sexta-feira, março 27, 2026

Agro

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Boi gordo renova máximas e mantém mercado firme no Brasil


Boi gordo no pasto
Foto: Semagro/MS

O mercado do boi gordo segue em alta no Brasil, com renovação de máximas históricas em importantes praças ao longo desta semana. O movimento é sustentado pela oferta controlada de animais, boa demanda interna e desempenho consistente das exportações.

Segundo a analista da Datagro, Beatriz Bianchi, o avanço dos preços não está restrito a uma única região. “Vimos movimentações interessantes, com alta. Ontem mesmo, a praça paulista renovou sua máxima histórica, com a arroba a R$ 353,67. Isso não é algo pontual e se estende para outras regiões que também atingiram máximas da série”, afirmou.

O cenário também é favorecido pelas boas condições de pastagem, que permitem ao pecuarista dosar a oferta de animais terminados. Com isso, as escalas de abate seguem encurtadas e pressionadas, com média inferior a oito dias. “A oferta ganha tração com as chuvas e o pasto, o que permite um melhor gerenciamento da venda de animais”, explicou.

No mercado futuro, o viés permanece positivo, refletindo o otimismo dos agentes diante da combinação de oferta restrita e demanda aquecida.

Pelo lado do consumo, os preços no atacado paulista acima de R$ 23 por quilo seguem dando sustentação ao mercado, com uma demanda considerada resiliente e bom escoamento da carne.

No comércio exterior, o Brasil mantém desempenho consistente. Apesar da desaceleração no ritmo de crescimento dos embarques em março, após recordes no primeiro bimestre, as exportações continuam em patamar elevado. A estratégia inclui a dosagem das remessas à China, buscando um melhor aproveitamento da cota disponível no mercado chinês.

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Mapa cria grupo de trabalho para avançar na sustentabilidade da carne bovina


carne bovina
Foto: Divulgação Mapa

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instituiu, nesta quinta-feira (26), por meio da Portaria nº 898, o Grupo de Trabalho (GT) Carne Bovina Sustentável – Cadeia de Fornecimento. A iniciativa tem como finalidade avaliar e propor práticas agropecuárias sustentáveis em toda a cadeia da carne bovina.

O GT atuará na formulação de propostas voltadas à promoção da transparência, à integração de informações públicas e privadas, ao uso de bases oficiais de dados e ao desenvolvimento e aplicação de ferramentas de rastreabilidade. A proposta é ampliar o controle e a eficiência da cadeia produtiva, alinhando sustentabilidade e competitividade.

O grupo é composto por representantes de quatro áreas do Mapa: Secretaria-Executiva, Secretaria de Defesa Agropecuária, Secretaria de Desenvolvimento Rural e Secretaria de Política Agrícola, além de instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

Entre as atribuições do GT estão identificar, analisar e avaliar critérios, parâmetros e prazos de políticas de rastreabilidade e de práticas sustentáveis; propor a harmonização entre iniciativas do Mapa e demais parâmetros técnicos; promover a interlocução entre governo, setor produtivo e financeiro; e desenvolver soluções financeiras que aumentem a eficiência e a sustentabilidade do setor.

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Agroindústria cresce 0,5% em janeiro impulsionada por alimentos e práticas sustentáveis


Agricultura
Foto: Pixabay

A agroindústria brasileira registrou crescimento de 0,5% em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado reflete, entre outros fatores, o avanço de práticas sustentáveis no campo, como o uso de bioinsumos, que contribuem para maior eficiência produtiva e redução de impactos ambientais.

O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelas indústrias de alimentos e bebidas. Os produtos de origem vegetal lideraram a alta, com crescimento de 5,1%, puxados por itens como conservas, sucos, óleos e gorduras, além de arroz, trigo e açúcar refinado.

Já os alimentos de origem animal também apresentaram avanço, com alta de 0,5%, com destaque para carnes, laticínios e pescados, reforçando a demanda por produtos básicos na cadeia alimentar.

Por outro lado, as agroindústrias não alimentícias registraram queda, com recuo na produção de insumos agropecuários, produtos têxteis e florestais. O impacto negativo foi parcialmente compensado pelo aumento na produção de biocombustíveis e fumo.

Mesmo com resultados distintos entre os segmentos, o desempenho geral evidencia a resiliência da agroindústria, que cresceu enquanto a indústria de transformação apresentou retração de 1,9% no mesmo período.

Segundo o índice de produção agroindustrial do Centro de Estudos do Agronegócio da FGV, esses números confirmam a capacidade do setor de ampliar a produção, garantir abastecimento seguro e contribuir para a sustentabilidade econômica e ambiental do país. 

“Além de serem mais sustentáveis, terem, por exemplo, uma pegada de carbono menor, são produzidos aqui no Brasil, então reduz a nossa dependência aos fertilizantes que temos que importar junto ao mercado internacional”, economista e pesquisador da FGV, Felippe Serigati

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Boi gordo sobe com oferta curta e demanda chinesa aquecida


altas nas temperaturas podem prejudicar a qualidade dos pastos brasileiros, boi gordo
Foto: Fernando Carvalho/arquivo Pessoal

O mercado físico do boi gordo registrou novos negócios acima da média nesta quinta-feira (26), sustentado pela combinação de oferta restrita e demanda firme, especialmente da China. Frigoríficos seguem com dificuldade para alongar as escalas de abate, reflexo da disponibilidade limitada de animais terminados.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o atual cenário favorece o pecuarista, que consegue segurar a oferta diante de boas condições de pastagem. Ao mesmo tempo, a demanda externa segue aquecida. Importadores chineses e exportadores brasileiros intensificam os embarques para aproveitar a cota disponível, que pode se esgotar entre maio e julho no ritmo atual.

  • Em São Paulo, a arroba do boi gordo foi cotada, em média, a R$ 357,67 na modalidade a prazo
  • Goiás: R$ 339,82
  • Minas Gerais: R$ 343,24
  • Mato Grosso do Sul: R$ 348,30
  • Mato Grosso: R$ 350,00

Atacado

No mercado atacadista, os preços permaneceram acomodados ao longo do dia, refletindo um escoamento mais lento entre atacado e varejo. A demanda interna segue enfraquecida, com o consumidor priorizando proteínas mais acessíveis, como frango, ovos e embutidos.

Entre os cortes, o quarto traseiro foi cotado a R$ 27,30 por quilo, o dianteiro a R$ 21,00 e a ponta de agulha a R$ 19,50.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,2558 para venda, fator que também contribui para a competitividade das exportações brasileiras de carne bovina.

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Fungo raro pode ajudar a combater praga que ameaça até 70% da produção de algodão


bicudo do algodoeiro
Foto: Foto: Sebastião de Araújo/ Embrapa

Uma descoberta feita por pesquisadores no Pantanal pode representar um avanço importante no combate a uma das principais pragas do algodão. Um fungo com potencial para controlar o bicudo do algodoeiro foi identificado durante uma expedição e pode se tornar uma alternativa biológica ao uso de defensivos químicos.

O bicudo é considerado uma das pragas mais prejudiciais à cultura, com capacidade de causar perdas de até 70% na produtividade.

O inseto ataca diretamente as estruturas reprodutivas da planta, como flores e maçãs, onde se alimenta, se desenvolve e deposita ovos, comprometendo tanto a produção quanto a qualidade da fibra.

“Então, todo o ciclo de vida dele vai ocorrer ou dentro de flores ou dentro das maçãs. Esse seu desenvolvimento e alimentação pode ocasionar entre 70% e 100% de perda de produtividade na cultura e também a perda de qualidade da fibra no final da colheita”, explica a engenheira agrônoma e coordenadora de portfólio da Biotrop, Lauany Cavalcante.

A descoberta ocorreu quando pesquisadores encontraram uma maçã de algodão com o inseto completamente colonizado por um fungo. A partir disso, foi identificado um isolado do gênero Cordyceps, que passou a ser estudado como potencial agente de controle biológico.

Em laboratório, o fungo é multiplicado por meio de um processo de fermentação, que acelera seu desenvolvimento. Quando aplicado no campo, o microrganismo germina sobre o inseto e passa a se alimentar de seu conteúdo interno, levando à morte da praga e interrompendo seu ciclo.

“Nesse processo de germinação, o cordíceps vai se alimentar de todo o conteúdo interno dos insetos. E após se alimentar de todo o conteúdo interno, ele vai entender que ele precisa sobreviver fora fora dali”, explica Lauany Cavalcante.

O produto está em fase final de registro e pode reduzir o uso de defensivos químicos no campo. “Faltava uma solução que preenchesse uma lacuna, que permitisse o manejo do bicudo com uma carga química menor, com mais eficiência, com uma solução biológica que traga rentabilidade e controle para o produtor”, destaca o presidente da Biotrop, Jonas Hipolito.

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AgroNewsPolítica & Agro

Corrente de comércio soma US$ 12,8 bilhões na semana


A corrente de comércio brasileira alcançou US$ 12,8 bilhões na terceira semana de março de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. No período, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,4 bilhão, resultado de exportações de US$ 7,1 bilhões e importações de US$ 5,7 bilhões.

No acumulado do mês, as exportações somam US$ 21,8 bilhões, enquanto as importações chegam a US$ 16,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 5,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 38,3 bilhões. No ano, o país registra US$ 72,7 bilhões em exportações e US$ 59,4 bilhões em importações, com superávit de US$ 13,3 bilhões e corrente de comércio de US$ 132,2 bilhões.

Na comparação das médias diárias até a terceira semana de março de 2026 com o mesmo período de 2025, houve queda de 4,0% nas exportações, que passaram de US$ 1,511 bilhão para US$ 1,452 bilhão. As importações recuaram 0,1%, de US$ 1,104 bilhão para US$ 1,103 bilhão. “Até a 3ª semana de março de 2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.555,71 milhões”, informou a Secex.

O saldo médio diário foi de US$ 348,47 milhões, enquanto a corrente de comércio apresentou retração de 2,3% na comparação com março de 2025. No desempenho setorial das exportações, a Indústria Extrativa registrou crescimento de 27,6% na média diária, enquanto a Agropecuária recuou 13,4% e a Indústria de Transformação caiu 10,3%.

Nas importações, houve aumento de 6,6% na Indústria Extrativa e de 0,3% na Indústria de Transformação, enquanto a Agropecuária apresentou queda de 24,9% na média diária. No acumulado mensal, a redução nas exportações foi influenciada principalmente pela queda nas vendas de produtos como café não torrado, soja e minério de Ferro.

Apesar da retração geral, alguns produtos apresentaram crescimento nas exportações, como animais vivos, milho e algodão em bruto, além de petróleo bruto e carne bovina. Já nas importações, a queda foi puxada por itens como trigo, óleos combustíveis e máquinas, enquanto houve aumento nas compras de fertilizantes, gás natural e veículos.





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Soja avança com Chicago e dólar, melhora preços e reativa negócios no Brasil; confira cotações


O mercado brasileiro de soja registrou melhora nas cotações ao longo desta quinta-feira (26), impulsionado pela alta na Bolsa de Chicago e pela valorização do dólar. O movimento abriu melhores oportunidades nos portos e contribuiu para destravar negócios, mesmo sem variações expressivas nos preços.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente foi mais favorável à comercialização. “O produtor apareceu mais no mercado hoje, o que ajudou a melhorar o fluxo”, afirmou. Apesar de leve recuo nos prêmios, o impacto sobre os preços físicos foi limitado.

Saiba os preços da soja no Brasil nesta quinta-feira (26):

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 126,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 120,00 para R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 109,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 113,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 110,50
  • Paranaguá (PR): passou de R$ 131,00 para R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): estável em R$ 131,00

Soja em Chicago

No cenário internacional, os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Chicago, sustentados pela valorização do petróleo e por sinais de demanda aquecida nos Estados Unidos. As exportações semanais americanas superaram as expectativas do mercado, com destaque para as compras da China.

Além disso, fatores geopolíticos e econômicos seguem no radar dos investidores. As incertezas no Oriente Médio continuam dando suporte ao petróleo, enquanto a possível retomada de negociações comerciais entre Estados Unidos e China aumenta as expectativas para o setor.

À espera do USDA

O mercado também aguarda dados importantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), como o relatório de intenção de plantio, que deve indicar aumento da área de soja no país, e os estoques trimestrais.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,2558 para venda, reforçando a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

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Consultoria eleva previsão da safra de soja do Brasil com avanço de área e produtividade


Foto: Pixabay

A safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 184,7 milhões de toneladas, consolidando mais um ciclo recorde no campo, segundo levantamento da Agroconsult. O resultado reflete principalmente a expansão da área plantada e a melhora na produtividade em importantes estados produtores.

De acordo com o coordenador técnico do Rally da Safra, Valmir Assarice, o crescimento da produção pode ser explicado por dois fatores centrais. “A gente pode dividir em dois fatores principais: o aumento da área e a melhora da produtividade”, afirmou. O primeiro é o aumento da área cultivada, que chegou a 49,1 milhões de hectares, avanço de cerca de 1 milhão de hectares em relação à safra anterior. “A área cresceu mais um ano”, destacou. Esse incremento, por si só, contribuiu com aproximadamente 3,5 milhões de toneladas adicionais.

O segundo fator foi o ganho de produtividade, mesmo sem recordes generalizados em todos os estados. Regiões como Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul apresentaram recuperação em relação ao ciclo passado, somando cerca de 6,5 milhões de toneladas a mais no comparativo anual. “Não que a produtividade seja recorde em todos os estados, mas há uma melhora significativa”, explica. Ainda assim, o estado gaúcho segue enfrentando dificuldades climáticas recorrentes, com mais uma quebra de safra, embora menor que em anos anteriores.

Safra de soja marcada por clima irregular

Segundo Assarice, a safra foi marcada por forte irregularidade climática. “O clima dificilmente é perfeito em todas as regiões”, ressaltou. O início do plantio, entre setembro e outubro, teve chuvas abaixo do esperado na região central do Brasil. Já em dezembro, houve maior uniformidade nas condições climáticas, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. “Dezembro foi o mês mais uniforme entre os estados”, pontuou.

A partir de janeiro, no entanto, o cenário mudou. O excesso de chuvas no Centro-Oeste contrastou com períodos de estiagem no Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, impactando negativamente o potencial produtivo da região. “A gente teve excesso de chuva no Centro-Oeste e estiagem no Sul”, disse.

O que vem por aí

Para a próxima temporada, a atenção do setor já se volta às possíveis mudanças no padrão climático, com a transição para um cenário de El Niño. Esse movimento pode provocar corte antecipado das chuvas, afetando principalmente a segunda safra de milho, além de trazer riscos para culturas como o trigo no Sul do país.

Apesar dos desafios, a expectativa é de que haja regularidade climática no início do próximo plantio da soja, evitando atrasos e garantindo melhores condições para o desenvolvimento da safra 2026/27.

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Governo eleva preços mínimos do café e de mais duas culturas na safra 2026/27


Café
Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou os preços mínimos para café, laranja in natura, sisal, trigo em grãos e semente de trigo da safra 2026/2027. Os valores constam na Portaria nº 895, divulgada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26).

Definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os preços servirão de base para as operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), com o objetivo de assegurar uma remuneração mínima aos produtores rurais.

Café tem maior reajuste

Entre os produtos, o café registra as principais altas.

O preço mínimo do café arábica foi fixado em R$ 792,53 por saca de 60 kg, alta de 19,71% em relação à safra anterior.

Para o café conilon, o valor subiu para R$ 556,97 por saca, avanço de 11,66%.

Os preços valem para todo o país, com vigência de abril de 2026 a março de 2027.

Laranja e sisal sobem de forma moderada

No caso da laranja in natura, os valores foram definidos por caixa de 40,8 quilos:

  • R$ 28,76 para todo o Brasil (exceto Rio Grande do Sul), alta de 1,13%
  • R$ 28,76 para o Rio Grande do Sul, com aumento de 14,17%

Já o sisal teve reajustes próximos de 7%:

  • R$ 4,37/kg para o produto bruto desfibrado (+6,85%)
  • R$ 5,04/kg para o beneficiado (+6,78%)

A vigência, nesses casos, vai de julho de 2026 a junho de 2027.

Trigo permanece sem alteração

Para o trigo em grãos, não houve mudança nos preços mínimos em relação à safra anterior.

Os valores seguem variando conforme tipo e região. No Sul, por exemplo:

  • Trigo pão tipo 1: R$ 78,51 por saca de 60 kg
  • Trigo melhorador tipo 1: R$ 82,23 por saca

O mesmo padrão de estabilidade se repete nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e na Bahia.

A semente de trigo também manteve o valor em R$ 3,22 por quilo, sem variação.

Sinalização ao produtor

Atualizados anualmente, os preços mínimos são definidos antes do plantio e levam em conta custos de produção e condições de mercado.

Além de orientar a decisão de plantio, a política sinaliza a possibilidade de intervenção do governo — por meio de compras ou subvenções — caso os preços de mercado fiquem abaixo dos níveis estabelecidos.

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Anvisa determina recolhimento de lote de azeite adulterado


azeite
Foto: divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote 255001 do azeite de oliva extravirgem da marca Royal, fabricado pela empresa T. Globo Importação e Exportação Ltda.

Ficam proibidos a comercialização, distribuição, importação, propaganda e consumo do produto.

Conforme informado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi identificada fraude no lote 255001 do azeite de oliva extravirgem da marca.

Análises laboratoriais confirmaram que o produto não atende aos padrões exigidos, pois contém outros óleos vegetais. Além disso, o produto continuou sendo comercializado, mesmo após determinação de recolhimento pelas autoridades.

O Canal Rural entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno até a publicação da matéria.

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