domingo, julho 5, 2026

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Alerta de temporais no Nordeste e tempo firme no Centro-Oeste


Enquanto a região central do Brasil apresenta tempo firme, o Nordeste enfrenta risco de temporais, com previsão de chuvas intensas nos próximos dias. A situação climática foi detalhada por Artur Miller no programa Rural Notícias.

Previsão para o Nordeste

A previsão indica que a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continuará a provocar chuvas significativas no norte do Maranhão, Piauí e Ceará. Os acumulados podem ultrapassar 100 mm em cinco dias, especialmente entre os dias 6 e 10 de maio. A tendência é de chuvas volumosas na faixa litorânea.

  • Chuvas acumuladas podem ultrapassar 100 mm em 5 dias.
  • Previsão de 200 mm nos próximos 30 dias na região de Bacabal.
  • Temperaturas máximas entre 28º e 30º.

Condições no Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a previsão é de tempo quente e seco, sem chuvas significativas, exceto na porção oeste de Mato Grosso. Entre os dias 6 e 10 de maio, a expectativa é de chuvas mal distribuídas na região noroeste do estado.

  • Temperaturas máximas podem chegar a 35º em Mato Grosso.
  • Previsão de chuvas irregulares na primeira quinzena de maio.
  • Temperaturas devem oscilar entre 28º e 33º até o dia 20.

Impactos na Região Sul

Uma frente fria está prevista para avançar sobre a região Sul, trazendo temporais ao Rio Grande do Sul, com possibilidade de queda de granizo e rajadas de vento intensas. O amanhecer na região já registra temperaturas de 14º, mas o calor persiste em outras áreas.

  • Frente fria deve trazer chuvas e queda de granizo no Sul.
  • Temperaturas em São Paulo devem cair para 21º no domingo.

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Projeto Ovo Limpo da Embrapa reduz custos e garante segurança a pequenos produtores


O projeto Ovo Limpo da Embrapa tem se mostrado uma solução eficaz para pequenos produtores de ovos, permitindo que eles ingressem no mercado formal com mais segurança e a custos reduzidos. A tecnologia, que se baseia no beneficiamento a seco, assegura a qualidade e a sustentabilidade na produção de ovos.

Contexto do projeto

O Ovo Limpo surgiu há 11 anos em Juazeiro, na Bahia, como uma alternativa viável para a agricultura familiar, especialmente em um cenário onde a criação de galinhas se tornou uma fonte de renda diária. O projeto visa garantir que os ovos sejam limpos desde a coleta, o que é crucial para a diferenciação do produto no mercado.

Processo de beneficiamento

  • A limpeza dos ovos começa no galinheiro, com manejo adequado das aves.
  • Os ovos são coletados manualmente, utilizando papel toalha descartável para a limpeza inicial.
  • Após a limpeza, os ovos passam por uma espátula ou faca de aço inoxidável para remoção de sujeira.
  • O acabamento final é feito com uma borracha de apagar lápis.

Estrutura e investimento

A agroindústria, também chamada de entreposto de ovos, pode ser construída com materiais simples e acessíveis, com um espaço mínimo de 15 m². O investimento inicial gira em torno de R$ 15.000, permitindo que pequenos produtores cresçam em seu próprio ritmo. Existem duas estruturas principais:

  • Uma com 40 m², capaz de processar 3.600 ovos por dia.
  • Outra com 15 m², que pode iniciar com 900 ovos por dia e expandir para 3.600 ovos.

O custo de construção é comparável ao de uma casa popular, variando entre R$ 1.000 a R$ 2.000 por metro quadrado, tornando o projeto viável para pequenos agricultores.

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Enchentes de 2024 causaram perdas significativas na produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul


Em junho de 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou enchentes que impactaram severamente a produção de noz-pecã, resultando em perdas significativas para os produtores locais. A expectativa inicial era de 4.000 toneladas, mas o excesso de chuvas durante o período de colheita comprometeu a qualidade e a quantidade da produção.

Impacto das enchentes

As enchentes inundaram pomares, soterrando plantas e causando danos irreparáveis. Os produtores relataram que:

  • As perdas chegaram a 80% em algumas áreas.
  • Pomares foram arrastados morro abaixo, resultando em perda total.
  • A qualidade das nozes restantes foi comprometida.

Investimentos e apoio

A cultura da noz-pecã exige investimentos significativos, com um custo mínimo de R$ 150.000 para implantar um pomar de 1 hectare, que só começa a produzir de forma satisfatória após sete anos. Diante das dificuldades, o Instituto Brasileiro de Pecanicultura solicitou R$ 10 milhões aos governos estadual e federal para ajudar os produtores a se reestruturarem.

Perspectivas para 2026

Apesar das dificuldades enfrentadas em 2024, as expectativas para a safra de 2026 são otimistas, com previsão de produção entre 7.000 e 8.000 toneladas. Os fatores que contribuem para essa expectativa incluem:

  • Melhor regime de chuvas.
  • Incorporação de novas tecnologias pelos produtores.
  • Novas áreas de pomares entrando em produção.

Esses elementos prometem ampliar a colheita e melhorar a qualidade dos frutos no estado.

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Congresso rejeita indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal


O Congresso Nacional impôs uma nova derrota ao governo Lula ao rejeitar a indicação de Jorge Messias para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada na noite de ontem, marcando a primeira recusa de um indicado ao STF em mais de 130 anos de história da República.

Rejeição da Indicação

Jorge Messias, advogado geral da União, obteve apenas 34 votos a favor, enquanto 42 senadores votaram contra sua indicação. Para ser aprovado, Messias precisava do apoio de pelo menos 41 senadores, a maioria absoluta.

Derrubada do Veto

Além da rejeição da indicação, o Congresso também derrubou o veto do presidente Lula ao projeto de lei da dosimetria, que reduz a pena dos condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O veto foi derrubado com 49 votos contra 24 no Senado e 318 votos a 144 na Câmara dos Deputados.

Implicações Políticas

Essas decisões representam uma derrota política significativa para o governo Lula, que agora deve indicar outro nome para a vaga no STF. A presidência nacional do PT classificou a rejeição como um grave erro e uma politização do processo.

  • Rejeição de Jorge Messias é a primeira desde 1894.
  • Veto de Lula ao projeto de dosimetria foi derrubado.
  • Messias obteve 34 votos a favor e 42 contra.
  • O projeto de lei reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro.
  • Aliados do governo consideram a rejeição um erro político.

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Brasil apresenta primeiro rebanho de búfalos genotipados na Agrishow


A Secretaria de Agricultura de São Paulo apresentou na Agrishow o primeiro rebanho de búfalos genotipados do Brasil, um projeto que utiliza informações genéticas para identificar animais com potencial para produzir leite de melhor qualidade, especialmente para a fabricação de queijos.

Detalhes do projeto

O projeto é resultado de uma pesquisa do Instituto de Isotecnia, vinculado à Secretaria de Agricultura de São Paulo, e foi desenvolvido em parceria com a Associação Brasileira de Criadores de Búfalo desde 2019. A pesquisa foca em um gene específico, a capa caseína, que está ligado ao rendimento do leite.

Benefícios da genotipagem

  • A genotipagem permite identificar búfalos com maior probabilidade de aumentar em até 10% o rendimento do leite para queijos.
  • O método de seleção assistida por marcadores genéticos é uma ferramenta inovadora para o melhoramento genético.
  • Mais de 600 búfalas foram genotipadas, tornando-se uma das maiores amostras do mundo para este gene.

Resultados esperados

Os criadores esperam que a implementação dessa tecnologia resulte em um aumento significativo na produtividade e na qualidade do leite, beneficiando a produção de queijos, especialmente a mussarela, que é amplamente consumida no Brasil.

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Ministério da Agricultura estabelece novas regras para saúde animal


O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou nesta semana a portaria número 1617, que estabelece medidas restritivas importantes para o controle sanitário de produtos destinados à alimentação animal. O objetivo é reforçar as ações de prevenção de riscos à saúde animal no país.

Principais medidas da portaria

  • Proibição da importação, fabricação, comercialização e uso de aditivos melhoradores de desempenho que contenham antimicrobianos classificados como importantes na medicina humana ou veterinária.
  • Suspensão de registros vinculados como medida cautelar diante de possíveis irregularidades nos processos produtivos.
  • Fortalecimento da biosseguridade e redução de riscos associados à introdução ou disseminação de agentes patogênicos na produção animal.

Objetivos e desdobramentos

A portaria visa manter o status sanitário brasileiro e reforçar ações de rastreabilidade de insumos, controle de qualidade na produção e segurança sanitária dos sistemas reprodutivos. Produtos identificados em desacordo com a normativa poderão ser apreendidos e retirados de circulação.

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AgroNewsPolítica & Agro

agricultura regenerativa ganha força no Brasil e avança como pilar de inovação no campo



A feira acontece entre os dias 27 de abril e 1º de maio em Ribeirão Preto (SP)



Foto: Divulgação

A agricultura brasileira amplia o uso de práticas regenerativas e consolida um modelo que combina produtividade e conservação ambiental. O sistema, voltado à recuperação do solo, aumento da biodiversidade e redução de impactos, avança no país como estratégia de longo prazo para segurança alimentar e eficiência produtiva.

Dados da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto indicam que a área com práticas associadas à agricultura regenerativa ultrapassa 33 milhões de hectares no Brasil. O tema ganha espaço na Agrishow, considerada a principal feira de tecnologia do agronegócio na América Latina, que reúne produtores, empresas e especialistas em torno de soluções voltadas à sustentabilidade.

Para o presidente da feira, João Marchesan, o movimento reflete mudanças estruturais no setor. “Mais do que apresentar tendências, a Agrishow evidencia que o futuro do agronegócio já está em curso, impulsionadas principalmente por sistemas como o plantio direto, a rotação de culturas e a integração lavoura-pecuária-floresta. O avanço reflete a capacidade do produtor brasileiro de inovar sem abrir mão da produtividade e preservação do meio ambiente”, afirma.

No ambiente da feira, empresas apresentam tecnologias voltadas ao modelo regenerativo. A Agroallianz expõe o fertilizante TELLUS BR, desenvolvido para estimular microrganismos benéficos e melhorar a microbiota do solo, com efeitos no enraizamento e na absorção de nutrientes. A Vittia destaca soluções biológicas como bionematicidas, biofungicidas e inoculantes, com foco na redução da dependência de insumos externos.

Outra tecnologia apresentada é da ByMyCell, que leva a plataforma Rizobiota Agro, baseada em sequenciamento genético para análise da microbiota do solo e apoio à tomada de decisão no campo. No segmento de biomassa, a Tritucap apresenta o equipamento TH.18, voltado à trituração de resíduos vegetais para formação de cobertura orgânica e melhoria das condições do solo.





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Mercado do boi gordo tem ritmo lento na véspera de feriado e indústrias recuam das compras


boi gordo
Foto: Secretaria de Agricultura de São Paulo

O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com movimentação reduzida, típica da véspera de feriado, e com frigoríficos mais cautelosos na compra de animais. Muitas indústrias optaram por se afastar temporariamente das negociações, avaliando estratégias para o curtíssimo prazo diante de um cenário de oferta mais confortável em algumas regiões.

O alongamento das escalas de abate já é percebido em diversos estados, especialmente em Goiás e Minas Gerais, onde a qualidade das pastagens é mais limitada. Nessas regiões, a maior necessidade de venda por parte dos pecuaristas contribui para um fluxo maior de animais. Em contrapartida, no Mato Grosso e no Norte do país, onde as pastagens seguem mais vigorosas, a oferta é mais restrita e as escalas ainda são consideradas menos confortáveis para as indústrias.

Este cenário também segue atento ao cenário internacional, principalmente à evolução da demanda da China e ao avanço da cota de importação do país asiático. A expectativa é de exportações mais fracas no terceiro trimestre, período que coincide com maior disponibilidade de animais confinados no Brasil, o que pode pressionar ainda mais os preços.

Preços do boi gordo no Brasil

  • São Paulo (SP): R$ 354,33 (modalidade a prazo)
  • Goiás (GO): R$ 339,36
  • Minas Gerais (MG): R$ 355,86
  • Mato Grosso do Sul (MS): R$ 349,43
  • Mato Grosso (MT): R$ 355,27

Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem acomodados, refletindo um consumo mais fraco na segunda quinzena do mês. Há pouco espaço para reajustes no curto prazo, especialmente diante da perda de competitividade frente a proteínas mais baratas, como a carne de frango. O quarto dianteiro permanece em R$ 23,50 por quilo, o quarto traseiro em R$ 28,50 e a ponta de agulha em R$ 21,50.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial fechou a sessão em leve queda, cotado a R$ 4,9933 para venda e R$ 4,9813 para compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre R$ 4,9502 e R$ 4,9922, acumulando desvalorização de 0,54% na semana, fator que também influencia a competitividade das exportações brasileiras de carne bovina.

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Acordo Mercosul–UE deve ampliar exportações brasileiras em US$ 1 bi no primeiro ano, estima ApexBrasil


Presidente da ApexBrasil Laudemir Muller foto Aarao Prado ApexBrasil
Laudemir Muller, presidente da ApexBrasil. Foto: Aarão Prado/ApexBrasil

A entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia passa a alterar o fluxo de comércio entre os blocos a partir desta semana. Com a medida, cerca de 5 mil produtos do Mercosul passam a acessar o mercado europeu com tarifa zero ou reduzida.

A estimativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) é que o Brasil amplie suas exportações para a Europa em até US$ 1 bilhão no primeiro ano de vigência. O cálculo considera um grupo de 543 produtos com maior potencial de ganho imediato.

Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller, a redução de tarifas deve ter efeito direto sobre a competitividade dos produtos brasileiros. A partir da entrada em vigor, itens que antes pagavam impostos passam a acessar o mercado europeu em condições mais favoráveis.

Acesso a mercado estratégico

A União Europeia reúne um Produto Interno Bruto estimado em US$ 20 trilhões e é o segundo maior importador global. Os países do bloco compram cerca de US$ 7,4 trilhões por ano, sendo mais de US$ 3 trilhões provenientes de fora da região.

O mercado europeu é cerca de nove vezes maior que o do Mercosul. O acordo também prevê uma abertura mais rápida para os países sul-americanos. Cerca de 54% das exportações do Mercosul passam a ter tarifa zero de forma imediata, enquanto aproximadamente 10% dos produtos europeus terão o mesmo benefício no acesso ao mercado do bloco.

Entre os setores com maior potencial de crescimento estão aeronaves, motores e geradores elétricos, couro, uvas e mel. De acordo com a ApexBrasil, mesmo reduções tarifárias menores podem influenciar a concretização de negócios em mercados competitivos.

Promoção comercial

Para ampliar os resultados, a ApexBrasil prevê intensificar ações de promoção comercial. Entre as medidas estão a realização de rodadas de negócios no Brasil, com a participação de compradores europeus, e o reforço da presença de empresas brasileiras em feiras e eventos na Europa.

A estratégia também inclui ações voltadas à promoção da imagem dos produtos brasileiros e apoio à inserção de pequenos produtores, cooperativas e empresas da bioeconomia no mercado europeu.

Impactos ao longo do tempo

Os efeitos imediatos devem ser percebidos principalmente pelas empresas exportadoras. Já os impactos para consumidores tendem a ocorrer de forma gradual, conforme os fluxos comerciais se ajustam.

A expectativa é de que os ganhos se ampliem ao longo dos próximos anos, à medida que novas reduções tarifárias entrem em vigor e o acordo avance em sua implementação.

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Como ficaram os preços de soja no último dia de abril? Confira as cotações


Grão de soja
Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com ritmo lento de negócios, marcado por poucas ofertas, compradores e vendedores retraídos e preços variando entre estabilidade e leve queda. A pressão veio principalmente do recuo do dólar e da perda de sustentação nos portos, que vinham dando suporte às cotações nos últimos dias.

Segundo análise de mercado, o movimento foi de baixa liquidez, com agentes já voltados para negociações futuras, especialmente a partir de junho. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos oscilaram ao longo do dia e fecharam mistos, sem força suficiente para impulsionar os preços no Brasil.

O câmbio teve papel decisivo no enfraquecimento das cotações. O dólar caiu com mais intensidade, encerrando o dia abaixo de R$ 5,00, o que reduziu a competitividade da soja brasileira. Os prêmios permaneceram estáveis e não contribuíram para mudanças no cenário, mantendo o mercado travado.

Preços de soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). No mês, no entanto, a posição julho acumulou alta de 0,8%. Na última sessão do mês, os participantes optaram por ajustar posições por movimentos técnicos.

Após atingir de madrugada o maior patamar em quatro anos, o petróleo recuou e colocou pressão sobre as cotações da oleaginosa. Além disso, as previsões apontam melhora nas condições climáticas nos Estados Unidos, favorecendo a evolução do plantio nos estados produtores.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 258.100 toneladas na semana encerrada em 23 de abril. Para a temporada 2026/27, foram mais 3.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,95 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,89 1/4 por bushel, com retração de 0,50 centavo de dólar ou 0,02%. As demais posições fecharam em leve alta.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 4,90 ou 1,51% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,54 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,56%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,97%, sendo negociado a R$ 4,9525 para venda e a R$ 4,9505 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9510 e a máxima de R$ 4,9997. Na semana, a moeda.recuou 0,92% No mês, a desvalorização foi de 4,4%.

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