sábado, junho 13, 2026

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Parcerias ampliam renda e reforçam conservação em áreas produtivas da Amazônia


Parcerias ampliam renda e reforçam conservação em áreas produtivas da Amazônia

Parcerias voltadas ao cooperativismo, à comercialização estruturada e ao pagamento por serviços ambientais vêm sendo apontadas como instrumentos para ampliar a renda e reforçar a conservação na Amazônia. O modelo, citado em conteúdo divulgado nesta terça-feira (10), tem foco em produtores indígenas e em arranjos produtivos que buscam maior inserção comercial com manutenção da cobertura florestal. O material disponível, no entanto, não informa valores movimentados, número de beneficiários nem recorte geográfico mais detalhado.

A proposta combina três frentes. A primeira é a organização coletiva da produção, por meio de associações e cooperativas, para dar escala, padronização e maior capacidade de negociação. A segunda é a comercialização estruturada, com canais de venda mais estáveis e melhor planejamento logístico. A terceira é o pagamento por serviços ambientais, mecanismo que remunera práticas associadas à conservação, à manutenção de floresta em pé e ao uso sustentável do território.

Do ponto de vista técnico, o cooperativismo tende a facilitar acesso a assistência, governança, certificação e contratos. Já a comercialização estruturada pode favorecer regularidade de oferta, exigência de qualidade e rastreabilidade, fatores cada vez mais observados por compradores. No caso do pagamento por serviços ambientais, o efeito depende de regras claras, fonte de recursos, critérios de monitoramento e segurança jurídica para os beneficiários.

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Como o conteúdo-base não detalha quais produtos estão envolvidos, quais instituições participam do modelo nem quais métricas de conservação foram adotadas, não é possível dimensionar, neste momento, o alcance econômico e produtivo da iniciativa. Também não há informação sobre prazo, escala territorial ou evolução de renda dos produtores atendidos.

A combinação entre organização produtiva, mercado estruturado e remuneração por conservação aponta uma linha de atuação com potencial para fortalecer cadeias sustentáveis na Amazônia. Sem dados adicionais sobre volume, indicadores e governança, porém, a avaliação técnica do impacto permanece limitada às diretrizes gerais informadas no conteúdo disponível.

Fonte: embrapa.br

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Reunião de Pesquisa de Soja reúne representantes da cadeia produtiva


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A Reunião de Pesquisa de Soja (RPS) reuniu cerca de 500 representantes da cadeia produtiva, segundo o conteúdo informado nesta quarta-feira (10). A programação foi apresentada como um espaço de debate sobre avanços e desafios da sojicultura. O material também cita a participação de Liliane Henning na abertura do encontro, mas não detalha no conteúdo enviado o local do evento nem a pauta técnica completa.

A soja ocupa posição central no agronegócio brasileiro, com peso relevante na produção agrícola, no processamento industrial e nas exportações. Por isso, encontros voltados à pesquisa e ao intercâmbio técnico costumam mobilizar produtores, pesquisadores, consultores, cooperativas e representantes da indústria.

De acordo com o conteúdo fornecido, a solenidade de abertura da RPS contou com cerca de 500 representantes da cadeia produtiva da soja. A informação disponível, no entanto, não apresenta dados adicionais sobre o município-sede, a duração da programação, as instituições organizadoras ou os temas específicos debatidos ao longo do evento.

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Pelo caráter técnico da reunião, a discussão sobre avanços e desafios da cultura tende a abranger pontos recorrentes da sojicultura, como produtividade, manejo, sanidade, inovação, custos de produção e adaptação a diferentes condições climáticas. Ainda assim, esses tópicos não foram detalhados no material encaminhado e, por isso, não podem ser atribuídos formalmente à edição mencionada sem informação complementar.

A realização de eventos de pesquisa voltados à soja tem relevância direta para o setor por concentrar atualização técnica e troca de informações entre diferentes elos da cadeia. Em um segmento de grande escala no Brasil, decisões relacionadas a manejo, tecnologia e planejamento produtivo costumam depender da difusão de dados consolidados e de recomendações técnicas validadas.

Com as informações disponíveis, não é possível apontar quais encaminhamentos técnicos ou conclusões foram definidos na reunião. O dado confirmado é a mobilização de cerca de 500 representantes da cadeia da soja em torno de uma agenda de debate sobre avanços e desafios do setor.

Fonte: embrapa.br

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PEC do Banco Central avança na CCJ do Senado com divergência sobre modelo jurídico


Tereza Cristina diz que PL das dívidas rurais trata de R$ 170 bilhões

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, na manhã desta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65, que amplia a autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC). O texto aprovado seguiu o substitutivo do relator, senador Plínio Valério (PSDB-AM), que transforma a instituição em uma entidade pública de natureza especial. Durante a votação, uma emenda apresentada pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), ficou fora da versão aprovada.

A proposta do governo previa manter o Banco Central como autarquia federal de natureza especial, preservando o atual enquadramento jurídico da autoridade monetária. Em nota, a seccional do Distrito Federal do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) afirmou que esse modelo seria “um bom caminho” para solucionar questões de orçamento sem, segundo a entidade, expor o BC ao risco de captura por interesses privados e externos.

De acordo com o sindicato, a maioria dos servidores do Banco Central é contrária à mudança do regime jurídico da instituição. A discussão ganhou espaço durante a sessão da CCJ, quando senadores chegaram a tratar de uma possível unificação dos textos. A alternativa, porém, não avançou, e eventuais ajustes devem ficar para a tramitação em plenário.

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O ponto central da PEC é ampliar a autonomia administrativa, financeira e orçamentária do Banco Central. A proposta aprovada na comissão, no entanto, altera também a natureza jurídica da instituição, o que concentrou parte das divergências entre governo, parlamentares e representantes dos servidores.

Para o setor agropecuário, o tema tem relação indireta com a condução da política monetária. Decisões do Banco Central influenciam taxa básica de juros, crédito e câmbio, fatores que afetam o custo de financiamento, a formação de preços e a competitividade das exportações do agronegócio. O texto em análise, porém, trata da estrutura institucional do BC e não traz, até o momento, medidas específicas voltadas ao crédito rural ou a programas setoriais.

A tramitação da PEC 65 ainda depende de análise do plenário do Senado, onde o texto pode sofrer alterações. Até esta quarta-feira (10), não havia detalhamento oficial sobre efeitos operacionais imediatos da mudança para linhas de crédito, orçamento setorial ou instrumentos diretamente ligados ao financiamento da atividade agropecuária.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Pesquisas brasileiras na Europa apresentam alternativas para descarbonização no agro


Pesquisas brasileiras na Europa apresentam alternativas para descarbonização no agro

Pesquisas brasileiras apresentadas no SETAC Europe 36th Annual Meeting, realizado em Maastricht, na Holanda, indicaram caminhos para a descarbonização do transporte, da agricultura e da pecuária. A divulgação ocorreu nesta quarta-feira (10), com foco em estudos voltados à redução de emissões e à avaliação técnica de sistemas produtivos. O material disponível, no entanto, não informa os resultados numéricos, as instituições responsáveis nem as metodologias aplicadas em cada trabalho.

A apresentação dos estudos em um encontro técnico internacional insere o debate brasileiro sobre emissões em uma agenda que tem impacto direto sobre cadeias agropecuárias, logística e exigências de mercado. No caso do agro, a discussão sobre descarbonização envolve fatores como uso de insumos, manejo de pastagens, eficiência produtiva, transporte da produção e métricas de pegada de carbono.

Como o conteúdo original menciona transporte, agricultura e pecuária, o alcance do tema vai além da produção dentro da porteira. A emissão associada ao deslocamento de insumos e mercadorias, por exemplo, é parte relevante da análise ambiental de cadeias produtivas. Na agropecuária, estudos dessa natureza costumam subsidiar decisões sobre práticas de manejo, intensificação sustentável, recuperação de áreas e posicionamento comercial em mercados que exigem comprovação ambiental.

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A ausência, porém, de dados detalhados limita a mensuração imediata dos efeitos práticos dessas pesquisas. Não foram informados no material de origem o número de estudos apresentados, os recortes regionais, os indicadores de emissões, nem comparações entre sistemas produtivos. Também não há identificação, no conteúdo fornecido, de pesquisadores, universidades, centros de pesquisa ou empresas envolvidas.

Ainda assim, a exposição de trabalhos brasileiros em um fórum científico europeu reforça a presença do país em discussões sobre baixo carbono, tema que influencia crédito, investimento, acesso a mercados e estratégias de sustentabilidade no agronegócio.

Sem os resultados completos dos estudos, não é possível projetar efeitos econômicos ou produtivos específicos. O avanço do tema, porém, mantém relevância técnica para produtores, cooperativas e agroindústrias à medida que critérios de emissões ganham espaço em políticas, financiamentos e relações comerciais.

Fonte: embrapa.br

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Agropecuária Maggi formaliza captação de R$ 3,54 bilhões em CPR-F


Agropecuária Maggi formaliza captação de R$ 3,54 bilhões em CPR-F

A Agropecuária Maggi, braço de produção rural do grupo Amaggi, formalizou nesta quarta-feira (10) uma oferta de R$ 3,538 bilhões em Cédula de Produto Rural com Liquidação Financeira (CPR-F). Segundo o documento da operação, os recursos serão destinados a capital de giro, investimentos e fomento à própria produção agrícola da companhia. O vencimento dos títulos está previsto para 8 de junho de 2036.

A emissão foi dividida em 3.538.360 títulos, com valor nominal unitário de R$ 1 mil. A CPR-F é um instrumento usado por empresas do agronegócio para levantar recursos no mercado com liquidação em dinheiro no vencimento, sem entrega física do produto rural.

No caso da Agropecuária Maggi, a operação está lastreada em 1,919 milhão de toneladas de soja e 852,2 mil toneladas de algodão produzidos na Fazenda Itamarati, em Mato Grosso. O documento também informa que os investidores receberão remuneração equivalente a 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) mais 1,08% ao ano.

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Os juros serão pagos semestralmente, nos dias 8 de junho e 8 de dezembro. Já o pagamento do principal começa apenas em 2031, estrutura que alonga o cronograma financeiro da operação nos primeiros anos.

A oferta foi destinada exclusivamente a investidores profissionais, como fundos e instituições financeiras. A operação conta ainda com aval da André Maggi Participações e da Amaggi Exportação e Importação, empresas do mesmo grupo.

Como garantias reais, o documento prevê a cessão fiduciária de direitos creditórios de um contrato de swap com o Banco Bradesco e a alienação fiduciária de imóveis da Fazenda Itamarati. A estrutura mostra o uso de ativos financeiros e patrimoniais para sustentar uma captação de longo prazo no setor agropecuário.

A movimentação ocorre poucas semanas após a Amaggi anunciar a compra de 40% da FS, produtora de etanol de milho, em uma operação de US$ 1 bilhão.

A operação amplia o prazo de financiamento da companhia e reforça o uso da CPR-F como instrumento de mercado para sustentar produção, investimento e gestão de caixa no agronegócio. O documento da oferta não detalha a distribuição dos recursos por projeto ou etapa produtiva.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Exportações do Brasil para os EUA despencam em meio à ameaça de novo tarifaço


Foto: Pixabay.
Foto: Pixabay.

As exportações brasileiras para os Estados Unidos seguem em queda em 2026, em meio ao avanço das discussões sobre novas tarifas comerciais que podem atingir produtos brasileiros. Dados divulgados pela Amcham Brasil mostram que as vendas do Brasil ao mercado norte-americano recuaram 16% entre janeiro e maio deste ano, somando US$ 14 bilhões, o menor valor para o período desde 2022.

O desempenho ocorre em um momento de tensão comercial entre os dois países, após os relatórios divulgados no âmbito das investigações da Seção 301 conduzidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). Caso as medidas propostas avancem, determinados produtos brasileiros poderão enfrentar sobretaxas de até 37,5%.

Segundo o Monitor do Comércio Brasil-EUA, elaborado pela Amcham Brasil, a corrente de comércio bilateral totalizou US$ 29,5 bilhões nos cinco primeiros meses de 2026, queda de 14,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além da retração das exportações brasileiras, as importações de produtos norte-americanos também caíram. As compras do Brasil vindas dos Estados Unidos somaram US$ 15,5 bilhões no período, recuo de 12,6%.

Com isso, o déficit brasileiro na balança comercial bilateral aumentou 43,3%, alcançando US$ 1,5 bilhão.

Entre os principais produtos responsáveis pela queda das exportações brasileiras aparecem petróleo bruto, café não torrado, semiacabados de ferro ou aço e celulose.

Já do lado das importações, houve redução nas compras de motores e máquinas, aeronaves e partes, além de óleos brutos de petróleo.

As exportações brasileiras para os Estados Unidos registraram em maio o décimo mês consecutivo de retração. No mês, os embarques somaram US$ 3,1 bilhões, queda de 14% na comparação anual. As importações também recuaram, marcando o sexto mês seguido de baixa.

Segundo o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto, o comércio bilateral opera abaixo do potencial entre os dois países.

“O comércio bilateral continua operando abaixo do seu potencial. Os resultados no acumulado de 2026 reforçam a importância de avançar nas negociações em curso para evitar novas tarifas e criar condições para a retomada do comércio entre Brasil e Estados Unidos”, afirmou.

O levantamento também aponta que o desempenho das exportações brasileiras para os Estados Unidos ficou muito abaixo do registrado nas vendas externas totais do Brasil. Enquanto as exportações brasileiras para o mundo cresceram 8,7% entre janeiro e maio, os embarques destinados ao mercado norte-americano recuaram 16%.

Segundo a Amcham, os produtos já sujeitos a sobretaxas adicionais apresentaram retração ainda mais intensa, de 22,6%, ampliando a preocupação do setor exportador brasileiro diante da possibilidade de novas barreiras comerciais.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Algodão fecha em alta em NY e dezembro/26 volta ao patamar dos 80 cents/lbp


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Após dias mais pressionados, os preços do algodão voltaram a fechar em alta na Bolsa de Nova York nesta segunda-feira (01), com o contrato dezembro/26 retornando ao patamar dos 80 cents/lbp.

O contrato dezembro/26 avançou 0,57 cent (+0,72%), encerrando o dia cotado a 80,16 cents/lbp. O vencimento julho/26 subiu 0,49 cent (+0,64%), fechando a 76,64 cents/lbp. O outubro/26 registrou ganho de 0,58 cent (+0,74%), para 78,73 cents/lbp, enquanto o março/27 avançou 0,60 cent (+0,74%), terminando a sessão a 81,32 cents/lbp.

Em boletim semanal divulgado na última sexta-feira, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) apontou que a recente queda das cotações em Nova York começou a estimular compras pontuais na Ásia, com negócios reportados em países como Vietnã, Bangladesh e China.

A entidade também destacou o desempenho das exportações norte-americanas. Segundo a Abrapa, as vendas semanais dos Estados Unidos somaram 141,3 mil fardos para a safra 2025/26 e 223,7 mil fardos para 2026/27, equivalentes a aproximadamente 32 mil e 50,7 mil toneladas, respectivamente. Os embarques também foram considerados sólidos, totalizando 299,3 mil fardos, cerca de 67,9 mil toneladas.

No cenário macroeconômico, os preços do petróleo bruto registraram forte alta nesta segunda-feira, conforme apontou o Barchart. Segundo a análise, o movimento ocorreu após a agência iraniana Tasnim informar que o governo do Irã suspendeu a troca de mensagens com os Estados Unidos sobre um possível acordo de cessar-fogo, diante da intensificação dos ataques israelenses ao Líbano.

 





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Medida provisória sobre importação de cacau avança com instalação de comissão mista


Medida provisória sobre importação de cacau avança com instalação de comissão mista

Foi instalada nesta terça-feira (9) a comissão mista que vai analisar a medida provisória 1341/26, que altera as regras para a importação de cacau no regime de drawback. A proposta reduz de até dois anos para, no máximo, seis meses o prazo de fruição dos benefícios tributários para empresas que usam a matéria-prima importada na fabricação de produtos destinados à exportação. O texto já está em vigor, mas ainda depende de aprovação no Congresso Nacional para virar lei.

O colegiado será presidido pelo deputado Gabriel Nunes (PSD-BA), enquanto a relatoria ficará com o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). Segundo o relator, a intenção é ouvir representantes de diferentes segmentos da cadeia produtiva antes da apresentação do parecer, incluindo produtores e indústria.

De acordo com o texto, a mudança busca reduzir a permanência de estoques importados no mercado interno. Pelo regime de drawback, empresas podem ter suspensão, redução ou isenção de impostos sobre insumos importados usados na produção de bens exportados. Com a MP, esse prazo para utilização do cacau importado cai para até seis meses.

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Segundo a justificativa apresentada pelo governo, embora o Brasil esteja entre os maiores produtores mundiais de cacau, a indústria nacional importa cerca de 14% da matéria-prima utilizada no país. Ainda conforme o Executivo, a manutenção desses estoques por períodos mais longos pode ampliar a concorrência com a safra nacional e pressionar os preços recebidos pelos produtores.

A discussão tem peso direto para estados como Bahia e Pará, principais polos produtores do país. Para o setor, a tramitação da medida envolve equilíbrio entre a proteção da renda no campo e o abastecimento da indústria exportadora, que também opera com cacau de origem externa.

A medida provisória seguirá agora para análise na comissão mista e, depois, para os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Até a conclusão dessa tramitação, não há definição final sobre o texto que será convertido em lei, o que mantém o tema em acompanhamento pela cadeia do cacau.

Fonte: camara.leg.br

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Embrapa entrega nova remessa de sementes do Brasil ao Banco de Svalbard


Embrapa entrega nova remessa de sementes do Brasil ao Banco de Svalbard

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realizou nesta quarta-feira (10) a entrega de uma nova remessa de sementes do Brasil ao Banco de Svalbard, na Noruega. A informação foi divulgada em registro institucional da entidade, com participação de representantes da Embaixada do Brasil em Oslo. O volume exato de sementes e a lista de espécies enviadas não foram informados no conteúdo disponível.

O Banco de Svalbard, também conhecido internacionalmente como cofre global de sementes, funciona como uma estrutura de conservação de longo prazo para materiais genéticos de diferentes países. O objetivo é manter cópias de segurança de coleções estratégicas, de forma a reduzir riscos de perda por acidentes, falhas operacionais, eventos climáticos extremos ou outros fatores que possam comprometer bancos genéticos nacionais.

No caso brasileiro, a iniciativa envolve a preservação de recursos genéticos de interesse para a pesquisa agropecuária. Esse tipo de material é usado em programas de melhoramento, desenvolvimento de cultivares, adaptação a diferentes condições ambientais e manutenção da variabilidade genética de espécies agrícolas.

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A Embrapa é a principal instituição pública de pesquisa agropecuária do país e atua na conservação de germoplasma de culturas relevantes para os sistemas produtivos brasileiros. O armazenamento de amostras em Svalbard não substitui os bancos mantidos no Brasil, mas acrescenta uma camada de proteção para acervos considerados estratégicos.

Para o setor agropecuário, a conservação genética tem relação direta com a capacidade de desenvolver materiais mais adaptados a estiagens, pragas, doenças e mudanças de ambiente produtivo. Também é um instrumento técnico de apoio à segurança alimentar e à continuidade de pesquisas voltadas à produtividade e à resiliência das lavouras.

Até o momento, não foram detalhados publicamente pela Embrapa, no conteúdo fornecido, os critérios técnicos da remessa, as culturas contempladas nem o número de acessos enviados.

A entrega reforça a estratégia de proteção de recursos genéticos usados pela pesquisa agrícola brasileira. Sem a divulgação de dados adicionais sobre espécies e quantitativos, ainda não é possível dimensionar de forma mais específica o alcance técnico da nova remessa.

Fonte: embrapa.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Mapa apreende ovos embrionados sem certificação no Galeão



Irregularidade foi identificada durante fiscalização realizada por auditores



Foto: Divulgação/Mapa

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), interceptou no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro (RJ), aproximadamente 320 ovos embrionados transportados por um passageiro procedente de Portugal sem a documentação sanitária obrigatória para ingresso no Brasil.

A irregularidade foi identificada durante fiscalização realizada por auditores fiscais federais agropecuários. Parte do material estava acondicionada na bagagem de mão do viajante. Segundo informações prestadas pelo passageiro, os ovos destinavam-se à eclosão para formação de um plantel de galinhas da raça Serama em uma propriedade localizada em Minas Gerais, com fins de comercialização de aves ornamentais.

A apreensão reforça a importância das ações de vigilância agropecuária nos pontos de entrada internacionais do país. O ingresso irregular de ovos embrionados e outros materiais de origem animal representa elevado risco sanitário, uma vez que pode possibilitar a entrada de agentes patogênicos no território nacional. Entre as principais preocupações está a influenza aviária, doença de notificação obrigatória à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), caracterizada pela alta capacidade de disseminação e pelos impactos potenciais à avicultura, à fauna silvestre e, eventualmente, à saúde humana.

O cenário sanitário internacional reforça a necessidade de rigor nos controles de fronteira. Diversos países continuam registrando ocorrências de influenza aviária em aves domésticas e silvestres, o que exige atenção permanente das autoridades responsáveis pela defesa agropecuária.

O Mapa reforça que a importação de animais, produtos e subprodutos de origem animal deve atender às exigências sanitárias estabelecidas pela legislação brasileira. Entre os requisitos estão a apresentação de certificação sanitária emitida pela autoridade veterinária oficial do país de origem e autorização prévia do governo brasileiro, quando aplicável.

A atuação contínua do Vigiagro nos pontos de ingresso internacional é fundamental para a proteção do patrimônio agropecuário nacional, da biodiversidade e da saúde pública, contribuindo para a manutenção do status sanitário brasileiro e para a segurança da produção de alimentos.

 





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