Enchentes de 2024 causaram perdas significativas na produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul

Em junho de 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou enchentes que impactaram severamente a produção de noz-pecã, resultando em perdas significativas para os produtores locais. A expectativa inicial era de 4.000 toneladas, mas o excesso de chuvas durante o período de colheita comprometeu a qualidade e a quantidade da produção.
Impacto das enchentes
As enchentes inundaram pomares, soterrando plantas e causando danos irreparáveis. Os produtores relataram que:
- As perdas chegaram a 80% em algumas áreas.
- Pomares foram arrastados morro abaixo, resultando em perda total.
- A qualidade das nozes restantes foi comprometida.
Investimentos e apoio
A cultura da noz-pecã exige investimentos significativos, com um custo mínimo de R$ 150.000 para implantar um pomar de 1 hectare, que só começa a produzir de forma satisfatória após sete anos. Diante das dificuldades, o Instituto Brasileiro de Pecanicultura solicitou R$ 10 milhões aos governos estadual e federal para ajudar os produtores a se reestruturarem.
Perspectivas para 2026
Apesar das dificuldades enfrentadas em 2024, as expectativas para a safra de 2026 são otimistas, com previsão de produção entre 7.000 e 8.000 toneladas. Os fatores que contribuem para essa expectativa incluem:
- Melhor regime de chuvas.
- Incorporação de novas tecnologias pelos produtores.
- Novas áreas de pomares entrando em produção.
Esses elementos prometem ampliar a colheita e melhorar a qualidade dos frutos no estado.
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