domingo, abril 26, 2026

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‘Quem não faz conta, paga a conta’, diz pecuarista sobre gestão na recria


Foto: Pixabay.
Foto: Pixabay.

No programa Giro do Boi desta semana, o pecuarista e consultor Victor Darido, da Fazenda Água Preta (SP), trouxe um alerta importante sobre a recria e engorda na pecuária. Segundo Darido, embora essas etapas ofereçam as maiores margens de lucro, também representam o maior risco operacional.

A máxima “quem não faz conta, paga a conta” resume a necessidade de uma gestão atenta, pois qualquer erro no manejo ou na suplementação pode transformar o potencial de ganho em prejuízo significativo.

Confira:

O segredo do sucesso

Darido enfatiza que o sucesso na Fazenda Água Preta vem da mudança de abordagem em relação ao garrote, que deixou de ser visto como um animal de “espera” para ser considerado uma “Ferrari” que necessita de combustível de qualidade. Através da Recria Intensiva a Pasto (RIP), a fazenda alcança um Ganho Médio Diário (GMD) de 1,1 kg, resultado de boas práticas e foco no desempenho individual.

Essa gestão cuidadosa permite produzir uma arroba na recria com custo variando entre R$ 105 e R$ 110, um fator crucial para diluir o ágio pago na compra do bezerro. Com esse desempenho, os animais entram na fase de terminação já em equilíbrio financeiro, proporcionando maior segurança para o ciclo final.

Ciclo otimizado

O ciclo total, do desmame ao abate, foi reduzido para apenas doze meses, permitindo um giro de capital mais ágil em comparação ao sistema tradicional. A experiência de Darido demonstra que a gestão vai além dos números; os detalhes do dia a dia garantem a saúde e a tranquilidade do rebanho.

Com a previsão de um El Niño severo, Victor Darido reforça que a gestão de risco deve ser antecipada para evitar problemas com o gado durante os meses de escassez. Ele afirma que a recria intensiva não admite amadorismo e que o pecuarista deve atuar como um gestor de riscos, assegurando o bem-estar animal e o controle de custos.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil amplia exportações de frutas e mira Itália e Canadá


Produtores brasileiros participarão da Macfrut 2026, uma das principais feiras internacionais do setor frutícola, que acontecerá de 21 a 23 de abril, no Rimini Expo Centre, na Itália. Na 43ª edição, o evento será ainda maior, mais internacional e inovador. 

A participação brasileira integra as ações de promoção do projeto Frutas do Brasil, iniciativa de internacionalização da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Na Macfrut, os exportadores brasileiros terão a oportunidade de melhorar o entendimento do mercado de frutas e aumentar a rede de contato com os países do leste europeu e dos Balcãns, alinhados assim com a estratégia de diversificação dos destinos de exportação das frutas brasileiras.

Abacate e manga serão os grandes destaques do evento, razão pela qual será fundamental a presença da fruticultura brasileira que tem grande competitividade com essas espécies de frutas. A programação inclui iniciativas como o Avocado Day e o Mango Day, com rodadas de negócios, degustações e encontros estratégicos, oferecendo uma oportunidade qualificada de conexão com compradores internacionais e alinhamento às tendências globais do setor. Está planejada também uma série de visitas a cooperativas de produtores de frutas na região de Rimini-Itália onde os produtores-exportadores terão contato com novas tecnologias de produção e gestão da atividade frutícola.

Dando continuidade à estratégia de internacionalização, será realizada, na sequência, a missão Frutas do Brasil – Canadá 2026, que levará produtores e representantes do setor para uma agenda de promoção comercial, prospecção de mercado e fortalecimento de parcerias naquele país. A ação, que ocorrerá de 26 de abril a 01 de maio, tem como objetivo estreitar relações diretamente com importadores, distribuidores e redes varejistas canadenses.

A agenda inclui visitas técnicas a centros de distribuição e supermercados em Toronto, participação na CPMA Convention and Trade Show e presença na SIAL Canada, uma das principais feiras internacionais do setor de alimentos.

O Canadá já se destaca como um mercado relevante para a fruticultura brasileira. Em 2025, o país importou 31,8 mil toneladas de frutas do Brasil, movimentando cerca de US$ 39,1 milhões. Entre os principais produtos exportados estão manga, melão, melancia e uva, que se destacam pela qualidade, regularidade de oferta e aceitação no mercado internacional. Os números evidenciam uma relação comercial já consolidada, mas com potencial de expansão considerando a demanda crescente por frutas tropicais brasileiras em um país que somente produz frutas de clima temperado.

A missão tem também o objetivo de validar as tendências de consumo, demandas específicas e oportunidades de ampliação das exportações brasileiras identificadas nos estudos de inteligência comercial. Para o gerente técnico da Abrafrutas, Jorge de Souza, o aumento das exportações diretas para o Canadá contribui significativamente para a estratégia do setor de aumentar as exportações brasileiras de frutas frescas na América do Norte.

“Essa missão nos permite entender com mais profundidade as demandas e particularidades do mercado canadense. Será uma oportunidade importante para aumentar e consolidar os relacionamentos comerciais com os importadores daquele país”.

Para o gerente comercial da empresa Dom Vicente, Welligton Pathric, a iniciativa representa uma oportunidade concreta de expansão de mercado.

“A proposta é estabelecer novas conexões com o mercado canadense, com foco na expansão e descentralização da operação de limão, aproveitando de forma estratégica essa janela de mercado, ainda que curta, na América do Norte”, afirma.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ibovespa destoa do exterior e recua pressionado por Petrobras


Logotipo Reuters

Por Paula Laier

SÃO PAULO, 17 Abr (Reuters) – O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, sem conseguir acompanhar o viés otimista desencadeado por expectativas de um fim próximo para a guerra no Irã, uma vez que o tombo dos preços do petróleo derrubou as ações da Petrobras e de outras petrolíferas negociadas na B3.

As cotações da commodity desabaram após o Irã anunciar a reabertura do Estreito de Ormuz, rota para um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, que estava praticamente fechada desde o começo da guerra no final de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,55%, a 195.733,51 pontos, no terceiro pregão seguido no vermelho e encerrando a semana com declínio de 0,81%. No melhor momento do dia, pela manhã, avançou a 198.665,65 pontos. Na mínima, à tarde, registrou 195.367,90 pontos. O índice Small Caps, que não tem os papéis da Petrobras na sua composição, fechou em alta de 0,93%.

O volume financeiro no pregão somou R$44,73 bilhões, em dia também marcado pelo vencimento de opções sobre ações na bolsa paulista.

O barril do petróleo sob o contrato Brent fechou em queda de 9,07%, a US$90,38, determinada principalmente pela declaração do ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, de que a passagem de todas as embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz está completamente liberada após acordo de cessar-fogo firmado no Líbano.

Araqchi afirmou em uma publicação no X que o estreito está aberto para todas as embarcações comerciais durante o restante da trégua de 10 dias, mediada pelos EUA, entre as forças israelenses e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, e acordada entre Israel e Líbano.

Em paralelo, referendando o tom otimista nos mercados, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que negociações poderiam ocorrer no fim de semana e que acreditava que um acordo para acabar com a guerra do Irã virá “em breve”.

Em Nova York, o S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, avançou 1,2%, renovando máximas.

De acordo com o responsável pela mesa de ações e sócio do BTG Pactual, Jerson Zanlorenzi, houve um “fortíssimo” movimento de descompressão de risco no mercado internacional, decorrente principalmente do movimento dos preços do petróleo. Zanlorenzi acrescentou que a forte queda da commodity naturalmente gera uma melhora do otimismo internacional, principalmente em relação a risco institucional e preço de combustíveis e matéria-prima energética e, consequentemente, inflação.

“Isso ajuda muito o Brasil”, afirmou, explicando que o Ibovespa acabou sendo penalizado pelo peso muito grande que as ações da Petrobras – que chegaram a desabar 7,6% no pior momento no caso das preferenciais – têm na sua composição. Na carteira válida para o pregão desta sexta-feira, publicada pela B3, as ações da Petrobras detinham uma participação combinada de 13% no índice.  

Zanlorenzi ponderou que essa melhora do mercado internacional, porém, pode devolver um otimismo maior para o mercado norte-americano e afetar o fluxo de capital global, que vem sendo um dos principais suportes para as ações brasileiras. A piora da perspectiva de risco para os EUA desencadeou desde o ano passado um movimento de rotação de ativos, com recursos saindo do mercado norte-americano principalmente para mercados emergentes, com o Brasil beneficiando-se de tal migração.

“Talvez a retomada de uma exuberância muito grande de preço ou de perspectiva nos Estados Unidos possa impactar um pouco a entrada de capital…(para as ações brasileiras)”, acrescentou Zanlorenzi, avaliando que isso pode explicar a bolsa brasileira não ter mostrado uma “euforia” nesta sessão. 

Entre as ações com maior queda nesta sessão, apontou, estão justamente aquelas que receberam grande parte desse fluxo externo e mais subiram, como Petrobras e Axia, o que pode ser o estrangeiro realizando lucros.

Dados da B3 sobre a movimentação de investidores estrangeiros mostram uma entrada líquida de R$14,6 bilhões em abril até o dia 15, com o saldo no ano positivo em R$68 bilhões.

No começo da semana, apoiado por esse fluxo, o Ibovespa renovou recordes e testou os 199 mil pontos pela primeira vez.

    DESTAQUES

• PETROBRAS PN caiu 4,86% e PETROBRAS ON recuou 5,31%, minadas pelo declínio dos preços do petróleo. A estatal também anunciou acordo para comprar uma participação da petrolífera Oranto e assumir como operadora do bloco 3, no offshore de São Tomé e Príncipe, na África. Nem o “upgrade” dos analistas do Bank of America, que elevaram a recomendação para as ações da estatal para compra, reverteu o efeito negativo do exterior. No setor, PRIO ON perdeu 4,03%, BRAVA ENERGIA ON cedeu 6,28% e PETRORECONCAVO ON encerrou em queda de 4,12%.

• AXIA ON perdeu 3,16%, tendo ainda no radar corte na previsão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para o crescimento da carga de energia no Brasil em abril. O órgão agora prevê crescimento de 0,7% ante igual mês de 2025, a 82.239 megawatts médios, abaixo do incremento de 1,9% da projeção anterior.

• VALE ON subiu 2,64%, no primeiro pregão após divulgar que elevou em 3,9% suas vendas de minério de ferro entre janeiro e março ante o mesmo período de 2025, alcançando o maior volume para um primeiro trimestre desde 2018. A produção de minério de ferro da companhia cresceu 3% na mesma comparação. Na China, o contrato futuro de minério de ferro mais negociado em Dalian subiu 0,39%, a 778,5 iuans (US$114,06) a tonelada.

• BRADESCO PN avançou 1,97%, melhor desempenho entre os bancos do Ibovespa, apoiado ainda em expectativas positivas para o balanço do primeiro trimestre. Para analistas do Safra, o Bradesco será o único grande banco incumbente a apresentar leve expansão sequencial no retorno sobre o patrimônio (ROE). No setor, ITAÚ UNIBANCO PN caiu 0,38%, BANCO DO BRASIL ON valorizou-se 0,49% e SANTANDER BRASIL UNIT terminou com elevação de 0,45%.

• USIMINAS PNA fechou em alta de 3,15%, em pregão positivo no setor, com CSN ON avançando 2,57% e GERDAU PN subindo 0,05%. Analistas do BTG Pactual chamaram a atenção para dados do setor, como uma “dose muito necessária de otimismo”, após meses de indicadores negativos e rentabilidade no setor em mínimas de uma década.

• FLEURY ON caiu 2,57%. Analistas do BTG Pactual cortaram recomendação da ação para neutra e o preço-alvo de R$19 para R$18. Eles ressaltaram que o “downgrade” não tem a ver com performance operacional, mas reflete um ‘valuation’ relativo menos atrativo em comparação com os principais ‘benchmarks’ do setor de saúde e menor probabilidade de um desfecho de M&A.

• ONCOCLÍNICAS ON, que não faz parte do Ibovespa, disparou 15,33%, a R$1,58, após obter decisão liminar da Justiça de São Paulo concedendo proteção contra vencimento antecipado de dívidas.

(Edição Alberto Alerigi Jr.)





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AgroNewsPolítica & Agro

China amplia importações de soja, mas frustra expectativas


Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) referente ao período de 10 a 16 de abril, divulgada nesta quinta-feira (16), as cotações da soja na Bolsa de Chicago voltaram aos níveis da semana anterior após um movimento de recuo. O primeiro contrato fechou o dia a US$ 11,63 por bushel, ante US$ 11,65 na semana anterior.

De acordo com a Ceema, o cenário internacional segue influenciado por fatores geopolíticos e climáticos. “A continuidade da guerra no Oriente Médio, com um cessar-fogo capenga, não permite que o mercado mundial do petróleo e outras commodities básicas se acomode”. A entidade também aponta que o avanço do plantio nos Estados Unidos começa a pressionar as cotações, com maior atenção ao chamado mercado climático.

Ainda conforme a análise, o ritmo de plantio da safra norte-americana surpreende o mercado. Até 12 de abril, a área semeada alcançava 6% do esperado, acima da média histórica de 2% para o período. Para a Ceema, esse desempenho indica condições climáticas dentro da normalidade até o momento.

No comércio exterior, os embarques de soja dos Estados Unidos somaram 814.562 toneladas na semana encerrada em 9 de abril, elevando o total do ano comercial para 31,5 milhões de toneladas, volume 25% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior.

Outro fator de impacto foi a greve de caminhoneiros autônomos na Argentina, que provocou bloqueios em rotas de acesso aos portos. Segundo a Ceema, a paralisação influenciou o mercado de derivados. “A logística da principal colheita e o abastecimento normal dos portos, em um momento crucial para a entrada de divisas no vizinho país”. Com isso, o farelo de soja em Chicago atingiu US$ 334,40 por tonelada curta em 15 de abril, maior valor desde 2 de outubro de 2024.

Na China, as importações de soja cresceram 14,9% em março na comparação anual, mas ficaram abaixo das expectativas do mercado. O volume totalizou 4,02 milhões de toneladas, impactado por atrasos nos embarques brasileiros em razão de inspeções mais rigorosas. No acumulado de janeiro a março, as compras chinesas somaram 16,6 milhões de toneladas, queda de 3,1% frente ao mesmo período de 2025.

Nos Estados Unidos, a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas (NOPA) informou que o esmagamento de soja em março atingiu 6,16 milhões de toneladas, resultado 16% superior ao observado no mesmo mês do ano passado e o segundo maior já registrado para o período.





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MT exporta 251,83 mil t de carne bovina no 1º trimestre e bate recorde, diz Imac


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O Estado do Mato Grosso registrou desempenho histórico nas exportações de carne bovina no primeiro trimestre de 2026, consolidando a liderança nacional no setor. O Estado embarcou 251,83 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), o maior volume já registrado para um primeiro trimestre na série histórica, informou o Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) em nota. O volume representa 26,72% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no período.

Na comparação anual, as exportações mato-grossenses cresceram 53,39% em volume. A receita acompanhou o movimento e atingiu US$ 1,11 bilhão, alta de 74,71%, impulsionada pelo aumento da demanda externa e pela valorização da carne exportada, que teve preço médio de US$ 4,54 mil por tonelada.

China mantém liderança

A China manteve a liderança entre os destinos da carne produzida no Estado, concentrando 50,82% dos embarques no trimestre, o equivalente a 127,97 mil TEC. Já os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 9,14% das compras (23,03 mil TEC), mas com forte ritmo de expansão. Em apenas três meses de 2026, o mercado norte-americano já absorveu 57,38% de todo o volume exportado para o país ao longo de 2025.

Para o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, o resultado reflete uma combinação de fatores estruturais do setor. “Mato Grosso tem avançado na abertura de mercados e na valorização da sua carne. Esse crescimento mostra não só a força da produção, mas também a confiança dos compradores internacionais na qualidade e na regularidade do produto”, afirmou, em nota.

Ele destaca, ainda, o ganho de valor agregado nas exportações. “Além de volume, estamos ganhando valor. Isso passa por uma combinação de eficiência produtiva, melhoria genética, manejo e, cada vez mais, pela adoção de práticas sustentáveis, que são exigências dos mercados mais exigentes”, completou.

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Curso de laticínios é oportunidade para aprender ou aperfeiçoar a produção


Diversos tipos de queijo, requeijão, ricota, doce de leite, bebida láctea, achocolatado e iogurtes. O preparo de todos esses produtos, seguindo as boas práticas de produção na agroindústria, as análises físico-químicas e microbiológicas do leite e até a escolha de embalagens e rótulos para os produtos são abordadas no Curso de Processamento Artesanal de Laticínios ofertado pelo Centro de Treinamento de Agricultores de Fazenda Souza (Cefas), em Caxias do Sul.

Nesta semana, nove alunos de sete municípios gaúchos participam do curso, com 40 horas de duração, que iniciou na segunda (13/04) e encerra nesta sexta-feira (17/04). Nesta edição, eles também elaboraram alguns produtos inovadores, como queijo colonial trufado com doce de leite de ovelha e queijo colonial com passas de cerejas.

Proprietária da agroindústria Ovelha Arteira, em Picada Café, que segue em fase de análise dos produtos, Katia Reichert Michaelsen aceitou o convite da extensionista da Emater/RS-Ascar para participar da qualificação. A produtora, que trabalha com ovelhas leiteiras da raça Lacaune, levou 20 litros do leite para uso no curso.

Katia conta que o marido, Ismael, já tinha feito o curso em 2022 e repassado os ensinamentos para ela, mas mesmo assim sentiu a necessidade de ver algumas técnicas importantes para produzir produtos diferenciados e de qualidade. “O queijo e todos os derivados do leite são muito especiais e a gente tem que realmente estar afinado para fazer bons produtos. O curso é muito bom, recomendo não só pra quem tem o interesse em abrir uma agroindústria, mas pra quem quer fazer para sua família. Já aprendi muito essa semana, vi o quanto que eu vou ter que mudar algumas coisas quando eu chegar na minha propriedade. A Emater faz um trabalho maravilhoso para ajudar o pequeno agricultor e eu só agradeço a oportunidade de poder fazer o curso e melhorar cada vez mais os nossos produtos”, ressaltou.

O próximo curso de laticínios do Cefas acontece de 10 a 14 de agosto. Para informações e inscrições, entre em contato com a extensionista Elenise Trevisan, pelo fone (54) 99627-4690.

Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar – Regional de Caxias do Sul

Jornalista Rejane Paludo

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Brasil ganha segunda certificação para carnes premium produzidas em rebanhos leiteiros


Para um touro receber o selo Canchim on Dairy, deve atender a critérios técnicos baseados em avaliações genéticas para garantir o desempenho e a segurança do cruzamento
Para um touro receber o selo Canchim on Dairy, deve atender a critérios técnicos baseados em avaliações genéticas para garantir o desempenho e a segurança do cruzamento

A raça canchim recebeu um selo Beef on Dairy (carne no leite). A linhagem bovina é a segunda no Brasil a receber esse tipo de selo, a primeiro foi a raça angus. A certificação que será denominada Canchim on Dairy, terá a identificação de touros da linhagem que estejam aptos para cruzamento com vacas leiteiras mestiças, da raça girolando, com o propósito de garantir a qualidade dos bezerros.

A certificação vai além da intenção de produzir carnes de alta qualidade, a iniciativa diversifica a renda dos produtores de leite, que podem ganhar com outras formas de comercialização dos animais.

A pesquisadora da Embrapa Pecuária explicou um pouco sobre a a importância do selo para esses produtores.

“O objetivo é atender ao produtor que deseja uma segunda fonte de faturamento, vendendo esses animais para corte. Canchim é uma raça terminal que, ao ser cruzada com vacas mestiças, traz melhor qualidade de carcaça, mais peso ao desmame e ao sobreano (novilho com mais de um ano). Além disso, é uma alternativa que agrega bem-estar animal, evitando o descarte de machos recém-nascidos, que passam a ser recriados e destinados ao abate por possuírem uma carne superior”, comentou Cintia Marcondes.

Pesquisadora da Embrapa Cintia Marcondes
Pesquisadora da Embrapa Cintia Marcondes

O chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul (RS), Fernando Cardoso, ressaltou a relevância do selo na identificação de reprodutores mais adequados para cruzamento com as vacas leiteiras. Após a identificação através do selo, pode direcionar os produtores as centrais de inseminação e dar destaque a eles em leilões.

Além de Cardoso, a presidente da Associação Brasileira de Canchim (ABCCAN), inteirou que a certificação para a raça estabelece segurança para quem cruza esses animais, “Embora o cruzamento entre o Canchim e raças leiteiras já seja uma prática tradicional entre nós pecuaristas, a criação de um selo oficial traz reconhecimento, padronização e segurança ao mercado. Essa iniciativa fortalece a integração entre pecuária de leite e de corte.”

Cintia Marcondes ainda destaca as características da raça e sua similaridade com o necessário para a criação em regiões mais quentes, como o Centro e o Norte do país. Ela cita a pelagem clara e adaptação ao calor. Além disso, as carcaças de maior rendimento e gordura adequada para os trópicos em questão. A pesquisadora também comenta como bezerros canchim podem superar o nelore de 10% a 15% no peso à desmama.

Como conseguir o selo?

O touro para receber o selo deve estar dentro de determinados critérios técnicos com base em avaliações genéticas que garantam o desempenho e a segurança do cruzamento.

“Utilizamos como base as avaliações genéticas do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo). Estabelecemos critérios restritivos para a análise, cujo resultado indica se o touro pode ou não receber o selo.” comenta Cintia Marcondes.

Selo Canchim on Dairy

Os critérios para determinar o touro como apto a receber o selo são os seguintes:

  • Peso ao nascer (PN): animais com Decas* menores ou iguais a 4 (até 40% melhores da raça), visando bezerros com menor peso ao nascimento para evitar dificuldade no parto.
  • Ganho de peso: Decas menores ou iguais a 5 para garantir potencial de crescimento do nascimento ao sobreano.
  • Conformação ao sobreano: Decas menores ou iguais a 3, visando musculosidade superior.
  • Tamanho ao Sobreano: Decas entre 3 e 5 para identificar machos de tamanho mediano, evitando carcaças excessivamente grandes ou pequenas.
  • Área de Olho de Lombo: Decas menores ou iguais a 4 para assegurar rendimento de carcaça e qualidade de cortes nobres.

Simulações já realizadas na base de dados da Promebo identificaram que esses critérios já determinaram se diversos machos já estão qualificados para obter o certificado.

Benefícios da nova certificação

Após o animal atender os critérios e adquirir o selo no certificado de avaliação genética, ele será considerado apto para reprodução. O selo servirá como guia para o produtor dono do animal e para as centrais de coleta e processamento de sêmen.

A certificação do touro, além de aumentar os preços dos bezerros originários, vai diminuir os riscos dos partos para vacas leiteiras, criar um produto diferenciado para o mercado e melhora a sustentabilidade do sistema.

O novo selo é considerado uma revolução para a pecuária brasileira, unindo ciência e aplicação prática no campo. A raça canchim, além de posuir ótimo mercado para o semen, também é muito usada no campo. Cintia comenta que a certificação abre portas até para pequenos produtores, através de consórcios.

“Em nossa região tropical, o uso da raça Angus não é viável a campo, apenas via sêmen. Assim, o Canchim é uma alternativa especializada para substituir touros de raças zebuínas, como Tabapuã ou Guzerá, no cruzamentos com vacas mestiças para gerar bezerros melhores. Um ponto interessante é que tanto machos quanto fêmeas cruzados têm valor de mercado.”, completou a pesquisadora.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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AgroNewsPolítica & Agro

Pela primeira vez no Brasil, trator MF 9S chega à Agrishow 2026 com foco em automação, eficiência e conectividade


A Massey Ferguson, referência no mercado brasileiro, apresenta pela primeira vez no Brasil o trator MF 9S, o maior e mais potente da marca, com potências que chegam até 425 cv. O lançamento acontece durante a Agrishow 2026, realizada de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto (SP).

Desenvolvida para uma agricultura inteligente, a nova série reúne tecnologias que elevam o conforto, a produtividade e a conectividade, como direção autônoma, assistentes de operação e monitoramento remoto em tempo real, ampliando as soluções para operações de larga escala e reforçando o avanço da mecanização orientada por dados no campo.

“O MF 9S é o carro-chefe do novo segmento de alta potência dentro do nosso portfólio. Descomplicada, confiável e conectada, a série combina uma experiência de usuário aprimorada com tecnologia inovadora para oferecer um equipamento versátil e que atenda às necessidades dos agricultores”, explica Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produto Massey Ferguson.

Automação das operações

Monitoramento remoto: gestão e diagnóstico em tempo real

A nova série conta com piloto automático (MF Guide), sistema que mantém o trator na linha com precisão centimétrica. O modelo também realiza manobras praticamente sozinho: com o MF AutoTurn, se alinha à próxima passada, enquanto a função de cabeceira (AutoHeadland) executa comandos de forma automática no fim e início de cada linha, reduzindo a intervenção do operador e aumentando a eficiência operacional.

Outro destaque é a conectividade. Com o MF Connect, o produtor acompanha à distância dados como consumo de combustível, localização e desempenho da máquina, que permitem gestão e diagnóstico remoto em tempo real, em qualquer lugar. Outra novidade em conectividade é a nova plataforma FarmEngage, que une dados agronômicos e permite a conexão com outras máquinas já existentes na propriedade, mesmo de outras marcas.

Equipado com motor AGCO Power de seis cilindros e tanque de combustível 5% maior, de 660 litros, todos os modelos contam com a transmissão Dyna-VT continuamente variável, que proporciona maior torque e potência, sem a necessidade de mudança de marcha, proporcionando maior rendimento operacional e menor consumo de combustível. O MF 9S está disponível nas versões grãos com rodados duplos dianteiros e traseiros que auxiliam em uma maior capacidade de tração e na versão grãos com rodados single.

O design exclusivo Protec-U reduz vibrações, melhora a visibilidade e diminui os níveis de ruído. Com um vão de 18 cm que isola o motor da cabine, a nova série oferece uma das cabines mais silenciosas e espaçosas do mercado, com 3,4 m³, garantindo maior conforto operacional, além de mais eficiência e segurança ao operador em jornadas prolongadas.

O novo painel digital MF vDisplay de fácil leitura, mostra todas as informações do trator e permite que as configurações sejam facilmente personalizadas e alteradas com um botão giratório no volante. O banco é equipado com um apoio de braço amplo e confortável, que acomoda o terminal touchscreen Datatronic 5 e o joystick Multipad, fornecendo controle e configuração ideais de todas as funções principais. A iluminação LED de 360° facilita o trabalho noturno para os produtores que necessitam de uma jornada estendida.

Solução completa para o plantio de alta performance

O trator MF 9S atua de forma integrada à nova plantadeira Momentum nas versões de 30 e 40 linhas. Desenvolvida para operações de grande escala, a Momentum incorpora tecnologias exclusivas oferecendo eficiência, qualidade agronômica e ganho de produtividade.

O sistema de chassi inteligente garante maior uniformidade de profundidade de plantio, fator decisivo para a emergência homogênea das plantas. “Ensaios de campo demonstram ganhos de até 3% na produtividade da soja e 2,3% no milho safrinha, reflexo direto da melhor emergência e no vigor inicial das culturas, o que pode representar até R$ 465,00 por hectare em retorno econômico ao produtor”, detalha Zanetti.

A tecnologia Smart Frame e Weight Transfer realizam a distribuição automática de peso ao longo de toda a estrutura da plantadeira, garantindo melhor contato das linhas com o solo em diferentes condições de terreno, aplicando carga adicional nas seções da máquina em situações de desnível, evitando o levantamento das linhas nas extremidades, um desafio comum em plantadeiras de grande largura de trabalho e que proporcionam uma profundidade de plantio uniforme,

Outro diferencial está no controle de insumos. A plantadeira conta com a tecnologia VSet para singulação de sementes e o sistema VDrive, que realiza o controle linha a linha, evitando falhas e sobreposições. A grande novidade é a adoção do novo vApply, tecnologia da Precision Planting para controle de fertilizantes, que passa a oferecer monitoramento mais preciso da dosagem e controle de seção, evitando a sobreposição de insumos nas manobras em cabeceiras ou curvas de nível.

O monitor 20/20 de nova geração amplia a visibilidade do operador, com dados em tempo real e integração com câmeras, facilitando a identificação de possíveis falhas e aumentando o controle da operação. Além disso, melhorias no fluxo de palha e no design das linhas reduzem o risco de embuchamento, especialmente em áreas de plantio direto.

“O MF 9S, aliado a Momentum 30 e 40 linhas, representa um novo patamar de eficiência para grandes produtores. É uma solução completa que combina potência, inteligência operacional e qualidade agronômica, garantindo mais produtividade e melhor aproveitamento das janelas de plantio”, afirma o executivo.





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Embrapa aposta em planta para recuperar solos no cultivo de arroz e feijão


planta e um trator
Foto: Leandro Pimenta

A Embrapa Arroz e Feijão vem trabalhando com plantas leguminosas para aprimorar o cultivo do arroz irrigado e do feijão, a fim de recuperar a qualidade de solos. A planta do gênero Sesbania mostrou-se bastante promissora, apresentando potencial para beneficiar e agregar qualidade ao solo.

De acordo com o técnico da Embrapa, Leandro Pimenta, o cultivo vem sendo conduzido há cerca de dez anos na Fazenda Palmital, área onde são estabelecidos os experimentos de melhoramento de arroz irrigado.

Leandro conta que, no local, essas leguminosas vêm sendo plantadas em rotação com arroz, sendo observado reflexo positivo no desempenho da cultura.“Visualmente, a lavoura de arroz fica com uma aparência melhor ao ser cultivada em áreas que tinham Sesbania”, disse.

Segundo ele, essa constatação vem ao encontro da literatura científica, que aponta que o gênero Sesbania é capaz de aumentar a matéria orgânica e fixar nitrogênio ao solo, tendo potencial para incrementar a produtividade do arroz e reduzir a dependência por fertilizantes nitrogenados importados, que oneram custos de produção.

“Essas plantas são um verdadeiro achado, pois é muito difícil ter leguminosas que desenvolvam bem em ambientes com solos encharcados”, complementou Leandro.

Processo

Conforme o técnico, para avaliar o impacto do cultivo de Sesbania sobre o arroz em áreas irrigadas, será preciso fazer testes com medições apuradas, por exemplo, para a produtividade de grãos.

Nesse caso, quantidade e qualidade de matéria orgânica agregada ao solo, bem como outros fatores como: supressão de doenças e plantas daninhas, incremento na atividade microbiana e possível efeito biorremediador do solo, em diferentes locais que representem os ambientes produtivos.

Leandro explicou que o trabalho com leguminosas do gênero Sesbania já permitiu acumular muita informação sobre o sistema de cultivo.

O estabelecimento ocorre com semeadora ou a lanço, a depender da facilidade de operacionalização, no começo da safra de verão, por volta de outubro a novembro de cada ano, utilizando aproximadamente 15 kg ha-1 (quilos por hectare) de sementes previamente escarificadas.

Pode ser preciso, na fase inicial, fazer uma aplicação de graminicida pós-emergente. Após um período aproximado de 110 dias, na floração, as leguminosas são incorporadas ao solo por meio do equipamento rolo-faca, resultando em torno de 60 toneladas de massa verde por hectare, da parte aérea, adicionada ao solo.

Reparação e descontaminação

Uma virtude adicional de Sesbania é que se trata de um gênero de plantas reconhecido nas investigações científicas como capaz de melhorar e contribuir para recuperação funcional dos solos.

Em situações como nas enchentes de 2024, no Rio Grande do Sul, onde houve a destruição de lavouras de arroz irrigado por inundação, Sesbania tem potencial para resgate da qualidade do solo, do ponto de vista químico, físico e biológico, favorecendo o retorno à atividade orizícola.

Pode-se também pensar no uso de Sesbania para ajudar na reparação de solos contaminados com rejeitos de mineração, como no caso do rompimento da barragem de Mariana (MG), que impactou a Bacia do Rio Doce.

Há relatos científicos que Sesbania pode absorver do solo elementos químicos tóxicos que, ao serem retirados, ficam na parte aérea da planta, que pode ser cortada e destinada apropriadamente, pois requer monitoramento e destinação adequada da biomassa.

Além disso, mesmo quando a retirada total do metal não é alta, Sesbania pode contribuir por outra via importante: a fitoestabilização, ou seja, a capacidade de reduzir a mobilidade desses elementos no ambiente.

Por crescer rápido e produzir muita biomassa, a planta ajuda a cobrir e proteger o solo, diminuindo erosão e carreamento de partículas para cursos d’água; ao mesmo tempo, raízes e matéria orgânica podem favorecer a imobilização de metais na zona radicular, reduzindo a disponibilidade imediata no sistema solo–água–planta.

Próximos objetivos

Em relação ao resgate de passivos ambientais ou para aprimorar o cultivo do arroz em áreas irrigadas por inundação, há a possibilidade de elaboração de projetos de pesquisa para testar o potencial de Sesbania sp., o que deve ser o próximo passo dos especialistas da Embrapa.

O pesquisador Mabio Lacerda, da Embrapa Arroz e Feijão, informou que estão sendo elaborados protocolos de pesquisa para a condução de testes que meçam o impacto de Sesbania em sistemas agrícolas com arroz e feijão, dentre outras culturas.

“Pretendemos escolher regiões no Brasil para os experimentos, realizando a caracterização do solo, a estratificação de ambientes e o delineamento de ensaios que permitam obter dados para avaliar as relações solo-planta-grão” conta Mabio Lacerda.

Ele ainda esclarece que, posteriormente, o objetivo é recomendar cultivares de arroz e de feijão, além da melhor forma de manejar as lavouras e plantas condicionadoras de solo como Sesbania.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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AgroNewsPolítica & Agro

Café” conecta alunos do meio rural à cadeia de exportação em Varginha (MG)


Imersão na NKG Stockler destacou práticas sustentáveis, oportunidades de carreira e processos da cadeia do café além da produção no campo

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a NKG Stockler e a associação De Olho no Material Escolar deram continuidade às atividades do projeto “Vivenciando a Prática: Café”, ontem, 16 de abril, em parceria com a Escola Estadual da Fazenda Bela Vista, situada na zona rural do município de Varginha (MG).

Alunos do 1º e do 3º anos do ensino médio participaram de uma visita técnica à unidade Princesa da NKG Stockler, onde tiveram a oportunidade de conhecer as etapas da cadeia do café relacionadas à exportação. A escolha de uma escola rural como parceira do projeto foi uma prioridade para a empresa, que reforça o objetivo de ampliar a visão de estudantes que já possuem vínculo com a cafeicultura, apresentando os processos que vão além da produção no campo.

Foram realizadas apresentações institucionais sobre a trajetória da NKG Stockler, sua atuação no Brasil e no exterior, com operações e fazendas em países como México e Uganda, além de palestras sobre sustentabilidade, comercialização e rastreabilidade.

Também foram apresentadas as ações desenvolvidas pela empresa junto aos produtores, a atuação técnica no campo, as certificações e iniciativas como o programa NKG Verified, que possui foco em boas práticas e rastreabilidade.

Os alunos tiveram, ainda, contato com as diversas áreas de atuação dentro da empresa, incluindo carreiras nas áreas jurídica, logística, agronômica, mecânica e de rastreabilidade, ampliando a compreensão sobre a diversidade de oportunidades profissionais no setor cafeeiro.

Durante a programação, os discentes acompanharam as atividades do setor de classificação, aprendendo sobre avaliação física e sensorial dos grãos, e participaram de uma degustação de cafés com diferentes níveis de qualidade, compreendendo a relação entre características do fruto e o perfil sensorial da bebida.

Um dos destaques da programação foi o depoimento de jovens colaboradores da empresa, que compartilharam suas trajetórias profissionais e reforçaram, de forma próxima e inspiradora, a importância dos estudos, do aprendizado de idiomas e do esforço pessoal na construção de uma carreira, conectando-se diretamente com a realidade dos estudantes.

Para estimular a reflexão e a escrita, o projeto promoverá um concurso de redação com o tema “Porque eu quero trabalhar com o café”, incentivando os alunos a expressarem seus aprendizados. Os autores dos três melhores textos e seus professores orientadores serão premiados.

A próxima visita à NKG Stockler está prevista para a próxima semana, encerrando esta primeira etapa de vivência prática do projeto. No segundo semestre, será realizada a cerimônia de premiação dos alunos.

Ao aproximar alunos do meio rural da dinâmica da cadeia produtiva do café além da porteira, o projeto “Vivenciando a Prática: Café” amplia o conhecimento sobre o setor e reforça o compromisso das instituições com a formação de jovens, o desenvolvimento local e a construção de um futuro mais sustentável para a cafeicultura.





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