quarta-feira, abril 29, 2026

Agro

News

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre


Imagem de dois navios navegando
Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior. No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. As informações são da governo do estado do Paraná.

Crescimento em comparação a 2025

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

Soja em grão

Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Farelo de soja

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional, o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas. Houve redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

Exportação de milho

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período deste ano, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento e 9% nas importações em relação a 2025.

O post Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja trava mesmo com força nos EUA e milho reage



Na soja, o desempenho foi mais contido


Na soja, o desempenho foi mais contido
Na soja, o desempenho foi mais contido – Foto: USDA

Os mercados de soja e milho encerraram a última semana sob influência de fatores climáticos, geopolíticos e dos sinais de demanda nos Estados Unidos. Segundo análise da StoneX, o comportamento dos dois grãos refletiu um cenário de maior cautela, mesmo diante de fundamentos que seguem no radar dos investidores.

Na soja, o desempenho foi mais contido, apesar do grande volume de esmagamento registrado nos Estados Unidos. Os dados confirmaram um consumo doméstico firme, sustentado pela ampliação da capacidade industrial e pela demanda por farelo e óleo, com destaque para o uso ligado ao biodiesel. Ainda assim, a reação do mercado foi limitada. A pressão veio da correção nos preços do farelo e também do ritmo fraco das exportações norte-americanas, o que reduziu o espaço para avanços mais intensos das cotações.

No campo, o plantio da soja avançou acima do esperado, indicando condições iniciais favoráveis para o desenvolvimento da safra. Esse quadro tende a aliviar parte das preocupações com a produção neste momento, já que, historicamente, um início positivo reduz riscos produtivos e limita movimentos mais agressivos de alta. No cenário externo, as tensões no Oriente Médio mantiveram a volatilidade nas commodities, mas o foco do mercado segue concentrado no clima e na evolução da safra dos Estados Unidos nas próximas semanas.

No milho, o viés foi mais positivo ao longo da semana. O suporte veio principalmente das incertezas climáticas neste início de safra norte-americana e do ambiente geopolítico mais instável. Embora o plantio avance próximo ao padrão sazonal, as atenções continuam voltadas para as condições climáticas nas principais regiões produtoras, fator decisivo para a formação de preços nesta fase. Além disso, as tensões envolvendo o Irã e o Estreito de Ormuz ampliaram a volatilidade nos mercados de commodities, com impactos indiretos sobre os custos de energia e de insumos agrícolas, dando sustentação adicional ao cereal.

 





Source link

News

Chuva pode impactar safra de arroz na temporada 2025/2026


As previsões climáticas para a safra de arroz 2025/2026 indicam que a chuva pode impactar significativamente os trabalhos em campo, especialmente nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil. A colheita avança em algumas áreas, mas a expectativa de chuvas volumosas nos próximos dias gera preocupação entre os produtores.

Avanço da colheita

No estado de Goiás, a colheita de arroz já está praticamente finalizada, enquanto no Maranhão as operações começaram recentemente. A região Sul, liderada pelo Rio Grande do Sul, que representa 82% da área colhida, também se destaca no cenário atual.

Previsão de chuvas

  • Nos próximos dias, as chuvas devem se concentrar no norte do Rio Grande do Sul e no litoral sul de Santa Catarina.
  • Previsões apontam para chuvas que podem ultrapassar 100 mm, especialmente em Santa Catarina, o que pode prejudicar os trabalhos em campo.
  • Entre os dias 3 e 7 de maio, a expectativa é de chuvas volumosas na porção sul do Rio Grande do Sul, afetando áreas produtoras.

Condições climáticas futuras

Após a passagem de uma frente fria, os produtores devem aproveitar o tempo firme para avançar com a colheita. No entanto, a previsão é de dois picos de frio no estado, com mínimas entre 5º e 7º, sem risco de geadas. A segunda quinzena de maio deve trazer temperaturas mais elevadas.

Enquanto isso, o calor persiste nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com máximas superando 35ºC em áreas do interior. Temporais são esperados no norte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com possibilidade de rajadas de vento e granizo.

O post Chuva pode impactar safra de arroz na temporada 2025/2026 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Desafios da avicultura: sanidade, resistência a antibióticos e biosseguridade


A avicultura brasileira enfrenta desafios significativos relacionados à sanidade das aves, resistência a antibióticos e a necessidade de sistemas sustentáveis. Em entrevista, o consultor em avicultura Paulo César Martins destacou a importância de manejos adequados para garantir a saúde das aves e a segurança alimentar.

Importância da saúde das aves

A saúde das aves é fundamental para a segurança alimentar, pois doenças como a salmonela podem afetar tanto os animais quanto os consumidores. A salmonela é uma bactéria amplamente disseminada na natureza e pode causar problemas digestivos em humanos, além de surtos alimentares.

Monitoramento e prevenção

  • O Ministério da Agricultura realiza um mapeamento das granjas com mais de 1000 aves, permitindo um controle rigoroso da saúde do plantel.
  • A biosseguridade é uma prática essencial, envolvendo medidas como troca de calçados e uso de equipamentos de proteção para evitar a entrada de infecções nos galpões.
  • Além disso, a vacinação e a colonização intestinal das aves são estratégias importantes para prevenir a salmonela.

Desafios para pequenos produtores

Embora a avicultura industrial no Brasil seja altamente tecnificada, pequenos produtores enfrentam desafios na implementação de práticas de biosseguridade. Os órgãos estaduais também desempenham um papel crucial no monitoramento das propriedades menores, garantindo a saúde pública.

Controle de doenças

A biosseguridade não se limita a uma única doença, mas é uma abordagem abrangente que visa controlar diversas enfermidades. A presença de aves silvestres e outros animais sinantrópicos nas propriedades rurais representa um risco, e medidas preventivas são necessárias para evitar a contaminação.

O post Desafios da avicultura: sanidade, resistência a antibióticos e biosseguridade apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Norte Show 2026 em Sinop destaca inovações e desafios do agronegócio


A cidade de Sinop, no Mato Grosso, se transforma até a próxima sexta-feira na maior vitrine do agronegócio do médio norte do estado com a realização da sétima edição da Norte Show 2026. O evento, que já bateu recordes de público, espera receber mais de 30 mil visitantes e expositores, refletindo o crescimento do setor agrícola na região.

Crescimento do setor agrícola

Sinop se destaca como um dos principais polos produtores de grãos de Mato Grosso, com lavouras de soja e milho que avançam ano após ano. A pecuária também ganha força, com sistemas de integração lavoura-pecuária que aumentam a produtividade. A feira já começou enfrentando um desafio simbólico: a falta de espaço, com todos os estandes comercializados e uma lista de espera para o próximo ano.

Inovações tecnológicas

O evento apresenta inovações significativas, incluindo:

  • Variedade de soja tolerante a herbicidas, como o Concasting List.
  • Colheitadeira com sistema de automação para maior eficiência na colheita de milho.
  • Telemetria que permite o controle total da fazenda via celular.

Debates e desafios do agronegócio

A abertura oficial do evento contou com a participação de autoridades e líderes do setor, onde foram discutidos temas relevantes como:

  • A não renovação do FETAB 2.
  • A reivindicação por mais industrialização no setor.
  • A possível criação de uma nova Secretaria de Agricultura para o estado.

Os participantes também abordaram o aumento do endividamento dos produtores e os desafios enfrentados, como a baixa nos preços da soja e o aumento dos custos com fertilizantes e óleo diesel.

Expectativas para o futuro

Com a expectativa de superar os resultados do ano passado, a Norte Show 2026 se posiciona entre as dez maiores feiras do Brasil, destacando-se como um espaço para novos negócios e inovações no agronegócio.

O post Norte Show 2026 em Sinop destaca inovações e desafios do agronegócio apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Impactos do El Niño na produção de cacau em Santa Luzia, BA


O fenômeno climático El Niño pode ter impactos significativos na produção de cacau em Santa Luzia, na Bahia, especialmente em relação às temperaturas elevadas e à redução das chuvas. A previsão indica que o El Niño deve se intensificar a partir de maio e pode se tornar um super El Niño até o final do ano.

Previsão do El Niño

O El Niño se desenvolverá durante o outono e deverá apresentar intensidade moderada a forte, afetando o clima durante o inverno e a primavera. Os principais pontos a serem considerados incluem:

  • Atividade do El Niño a partir de maio.
  • Possibilidade de um super El Niño no final do ano.
  • Impacto nas chuvas e temperaturas na região.

Impactos na produção de cacau

A colheita de cacau, que ocorre em outubro, pode ser severamente afetada pelas condições climáticas. Os principais impactos esperados são:

  • Redução das chuvas, especialmente na porção litorânea da Bahia.
  • Aumento das temperaturas, que podem ultrapassar os 32ºC, chegando a 37ºC.
  • Estresse térmico nas lavouras, resultando em abortamento de flores e comprometimento da qualidade do cacau.

Conclusão

Embora a colheita atual não apresente grandes problemas, os efeitos do El Niño devem ser monitorados de perto, pois podem trazer desafios significativos para a próxima safra de cacau em Santa Luzia.

O post Impactos do El Niño na produção de cacau em Santa Luzia, BA apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Câmara dos Deputados aprova proposta para acabar com a escala 6×1


A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o parecer favorável à proposta que visa o fim da jornada de trabalho 6×1. O relatório, apresentado pelo deputado Paulo Azi, da União da Bahia, foi favorável à admissibilidade de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que tramitam em conjunto.

Próximos passos da proposta

O texto agora seguirá para uma comissão especial, que será criada para discutir a matéria antes de ser votada no plenário da Câmara. O presidente da comissão, Hugo Mota, destacou que a votação deve ocorrer até o final de maio.

Disputa entre propostas

Em meio a uma disputa entre o Congresso e o governo sobre qual proposta será aprovada, a PEC que trata do fim da escala 6×1 se tornou uma das prioridades dos parlamentares. O relator, Paulo Azi, defendeu a inclusão de uma regra de transição e compensação para a implementação da nova jornada.

Avanços e desafios

  • A proposta foi aprovada por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça.
  • O texto segue para uma comissão especial antes da votação final.
  • A PEC é considerada a principal via de debate entre os deputados, enquanto o projeto de lei do governo não avançou.

O post Câmara dos Deputados aprova proposta para acabar com a escala 6×1 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Oferta pressiona açúcar e etanol no Centro-Sul



No açúcar, a semana foi marcada por volatilidade


No açúcar, a semana foi marcada por volatilidade
No açúcar, a semana foi marcada por volatilidade – Foto: Pixabay

Os mercados de açúcar e etanol encerraram a semana sob pressão, refletindo expectativas de maior oferta e o avanço da safra no Centro-Sul. Segundo a StoneX, o açúcar manteve viés claramente baixista nos últimos dias, enquanto o etanol hidratado seguiu em queda diante do aumento da disponibilidade do biocombustível.

No açúcar, a semana foi marcada por volatilidade, mas com predominância de recuos. As altas pontuais observadas ao longo do período foram classificadas como movimentos técnicos e não chegaram a alterar a tendência principal do mercado. Os preços continuaram pressionados pela expectativa de superávit global nas safras 2025/26, em meio às perspectivas elevadas de produção na Ásia e às projeções favoráveis para a moagem no Centro-Sul do Brasil na temporada 2026/27, considerada entre abril e março.

No cenário macroeconômico, a melhora momentânea do apetite ao risco e a estabilidade do real frente ao dólar tiveram efeito limitado sobre as cotações. Já na sexta-feira, a queda expressiva do petróleo, após a liberação do Estreito de Ormuz e a redução das tensões geopolíticas, reforçou o movimento negativo. Com isso, o açúcar acompanhou o recuo do setor energético, atingiu a mínima de cinco anos e fechou a semana a US¢ 13,48 por libra-peso, com variação semanal de -2,95%.

No mercado de etanol, o hidratado também manteve a trajetória de baixa. Na sexta-feira, 17, o produto era negociado a R$ 3,10 por litro na praça de Ribeirão Preto, em São Paulo. Em relação à semana anterior, a retração foi de R$ 0,20 por litro. O movimento ocorre em paralelo ao avanço da colheita no Centro-Sul, que tende a iniciar a safra com um mix mais voltado ao etanol, elevando a oferta do biocombustível nos primeiros meses do ciclo.

 





Source link

News

Aumento de casos de ferrugem asiática preocupa produtores de soja no Brasil


A ferrugem asiática, uma das principais doenças que afetam a soja, apresentou um aumento significativo na safra 2025, com 379 casos registrados até o momento, o que representa um triplo em comparação ao ciclo anterior. O estado do Paraná é o mais afetado, com 156 ocorrências, sendo a cidade de Palotina um dos focos mais críticos, com 10 registros.

Condições climáticas e prevenção

Os produtores têm enfrentado dificuldades em controlar a doença, especialmente devido às condições climáticas. A falta de umidade em alguns períodos levou muitos a não aplicarem fungicidas preventivos, o que pode ter contribuído para a instalação da ferrugem.

Importância do vazio sanitário

  • O vazio sanitário é uma prática recomendada para eliminar a soja do campo e reduzir a população do fungo.
  • Deve ser iniciado em junho, visando atrasar as ocorrências da doença na próxima safra.

Monitoramento e escolha de fungicidas

Os produtores devem estar atentos aos resultados da rede de ensaio de fungicidas, que serão divulgados em junho. A resistência do fungo aos principais grupos químicos utilizados exige que os agricultores escolham produtos eficazes para o controle da ferrugem na próxima safra.

O post Aumento de casos de ferrugem asiática preocupa produtores de soja no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mercado de defensivos do país movimenta R$ 98,7 bilhões na safra 2024/25


operação contra defensivos falsificados
Foto: Divulgação Mapa

O mercado brasileiro de defensivos agrícolas movimentou R$ 98,7 bilhões na safra 2024/25, o que representa um crescimento de 3% em relação ao ciclo anterior, quando faturou R$ 95,9 bilhões. Os dados constam no estudo FarmTrak, da consultoria Kynetec Brasil.

Em dólar, o setor registrou recuo de 7% no faturamento, de US$ 19,4 bilhões para US$ 18,1 bilhões na safra passada. Segundo o gerente de pesquisas da Kynetec, Lucas Alves, o menor resultado na moeda americana é explicado pela desvalorização do real, que passou de R$ 4,94 para R$ 5,46 no período.

A recuperação em reais reverte a queda de 13% apurada na safra 2023/24. Naquele ciclo, os preços dos insumos recuaram 79%, em média, o que reduziu o faturamento de R$ 110,1 bilhões para R$ 95,9 bilhões, apesar do avanço de 1% na área plantada e de 9% na intensidade dos tratamentos.

A valorização do setor em reais no ciclo passado também foi impulsionada pelo aumento de 2% na área plantada e de 9% nos manejos nas lavouras, observou a Kynetec. Alves ressaltou que esses fatores compensaram a acomodação nos preços dos defensivos no período.

Para a safra 2025/26, a consultoria projeta avanço de 8% no mercado, em reais. “Esse crescimento potencial deve ser puxado pelas culturas de soja e milho e está relacionado ao aumento de área plantada e à intensidade dos tratamentos adotados”, afirmou Alves.

Segundo dados da consultoria, o histórico das últimas cinco safras mostra ciclos de elevação de preços após o início da pandemia, seguidos por perdas nos valores. Entre as temporadas 2020/21 e 2022/23, o faturamento do setor no país subiu de R$ 61,4 bilhões para R$ 110,1 bilhões, com o custo médio de aplicação passando de R$ 37,93 para R$ 54,15 por hectare.

No segmento de herbicidas não seletivos, o custo de aplicação subiu de R$ 37,68 para R$ 97,60 entre 2020/21 e 2022/23. “A subida dos preços também teve início em um momento de restrição de comércio de algumas das principais moléculas do mercado, devido ao fechamento de fábricas no principal fornecedor brasileiro de produtos, a China”, explicou o gerente.

O estudo FarmTrak da Kynetec baseou-se em mais de 3 mil entrevistas com produtores rurais em toda a fronteira agrícola do país.

O post Mercado de defensivos do país movimenta R$ 98,7 bilhões na safra 2024/25 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link