quarta-feira, abril 15, 2026

Autor: Redação

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Primeiras cargas de DDGS chegam à China, e Brasil envia farinha de vísceras de aves ao país asiático



Brasil avançou na ampliação de sua presença no mercado chinês



Foto: Pixabay

O Brasil avançou na ampliação de sua presença no mercado chinês com a chegada das primeiras cargas de DDGS (Grãos Secos de Destilaria com Solúveis) e o envio do primeiro contêiner de farinha de vísceras de aves ao país asiático.

O DDGS, coproduto do etanol de milho, teve sua exportação viabilizada a partir de demanda apresentada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) para abertura do mercado chinês. Após a conclusão das tratativas sanitárias entre Brasil e China, o acesso foi autorizado em maio de 2025. Em novembro do mesmo ano, os primeiros estabelecimentos brasileiros foram habilitados a exportar DDG/DDGS ao país.

Como resultado, o primeiro navio com 62 mil toneladas do produto chegou ao porto de Nansha, em Guangzhou, no sul da China.

Já o envio da primeira carga de farinha de vísceras de aves, utilizada principalmente na alimentação animal, decorre da abertura do mercado, concretizada em abril de 2023, a partir de demanda apresentada pela Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra). A operação amplia as oportunidades para a indústria nacional nesse segmento.

As iniciativas evidenciam como a atuação conjunta entre governo e setor produtivo pode se transformar em novas frentes de comércio e em ampliação da pauta exportadora brasileira.

Com cerca de 1,4 bilhão de habitantes, a China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o país asiático importou mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a 32,7% do total exportado pelo setor.





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Vendas de máquinas agrícolas devem cair 8% neste ano, aponta Abimaq


Plantadeira, máquinas agrícolas
Foto: Freepik

A venda de máquinas agrícolas deve ter queda de 8% em 2026, estima a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Segundo a entidade, os reflexos da guerra no Oriente Médio, como o aumento internacional do petróleo, podem se somar aos juros altos e ao aumento da inadimplência, levando produtores rurais a diminuir a renovação do maquinário.

Apenas no primeiro bimestre do ano, a queda nas vendas chegou a 17% em comparação ao mesmo período de 2025, somando R$ 8 bilhões.

Nesse contexto, o mercado interno concentrou a maior parte desse montante, com R$ 6,8 bilhões, o equivalente a 85% do total. Já as exportações alcançaram cerca de R$ 1,2 bilhão, alta de 9%, mas ainda insuficientes para compensar o cenário negativo.

Conforme os dados da Abimaq, a comercialização de tratores caiu quase 16%, com pouco mais de mil unidades entregues, enquanto as colheitadeiras tiveram redução ainda mais significativa, de 40%, com 309 vendidas nos dois primeiros meses.

O presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq (CSMIA), Pedro Estevão Bastos, reconhece que o governo federal tem feito esforços para atenuar os impactos da alta do diesel no país decorrentes da guerra, mas acredita que a “avalanche” que está por vir é muito grande por conta da disparidade do preço interno e externo do diesel.

“A gente vê sim uma boa vontade do governo, mas vai aumentar o custo, já aumentou. Quanto aos adubos nitrogenados, é mais difícil ainda, vai aumentar o custo, então não tem muito o que fazer”, diz.

De acordo com a Abimaq, a inadimplência no setor é próxima a 7%, significativamente acima da média, que girava em torno de 1,5%. Fora do Plano Safra, o percentual é ainda maior, de cerca de 13%.

Por conta do descumprimento dos pagamentos, Bastos conta que o setor já observa que os bancos passagem a exigir mecanismos de proteção contra recuperações judiciais, como a alienação fiduciária da propriedade rural.

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Governo anuncia pacote de subvenção ao diesel e ao GLP


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um conjunto de medidas para conter a alta das cotações dos combustíveis ocorrida por conta da guerra no Oriente Médio.

Por meio de Medida Provisória, as ações têm como objetivo gerar alívio para os consumidores e os setores produtivos brasileiros, reduzindo os efeitos internos do choque de preços causado pelo cenário geopolítico.

No óleo diesel, foi anunciada subvenção de R$ 1,20 para a importação de diesel rodoviário, em cooperação com os estados. A subvenção será paga diretamente pela União, mas os estados que aderirem ao programa compensarão metade de seu valor (R$ 0,60 por litro).

De acordo com o comunicado do Planalto, essa medida se somará à subvenção de R$ 0,32 o litro criada em 12 de março pela Medida Provisória 1.340, viabilizando a importação do derivado necessária ao abastecimento do país.

Em contrapartida, os importadores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor. A medida será aplicada pelo menos durante os meses de abril e maio de 2026 e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal.

Até o momento, 25 unidades da federação já confirmaram a disposição de participar do programa. As exceções são Rio de Janeiro e Rondônia.

Subvenção no diesel nacional

A MP também cria uma nova subvenção para os produtores brasileiros de óleo diesel, que se somará àquela de R$ 0,32/litro que já está em vigor. Segundo o governo, esta subvenção será realizada unicamente com recursos federais, com custo estimado de R$ 3 bilhões por mês.

A medida terá duração de dois meses, podendo ser prorrogada por igual período. Em contrapartida, os produtores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor.

Isenção de impostos sobre o biodiesel

No anúncio desta segunda-feira, o governo federal ainda garantiu que publicará decreto que zera os dois tributos federais (PIS e Cofins) que incidem sobre o biodiesel, gerando uma economia de R$ 0,02 por litro do combustível.

Atualmente, o insumo renovável é adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15% (B15).

Gás de cozinha

A Medida Provisória ainda autoriza que o governo federal pague uma subvenção de R$ 850,00 sobre cada tonelada de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) importado, com valor total de R$ 330 milhões.

“Isso significa que o produto importado será comercializado ao mesmo preço daquele produzido no Brasil, reduzindo o impacto da guerra sobre o dia a dia da população mais vulnerável. A subvenção também terá duração de dois meses, podendo ser prorrogada por outros dois”, destaca o Planalto.

Setor aéreo

A MP assinada nesta segunda-feira ainda prevê duas novas linhas de crédito para reduzir o impacto das altas nos preços de queronese de aviação (QAV). No começo do mês, a Petrobras anunciou reajuste de 54,6% no combustível em decorrência da alta internacional do petróleo.

Nesse sentido, a primeira ação conta com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e terá valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas. Os financiamentos serão operados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou instituição por ele habilitada.

A segunda linha terá foco no capital de giro de seis meses, com R$ 1 bilhão alocados, e condições financeiras e elegibilidade a serem definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com risco da União.

As linhas se somam ao mecanismo já adotado pela Petrobras de mitigação do aumento do preço do QAV, anunciado na semana passada.

O governo também anunciou a publicação de um decreto que zera o PIS e o Cofins sobre o combustível de aviação, o que resulta em uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível.

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Morre Luciano Borges, um dos mais importantes criadores de nelore do Brasil


Luciano Borges Ribeiro, pecuarista
Foto: Rancho da Matinha/divulgação

Luciano Borges Ribeiro, um dos principais nomes da pecuária de corte no Brasil e titular do Rancho da Matinha, morreu nesta segunda-feira (6). Reconhecido pela contribuição à evolução da genética do nelore e pela defesa da eficiência produtiva, ele deixa um legado que ajudou a moldar a pecuária brasileira contemporânea.

Quinta geração de produtores rurais, Luciano costumava dizer que nasceu “praticamente dentro de um curral”. De origem humilde, construiu sua trajetória conciliando a formação em engenharia com a atividade pecuária, à qual se dedicou por quase três décadas até consolidar o Rancho da Matinha, em Uberaba (MG), como um dos mais importantes criatórios da raça nelore no país.

A propriedade começou de forma modesta, com a aquisição gradual de pequenas glebas ao longo de cerca de 15 anos. “A gente foi aumentando e fazendo a Matinha ao longo do tempo”, relembrou em entrevista ao programa Giro do Boi em 2019. A vocação para a pecuária, segundo ele, nunca foi uma escolha, mas uma continuidade natural: “Eu não tinha outra opção senão continuar naquilo que eu amo”.

Luciano acompanhou de perto a transformação da pecuária brasileira desde a década de 1970, quando iniciou suas atividades. O avanço da globalização, nos anos 1980, foi determinante para mudar sua visão sobre o setor. “Quem não fosse eficiente estaria fora do mercado”, recordava. A partir daí, passou a estudar modelos internacionais e a incorporar conceitos de desempenho, custo e rentabilidade à produção.

Em 1985, deu início a um dos marcos de sua trajetória: a introdução de genética superior da raça nelore aliada ao pastejo rotacionado, técnica ainda pouco difundida à época. O sistema se tornou referência acadêmica, sendo utilizado por professores e alunos da Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba).

Na década de 1990, o Rancho da Matinha passou a integrar programas de melhoramento genético ligados à Universidade de São Paulo, que dariam origem à Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP). A experiência ampliou sua visão sobre seleção animal e consolidou a base técnica que guiaria o criatório nas décadas seguintes.

Entre as inovações implementadas, destacou-se a seleção para precocidade sexual. Em 1998, a fazenda iniciou o desafio de prenhez precoce em novilhas de 12 a 14 meses — índice que evoluiu de 6% no primeiro ano para mais de 80% nas décadas seguintes. Para Luciano, a lógica era clara: “A fazenda é uma indústria e suas vacas são suas máquinas. Máquina que não produz não pode ficar”.

O Rancho da Matinha também foi pioneiro na adoção de tecnologias como a ultrassonografia de carcaça, em 2002, e as provas de eficiência alimentar, a partir de 2011. Este último ponto tornou-se uma de suas principais bandeiras. “A característica do século XXI é a eficiência alimentar”, afirmava.

Sob sua gestão, a propriedade reduziu significativamente o consumo de matéria seca por quilo de ganho de peso, saindo de cerca de nove quilos para 7,8 quilos em média — avanço considerado expressivo no contexto da pecuária nacional.

Luciano Borges defendia que a genética era o insumo de melhor custo-benefício da atividade. Diferentemente de criatórios voltados para exposições, o foco da Matinha sempre foi o gado comercial. “Produzir genética que proporcione mais lucro para o pecuarista”, resumiu.

Sua atuação ajudou a posicionar o Brasil entre os países mais competitivos na produção de proteína animal, combinando ciência, gestão e visão de longo prazo. “O que a gente tem feito de bom para a pecuária brasileira é motivo de orgulho”, declarou em uma de suas últimas entrevistas.

Luciano Borges Ribeiro deixa uma marca profunda na história da pecuária nacional, especialmente na evolução do nelore como raça adaptada, eficiente e economicamente viável.

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Boi gordo: veja como os preços da arroba começaram a semana


boi gordo preços no Brasil
Foto gerada por IA

O mercado físico do boi gordo abriu a semana contando com negócios acima da referência média em grande parte do país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o movimento acontece porque os frigoríficos ainda encontram grande dificuldade na composição de suas escalas de abate e abrem negócios acima dos R$ 370 em estados como São Paulo e Mato Grosso.

“O movimento de alta também foi destacado em Rondônia no início da semana, com negociações acima dos R$ 330 a arroba. A oferta de animais terminados segue restrita, com as pastagens ainda apresentando boas condições”, destaca.

Iglesias ressalta que as exportações ainda são um ponto de destaque, com boa demanda chinesa durante o primeiro quadrimestre.

Média da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 366,08
  • Goiás: R$ 351,07
  • Minas Gerais: R$ 352,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 359,55
  • Mato Grosso: R$ 362,43

Mercado atacadista

O mercado atacadista abre a semana apresentando firmeza em seus preços, com expectativa de novos reajustes no curtíssimo prazo, considerando os efeitos da entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

De acordo com Iglesias, o limitador para altas mais consistentes ainda é o comportamento das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, que seguem com preços deprimidos no início da semana.

  • Quarto traseiro: R$ 27,50 por quilo;
  • Quarto dianteiro: R$ 22,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: R$ 20,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,27%, sendo negociado a R$ 5,1469 para venda e a R$ 5,1449 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1395 e a máxima de R$ 5,1595.

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Produtor recua e mercado trava; confira como ficaram as cotações da soja


soja mãos
Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja começou a semana em ritmo lento, com pouca movimentação tanto nos portos quanto no interior do país. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário foi marcado pela ausência de novidades e pelo baixo volume de negócios.

De acordo com o especialista, os formadores de preço se mantiveram mais afastados, o que limitou oscilações nas cotações ao longo do dia. Além disso, a postura do produtor, ainda resistente a negociar nos níveis atuais, contribui para a baixa liquidez observada no mercado.

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 125,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 109,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 130,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a segunda-feira (6) em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago. O movimento foi impulsionado por correções técnicas, pela expectativa de retomada da demanda pelo produto norte-americano, pela queda do dólar e também pelas tensões envolvendo o Irã.

O mercado também voltou suas atenções para a viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, à China, prevista para maio. A expectativa é de avanço em acordos comerciais entre os dois países, com potencial impacto positivo para a soja. A desvalorização do dólar ao longo do dia também contribuiu para aumentar a competitividade do produto no mercado internacional.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, as inspeções de exportação de soja dos Estados Unidos somaram 779.352 toneladas na semana encerrada em 2 de abril, acima das 694.076 toneladas registradas na semana anterior.

Contratos futuros de soja

Na CBOT, o contrato com entrega em maio avançou 3,25 centavos de dólar, ou 0,27%, fechando a US$ 11,66 3/4 por bushel. A posição julho também subiu 3,25 centavos de dólar, ou 0,27%, cotada a US$ 11,83 1/4 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para maio teve alta de US$ 1,40, ou 0,44%, encerrando a US$ 316,60 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em maio, subiu 1,01 centavo de dólar, ou 1,46%, para 69,95 centavos de dólar.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial fechou em leve queda de 0,27%, cotado a R$ 5,1469 para venda e R$ 5,1449 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1395 e a máxima de R$ 5,1595.

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Mais de 78 mil unidades de bebidas alcoólicas são apreendidas em operação


bebidas alcoólicas
Foto: divulgação/Sefa

Durante uma fiscalização realizada no último sábado (4), fiscais de receitas estaduais da Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (Sefa) apreenderam 78.372 unidades de bebidas alcoólicas, entre cachaça, vodca e conhaque, no km 785 da rodovia BR-163 (Cuiabá-Santarém), em Novo Progresso, no sudoeste do Pará.

A carga foi avaliada em R$ 325.450,12, conforme a documentação fiscal apresentada. Segundo o coordenador Maycon Freitas, o condutor da carreta apresentou documentação fiscal indicando origem no estado de São Paulo e destino ao Pará.

“Por se tratar de bebidas alcoólicas, o imposto deve ser recolhido no momento da entrada em território paraense, conforme determina a legislação vigente. No entanto, em consulta ao sistema da Sefa não foi identificado o recolhimento correspondente a carga fiscalizada”, informou Freitas.

Foi emitido Auto de Infração e Notificação Fiscal (AINF) de trânsito, no valor total de R$ 206.554,85, referente ao imposto devido e à multa aplicada.

Monitoramento

A carga vinha sendo monitorada por meio do sistema de risco da carga, em uso pela Secretaria da Fazenda, que acompanha cargas em transporte, em razão do histórico do contribuinte em internalizar bebidas alcoólicas sem o devido recolhimento no momento da entrada no estado.

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A nova revolução do agro já começou e você precisa saber


Cidade do Agro
Foto: divulgação

Ao contrário do ensino teórico, aplicado na prática, imagine o inverso: a prática aplicada ao ensino teórico. Agora, imagine grandes empresas, uma grande universidade convivendo no
mesmo espaço. Tudo isso inserido no coração do agronegócio brasileiro.
E o melhor: não apenas lá.
É como ter uma uma espécie de cidade sagrada, mas com vários “templos” ao redor do país.

O resultado?
Pesquisa, inovação e capacitação acontecendo, tudo ao mesmo tempo e agora.

Onde na história?
O Brasil tem tradição em pesquisa no agro. Epamig, Emater e grandes instituições de ensino são reconhecidas historicamente por essa contribuição.

Em Uberaba (MG), a história nos conta que nasceu a pesquisa que possibilitou a soja do cerrado, a braquiária, a introdução das raças zebuínas, o melhoramento genético da pecuária e tantas outras inovações que hoje moldam o agro do Brasil.

Nesse mesmo lugar nasceu, há 3 anos, a Universidade do Agro Uniube. E como parte fundamental desse projeto, em agosto será inaugurada a Cidade do Agro.

Uniube
Foto: divulgação

Diferente?
Mas por que esse projeto é tão inovador e em que ele é diferente de tudo que o já foi feito no Brasil?
A resposta é: em tudo e em nada.
A Universidade do Agro une o melhor do que já foi feito e integra toda a cadeia produtiva em um só ecossistema, conectando passado, presente e futuro. E o melhor:
aproximando a Academia e a iniciativa privada.

“É algo como: eu tenho dores e preciso resolver. Já você, tem mestres, pesquisadores, acadêmicos e doutores que querem entender o seu problema e ajudar a resolver. Em velocidade de mercado eu crio soluções, eventuais produtos, pesquisas, formo profissionais que aprenderam na prática, sentiram as dores do mercado e saem prontos para ele. Isso é simples, mas as ideias mais simples são sempre inovadoras”, revelou o diretor de Verticais de Negócios da Uniube e gestor da Universidade do Agro, Flávio Sartori.

Além disso, a Universidade do Agro possui polos em várias regiões do Brasil que se beneficiam desses resultados colhidos em todo ecossistema.

Lista de espera
A Cidade do Agro possui 55 hectares e já conta, antes mesmo da inauguração, com 28 empresas dentro da estrutura:

Essas empresas não escolheram ir para a Cidade do Agro por acaso. Aliás, a Universidade do Agro já trabalha na ampliação de área, afinal, existe uma fila de espera de companhias querendo participar desse ecossistema.

Não vai parar
A universidade é uma realidade que distorce positivamente o sistema de uma maneira simples, mas completa. “A Universidade do Agro é a prática aliada à teoria. Vivenciar nossos cursos vai muito além da formação, da pesquisa, da inovação”, afirma o reitor da Uniube, Marcelo Palmério.

Para ele, é muito claro que há uma mudança de lógica nessa construção. “Não é o campo que chegou à universidade. É a universidade que chegou ao campo para agregar conhecimento, valor e ensino de qualidade.”

Por tudo isso, não é exagero dizer que a nova revolução silenciosa do agro já começou.

O Brasil agradece.

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Governo zera tributos e anuncia linha de financiamento para frear alta do querosene de aviação


Avião
Foto: Pixabay

Após o reajuste de 54,63% no preço do querosene de aviação anunciado pela Petrobras no início deste mês por conta da valorização do petróleo no mercado internacional, o governo federal anunciou, na tarde desta segunda-feira (6), um conjunto de medidas emergenciais para mitigar os impactos.

As ações, estruturadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em articulação com o Ministério da Fazenda, têm como objetivo preservar a oferta de voos e reduzir a pressão sobre o preço das passagens.

O pacote de medidas será implementado por meio de Medida Provisória (MP). Assim, como medida imediata, a Petrobras ficou incumbida de implementar um mecanismo de transição para as distribuidoras, com repasse inicial de 18% do reajuste e parcelamento do restante em seis vezes, a partir de julho de 2026.

O governo também anunciou que será disponibilizada uma linha de financiamento por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), voltada à aquisição de combustível, com risco assumido pelas empresas, de até R$ 2,5 bilhões por companhia. A operacionalização ficará a cargo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além disso, será criada uma linha de crédito para capital de giro no valor de R$ 1 bilhão. As condições financeiras e os critérios de elegibilidade ficarão a cargo do Conselho Monetário Nacional (CMN), com risco da União.

No anúncio desta segunda, ficou definido que o governo federal publicará ainda um decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o querosene da aviação, o que deve gerar uma redução direta de cerca de R$ 0,07 por litro do combustível.

Por fim, as empresas aéreas poderão postergar, para dezembro, o pagamento das tarifas de navegação aérea ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), referentes aos meses de abril a junho de 2026.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que as medidas foram cuidadosamente desenhadas para garantir eficiência fiscal e impacto direto no setor. Já o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, reforçou que as iniciativas buscam evitar o repasse dos custos ao consumidor.

“Recentemente, alcançamos recorde no número de passageiros no transporte aéreo, e o governo tem a preocupação de manter essa trajetória de crescimento e da conectividade regional”, destacou.

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