre propriedades vizinhas. Pelas regras estabelecidas nas Instruções Normativas Ibama nº 03/2013 e nº 12/2019, produtores e controladores parceiros devem estar cadastrados no Cadastro Técnico Federal, possuir autorização emitida pelo Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf) e contar com a permissão formal do proprietário da área cadastrada no CAR.

O órgão ambiental também proíbe o transporte de animais vivos e a comercialização da carne, devido ao risco de zoonoses e à ausência de inspeção sanitária. Além disso, exige o envio periódico de relatórios de manejo.

“Pelas recomendações de campo difundidas pela Famato e respaldadas pelo Manual de Boas Práticas do Ibama e da Embrapa, além da caça, as estratégias que apresentam os melhores resultados combinam a captura coletiva em armadilhas de grande porte para a eliminação dos bandos”, pontua.

Segundo Donadello, a Famato também orienta o enterro sanitário das carcaças e a atuação conjunta entre propriedades vizinhas para evitar que os javalis apenas migrem de uma fazenda para outra.

A entidade também defende mudanças na legislação para tornar o controle mais eficiente. “A estratégia nacional precisa ser modernizada para conferir segurança jurídica, agilidade e eficiência operacional ao produtor e aos controladores legalizados. Somente com regras claras, processos acessíveis e mecanismos descentralizados será possível proteger a biossegurança e a biodiversidade brasileira de forma organizada e mais efetiva”, conclui.

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Exclusão do café de tarifas nos EUA preserva mercado de US$ 2,5 bilhões


Cafés do Brasil ficam fora de nova tarifa de 25% dos EUA

A exclusão de todos os produtos de café da nova rodada de tarifas proposta pelos Estados Unidos preserva um mercado de aproximadamente US$ 2,5 bilhões por ano para o setor brasileiro, segundo o diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos. A decisão mantém fora da sobretaxa o café verde, o café torrado e moído e o café solúvel embarcados ao mercado norte-americano.

Matos afirmou que a retirada do café da lista tarifária representa uma vitória para a cafeicultura brasileira no contexto da investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) sobre o combate ao uso de trabalho forçado em cadeias produtivas de cerca de 60 países. Nesse processo, estavam previstas tarifas de 10% e de 12,5%, faixa na qual o Brasil havia sido enquadrado.

Segundo o executivo, o resultado foi construído em articulação do Cecafé com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e a National Coffee Association (NCA), entidade que representa a indústria de café dos Estados Unidos. De acordo com ele, ao longo de mais de um ano foram realizadas mais de cem reuniões com representantes dos departamentos de Comércio, Estado, Agricultura e do USTR.

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Entre os argumentos apresentados, Matos destacou a relevância do café brasileiro para o abastecimento dos Estados Unidos. Segundo ele, mais de 70% da população norte-americana consome café, e o Brasil responde por cerca de 34% desse mercado. Também afirmou que o texto da decisão reconhece a importância da indústria de café solúvel para estabilizar os preços ao consumidor e abastecer a indústria local.

O Cecafé também reuniu informações sobre práticas trabalhistas na cafeicultura brasileira. Segundo Matos, os dados mostram mais de 58 mil fiscalizações no campo nos últimos anos, com menos de 1% dos casos relacionado a problemas de direitos humanos. O executivo citou ainda redução de 25,4% da chamada lista suja do trabalho análogo ao escravo desde janeiro e informou que mais de 600 técnicos multiplicadores já foram capacitados para orientar cafeicultores sobre contratação regular e formalização da mão de obra.

Com a exclusão do café da nova rodada de tarifas dos Estados Unidos, o setor mantém livres de sobretaxa os principais produtos exportados ao mercado norte-americano e preserva, segundo o Cecafé, um fluxo anual de cerca de US$ 2,5 bilhões.

Fonte: Estadão Conteúdo

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EUA reduzem cota de importação de açúcar bruto destinada ao Brasil para 2027


Ministro alemão defende avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) anunciou na quinta-feira (23) a distribuição das cotas tarifárias por país para a importação de açúcar no ano fiscal de 2027. Na parcela inicial destinada ao açúcar bruto de cana, o Brasil recebeu 100 mil toneladas métricas em valor bruto (MTRV), volume inferior às 155,99 mil MTRV reservadas ao país no ano fiscal de 2026. O período de vigência vai de 1º de outubro de 2026 a 30 de setembro de 2027.

O volume total da cota tarifária de açúcar bruto para 2027 foi fixado em 1,117 milhão de MTRV pelo Serviço Agrícola Externo (FAS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo o USTR, esse montante corresponde ao nível mínimo assumido pelos norte-americanos no âmbito do acordo da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Desse total, 1,061 milhão de MTRV foram distribuídos entre os países fornecedores. O restante, 55,99 mil MTRV, ficará em reserva para alocação antes do início de outubro. Entre as maiores cotas individuais anunciadas estão as da República Dominicana, com 189,34 mil MTRV, das Filipinas, com 145,24 mil MTRV, da Austrália, com 89,29 mil MTRV, da Guatemala, com 51,64 mil MTRV, e da Argentina, com 46,26 mil MTRV.

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Para o açúcar refinado, o USTR estabeleceu uma cota tarifária de 22 mil MTRV no ano fiscal de 2027. Desse volume, 10,30 mil MTRV foram destinados ao Canadá e 2,95 mil MTRV ao México. Outros 7,09 mil MTRV serão administrados pelo critério de ordem de chegada, assim como uma cota adicional de 1,66 mil MTRV voltada a açúcares especiais.

No caso dos produtos que contêm açúcar, o limite com tarifas reduzidas foi fixado em 64,71 mil toneladas métricas. Desse total, 59,25 mil toneladas foram destinadas ao mercado canadense, enquanto 5,46 mil toneladas ficaram disponíveis aos demais parceiros comerciais.

A entrada dos volumes enquadrados nas regras de cota preferencial estará liberada a partir de 1º de outubro de 2026. Na divisão inicial do açúcar bruto para o ano fiscal de 2027, o Brasil ficou com 100 mil MTRV.

Fonte: Estadão Conteúdo

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VLI movimenta 12,4 milhões de toneladas de grãos e farelos no 1º semestre


Transporte ferroviário de grãos nos EUA avança 1% na semana até 27 de junho

A VLI registrou recorde na movimentação de grãos e farelos no primeiro semestre de 2026, com transporte de 12,4 milhões de toneladas úteis (MTU). O volume representa alta de 7,9% em relação ao mesmo período de 2025 e, segundo a companhia, é o maior já alcançado para os seis primeiros meses do ano.

O desempenho foi sustentado por um segundo trimestre também recorde. Entre abril e junho, a empresa movimentou 7,9 milhões de toneladas úteis de grãos e farelos, resultado 8% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado e o melhor da história da VLI para esse período.

Segundo a diretora comercial, de projetos e planejamento estratégico da VLI, Carolina Hernandez, os números reforçam o papel da empresa no escoamento da produção agropecuária. Em nota, a executiva afirmou que os resultados mostram a atuação da companhia como parceira das cadeias produtivas do agronegócio brasileiro, com soluções logísticas integradas voltadas ao escoamento das safras e à competitividade do setor.

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De acordo com a empresa, os volumes foram distribuídos pelos três principais corredores logísticos operados pela VLI. O Corredor Norte conecta áreas produtororas do Matopiba e do Centro-Oeste ao Terminal Portuário São Luís, no Maranhão. O Corredor Leste atende polos agrícolas de Minas Gerais e do Espírito Santo com acesso aos terminais portuários capixabas. Já o Corredor Sudeste liga regiões produtoras do Centro-Oeste ao Porto de Santos, em São Paulo.

A VLI atua na operação integrada de ferrovias, portos e terminais intermodais. Entre os ativos citados pela companhia estão as ferrovias Norte-Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES).

Com recorde no primeiro semestre e no segundo trimestre, a movimentação de grãos e farelos pela VLI avançou em 2026 apoiada nos corredores Norte, Leste e Sudeste, estrutura usada pela companhia para o transporte da produção até os terminais portuários.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Bolovo ganha nova versão em São Paulo e conquista paladares


No mês de julho, um bar em São Paulo apresenta uma nova versão do bolovo, um petisco tradicional brasileiro, que tem conquistado os paladares dos clientes. A receita, que combina carne suína de alta qualidade com um toque especial, promete surpreender os amantes da gastronomia.

O que é o bolovo?

O bolovo é uma mistura de ovo cozido envolto em carne e empanado, sendo um clássico dos botecos brasileiros. A versão apresentada no bar paulistano se destaca por utilizar um blend de copa lombo e morcilha, uma linguiça feita de sangue e miúdos de porco.

Ingredientes e preparo

  • Blend de carnes: copa lombo e morcilha
  • Ovos caipiras, cozidos por 6 minutos e 30 segundos
  • Empanamento com farinha de trigo, água e cerveja
  • Fritura por 5 minutos até ficar crocante

Recepção do público

A combinação de sabores tem sido bem recebida, com vendas que variam entre 50 e 60 bolovos durante a semana e até 180 nos finais de semana. O petisco é servido com flor de sal e cebolinha, e a recomendação é consumi-lo com as mãos, garantindo uma experiência autêntica.

Essa nova interpretação do bolovo não só mantém a tradição, mas também a eleva a um novo patamar, atraindo tanto os fãs do clássico quanto novos apreciadores da culinária.

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Nutricionista destaca benefícios e valor nutricional da carne suína


A nutricionista Fabiana Borrego destacou os benefícios e o valor nutricional da carne suína, enfatizando sua importância na alimentação diária.

Valor nutricional da carne suína

A carne suína é considerada uma proteína nobre e versátil, com alto valor biológico. Segundo Fabiana Borrego, 100 gramas de carne crua contêm:

  • 30 gramas de proteína
  • 120 calorias
  • 2 gramas de gordura

Além disso, a carne suína é rica em vitaminas do complexo B, essenciais para o desenvolvimento cerebral.

Preconceito e consumo

Apesar de ser uma das carnes mais consumidas no Japão, a carne suína enfrenta preconceito no Brasil, muitas vezes devido a doenças do passado. Fabiana ressalta que, com a modernização da criação e o controle higiênico-sanitário, os riscos foram minimizados.

Recomendações de consumo

A nutricionista recomenda o consumo de 100 a 150 gramas de carne suína por refeição, considerando que a carne pode perder peso durante o cozimento. Ela sugere que a carne suína deve ser incluída nas refeições diárias, tanto no almoço quanto no jantar.

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Cinco anos da pior geada no Sul de Minas e seus impactos no café


No dia 23 de julho de 2021, o Sul de Minas Gerais enfrentou a pior geada em quase três décadas, impactando severamente a produção de café na região. A ministra da Agricultura, Teresa Cristina, visitou a cidade de Alfena para dialogar com os cafeicultores afetados e se comprometeu a oferecer apoio aos produtores prejudicados.

Impactos da geada na produção de café

A geada de 2021 causou danos significativos, mas a avaliação da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) indica que a safra atual não deve sofrer impactos negativos, uma vez que a maior parte da produção já foi colhida. No entanto, as estimativas para a próxima safra apontam para prejuízos entre 15% e 20%.

Dados sobre a produção de café

  • Produção de café Arábica em 2021: 22 milhões de sacas.
  • Produção de café Arábica em 2022: 21,5 milhões de sacas.
  • Comparação com 2020: queda de 37% em relação a 34 milhões de sacas.
  • Expectativa para 2026: quase 33 milhões de sacas, a melhor marca desde 2020.

Desafios climáticos recentes

Nos últimos anos, os produtores de café em Minas Gerais enfrentaram diversas adversidades climáticas, incluindo:

  • 2023: ondas de calor.
  • 2024: altas temperaturas e déficit hídrico.
  • 2025: chuvas irregulares.
  • 2026: chuvas durante a colheita, afetando a qualidade do café.

Essas condições têm desafiado os cafeicultores, resultando em menor produção e pressão sobre os preços, impactando também os consumidores.

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BOI/ Cotações da arroba em SP se aproximam dos valores regionais



Cenário decorre de fatores regionais como condições climáticas


Foto: Pixabay

Os preços da arroba de boi gordo em São Paulo e nos principais estados produtores estão se aproximando. Segundo o Cepea, esse cenário decorre de fatores regionais como condições climáticas, oferta de gado terminado, escalas de abate, desempenho do mercado interno e exportações de carne bovina in natura.

De modo geral, a dispersão regional dos preços diminuiu na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste, entre julho de 2025 e a parcial de julho de 2026. Mato Grosso, entretanto, destoou desse movimento ao ampliar significativamente sua diferença em relação ao mercado paulista.

De acordo com pesquisadores do Cepea, esse comportamento reforça que, embora o mercado apresente sinais de maior convergência entre diversas regiões, a formação dos preços continua fortemente condicionada às características locais de oferta e demanda de animais para abate.





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