sábado, maio 30, 2026

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44ª Exposição Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano em São Paulo


Começou hoje a 44ª edição da Exposição Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano, realizada na Sociedade Hípica Paulista. O evento é uma vitrine da evolução morfológica e da performance esportiva da raça, que é considerada o primeiro cavalo montado do ocidente.

Participação e Competição

Mais de 400 animais estão participando de provas e apresentações que evidenciam a beleza, genética e versatilidade da raça. As competições incluem:

  • Adestramento
  • Equitação
  • Provas de salto

Além disso, a exposição busca agregar valor ao trazer outras raças, como o Quarto de Milha e a Crioula, para as competições.

Tradição e Investimento

A paixão pelo Puro Sangue Lusitano também movimenta investimentos e tradição familiar. O empresário José Víor Oliva, que possui mais de 100 animais, destaca a importância da raça no Brasil e sua docilidade, tornando-a ideal para iniciantes no esporte.

Conexão entre Cavaleiro e Cavalo

O medalhista pan-americano Leandro Silva ressalta a inteligência e sensibilidade da raça, enfatizando a conexão que se forma entre cavaleiro e cavalo durante as competições. A Expo Internacional do Cavalo Lusitano segue até domingo, com entrada gratuita e aberta ao público.

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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de trigo deve encolher no RS


A semeadura do trigo começou no Rio Grande do Sul acompanhando a abertura do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para os principais materiais cultivados no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar, o cenário da safra 2026 aponta para uma redução significativa da área plantada em comparação ao ciclo anterior.

As condições de tempo seco favoreceram os trabalhos de manejo de resteva, dessecação e preparo das áreas, permitindo o avanço inicial da implantação das lavouras. Em parte das regiões produtoras, porém, a baixa umidade do solo dificultou o estabelecimento das primeiras áreas semeadas, levando produtores a aguardarem chuvas mais regulares para garantir melhores condições de germinação e emergência.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a perspectiva de redução da área cultivada está associada aos elevados custos de produção, à baixa atratividade econômica do cereal e ao aumento da percepção de risco produtivo diante da atuação do fenômeno El Niño durante o inverno e a primavera.

Mesmo diante desse cenário, parte dos produtores tem antecipado a semeadura em áreas sem vínculo com financiamentos ou seguro rural. A estratégia busca posicionar as fases de florescimento e enchimento de grãos antes do período de maior intensidade das chuvas de primavera.

Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1,16 milhão de hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 quilos por hectare e produção total de 3,45 milhões de toneladas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar, na Fronteira Oeste, a semeadura avança lentamente, mesmo com a colheita da soja praticamente encerrada. Em Manoel Viana, produtores já possuem insumos adquiridos e áreas preparadas, mas aguardam precipitações devido à baixa umidade do solo.

Em São Borja, aumentaram os relatos de desistência do cultivo do trigo. Conforme o boletim, a combinação entre previsão de El Niño intenso, custos elevados e maior rigor na classificação qualitativa dos grãos vem ampliando a migração para culturas alternativas, como canola, carinata, linhaça e painço.

Na Campanha, os produtores seguem aproveitando o tempo seco para preparar o solo, já que a implantação das lavouras costuma ocorrer a partir do fim de junho.

Na região de Caxias do Sul, a semeadura ainda não começou. Na Serra, o plantio normalmente ocorre entre a segunda quinzena de junho e o início de julho, enquanto nos Campos de Cima da Serra a concentração dos trabalhos acontece ao longo de julho. A expectativa é de retração de aproximadamente 30% da área cultivada.

Na regional de Frederico Westphalen, a estimativa inicial aponta redução próxima de 20% em relação à safra passada.

Em Ijuí, a semeadura já alcança cerca de 7% da área projetada. As sementes estão em fase de embebição, ainda sem emergência observada. O avanço foi favorecido pelo início do período recomendado pelo zoneamento e pelas condições operacionais do solo. Também continuam os trabalhos de dessecação para manejo de plantas espontâneas.

O boletim destaca ainda que empresas do setor de energia vêm estimulando o cultivo voltado à produção de etanol, em substituição ao trigo destinado à indústria alimentícia. A baixa procura por sementes fiscalizadas e crédito de custeio também tem ampliado o uso de sementes salvas e recursos próprios, reforçando a tendência de redução da área cultivada.

Na regional de Santa Rosa, a semeadura atinge 6% da área prevista e está concentrada em lavouras sem financiamento ou cobertura de seguro rural. A expectativa de um inverno com menor intensidade de geadas também favorece a antecipação do plantio. A estimativa preliminar indica retração próxima de 30% da área cultivada em relação a 2025.

Já na região de Soledade, a previsão é de redução superior a 30% da área cultivada. Até o momento, cerca de 7% da área projetada já foi semeada.





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União Europeia audita Brasil para reabertura do mercado de pescados


A União Europeia realizará uma auditoria nos sistemas de controle de produção de produtos da pesca destinados ao bloco, visando a possível reabertura do mercado para o pescado nacional. Após nove anos de suspensão, auditores europeus estarão no Brasil entre 8 e 19 de junho para avaliar as condições de higiene, armazenamento, manipulação do pescado, controle da produção e rastreabilidade da pesca.

Risco de desabastecimento em Mato Grosso

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso alerta para o risco de desabastecimento de fosfato bicálsico no mercado nacional, insumo essencial para a fabricação de suplementos minerais usados na alimentação bovina. O estado de Mato Grosso, que possui o maior rebanho do país, pode sofrer impactos diretos na produção de carne e leite.

Crescimento da inadimplência no crédito rural

A inadimplência do crédito rural para pessoas físicas voltou a crescer no Brasil, atingindo 7,4% da carteira total de recursos direcionados em abril. Segundo dados do Banco Central do Brasil, este índice é um dos maiores da série histórica, ficando apenas atrás do registrado em fevereiro deste ano, quando chegou a 7,6%.

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Preços baixos e custos elevados geram preocupação entre produtores de milho em MT


Produtores de milho em Mato Grosso estão enfrentando um cenário desafiador, com a combinação de preços baixos e custos elevados gerando preocupação no setor. A situação acende um alerta entre os agricultores, que acompanham de perto as flutuações do mercado.

Impacto da inflação

O mercado financeiro elevou a projeção da inflação para 2026 pela 11ª semana consecutiva, o que pode afetar ainda mais a rentabilidade dos produtores. A inflação crescente traz incertezas sobre os custos de produção e a viabilidade econômica das lavouras.

Legislação em discussão

Além disso, a Câmara dos Deputados aprovou recentemente uma lei que proíbe embargos ambientais baseados exclusivamente em imagens de satélite, o que pode impactar a atividade agrícola. Outra proposta aprovada visa reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas, gerando debates sobre a transição gradual para o setor, que é responsável por 30% dos empregos no país.

Crescimento do PIB agropecuário

Em meio a esses desafios, o PIB da agropecuária cresceu 2% no primeiro trimestre de 2026, representando 7% de toda a economia brasileira. Esse crescimento, embora positivo, não alivia as preocupações dos produtores diante da pressão por preços e custos.

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PIB do Brasil cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026


PIB da agropecuária cresce 2% no primeiro trimestre de 2026, informa IBGE

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre de 2026 ante o trimestre anterior, com ajuste sazonal, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo período de 2025, a economia avançou 1,8%. Pela ótica da oferta, a agropecuária registrou alta de 2,0% no período.

Os dados do IBGE mostram que o resultado do trimestre foi sustentado pela demanda interna. O consumo das famílias avançou 1,0% em relação ao trimestre anterior, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador de investimentos, subiu 3,5%. Com isso, a taxa de investimento alcançou 16,5% do PIB no período.

Na oferta, a indústria cresceu 1,0% na margem, com destaque para a indústria extrativa e a construção civil. O setor de serviços avançou 0,5%, e a agropecuária teve expansão de 2,0%. Esse desempenho coloca o setor rural entre os segmentos que contribuíram para o resultado agregado da economia no início do ano.

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Para o agronegócio, o dado do PIB é acompanhado porque influencia variáveis como renda, consumo doméstico, capacidade de investimento e condições de financiamento. O avanço da FBCF, por exemplo, sinaliza aumento da capacidade produtiva da economia, fator relevante também para cadeias ligadas a máquinas, insumos, armazenagem e infraestrutura.

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda manteve a projeção de crescimento de 2,3% para o PIB em 2026. Segundo a secretaria, a expectativa para os próximos trimestres é de desaceleração moderada no ritmo de expansão, com recuperação mais consistente no segundo semestre.

Na comparação internacional, o Brasil registrou o quarto maior crescimento trimestral entre os países do G20 que já divulgaram dados do primeiro trimestre de 2026, de acordo com as informações citadas no balanço oficial.

Os números do primeiro trimestre indicam continuidade da atividade econômica em 2026, com contribuição da agropecuária e dos investimentos. Ainda assim, o comportamento dos próximos meses dependerá da evolução do consumo, da indústria e das condições monetárias, conforme as projeções oficiais disponíveis.

Fonte: gov.br

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Arroba do boi gordo: veja como os preços finalizaram a semana


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo encerra a semana com negócios acima da referência média em determinados estados.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos vêm encontrando maior dificuldade na composição de suas escalas de abate, que no momento atendem entre seis e oito dias úteis na média nacional.

“O mercado segue atento à demanda relacionada a Copa do Mundo, tanto interna, quanto externa, com embarques aquecidos aos Estados Unidos, sede do evento. Além disso, a progressão da cota chinesa é outro elemento central a ser considerado na formação de tendência ao longo de 2026, com perspectiva de esgotamento da cota entre os meses de junho e julho”, comenta Iglesias.

Preços da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 352,25 — ontem: R$ 352,08
  • Goiás: R$ 332,86 — ontem: R$ 330,71
  • Minas Gerais: R$ 327,35 — ontem: R$ 326,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 352,50 — ontem: R$ 351,70
  • Mato Grosso: R$ 353,24 — ontem: R$ 352,70

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando acomodação em seus preços ao longo da sexta-feira.

Para o mês de junho é grande a expectativa em torno da Copa do Mundo, com bom potencial de demanda com o evento em questão como catalisados.

“A carne bovina segue menos competitiva na comparação com as proteínas concorrentes, em especial na compara com a carne de frango”, avalia Iglesias.

  • Traseiro bovino: R$ 27,00 por quilo
  • Dianteiro bovino: R$ 21,50 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 19,50 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,0450 para venda e a R$ 5,0431 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0351 e a máxima de R$ 5,0711. Na semana, o dólar subiu 0,33%. Em maio, a moeda teve valorização de 1,87%.

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Ibovespa fecha em queda, enquanto dólar comercial sobe para R$ 5,04


Dólar cai 1,37% e fecha abaixo de R$ 5,00

O mercado financeiro encerrou nesta sexta-feira (29) com queda de 0,73% do Ibovespa, aos 173.787,49 pontos, e alta de 0,22% do dólar comercial, cotado a R$ 5,0429 na venda. O volume negociado na bolsa somou R$ 46,67 bilhões. No mesmo fechamento, o CDI ficou em 14,40% ao ano, em linha com a taxa over, enquanto os índices norte-americanos fecharam em alta.

Na B3, o Ibovespa oscilou entre máxima estável de 175.064 pontos e mínima de 172.686 pontos, com variação mensal negativa de 7,22% e ganho acumulado de 7,86% em 2026. O Ibovespa futuro para julho terminou em queda de 0,36%, aos 174.830 pontos, após máxima de 176.315 e mínima de 173.690 pontos.

Entre as ações de maior peso, Petrobras PN caiu 1,2%, a R$ 42,00, e Petrobras ON recuou 1,7%, a R$ 46,73. Vale ON e Vale PNA fecharam ambas a R$ 82,82, com perda de 1,36%. MBRF ON, empresa ligada ao setor de proteína animal, caiu 1,72%, a R$ 16,01. Itaú Unibanco PN subiu 0,1%, a R$ 40,04, e Ambev ON avançou 0,18%, a R$ 16,32.

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No câmbio, o dólar comercial encerrou a R$ 5,0424 na compra e R$ 5,0429 na venda. O dólar Ptax ficou em R$ 5,0569 na venda, com alta de 0,1%, e o dólar futuro para julho marcou R$ 5,0755, com recuo de 0,06%. O euro comercial fechou a R$ 5,8830 na venda, com avanço de 0,38%.

Nos juros, o CDB prefixado de 30 dias indicou 14,32% ao ano, enquanto o CDI e a taxa over ficaram em 14,40% ao ano. Os dados de capital de giro e hot money não foram informados no fechamento divulgado.

Para o setor agropecuário, câmbio e juros são referências centrais na formação de custos financeiros, no crédito e na competitividade das exportações. Ainda assim, o fechamento apresentado não detalha efeitos imediatos por cadeia produtiva, praça ou commodity específica.

Os números desta sessão oferecem uma referência para a precificação de negócios no campo, especialmente em operações expostas ao dólar e ao custo do capital. Sem dados adicionais sobre commodities, fretes ou crédito rural nesta divulgação, não é possível definir um efeito setorial mais preciso além do ambiente financeiro geral.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Custos operacionais mantêm fretes agropecuários em patamar elevado


Custos operacionais mantêm fretes agropecuários em patamar elevado

Os custos operacionais do transporte de produtos agropecuários seguiram pressionando os preços de frete nas principais rotas monitoradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), segundo o Boletim Logístico de maio, divulgado nesta sexta-feira (29). De acordo com a estatal, o diesel continua como o principal fator de sustentação das cotações, o que limitou recuos mais expressivos no serviço, mesmo com diferenças regionais entre março e abril.

Segundo a Conab, o comportamento dos fretes variou de acordo com o avanço da colheita da primeira safra e com a demanda por transporte nas regiões produtoras. Na comparação anual, porém, os valores seguem mais altos. O superintendente de Logística Operacional da companhia, Thomé Guth, afirmou que o combustível continua sendo o principal elemento de sustentação dos preços.

Em Mato Grosso, principal produtor de grãos do país, o mercado rodoviário ficou próximo da estabilidade, mas em níveis elevados para o período. Em Mato Grosso do Sul, houve acomodação após o pico logístico da colheita da soja, embora o volume produzido e os embarques ao mercado externo tenham mantido demanda consistente por transporte.

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Em Goiás, a Conab identificou redução mensal nos preços do transporte de grãos. Ainda assim, o custo do combustível no estado permaneceu, em média, 15% acima do registrado em abril de 2025, o que sustentou alta na comparação anual. No Distrito Federal, houve aumento em todas as rotas pesquisadas.

No Paraná, foram observadas variações pontuais em relação a março, com pressão de custos em rotas específicas. Na Bahia, os fretes subiram nas principais praças da safra primavera/verão e recuaram nas áreas de cultivo de outono/inverno. No Maranhão, apesar do transporte intenso com o avanço da colheita da soja, a maioria das rotas teve queda entre abril e março. No Piauí, a demanda cresceu com as exportações de soja, mas a retração do combustível contribuiu para a estabilidade média. Em São Paulo, abril registrou leve queda após forte alta em março.

O boletim indica que o comportamento dos fretes segue condicionado pela combinação entre ritmo de colheita, fluxo de exportações e custo do diesel. Sem mudança estrutural nesses fatores, a tendência de curto prazo é de manutenção de preços sustentados nas rotas com maior demanda logística, segundo a análise da Conab.

Fonte: gov.br

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Etanol recua 5,31% em maio; gasolina e diesel S-10 também caem


Etanol recua 5,31% em maio; gasolina e diesel S-10 também caem

Os preços dos combustíveis caíram em maio no Brasil, segundo levantamento divulgado pela ValeCard nesta sexta-feira (29). O etanol registrou a maior retração, com queda média nacional de 5,31% ante abril, enquanto a gasolina recuou 0,77% e o diesel S-10 caiu 0,41%. O movimento ocorreu após meses anteriores de alta e refletiu diferenças regionais no comportamento das bombas.

De acordo com a pesquisa, o preço médio da gasolina ficou em R$ 6,857 por litro em maio. No caso do diesel S-10, a média nacional foi de R$ 7,303 por litro. O levantamento informou que o etanol teve redução de preços em 19 estados, enquanto a gasolina caiu em 20 unidades da federação.

A retração mais intensa do etanol foi associada ao mercado do Centro-Sul, principal região produtora do país. Nessa área, o avanço da oferta costuma pressionar os preços no varejo. As maiores quedas do biocombustível foram observadas no Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

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Na gasolina, a diminuição média de 0,77% acompanhou um ajuste no varejo após o período de altas. Segundo a ValeCard, o recuo foi mais forte nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, embora tenham ocorrido altas pontuais em parte do Centro-Oeste e do Norte.

O diesel S-10 apresentou queda mais limitada na média nacional. Sul, Sudeste e Centro-Oeste registraram retração generalizada, mas Norte e Nordeste ainda mostraram altas em alguns estados. A pesquisa não detalhou, no material disponível, os valores por unidade da federação.

Para o setor agropecuário, o comportamento dos combustíveis tem efeito técnico distinto. O etanol se relaciona diretamente com a cadeia sucroenergética, enquanto o diesel influencia frete, operações mecanizadas e escoamento da produção. Como a queda do diesel foi menor e regionalmente desigual, o alívio sobre custos operacionais e logísticos tende a variar entre estados e cadeias produtivas.

O levantamento indica um cenário de acomodação dos preços em maio, mas com persistência de pressões localizadas, sobretudo no diesel S-10. Sem detalhamento adicional sobre repasses futuros, a leitura técnica disponível é de ajuste no curto prazo, com diferenças regionais ainda relevantes para produtores, transportadores e usinas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Tempo seco, temperaturas de até 36°C e ZCIT ‘dão as caras’ em junho; confira a previsão para o mês


Defesa Civil; Calor e Chuva
Foto: Pixabay

A previsão do tempo liga o sinal de alerta em Sorriso, no estado de Mato Grosso. Nos próximos 30 dias, a região deve enfrentar temperaturas elevadas, com máximas podendo alcançar os 36°C no fim de junho.

O calor intenso também impacta diretamente o cenário das chuvas. Para o município, não há previsão de precipitações ao longo do próximo mês, mantendo o padrão de tempo seco e aumentando a preocupação no campo.

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O tempo no Brasil

Já no panorama nacional, a chuva prevista entre os dias 30 de maio e 3 de junho deve se concentrar principalmente na faixa Norte do país. Os maiores volumes são provocados pela atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que favorece a formação de instabilidades na região. Enquanto isso, no restante do Brasil, o predomínio é de tempo seco.

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