terça-feira, abril 28, 2026

Autor: Redação

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Calor intenso e baixa umidade afetam centro-sul do Brasil


A semana começa com temperaturas elevadas e calor intenso no centro-sul do Brasil. No último domingo, Porto Estrela, município do Mato Grosso, registrou 40,6ºC, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A situação é preocupante, pois os índices de umidade relativa podem ficar abaixo dos 30%, aumentando o risco de focos de incêndio.

Previsão do tempo para os próximos dias

O meteorologista Artur Miller, do canal Rural Notícias, alerta que o calor e a seca devem persistir nas próximas semanas, especialmente nas regiões sudeste e centro-oeste. As previsões indicam:

  • Temperaturas máximas entre 38ºC e 39ºC no oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
  • Possibilidade de chuvas volumosas na região norte, com acumulados de 40 a 50 mm em Rondônia e Acre.
  • Retorno de chuvas no Paraná, com expectativa de pelo menos 100 mm, beneficiando a agricultura local.

Impactos nas regiões afetadas

A situação climática pode afetar a produção agrícola e a saúde animal. O estresse térmico no gado em confinamento é uma preocupação, com temperaturas podendo chegar a 36ºC. Além disso, a previsão de chuvas para o Rio Grande do Sul pode trazer geadas fracas no início de maio, impactando as lavouras.

Condições climáticas no Sudeste

No Sudeste, o tempo deve permanecer firme, com temperaturas elevadas e sem previsão de chuvas significativas até o final de abril. A expectativa é de que a frente fria que avança sobre a região sul traga temporais, especialmente no Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina.

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Brasil e Alemanha firmam acordos em defesa e clima na Europa


Durante uma agenda na Europa, o governo brasileiro e o governo alemão divulgaram uma declaração conjunta que inclui acordos em defesa, inteligência artificial e diálogo estratégico sobre ação climática e combate a crimes ambientais. As medidas foram apresentadas em paralelo à maior feira industrial do mundo, que ocorre em Hannover.

Compromissos com a sustentabilidade

Na declaração, os dois países reafirmaram o compromisso com a transição energética, o combate às mudanças climáticas e o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono. O Brasil se posicionou como um parceiro chave para a descarbonização da indústria europeia, destacando sua matriz energética limpa e o potencial na produção de biocombustíveis e hidrogênio verde.

Agroeficiência e bioeconomia

  • O Brasil busca consolidar a imagem de um agroeficiente e sustentável.
  • O governo brasileiro defendeu que a produção agrícola pode crescer sem avançar sobre florestas.
  • Brasil e Alemanha sinalizaram interesse em ampliar projetos conjuntos na bioeconomia.

Inovação e tecnologia no campo

A agenda inclui também inovação no campo, com foco em digitalização, monitoramento ambiental e desenvolvimento de tecnologias para uma agricultura mais eficiente e resiliente às mudanças climáticas. Além disso, os países discutem a cooperação em minerais estratégicos e energia limpa.

Reposicionamento do Brasil

O Brasil está se reposicionando de fornecedor de commodities para protagonista da economia verde global, com o agro como vitrine. A relação com a Alemanha se fortalece em um momento em que há pressão global para produzir mais com menos impacto ambiental.

O Brasil espera também um maior aporte da Alemanha para a preservação de florestas, reforçando sua posição como um parceiro estratégico na transição energética e na luta contra as mudanças climáticas.

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Embrapa cria técnica sustentável para compostagem de carcaças


A compostagem de carcaças de animais surge como uma alternativa sustentável e segura para produtores rurais, conforme técnica desenvolvida pela Embrapa. Essa abordagem visa reduzir riscos sanitários e impactos ambientais, sendo essencial para o descarte correto de milhões de toneladas de carcaça animal geradas anualmente no Brasil, um dos maiores produtores de carne do mundo.

Modelos de compostagem

A compostagem pode ser realizada em três modelos principais, todos acessíveis e que não exigem equipamentos caros:

  • Compostagem tradicional: consiste em camadas de substrato e carcaças, adequada para animais pequenos.
  • Compostagem acelerada: utiliza rotoaceleradores para triturar e homogeneizar a carcaça com substrato, reduzindo o tempo de compostagem para cerca de 30 dias.
  • Compostagem em leiras: permite o tratamento de animais inteiros, cobrindo-os com substrato em um local seco e distante de mananciais.

Importância do processo

O descarte inadequado de carcaças pode causar contaminações e prejuízos à saúde humana e animal. A compostagem, ao eliminar patógenos, contribui para a bioseguridade das criações. Para cada quilo de animal morto, são necessários de 1,5 a 2 kg de substrato. Por exemplo, uma granja com 1.000 matrizes e 10% de mortalidade precisaria de cerca de 150 m² para compostagem.

Benefícios e considerações

Além de ser uma técnica acessível, a compostagem gera um composto orgânico que pode ser utilizado como fonte de nutrientes na agricultura, embora não seja recomendado para hortas ou frutas diretamente. O processo, que pode atingir temperaturas de quase 70ºC, garante a eliminação de agentes patogênicos, tornando-se uma solução eficiente e sustentável para o manejo de carcaças.

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Tour técnico marca fechamento da colheita da soja e da safra de milho verão no RS


A realização de um tour técnico promovido pela Elicit Plant Brasil marcou o encerramento da colheita da soja no Rio Grande do Sul (RS) e o fechamento da safra de milho verão no ciclo 2025/2026. O encontro reuniu pesquisadores, agricultores e representantes da distribuição para avaliação dos resultados e análise técnica das lavouras em diferentes regiões do Estado.

O tour teve como destaque visitas técnicas a áreas de pesquisa e propriedades rurais nos municípios de São Luiz Gonzaga, Cruz Alta, Ijuí, Passo Fundo, Pontão e Santa Bárbara do Sul, promovendo a integração entre ciência, prática de campo e mercado. Conforme o responsável pelas operações da empresa no país, Felipe Sulzbach, durante a visitação, os participantes acompanharam de perto o desempenho das lavouras, discutiram estratégias de manejo e analisaram os impactos das condições climáticas sobre a produtividade da soja.

Nas áreas conduzidas por pesquisadores, foram apresentados resultados de ensaios e avaliações técnicas com foco no comportamento de cultivares, sanidade das plantas, manejo nutricional e controle de pragas e doenças. Já nas propriedades de agricultores, o grupo conferiu na prática as decisões tomadas ao longo da safra, os desafios enfrentados e os resultados obtidos em ambientes reais de produção.

Nesse contexto, o Elizon, desenvolvido pela Elicit Plant, demonstrou alta performance técnico‑comercial na soja, contribuindo para a proteção do potencial produtivo e a estabilidade das lavouras frente aos estresses abióticos. De acordo com Sulzbach, em áreas de pesquisa e campos comerciais, o produto apresentou resultados consistentes, “com excelente seletividade, favorecendo a manutenção da área foliar sadia e o equilíbrio fisiológico ao longo do ciclo”. “Esses atributos resultaram em maior uniformidade de desenvolvimento e mais segurança no manejo  fitossanitário, reforçando o posicionamento de Elizon como uma solução estratégica de valor agregado para programas de manejo da soja, alinhando desempenho agronômico e resultado econômico ao produtor e à distribuição,” destaca.

O tour também marcou o fechamento oficial da safra de milho verão, com a apresentação de um panorama técnico direcionado à distribuição. Foram compartilhados dados de produtividade que registrou entre 15 e 17 sacos a mais, análise do comportamento das lavouras frente ao clima, desempenho de tecnologias utilizadas e os principais aprendizados do ciclo, contribuindo para o alinhamento estratégico e o planejamento da próxima safra.

Sulzbach afirma que a iniciativa reforça a importância da troca de experiências, da validação técnica em campo e da proximidade com a distribuição. “Os dados da safra são transformados  em informações estratégicas para apoiar a tomada de decisão e o posicionamento junto ao produtor rural”, reitera.

 





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Estresse térmico compromete produção avícola no Brasil


O estresse térmico causado pelo calor extremo tem impactado significativamente a produção avícola no Brasil, afetando o bem-estar das aves e reduzindo a produtividade, além de aumentar os impactos ambientais da atividade.

Consequências do estresse térmico

O estresse térmico ocorre quando as aves ficam fora da zona ideal de temperatura, resultando em desequilíbrio no organismo e comprometendo seu desenvolvimento e produção. As principais consequências incluem:

  • Perda do equilíbrio metabólico, aumentando o gasto energético.
  • Redução do consumo de ração e aumento do consumo de água.
  • Maior vulnerabilidade a doenças.
  • Queda na produção e até mortalidade em casos graves.

Impactos na produção

As alterações provocadas pelo estresse térmico resultam em:

  • Redução do ganho de peso entre 5% a 17%.
  • Perda na produção de ovos de 10% a 20%.
  • Comprometimento da qualidade da carne e da casca dos ovos.

Medidas de manejo e nutrição

Para mitigar os efeitos do calor, é essencial implementar ajustes de ambiência e manejo, tais como:

  • Uso de ventiladores, nebulizadores e painéis evaporativos.
  • Manutenção da água fresca e em quantidade suficiente.
  • Controle da densidade de aves por metro quadrado.
  • Fornecimento de ração nas horas mais frescas do dia.

Além disso, ajustes nutricionais como aumentar a densidade energética das rações e utilizar aditivos funcionais podem melhorar a digestibilidade e a imunidade das aves, contribuindo para um sistema produtivo mais equilibrado e com menor impacto ambiental.

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Valor bruto da produção agropecuária deve recuar 4,4%, a R$ 1,416 tri, aponta CNA


VBP em 2022
Foto: Divulgação/Mapa

O Valor Bruto da Produção agropecuária (VBP) deve recuar 4,4% neste ano, para R$ 1,416 trilhão ante R$ 1,481 trilhão registrados no ano passado, estima a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). De acordo com a confederação, a recuperação lenta dos preços dos produtos agrícolas neste ano mantém a projeção de queda do VBP.

“Esse resultado ainda reflete a combinação da redução dos preços reais na comparação com 2025, embora se verifique uma recuperação nos preços de algumas commodities agrícolas em 2026, associada a variações positivas na produção agropecuária”, explicou a confederação em nota técnica.

A previsão de faturamento para a agricultura é de R$ 917,8 bilhões, retração de 5,2% ante 2025. Produtos com participação relevante no total do VBP devem registrar recuo no faturamento bruto neste ano, como o café robusta (-21,2%), seguido do algodão em pluma (-16,6%), da cana-de-açúcar (-4,1%) e do milho (-5,7%).

“Para o algodão e o milho, espera-se redução tanto nos preços quanto na produção na comparação anual, enquanto, para o café robusta e a cana-de-açúcar, projeta-se aumento na quantidade produzida”, observou a CNA.

Café arábica e soja crescem

Em contrapartida, entre as culturas com crescimento no VBP, destacam-se o café arábica, com alta de 8,2%, impulsionada pelo forte avanço da produção (23,3%), apesar da queda nos preços (-12,3%), e a soja, com crescimento marginal de 0,1%, sustentado pelo aumento de 3,7% na produção, frente a uma redução de 3,4% nos preços, apontou a confederação.

Pecuária

Já a pecuária deve registrar receita de R$ 498,0 bilhões, queda anual de 2,8%, projeta a CNA, em nota técnica. “Com exceção da carne bovina, para a qual se espera um crescimento de 7,6% no VBP, mesmo diante de uma redução de 1,45% na produção, os demais produtos devem apresentar queda em seus VBPs. Esse resultado decorre de recuos superiores a 10% nos preços, apesar do aumento esperado nas quantidades produzidas, insuficiente para compensar a queda de preços na comparação anual”, detalhou a CNA.

A entidade projeta reduções de 18,7% no VBP do leite, de 12,7% na carne suína, de 9,8% na carne de frango e de 6,9% nos ovos.

O valor bruto da produção é o faturamento bruto dentro dos estabelecimentos rurais, considerando as produções agrícolas e pecuárias, com base na média dos preços reais recebidos pelos produtores de todo o País.

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Alho argentino pressiona preços e afeta produtores brasileiros


A importação de alho argentino tem gerado um impacto significativo no mercado brasileiro, resultando em uma queda acentuada nos preços e prejuízos para os agricultores locais. A Associação Nacional dos Produtores de Alho (ANAPA) estima que a produção nacional deve diminuir entre 15% e 20% neste ano devido à forte concorrência do alho importado.

Impacto das importações

A cultura do alho, que envolve cerca de 40.000 produtores, principalmente nas regiões serrana e sul do Brasil, enfrenta um cenário desafiador. O excesso de oferta registrado em 2025 derrubou os preços no mercado interno, levando muitos agricultores a não conseguirem comercializar nem 20% da safra passada.

Ações da ANAPA

  • A ANAPA deve protocolar um pedido de investigação por prática de dumping contra o alho argentino, que entra no Brasil sem tarifas devido ao Mercosul.
  • A alegação é de que o alho argentino está sendo comercializado abaixo do custo de produção nacional.
  • O presidente da ANAPA, Rafael Corcino, destacou que a Argentina depende fortemente do mercado brasileiro, destinando cerca de 70% da sua produção ao Brasil nos últimos 10 anos.

Expectativas para o futuro

Com a expectativa de que o volume de alho importado ultrapasse 10 milhões de caixas em 2026, a ANAPA alerta para a necessidade de ações que protejam os produtores brasileiros e garantam a sustentabilidade da produção nacional.

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Café recua, mas segue caro ao consumidor


O preço do café no varejo segue elevado durante o período de entressafra. Segundo o Boletim Conjuntural divulgado na quinta-feira (16) pelo Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, em março, o valor médio do pacote de 500 gramas foi de R$ 28,56, o que representa queda de 3% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o produto era comercializado a R$ 29,36.

De acordo com o Departamento de Economia Rural, a acomodação dos preços vem sendo observada desde abril de 2025, quando foi registrado o pico de R$ 31,61. “O preço do café no varejo tem se mantido em patamares altos neste período de entressafra”, informa o boletim. Apesar do recuo recente, a redução ainda não compensa a alta registrada anteriormente.

Entre julho de 2024 e julho de 2025, os preços passaram de R$ 16,10 para R$ 31,14, uma elevação de 95%. Segundo o levantamento, enquanto a alta acumulada foi próxima de R$ 15,00, o recuo atual gira em torno de R$ 3,00. Esse movimento impactou o consumo, que apresentou retração de 2,3% em 2025, conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Café.

Para 2026, a expectativa é de mudança no cenário, com previsão de uma safra maior no Brasil, o que pode reduzir a pressão sobre a oferta. Esse movimento já se reflete nos preços recebidos pelos produtores no Paraná, que recuaram 27% nos últimos 12 meses, passando de R$ 2.362,81 em março de 2025 para R$ 1.734,11 no mês passado.

O Departamento de Economia Rural destaca que, para que a queda chegue ao consumidor final na mesma proporção, é necessário que os preços permaneçam baixos durante o avanço da colheita. Como o café atualmente disponível foi produzido sob custos mais elevados, a entrada da nova safra tende a pressionar os preços para baixo ao longo do segundo semestre.

O boletim também aponta que fatores externos podem influenciar esse movimento, como tarifas de importação, variações cambiais, custos logísticos e possíveis frustrações de safra. Ainda assim, a avaliação é de que, no curto prazo, esses fatores dificilmente levarão os preços a patamares superiores aos atuais.





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Redução das chuvas em abril eleva risco de perda para culturas de 2ª safra, diz Inmet


milho, cereal, grão
Foto: Aiba/divulgação

A perspectiva de redução das chuvas ao longo deste mês eleva o risco de perda para culturas de segunda safra no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, prevê o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em nota, o instituto afirma que, com o início do outono, a preocupação nas áreas centrais do Brasil passa a ser o período final da estação chuvosa com a transição para a seca. “Essa mudança no regime de precipitação afeta diretamente as culturas agrícolas de segunda safra, como algodão, feijão e milho”, observou o Inmet.

De acordo com o instituto, o plantio das culturas de segunda safra foi atrasado e fora da janela ideal em Estados como Goiás e Minas Gerais em virtude de chuvas no momento da semeadura. Com o ciclo atrasado, as lavouras encontram-se entre as fases vegetativa e reprodutiva, período em que há maior demanda por água nas plantas, o que eleva a sensibilidade das culturas ao estresse hídrico, segundo o Inmet.

“Até o momento, o desenvolvimento das culturas tem sido favorecido por chuvas frequentes e temperaturas próximas do normal. No entanto, a preocupação aumenta devido à previsão de redução das chuvas a partir da segunda quinzena de abril”, prevê o instituto.

Goiás e Minas Gerais devem ter chuvas abaixo do histórico

Em áreas de Goiás e Minas Gerais, o acumulado de chuvas em abril deve ficar abaixo do histórico observado para o mês com maior restrição hídrica, projeta o Inmet. Já as temperaturas devem permanecer elevadas, entre 26ºC e 34ºC. “Este cenário de baixos acumulados de chuva, associado a temperaturas do ar elevadas e à baixa umidade relativa, impõe restrições ao desenvolvimento das culturas de milho, feijão e algodão na região”, alerta o instituto em nota.

No milho de segunda safra, o estresse hídrico pode prejudicar o desenvolvimento da cultura com impactos na formação de espigas e no número de grãos, de acordo com o Inmet. Para o feijão, os efeitos podem resultar em queda de produtividade. Já no algodão, a diminuição antecipada das chuvas tende a reduzir o número de maçãs por planta e o potencial produtivo das lavouras, aponta o instituto.

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