terça-feira, abril 21, 2026

Autor: Redação

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Dólar no menor nível dos últimos 2 anos e mais: confira os destaques econômicos do dia


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o alívio geopolítico no Oriente Médio, que melhorou o apetite ao risco e impulsionou os mercados globais. Em NY, bolsas subiram com dólar mais fraco, apesar de PIB abaixo do esperado e inflação ainda elevada nos EUA.

No Brasil, o Ibovespa renovou máximas aos 195 mil pontos, com forte fluxo estrangeiro e alta de blue chips. O dólar caiu a R$ 5,06, menor nível em dois anos, enquanto o foco hoje recai sobre IPCA e CPI dos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

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Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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AgroNewsPolítica & Agro

Alta silenciosa pode encarecer sua comida


A elevação dos custos de combustíveis na aviação agrícola tem ampliado a pressão sobre a produção rural e acendido um alerta para possíveis impactos nos preços dos alimentos e na economia. O movimento recente indica um cenário de alta relevante nos insumos energéticos utilizados nas operações aéreas, com efeitos diretos e indiretos em toda a cadeia produtiva.

Levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG), realizado em abril de 2026 com 30 empresas distribuídas em nove estados, mostra que os combustíveis mais utilizados na atividade registraram aumentos expressivos. A gasolina de aviação (AVGAS) teve alta média de 67,3%, passando de R$ 8,36 para R$ 13,99, enquanto o querosene de aviação (QAV) subiu 51,6%, de R$ 5,58 para R$ 8,46. Já o etanol e o diesel apresentaram variações menores, de 6,9% e 7,7%, respectivamente.

Como a maior parte da frota utiliza AVGAS e QAV, os impactos são mais intensos nas operações com aeronaves tripuladas. O aumento dos combustíveis tem refletido diretamente nos custos das empresas, com elevação entre 14% e 40%, e média próxima de 25%. Diante disso, o repasse aos clientes já supera 10% em algumas regiões.

O índice de inflação da aviação agrícola chegou a registrar queda em fevereiro, mas a estimativa para março aponta forte alta, impulsionada pela valorização do câmbio e pelo encarecimento de insumos energéticos. Esse cenário reforça a tendência de pressão inflacionária no setor.

Segundo o levantamento, o efeito não se limita às empresas. A aviação agrícola atende regiões que concentram a maior parte da produção nacional, o que amplia o alcance dos impactos. Com mais de 40% das exportações brasileiras concentradas em produtos agropecuários e forte dependência da operação aérea, o aumento de custos tende a se refletir nos preços internos, na competitividade e na balança comercial.


 





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Emoção pode ser a chave para atitudes sustentáveis



O estudo foi liderado pela Universidade de Coimbra


O estudo foi liderado pela Universidade de Coimbra
O estudo foi liderado pela Universidade de Coimbra – Foto: Divulgação

A relação entre emoções e comportamento tem ganhado destaque nos estudos sobre alterações climáticas, especialmente na forma como o desconforto psicológico pode influenciar atitudes sustentáveis. Uma investigação recente indica que níveis moderados de preocupação com a crise climática podem estimular ações concretas em prol do ambiente, contribuindo para mudanças no comportamento individual.

O estudo foi liderado pela Universidade de Coimbra, no âmbito da linha de investigação em Psicologia das Alterações Climáticas do Instituto de Psicologia Médica da Faculdade de Medicina. A análise envolveu 577 adultos da população portuguesa e avaliou a ligação entre características pessoais positivas, como empatia, altruísmo e conexão com a natureza, e a adoção de práticas sustentáveis.

Os resultados mostram que indivíduos com níveis mais elevados dessas características tendem a adotar comportamentos pró-ambientais com maior frequência. Além do efeito direto, os investigadores identificaram um impacto indireto mediado pelas emoções associadas às alterações climáticas. Níveis moderados de preocupação e mal-estar funcionam como impulso para ações como reduzir o consumo de recursos, escolher meios de transporte mais ecológicos e apoiar políticas ambientais.

Por outro lado, o estudo alerta que o sofrimento psicológico intenso pode ter efeito contrário, tornando-se paralisante e prejudicial ao funcionamento diário. A investigação contribui para a compreensão dos fatores psicológicos envolvidos na resposta social à crise climática e aponta caminhos para estratégias de comunicação e intervenção que incentivem atitudes sustentáveis sem agravar o sofrimento emocional.

 





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Safra 26/27 entra em alerta com disparada de custos



As estimativas consideram alguma acomodação nos preços


As estimativas consideram alguma acomodação nos preços
As estimativas consideram alguma acomodação nos preços – Foto: United Soybean Board

O avanço das tensões no Oriente Médio passou a influenciar diretamente o planejamento da próxima safra brasileira, ainda em fase de definição de custos e estratégias produtivas. Segundo a Veeries, o cenário internacional já se consolidou como um fator estrutural para a temporada 2026/27, independentemente da duração de um eventual cessar-fogo anunciado recentemente.

Em pouco mais de um mês, os preços dos insumos, especialmente fertilizantes, registraram alta significativa em todas as culturas. Esse movimento tem levado produtores a revisar planos de plantio, com tendência de redução de área e maior cautela nas decisões. O ambiente de incerteza interrompe o ritmo de comercialização e reforça a postura de espera no campo.

As avaliações foram apresentadas no Market Update Grãos de abril, divulgado aos clientes da consultoria, enquanto os impactos sobre as compras de insumos aparecem no relatório Farmer Purchases, também de divulgação mensal. Os dados indicam que a elevação de custos já afeta diretamente o desenho da próxima safra.

A soja, por apresentar maior resiliência à redução no uso de fertilizantes, deve registrar a menor expansão de área em duas décadas. Ainda assim, o crescimento será limitado. Outras culturas tendem a enfrentar retração mais intensa, com projeções de queda relevante para trigo, arroz e algodão.

As estimativas consideram alguma acomodação nos preços dos insumos ao longo dos próximos meses. No entanto, a continuidade do conflito e possíveis instabilidades em rotas estratégicas de abastecimento podem ampliar as perdas de área. Com margens já pressionadas, o produtor brasileiro enfrenta dificuldades para absorver novos aumentos de custos, o que reforça o cenário de cautela para a safra 26/27.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Manejo de plantas daninhas garante exportação de grãos


Palestra da Embrapa na TecnoShow Comigo revela como a sanidade vegetal é crucial para a manutenção das exportações brasileiras de grãos

“Plantas daninhas quarentenárias: o papel do produtor na garantia do acesso ao mercado externo” foi o tema da palestra apresentada pelo pesquisador Alexandre Ferreira da Silva, da Embrapa Milho e Sorgo, no segundo dia da TecnoShow Comigo, evento realizado de 06 a 10 abril, em Rio Verde-GO. “O tema destaca como a sanidade vegetal é fator determinante para a manutenção das exportações brasileiras de grãos, especialmente para a China”, disse o pesquisador.

“A exportação de grãos do Brasil se destaca como um importante componente do PIB agrícola da nossa economia. Na safra 2024/2025 a exportação de soja atingiu mais de 108 milhões de toneladas (valor FOB* de US$ 43,5 bilhões) e o milho cerca de 40 milhões de toneladas (valor FOB* de US$ 8,6 bilhões). Para sustentar esses números é vital cumprir os requisitos fitossanitários dos países importadores, que visam proteger seus territórios contra pragas ausentes”, reforça o pesquisador.

*O valor FOB (Free On Board) representa o preço da mercadoria no local de origem (geralmente porto), incluindo custos de carregamento, mas sem frete e seguro.

Diferente da qualidade comercial – como umidade ou grãos quebrados, que gera apenas descontos no preço, o problema sanitário é impeditivo na exportação, podendo implicar na rejeição total da carga. “A presença de apenas uma semente de uma planta daninha quarentenária pode levar à rejeição total da carga e ao embargo. A contaminação de um único talhão pode comprometer toda a cadeia, como a unidade armazenadora, a logística e a reputação da exportadora, podendo resultar na suspensão do porto ou até de todo o grão brasileiro pelo país importador”, pondera Alexandre.

A China consolidou-se como o principal destino da soja brasileira, sendo responsável por absorver a maior parte do excedente exportável do País. “No entanto, esse relacionamento comercial depende de um rigoroso cumprimento de protocolos. Recentemente, o setor enfrentou alertas e episódios de embargos devido à identificação de sementes de plantas daninhas quarentenárias em cargas brasileiras”, completa.

De acordo com dados disponibilizados pela Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), 91% das ocorrências de pragas quarentenárias em cargas de grãos para a China estão relacionados à presença de cinco espécies de plantas daninhas: Cenchrus echinatus (Capim-carrapicho), Euphorbia heterophylla (Leiteiro), Xanthium spp. (Carrapichão), Ambrosia artemisifolia (Cravorana), Sorghum halepense (Sorgo-selvagem) e Sorghum almum (híbrido do cruzamento de S. halepense  x S. bicolor).

Manejo integrado é saída para driblar o problema

O pesquisador Alexandre Ferreira enfatiza ser fundamental que o produtor compreenda seu papel estratégico na manutenção dos mercados internacionais, ciente de que uma falha no manejo pode comprometer toda a cadeia exportadora. “Para isso é fundamental a adoção de estratégias de Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD), priorizando sempre o manejo preventivo, sob a premissa de que a prevenção é o método mais eficaz e econômico”, explica.

Veja as medidas preventivas elencadas por ele:

Limpeza de máquinas: a colhedora é a principal responsável pela disseminação de sementes entre talhões. A regra de ouro é: “limpar antes de entrar, limpar antes de sair”; 

Sementes certificadas: utilizar sementes com garantia de procedência para evitar o plantio acidental de invasoras;

Efeito de borda: manter as bordas da lavoura limpas, pois o vento e a movimentação espalham sementes dessas áreas para o cultivo.

“Complementarmente deve-se realizar medidas de manejo cultural, como o uso de plantas de cobertura, rotação de culturas, evitar períodos de pousio e, por fim, realizar o manejo químico com a rotação de mecanismos de ação, além do uso de herbicidas pré-emergentes para reduzir a competição inicial e aumentar a eficácia de controle”, complementa.





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Citros/Cepea: Conflitos no Oriente Médio podem elevar custos de produção


Citricultores estão em alerta com o aumento dos custos de produção. Em março, a maior alta vem sendo observada em derivados de petróleo, como adubos nitrogenados e óleo diesel, impulsionada pelos conflitos entre Estados Unidos e Irã, que afetam a produção de petróleo e seus derivados, além de limitar o transporte global e encarecer o frete marítimo. Segundo pesquisadores do Cepea, os preços dos fertilizantes à base de fósforo, muito utilizados nas adubações de base, também registraram valorização, enquanto os de produtos à base de potássio seguem estáveis. No caso do óleo diesel, dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis) indicam alta de 15,4% até meados deste mês. Considerando que a principal operação atual é a pulverização, essa valorização do diesel pode elevar os custos da safra em cerca de 5,8% apenas com essa atividade, sem contar outros impactos operacionais e o frete. O cenário preocupa, visto que as margens devem ser apertadas na próxima safra de laranja. Para os fertilizantes, de acordo com o Cepea, o momento também é de apreensão. Apesar de este período não ser o de compra ou utilização desses adubos via solo, os recentes aumentos preocupam, uma vez que as listas de preços de adubos nitrogenados já trazem elevações significativas, especialmente para a ureia. Assim, os desdobramentos geopolíticos das próximas semanas geram bastante apreensão entre agricultores, visto que podem prejudicar os investimentos nas lavouras, conforme aponta o Centro de Pesquisas.

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AgroNewsPolítica & Agro

Telhas ecológicas melhoram bem-estar na suinocultura



Telhas ecológicas reduzem calor e ruído, beneficiando granjas de suínos


Foto: Pixabay

A adoção de telhas ecológicas fabricadas a partir de resíduos industriais tem se tornado uma alternativa na suinocultura para mitigar problemas estruturais, como infiltrações e variações térmicas, que afetam diretamente o bem-estar e a produtividade dos animais. 

A estrutura física das granjas, fator frequentemente subestimado na gestão do setor, pode se tornar um problema com a incidência de chuvas e variações climáticas, gerando ruído excessivo e estresse para os suínos.

Do ponto de vista técnico, as telhas ecológicas, como as produzidas pela Ambiplac, refletem 87% da temperatura externa. Essa característica mantém o microclima interno mais estável, o que reduz a necessidade de utilização de sistemas de ventilação e gera economia na operação das granjas. Além da questão térmica, o material atua como isolante acústico, atenuando o barulho das chuvas. Como os suínos são sensíveis a variações bruscas no ambiente, a redução do estresse sonoro evita o comprometimento do ganho de peso e da saúde do rebanho.



Em termos estruturais, o produto não trinca, não deforma e não absorve água mesmo após anos de exposição a intempéries, o que se traduz em menor custo de reposição e menos manutenção. O suinocultor Marcos Miranda, que atua no setor há mais de 40 anos, relatou em depoimento nas redes sociais da fabricante que, sob sol a pino ao meio-dia, a diferença de temperatura superficial entre a telha ecológica e a de fibrocimento chegou a 30 graus em sua propriedade.

Após mais de sete anos utilizando o material, Miranda afirma que os animais ficam mais calmos e que não registrou problemas estruturais, recomendando a troca para produtores que ainda utilizam coberturas de galvanizado, galvalume ou amianto. A substituição por materiais sustentáveis também atende a uma demanda crescente do mercado consumidor, que tem valorizado práticas produtivas com menor impacto ambiental.





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Exportações de carne bovina batem recorde e acendem alerta para a cota chinesa


carne bovina frigoríficos
Foto: Freepik

O primeiro trimestre de 2026 tem alcançado números ainda mais relevantes na exportação brasilera de carne bovina. De janeiro a março, foram embarcadas 701,6 mil toneladas da proteína, 19,7% a mais que no mesmo período do ano passado, conforme os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Além do aumento nos volumes, o Cepea chama atenção para a valorização do produto brasileiro no mercado internacional. No mês passado, o preço médio pago por tonelada foi de US$ 5.814,80, alta de 3% em relação a fevereiro e de 18,7% frente a março de 2025.

Esse movimento tem impacto direto no mercado interno, visto que ao longo do mês de março, a demanda externa aquecida contribuiu para a firmeza dos patamares da arroba do boi gordo.

A analista de mercado da Datagro Beatriz Bianchi destaca que a restrição de oferta e o maior controle no fluxo de envio de carne bovina à China, principal mercado do Brasil, tem dado espaço para valorizações mais consistentes nos preços de exportação.

Ao mesmo tempo, o ritmo acelerado de embarques ao gigante asiático acendem um alerta no setor quanto ao preenchimento da cota de exportação ao país, estabelecido em 1,1 milhão de toneladas em 2026 pelo governo chinês.

Beatriz lembra que a venda de carne bovina à China em março foi de cerca de 102 mil toneladas, volume maior que o observado no mesmo mês de 2025, quando o ritmo já era intenso.

Entretanto, a analista pondera que o Brasil vem obtendo sucesso na estratégia de diversificação de destinos, uma vez que embora as exportações à China estejam em ritmo acelerado, a participação do país asiático entre os principais compradores atingiu o menor nível dos últimos seis anos, com 46,4% do market share.

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O gigante refém: a fragilidade por trás dos recordes do agro


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Foto: Gilson Abreu/AEN

Na década de 1970, o Brasil importava 70% da sua comida. Graças à tecnologia e ao esforço de Estado, viramos o “celeiro do mundo”. Mas esse sucesso esconde uma ferida aberta: nossa liderança é uma escalada íngreme onde os pinos de segurança estão se soltando.

Somos gigantes na exportação, mas anões na produção dos insumos que nos sustentam. O Brasil hoje importa cerca de 85% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência não é obra do acaso, mas da falta de um projeto de nação.

Enquanto o produtor é eficiente da porteira para dentro, o “custo Brasil” — juros altos, infraestrutura precária e carga tributária voraz — asfixia a indústria nacional de insumos. O resultado? Nossa soberania alimentar viaja em navios estrangeiros.

O exemplo mais dramático dessa fragilidade vem de Minas Gerais. A paralisação das operações da Mosaic Fertilizantes em Araxá, com a demissão de 1.200 funcionários, é um alerta vermelho.

A produção de fosfatados nacionais tornou-se inviável porque dependemos do enxofre importado, cujo preço disparou no mercado global. Quando uma indústria desse porte desiste de produzir em solo brasileiro, o recado é claro: estamos perdendo a sustentação.

Nossa classe parlamentar, muitas vezes incapaz de enxergar além do próximo orçamento, ignora que sem autonomia em insumos não há segurança nacional. O mundo mudou e novos concorrentes surgem. Não basta produzir muito; é preciso ter controle sobre os custos.

Chegamos ao topo da montanha, mas estamos pendurados por um fio que não controlamos. É hora de decidir: ou fixamos nossos próprios pinos, investindo em plantas nacionais e logística, ou continuaremos sendo um colosso que precisa pedir licença ao mundo para poder plantar.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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Preços do boi gordo têm novas altas; confira a cotação da arroba


boi gordo preço em alta
Imagem gerada por IA

O mercado físico do boi gordo ainda se depara com elevação de seus preços no decorrer da semana.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destaca que o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curtíssimo prazo, considerando o atual posicionamento das escalas de abate.

“O dado do abate é surpreendente para o primeiro trimestre, indicando volume superior se comparado a igual período do ano passado, um indicativo que o atual posicionamento das escalas de abate não é consequência de um quadro de escassez de oferta e sim um quadro de super demanda”, pondera.

Segundo o especialista, a corrida para preencher a cota chinesa (de 1,1 milhão de toneladas de carne) é a principal explicação neste momento para a alta dos preços do boi gordo, fazendo com que os frigoríficos operem com ociosidade bastante reduzida.

Média da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 369,00 — ontem: R$ 367,00
  • Goiás: R$ 351,79 — ontem: R$ 350,89
  • Minas Gerais: R$ 353,24 — ontem: R$ 352,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 360,91 — ontem: R$ 360,11
  • Mato Grosso: R$ 363,31 — ontem: R$ 362,50

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços firmes no decorrer desta quinta-feira (9), com expectativa de novos reajustes no curtíssimo prazo, considerando os efeitos da entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“O limitador para altas mais consistentes ainda é o comportamento das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, que seguem com preços deprimidos no início da semana”, lembra Iglesias.

  • Quarto traseiro: R$ 27,50 por quilo;
  • Quarto dianteiro: R$ 22,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: R$ 20,00 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,77%, sendo negociado a R$ 5,0629 para venda e a R$ 5,0609 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0580 e a máxima de R$ 5,1060.

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