terça-feira, março 31, 2026

Política & Agro

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Pesquisa genética pode aumentar tamanho de frutos



Os pesquisadores utilizaram a tecnologia CRISPR-Cas9



Os pesquisadores utilizaram a tecnologia CRISPR-Cas9
Os pesquisadores utilizaram a tecnologia CRISPR-Cas9 – Foto: Pixabay

Uma equipe de cientistas da Universidade Johns Hopkins e do Laboratório Cold Spring Harbor, nos Estados Unidos, fez uma descoberta inovadora que pode transformar a agricultura global. A pesquisa identificou genes responsáveis pelo crescimento das cavidades de sementes (lóculos) em tomates e beringelas, abrindo caminho para o desenvolvimento de frutos maiores. O estudo faz parte de um projeto mais amplo que busca mapear os genomas de 22 espécies do gênero Solanaceae, incluindo batatas e outras culturas essenciais.

Os pesquisadores utilizaram a tecnologia CRISPR-Cas9 para editar genes duplicados, conhecidos como parálogos, e avaliaram o impacto dessas modificações. Os experimentos, conduzidos pelo Instituto Boyce Thompson, mostraram que a alteração desses genes resultou não apenas em frutos de maior tamanho, mas também na aceleração do tempo de floração, o que pode trazer benefícios para a produtividade agrícola.

Um dos achados mais significativos ocorreu na beringela africana, cultivada tanto na África quanto no Brasil. Os cientistas identificaram o gene SaetSCPL25-like, responsável pelo número de lóculos no fruto. Ao aplicar esse conhecimento aos tomates, foi possível criar variantes com mais lóculos, resultando em frutos maiores e potencialmente mais saborosos. Michael Schatz, geneticista da Universidade Johns Hopkins, destacou que essa abordagem permitiu transferir décadas de estudos sobre tomates para a beringela africana, beneficiando ambas as culturas.

Com essa descoberta, a agricultura pode passar por uma revolução, oferecendo frutos mais diversificados e com maior potencial comercial. Além do impacto produtivo, essa inovação promete expandir a variedade de alimentos disponíveis para os consumidores, promovendo uma nova era de diversidade alimentar.

 





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Soja encerra mista em Chicago



O mercado operou de forma cautelosa



O mercado operou de forma cautelosa
O mercado operou de forma cautelosa – Foto: Pixabay

A soja encerrou o pregão desta quarta-feira em movimento misto na Bolsa de Chicago (CBOT), com queda nos contratos até maio de 2026 e leve alta nos vencimentos mais distantes, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, caiu 0,46%, cotado a US$ 1.029,50 por bushel. Já o contrato de julho recuou 0,41%, também para US$ 1.029,50 por bushel. O farelo de soja para maio registrou baixa de 1,74%, encerrando a US$ 287,20 por tonelada curta. Em contrapartida, o óleo de soja para maio subiu 2,23%, alcançando US$ 48,50 por libra-peso.

O mercado operou de forma cautelosa devido às incertezas relacionadas ao chamado “Dia da Libertação”, que levou investidores a uma postura defensiva. Além disso, o anúncio das tarifas de importação foi feito apenas após o fechamento da sessão, o que aumentou a falta de clareza ao longo do dia. O óleo de soja, no entanto, continua sua trajetória de valorização, impedindo quedas mais expressivas para o grão. Esse movimento tem sido impulsionado pela perspectiva de maior uso do biodiesel no corte obrigatório de combustíveis fósseis.

Um levantamento divulgado pela CropLife Brasil e pela Celeres Consultoria revelou que 11% da área cultivada com soja no Brasil utiliza sementes pirateadas. Esse problema gerou um prejuízo de US$ 1,75 bilhão para as empresas de sementes no ano passado. O impacto da pirataria de sementes levanta preocupações sobre a sustentabilidade e inovação no setor agrícola.

Enquanto isso, o óleo de soja mantém uma trajetória independente e altista, refletindo diretamente a possibilidade de aumento no uso de biodiesel. Desde a última quarta-feira, o contrato de maio valorizou 13,74%, subindo de US$ 940,04 para US$ 1.069,22 por tonelada. Esse movimento reforça o interesse crescente por alternativas renováveis em meio às discussões sobre combustíveis fósseis.

 





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Confira como a soja tem se comportado


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a colheita está paralisada devido às chuvas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega abril e pagamento fim de abril na casa de R$ 134,00. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 132,00 Cruz Alta – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. 30/04, R$ 132,00 Ijuí – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento meados de maio. O preço da pedra, em Panambi, caiu para R$ 126,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Enquanto isso, a estiagem prejudica a segunda safra de soja em Santa Catarina. “No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, valor que incorpora as preocupações do mercado com o cenário climático adverso. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, valor que incorpora as preocupações do mercado com o cenário climático adverso”, completa.

No Paraná, mais especificamente no porto de Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,63. “Em Ponta Grossa foi de R$ 125,36 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 123,01. Em Maringá, o preço foi de R$ 122,15 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 125,36 por saca FOB, sem negócios reportados. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 125,00”, indica.

A safra de soja 2023/24 em Mato Grosso do Sul está quase concluída, com 93% da colheita finalizada até 28 de março, atingindo 14,686 milhões de toneladas, um crescimento de 11,4% apesar do estresse hídrico. A produtividade média subiu para 54,4 sc/ha, e a área plantada aumentou 6,8%, chegando a 4,5 milhões de hectares. Os preços da soja no mercado spot ficaram em R$ 118,04 na maioria das praças, exceto Chapadão do Sul, que registrou R$ 103,04.

Colheita recorde de soja pressiona fretes e eleva custos logísticos em Mato Grosso. “Campo Verde: R$ 115,22, Lucas do Rio Verde: R$ 110,51 Nova Mutum: R$ 110,51. Primavera do Leste: R$ 115,22. Rondonópolis: R$ 115,22. Sorriso: R$ 110,51”, conclui.

 





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Milho volta a cair na B3; Chicago misto


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa com mercado físico começando a reduzir os preços, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O milho B3 teve um dia de correção neste meio de semana. O mercado físico começou a ceder a pressões e os preços estão começando a recuar com a entrada do milho verão e a reta final do plantio do milho safrinha”, comenta.

“Com os preços altos, o mercado de exportadores de milho, está optando por manter parte desse grão no mercado interno e aumentando a disponibilidade até o grande volume da segunda safra chegar aos armazéns. No entanto ainda existe uma queda de braço entre comprador e vendedor na hora de fechar novos lotes”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 77,30 apresentando baixa de R$ -1,23 no dia, alta de R$ 0,32 na semana; julho/25 fechou a R$ 72,70, baixa de R$ -0,67 no dia, alta de R$ 0,86 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 71,80, baixa de R$ -0,80 no dia e alta de R$ 0,53 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou de forma mista com cautela do mercado. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,76 % ou $ -4,00 cents/bushel a $ 457,75. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,64 % ou $ -3,00 cents/bushel a $ 465,25”, informa.

“O milho está na linha de frente das retaliações dos outros países, o que pode pressionar as cotações. Com isso o mercado teve um dia cauteloso e o milho fechou com leves altas e baixas. A LSEG Commodities Research estimou que a produção de milho da Argentina para a temporada 2024/25 pode chegar a 48,49 milhões de toneladas. O ritmo da colheita está em 13%, o que é melhor do que o ritmo do ano passado de 7% até agora”, conclui.

 





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Mercado do milho segue travado no Sul e registra alta no MS


O mercado de milho no Sul do Brasil enfrenta dificuldades de comercialização devido à priorização da colheita da soja pelos produtores, segundo a TF Agroeconômica. No Rio Grande do Sul, a escassez de oferta obriga compradores a aceitar as condições dos vendedores. Com mais de 55% da safra já comercializada, os preços variam de R$ 75,00 a R$ 80,00 no interior, enquanto em Panambi a saca se manteve em R$ 69,00.  

Em Santa Catarina, o mercado está travado, com preços estáveis. No Planalto Norte, a oferta do milho é de R$ 82,00, mas compradores pagam apenas R$ 79,00. Em Campos Novos, vendedores pedem entre R$ 83,00 e R$ 85,00, enquanto compradores ofertam entre R$ 79,00 e R$ 80,00 CIF. Nos portos, os valores variam entre R$ 72,00 para entrega em agosto e R$ 73,00 para outubro. Já no Paraná, a situação é semelhante, com o milho sendo disputado. Os preços alcançam R$ 80,00 nos Campos Gerais para retirada imediata e R$ 82,00 para abril de 2025, com pagamento em maio.  

No Mato Grosso do Sul, os preços subiram 63,25% desde a colheita em julho. Em Dourados, compradores pagam R$ 76,00, e vendedores pedem R$ 78,00. Em São Gabriel do Oeste, a oferta dos compradores é de R$ 72,00, enquanto os vendedores querem R$ 76,00. Para o milho safrinha em Dourados, os preços variam entre R$ 62,00 para compradores e R$ 65,00 para vendedores. A perspectiva para os próximos dias é de mercado ainda travado no Sul, com possíveis ajustes apenas com a definição de preços mais competitivos ou a chegada do milho safrinha.

Em Goiás, a indústria segue ativa na busca por milho da primeira safra e safrinha, mas as negociações ocorrem de forma moderada. Com os produtores focados na colheita da soja e no plantio do milho safrinha, muitos negócios estão travados à espera de preços mais atrativos.

 





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Colheita do algodão baiano começa em maio



“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações”



“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações"
“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações” – Foto: Pixabay

Com o retorno das chuvas no final de março, após períodos de veranico no Oeste da Bahia, a Associação Baiana dos Produtores de algodão (Abapa) projeta o início da colheita da safra 2024/2025 para a segunda quinzena de maio. Segundo maior produtor nacional, a Bahia deve alcançar 787,6 mil toneladas de algodão em pluma, cultivadas em 413 mil hectares, sendo quase 99% dessa área localizada no Oeste do estado, com uma pequena parcela no Sudoeste.  

Caso a previsão se concretize, a produção superará em 14% o volume da safra 2023/2024, que totalizou 691,3 mil toneladas. O clima será um fator decisivo para garantir esse crescimento. De acordo com a Abapa, cerca de um terço das lavouras do cerrado baiano foi cultivado sob irrigação, uma estratégia que minimiza riscos climáticos e proporciona maior estabilidade na produtividade.  

Nesse contexto, segundo informações da Abapa, a atual safra enfrentou dificuldades em março devido ao estresse hídrico em algumas regiões do cerrado. Os produtores acompanham a regularidade das chuvas ao longo de abril para confirmar as projeções divulgadas pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

“As chuvas recentes estão ajudando a diminuir um pouco as nossas preocupações sobre o quanto os veranicos que tivemos poderão impactar a produção. Mas o algodão é uma cultura de ciclo mais longo, e é muito resiliente à estiagem. Mesmo assim é importante ressaltar que o Oeste é uma região muito vasta, com áreas de características muito distintas entre si, então é difícil generalizar”, pondera a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa





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Soja volta a subir em Chicago


A soja fechou em alta na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira, impulsionada pelo forte avanço do óleo de soja, conforme análise da TF Agroeconômica. O contrato de soja para maio, referência para a safra brasileira, subiu 1,92%, ou 19,50 cents/bushel, encerrando a sessão a US$ 1034,25. Já o contrato de julho teve alta de 2,04%, ou 21,00 cents/bushel, cotado a US$ 1049,25. Enquanto o farelo de soja caiu levemente 0,14%, o óleo de soja disparou 5,68%, fechando a US$ 47,44 por libra-peso.

O principal fator para a alta da soja foi a forte valorização do óleo de soja, motivada pela expectativa de aumento na demanda interna dos EUA. A Agência de Proteção Ambiental (EPA) está negociando com representantes das indústrias de petróleo e biocombustíveis para elevar a mistura de óleo de soja no diesel. Além disso, traders monitoram a possibilidade de imposição de tarifas sobre importações do Canadá, que poderiam limitar a entrada de óleo de canola no país, beneficiando o óleo de soja.

O mercado também reagiu ao cenário tarifário norte-americano, com a expectativa de que tarifas de 25% sobre produtos canadenses entrem em vigor nesta quarta-feira, 2 de abril. Atualmente, os EUA são os maiores importadores de óleo de canola do mundo, com previsão de compra de 3,54 milhões de toneladas na temporada 2024/2025, segundo o USDA. Caso as barreiras comerciais sejam confirmadas, a oferta do produto pode diminuir, elevando a competitividade do óleo de soja.

A valorização do petróleo também contribuiu para o avanço do óleo de soja, tornando os biocombustíveis mais atrativos. Esse movimento puxou as cotações da soja em Chicago, mesmo em meio a um cenário global de incertezas comerciais. O mercado seguirá atento às decisões da EPA e ao desdobramento das tarifas para avaliar os impactos sobre a demanda de derivados da soja.

 





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Soja tem preços estáveis no RS: Veja os demais estados


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem preços da soja estáveis, mas os negócios seguem lentos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega abril e pagamento fim de abril na casa de R$ 135,50. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 132,00 Cruz Alta – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. 30/04, R$ 132,00 Ijuí – Pagamento 30/04 – para fábrica, R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento meados de maio. Preços de pedra, em Panambi, caiu para R$ 126,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A estiagem prolongada em Santa Catarina desde janeiro de 2025 compromete a segunda safra de soja, afetando principalmente o Oeste e Meio-Oeste do estado. As chuvas de março foram insuficientes, e a previsão de abril indica precipitações abaixo da média, aumentando o risco de perdas. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 132,47, refletindo as preocupações do mercado com o clima adverso.

Enquanto isso, a colheita de soja atinge 95% no Paraná, com produtividade em alta e lavouras em boas condições. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,67. No interior, em Ponta Grossa foi de R$ 126,13 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 123,69. Em Maringá, o preço foi de R$ 123,94 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 126,13 por saca FOB, sem negócios reportados. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 125,00”, completa.

As chuvas em Mato Grosso do Sul dificultam a colheita da soja, com quase metade das lavouras em condição ruim, mas 86,6% da área já foi colhida até 21 de março. Apesar dos desafios, a safra 2024/25 deve crescer 6,8%, com produtividade 11,4% maior, resultando em 14,7 milhões de toneladas (+18,9%). Os preços variam entre R$ 103,44 em Chapadão do Sul e R$ 118,56 em Dourados e Campo Grande.

O Mato Grosso concluiu colheita da soja com produção recorde de 49,62 mi de toneladas. “Campo Verde: R$ 114,42, Lucas do Rio Verde: R$ 109,95 Nova Mutum: R$ 109,95. Primavera do Leste: R$ 114,95. Rondonópolis: R$ 114,94. Sorriso: R$ 109,95”, conclui.

 





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Milho fecha em alta na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em alta com mercado buscando correção entre físico e futuros, de acordo com a TF Agroeconômica. “As cotações voltaram a fechar em alta, com correções com boa valorização a partir de junho de 2025. O milho verão começou a aparecer, o que tranquiliza o comprador, mas por outro lado, o vendedor não está disposto a aceitar qualquer oferta, o que torna a queda dos preços no mercado físico lenta. A B3 ainda está com um preço muito descolado do físico, principalmente na base de São Paulo. O mercado deve buscar um ponto de equilíbrio nos próximos dias”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia: o vencimento de maio/25 foi de R$ 78,53 apresentando alta de R$ 0,81 no dia, alta de R$ 0,60 na semana; julho/25 fechou a R$ 73,37, alta de R$ 1,08 no dia, alta de R$ 0,90 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 72,60, alta de R$ 1,09 no dia e alta de R$ 0,96 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com mercado de olho na demanda do milho norte-americano. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 0,87 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 461,25. A cotação para maio, fechou em alta de 1,08 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 468,25”, indica.

“O mercado ainda está olhando para a demanda sólida que o milho norte-americano teve nessa temporada. Com isso, a redução nos atuais estoques do cereal americano deu suporte para a alta. O presidente Donald Trump declarou informalmente 2 de abril como o “Dia da Libertação”, no qual ele planeja implementar um amplo conjunto de tarifas contra diversos países. Com isso, existe uma expectativa de aumento na demanda interna, mas uma queda muito forte na exportação do grão. Nesta terça o mercado optou por olhar apenas para a demanda até o momento”, conclui.

 





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Confira como estão os preços do milho


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, as indústrias compram o que podem no estado, para minimizar importações, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As dificuldades de compra de milho, já presentes em outros estados, começam a aparecer no RS também. Com produtores e armazenadores focados na safra da soja, mercado se ressente de ofertas de milho disponível e, com isso, o comprador sujeita-se à vontade do vendedor, pois não tem opção de onde originar milho. Pedidas variam de R$ 75,00 a R$ 80,00 interior, abril cheio”, comenta.

Mercado com preços estáveis e travado em Santa Catarina. “No porto, foram vistos valores entre R$ 72,00 para entrega em agosto e pagamento em 30/09 até R$ 73,00 para entrega em outubro e pagamento em 28/11. Cooperativas locais estão pagando R$70,00 em Campo Alegre, R$ 69,00 em Papanduva, R$71,00 para o oeste do estado e R$ 71,00 para a região serrana”, completa.

Os preços continuam altos e a mercadoria é disputada no Paraná. “O mercado de milho no PR segue na mesma situação de SC, a colheita da soja tem mantido os produtores ocupados, o que limita a comercialização do cereal neste momento. Preços e Ofertas: Para retirada imediata, em março de 2025, o valor é de R$ 80,00 por saca (FOB) nos Campos Gerais. Para entregas em abril de 2025, o preço é de R$ 82,00 por saca, com pagamento previsto para o início de maio de 2025 (CIF fábrica na região dos Campos Gerais)”. indica.

No Mato Grosso do Sul os preços subiram 63,25% desde a colheita, em julho. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul registrou as seguintes cotações: Em Dourados, o preço para os compradores é de R$ 75,00 por saca, enquanto para os vendedores é de R$ 78,00 por saca. Em São Gabriel do Oeste, os compradores pagam R$ 72,00 por saca, e os vendedores pedem R$ 76,00. A diferença de preços nessa região é influenciada pela oferta local e pelas negociações entre compradores e vendedores”, conclui.

 





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