quarta-feira, março 25, 2026

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Laborsan Agro desponta como referência nacional em polímeros e pós secantes para TSI


Com quase 30 anos de atuação, empresa investe em inovação, pesquisa e sustentabilidade para fortalecer o tratamento de sementes industrial no agronegócio brasileiro

Com quase três décadas de atuação no agronegócio, a Laborsan Agro vem se consolidando como uma das principais referências do Brasil no desenvolvimento de tecnologias voltadas ao Tratamento de Sementes Industrial (TSI). 

Instalada em Diadema (SP), com atuação nacional e internacional, a empresa é especializada na criação e comercialização de soluções voltadas ao recobrimento e proteção do tratamento de sementes.

Film Coating: preservando o investimento em TSI

O grande destaque da Laborsan Agro é a tecnologia Film Coating. A técnica consiste na aplicação de uma solução uniforme ao redor da semente tratada, formando uma camada protetora que contribui para preservar os insumos aplicados nos processos industriais.

O sistema é composto pela combinação de polímeros da linha LabFix e pós secantes LabSec, materiais formulados para promover melhor recobrimento das sementes, acelerar o processo de secagem e aumentar a resistência à abrasão durante as etapas operacionais.

Esse conjunto tecnológico contribui para secagem e fluidez das sementes para garantir maior uniformidade entre os lotes. Como resultado, o processo tende a apresentar maior eficiência nas rotinas industriais e melhor desempenho durante a semeadura, favorecendo a plantabilidade e a qualidade do estabelecimento inicial das lavouras.

“O Film Coating é uma etapa estratégica para a agricultura moderna. Nosso compromisso é desenvolver tecnologias que ampliem a eficiência do processo, aliando inovação e sustentabilidade”, afirma Milton Ribeiro, COO da Laborsan Agro.

Tecnologias integradas para o recobrimento de sementes

Além do Film Coating, a Laborsan Agro atua no desenvolvimento de tecnologias complementares que ampliam a eficiência do tratamento de sementes.

Entre elas está a tecnologia de Incrustação e Peletização, que utiliza aglutinantes e massas de revestimento para padronizar o tamanho e o formato das sementes, criando uma superfície mais uniforme e adequada para a semeadura.

A empresa também desenvolve soluções voltadas à Coloração de sementes e insumos agrícolas, contribuindo para a identificação visual dos tratamentos e para a padronização dos lotes.

Outro eixo do portfólio envolve as Especialidades, categoria que reúne produtos auxiliares como adjuvantes, antiespumantes e tecnologias que melhoram a eficiência operacional.

Tecnologia Proteção Superior 

Entre os diferenciais tecnológicos da empresa está o conceito de Proteção Superior, que combina o polímero LabFix G5 Platinum com o pó secante LabSec Superfluid Graf, formando um sistema que melhora o recobrimento das sementes e contribui para maior aderência dos insumos aplicados. 

Entre os principais ganhos observados estão maior homogeneização entre sementes, melhor acabamento visual e maior resistência à abrasão durante o manuseio, transporte e armazenamento. Sementes tratadas com essa tecnologia apresentam maior padronização e fluidez, favorecendo o desempenho operacional nas etapas de beneficiamento e semeadura. 

Outro aspecto relevante é a redução do desprendimento de poeira, fator importante para a segurança operacional e para a manutenção da dose correta dos produtos aplicados. 

Pesquisa, inovação e conexão com a ciência

A inovação ocupa papel central na estratégia da Laborsan Agro. A empresa mantém participação ativa em iniciativas de pesquisa e desenvolvimento voltadas ao aprimoramento das tecnologias de tratamento de sementes, fortalecendo a conexão entre indústria, ciência e campo.

Um exemplo desse compromisso foi a realização, em novembro de 2025, do Encontro Regional sobre ESG e Sustentabilidade na Cadeia Produtiva de Milho & Sorgo, promovido pela Laborsan Agro em parceria com a Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas (MG).

O evento reuniu pesquisadores, especialistas, lideranças e representantes de empresas e instituições para debater a aplicação prática dos princípios ESG nas cadeias produtivas do milho e do sorgo, promovendo um ambiente de troca de conhecimento técnico e discussão sobre caminhos mais sustentáveis para o agronegócio.

Criação do TSI Experience

A Laborsan Agro também promove iniciativas próprias voltadas ao compartilhamento de conhecimento técnico com o mercado. Um exemplo é a TSI Experience, convenção organizada pela empresa que reúne especialistas, profissionais da indústria de sementes e parceiros estratégicos para discutir tendências, desafios e avanços no tratamento de sementes.

“O TSI Experience é uma iniciativa que reflete a maturidade da Laborsan Agro no setor de sementes no Brasil. Nosso objetivo é reunir diferentes perspectivas da pesquisa, da indústria e da operação para discutir desafios reais do tratamento de sementes e acelerar a adoção de práticas e tecnologias que tragam mais eficiência para toda a cadeia”, afirmou Francisco Eduardo de Albuquerque, CEO da Laborsan Agro.

O evento reforça o posicionamento da companhia como um agente ativo no desenvolvimento tecnológico do setor, estimulando a troca de experiências entre pesquisadores, indústria e profissionais do agronegócio.

ESG integrado ao modelo de negócios

Os princípios de ESG também fazem parte da estratégia da Laborsan Agro. A empresa vem adotando práticas voltadas à redução de impactos ambientais e ao fortalecimento da governança corporativa.

Nos últimos anos, a companhia reduziu cerca de 19% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e diminuiu aproximadamente 17% dos resíduos classe I, considerados perigosos. Entre os avanços recentes também está o lançamento do LabFix G5 Eco, polímero biodegradável desenvolvido para atender às demandas crescentes por soluções mais sustentáveis no agronegócio.

A empresa também publicou seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, seguindo os padrões da Global Reporting Initiative (GRI), e conquistou certificações nacionais e internacionais que reforçam seu compromisso com práticas responsáveis.

“Acreditamos que a sustentabilidade precisa estar integrada às decisões estratégicas da empresa. Quando olhamos para ESG, pensamos em inovação responsável, eficiência no uso de recursos e desenvolvimento de tecnologias que contribuam para uma agricultura mais equilibrada e preparada para os desafios do futuro”, concluiu Francisco Eduardo de Albuquerque, CEO da Laborsan Agro.

 

 





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Calor deve marcar início do outono no Brasil


As previsões climáticas indicam que o Brasil deve manter temperaturas elevadas nas próximas semanas, sem avanço de massas de ar frio significativas. De acordo com o Meteored, o cenário aponta para a continuidade do calor e para a possível influência do El Niño, o que pode descaracterizar o padrão típico do outono no país.

Segundo a análise, “as previsões climáticas mais recentes estão indicando um clima quente para o primeiro mês de Outono”, e não há, até o momento, sinais de frio intenso. A condição já é observada, uma vez que “uma massa de ar frio atuou somente sobre a Argentina e o Uruguai, sem conseguir avançar até o Rio Grande do Sul”.

Ainda conforme o levantamento, “não há previsão de que massas de ar frio significativas consigam avançar pelo país”, o que deve manter as temperaturas acima da média entre março e abril, especialmente na Região Sul. O modelo climático ECMWF também aponta para esse comportamento, indicando manutenção do calor nas próximas semanas.

Em relação às chuvas, o cenário também é de irregularidade. O relatório destaca que “a entrada e manutenção de sistemas capazes de impulsionar a formação de tempestades será bastante irregular”, resultando em distribuição desigual das precipitações pelo país.

Embora o outono seja caracterizado como uma estação de transição, com redução gradual das chuvas, as projeções indicam acumulados abaixo da média. “As previsões indicam também uma irregularidade significativa nas chuvas sobre o país”, com possibilidade de períodos sem precipitação relevante em áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O estudo reforça que o padrão climático atual ainda mantém características do verão. “As previsões indicam que o clima brasileiro ainda não ‘virou a chave’, permanecendo sob condições similares às do verão”, aponta o texto.

Paralelamente, há sinais de intensificação do El Niño no Oceano Pacífico equatorial. As projeções indicam que o fenômeno pode se consolidar ainda durante o outono e atingir níveis de intensidade forte ao longo do ano.

De acordo com a análise, a possível consolidação do fenômeno pode antecipar impactos típicos do inverno já sob sua influência. “Existe a possibilidade de que o país entre diretamente em condições de Inverno já influenciadas pela presença do El Niño”, destaca.

O fenômeno costuma provocar mudanças no regime climático brasileiro, com aumento de chuvas no Sul e condições mais quentes e secas no Norte e em partes do Nordeste, além de temperaturas mais elevadas em grande parte do país.

Diante desse cenário, a tendência é de um ano com temperaturas acima do padrão histórico. “Prepare-se para um ano de 2026 que pode se mostrar mais quente do que o normal”, conclui o levantamento.





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Boi gordo e do “boi China” registram alta em São Paulo



Pará registra alta nas cotações do boi



Foto: Divulgação

A cotação do boi gordo e do chamado “boi China” registrou alta em São Paulo, segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgada na segunda-feira (24) pela Scot Consultoria. De acordo com o levantamento, “a cotação do boi gordo e a do ‘boi China’ subiu R$3,00/@”, enquanto os preços da vaca e da novilha permaneceram estáveis na comparação diária. O relatório aponta que a valorização foi sustentada pela menor oferta de animais e pela resistência de vendedores em negociar abaixo das referências, além do suporte das exportações, mesmo com ritmo menor de embarques. As escalas de abate atenderam, em média, a sete dias.

No Pará, o cenário também foi marcado por oferta restrita, levando frigoríficos a pagar mais pela arroba para completar as escalas. Em Marabá, “a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a da novilha R$2,00/@”, enquanto a vaca permaneceu estável, com escalas de abate em torno de quatro dias. Em Redenção, “a cotação da vaca subiu R$3,00/@, e a da novilha subiu R$5,00/@”, com estabilidade para o boi gordo e escalas médias de dois dias. Já em Paragominas, “a cotação subiu R$4,00/@ para todas as categorias”, com escalas de três dias. O “boi China” avançou R$4,00/@ em Paragominas e R$1,00/@ em Marabá e Redenção.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura somaram 167 mil toneladas até a terceira semana de março, com média diária de 11,1 mil toneladas, o que representa recuo de 1,7% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da queda no volume embarcado, o preço médio da tonelada alcançou US$ 5,8 mil, alta de 18% na comparação anual.





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Mandioca tem desenvolvimento irregular



Lavouras de mandioca mostram resultados distintos



Foto: Canva

A cultura da mandioca apresenta desenvolvimento distinto entre regiões do Rio Grande do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (19). O levantamento indica avanço das lavouras, com variações associadas às condições hídricas e à presença pontual de pragas.

Na região administrativa de Erechim, o desenvolvimento da cultura é considerado adequado, com destaque para o crescimento das raízes. Segundo o informativo, “não há registro de pragas ou doenças até o momento”, e a colheita ainda não foi iniciada.

Já na região de Santa Rosa, o cenário é mais heterogêneo. De acordo com a Emater/RS-Ascar, “o desenvolvimento da cultura, em geral, está bom”, favorecido pelas precipitações recentes, que contribuíram para a recuperação das lavouras afetadas pela falta de umidade no solo.

Nas áreas onde a colheita já ocorre, os resultados são positivos. O relatório aponta que “as lavouras em colheita apresentam rendimento e qualidade satisfatórios”. Por outro lado, em áreas mais impactadas pelo déficit hídrico, há atraso no desenvolvimento das plantas e redução no volume de raízes por planta.

O informativo também registra a presença de pragas em parte das lavouras. “Há registro de ocorrência de mosca-branca em algumas lavouras, podendo comprometer o vigor das plantas e a formação das raízes”, destaca o documento.

No mercado, o produto segue com referência de preço para o consumidor. Conforme o levantamento, “o produto descascado e congelado é vendido a R$ 7,50/kg”.





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Safra de oliva pode ser recorde no Rio Grande do Sul


A safra de olivas 2025/26 no Rio Grande do Sul deve marcar a recuperação da produção de azeite de oliva no Estado, com possibilidade de alcançar níveis recordes. A avaliação é do extensionista da Emater/RS-Ascar, Antônio Borba, que pondera que os resultados definitivos dependem do encerramento da colheita. “Espera-se uma excelente safra, mas somente depois de colhida poderemos afirmar a magnitude da produção e da produtividade, e o quanto isso vai resultar em litros de azeite de oliva produzido no RS”, afirma.

De acordo com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, o Rio Grande do Sul responde por cerca de 75% da produção nacional de azeite de oliva, com mais de 6 mil hectares cultivados em mais de 110 municípios, principalmente na Metade Sul do Estado.

A perspectiva positiva está associada às condições climáticas ao longo do ciclo produtivo. Segundo Borba, o inverno de 2025 registrou número adequado de horas de frio, essencial para o desenvolvimento das oliveiras, enquanto a primavera apresentou volumes de chuva dentro da normalidade. “Uma primavera sem grandes volumes de chuva permitiu uma boa polinização dos olivais. Como a polinização das oliveiras se dá pelo vento, essas condições possibilitaram que o pólen circulasse pelos pomares, resultando em excelente polinização”, explica.

O comportamento do clima durante o verão também contribuiu para o desempenho da safra, com distribuição regular das chuvas, favorecendo o desenvolvimento dos frutos e o potencial produtivo dos olivais. O cenário garantiu condições adequadas ao longo do ciclo, permitindo evolução consistente das lavouras.

Além do clima, o avanço da idade produtiva dos pomares também influencia o resultado esperado. Com mais áreas entrando em produção, cresce a possibilidade de uma safra histórica. Nos últimos anos, a olivicultura gaúcha registrou oscilações. Em 2022/2023, a produção superou 580 mil litros, enquanto em 2023/2024 houve redução de 73%, atribuída ao excesso de chuvas durante a floração.

Na sequência, a safra 2024/2025 manteve volumes reduzidos, passando de 580.228 litros em 2023 para 193.150 litros em 2024. Em 2025, a produção foi de 190,3 mil litros, consolidando um período de baixa antes da recuperação projetada.

Segundo o extensionista, a produtividade está diretamente ligada à quantidade e à qualidade dos frutos, além da idade dos pomares e das condições climáticas. “Quanto maior a quantidade de frutos e melhor sua qualidade, maiores serão o volume e a qualidade do azeite produzido”, ressalta Borba.

A produção de azeite extravirgem exige, em média, entre cinco e dez quilos de azeitonas para cada litro. A partir do quarto ou quinto ano, os pomares podem atingir cerca de cinco toneladas por hectare, com rendimento entre mil e 1.600 litros por hectare. O ponto de colheita também influencia o produto final, já que as azeitonas são colhidas ainda verdes, o que resulta em azeites com maior teor de polifenóis e características específicas de sabor.

Entre os municípios que se destacam na produção estão Cachoeira do Sul, Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé, Caçapava do Sul, Santana do Livramento, São Sepé e São Gabriel. Em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, a atividade ligada ao olivoturismo projeta aumento da produção em 2026, enquanto Cruz Alta registra expansão de áreas com novos plantios.





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Arroz terá subvenção de até R$ 70 milhões para equalização de preços



Portaria fixa apoio ao arroz da nova safra



Foto: Divulgação

O governo federal publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (24) a Portaria Interministerial nº 38, que estabelece os parâmetros para a concessão de subvenção econômica ao arroz em casca da safra 2025/2026. A medida envolve os ministérios da Agricultura, da Fazenda, do Planejamento e do Desenvolvimento Agrário e integra as ações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

De acordo com a portaria, a subvenção será operacionalizada por meio do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural ou sua Cooperativa (Pepro) e do Prêmio para o Escoamento de Produto (PEP), ofertados em leilões públicos realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O objetivo é garantir que os preços recebidos pelos produtores se aproximem dos valores mínimos definidos pelo governo.

O montante destinado à política é de até R$ 70 milhões. Os preços mínimos foram fixados em R$ 63,74 por saca de 50 quilos para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e em R$ 80,00 por saca de 60 quilos para os estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste, além do Paraná.

Poderão participar dos leilões do Pepro produtores rurais e cooperativas, enquanto os leilões do PEP são destinados a indústrias e comerciantes de cereais. Segundo a regulamentação, “o Pepro é uma subvenção econômica concedida ao produtor rural ou à sua cooperativa que arrematar o prêmio equalizador em leilão eletrônico realizado pela Conab”, com a finalidade de complementar o valor de venda até o preço mínimo.

No caso do PEP, o mecanismo envolve o comprador do produto. Conforme a portaria, “o comprador, que pode ser uma usina de beneficiamento ou um comerciante de cereais, arremata o prêmio equalizador em leilão eletrônico realizado pela Conab e deve pagar o preço mínimo ao produtor rural”.

A PGPM é apontada como instrumento de apoio ao setor. O texto destaca que a política atua para “reduzir oscilações na renda dos produtores rurais e assegurar uma remuneração mínima”, além de contribuir para a regulação da oferta e do abastecimento no país.





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Plantio de milho avança no Brasil, enquanto soja mantém ritmo na colheita, aponta Datagro


Mais Milho RS canal Rural Mato Grosso
Plantio de milho no Rio Grande do Sul. Foto: Canal Rural Mato Grosso

O plantio do milho de inverno no Brasil atingiu 94,6% da área esperada até 19 de março, segundo levantamento da consultoria Datagro. O índice está em linha com a média dos últimos cinco anos e próximo ao registrado no mesmo período do ano passado, indicando um avanço consistente dos trabalhos no campo.

De acordo com a analista da Datagro, Luiza Ezinatto, as condições climáticas, especialmente na região Centro-Oeste, têm sido favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, o que sustenta a expectativa de uma boa produção na safra atual.

“A gente observa um plantio bastante alinhado com a média histórica, com clima colaborando principalmente no Centro-Oeste, o que reforça uma perspectiva positiva para a produção de milho nesta safra”, afirma.

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No caso da soja, a colheita alcança cerca de 68,8% da área estimada no Brasil, também em linha com o comportamento médio dos últimos anos. Apesar de um início mais lento, causado pelo excesso de chuvas, o ritmo dos trabalhos se intensificou ao longo das últimas semanas.

“O início da colheita foi mais desafiador por conta das chuvas, mas o ritmo evoluiu bem e não deve trazer impactos relevantes ao longo da safra”, destaca Luiza.

No cenário internacional, os Estados Unidos já embarcaram cerca de 29,1 milhões de toneladas de soja no atual ciclo comercial, o que representa aproximadamente 68% da estimativa do USDA. Para o milho, os embarques somam cerca de 44,5 milhões de toneladas, equivalentes a 53% do total projetado para a temporada.

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Estudo com IA mapeia áreas agrícolas abandonadas no Cerrado


Foto: Edson Sano.
Foto: Edson Sano.

Uma nova ferramenta desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade de Brasília (UnB) promete ajudar a mapear áreas agrícolas que hoje estão abandonadas no país.

Com o uso de inteligência artificial e sensoriamento remoto, o sistema identifica regiões que já foram utilizadas para produção, mas que deixaram de apresentar produtividade ao longo do tempo.

O estudo monitorou o bioma Cerrado durante quatro anos. Foram classificadas como áreas abandonadas aquelas que, embora tenham sido convertidas para uso agrícola no passado, não registraram atividade produtiva durante o período analisado.

Um dos principais exemplos está no município de Buritizeiro, região norte de Minas Gerais, onde mais de 13 mil hectares de terras agrícolas foram identificados como abandonados entre 2018 a 2022, o equivalente a cerca de 5% da área observada no início do estudo.

Segundo a Embrapa, entre os fatores que explicam o abandono estão o aumento dos custos de produção, a baixa produtividade e a mudança no uso da terra.

Com o mapeamento concluído, os dados já foram repassados a estados e municípios, a pesquisa alcançou 95% de precisão. A expectativa é que essas áreas possam ser destinadas à restauração ambiental, ao sequestro de carbono, reintegração às produções com qualidade e estudo de base para corredores ecológicos.

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Oferta restrita mantém escalas curtas e preços do boi gordo firmes


boi gordo mercado
Foto: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com negociações acima da referência média nas principais regiões produtoras do Brasil. A oferta de animais terminados permanece restrita, mantendo escalas de abate encurtadas em grande parte do país.

As pastagens ainda apresentam boas condições em grande parte do país, oferecendo boa capacidade para cadenciar o ritmo de negócios entre os pecuaristas. A guerra no Oriente Médio e a progressão da cota chinesa ainda são elementos de grande importância para a formação de preço no curtíssimo prazo, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Allan Maia.

Nas principais praças do Brasil, os preços ficaram:

  • São Paulo (SP): ficou em R$ 353,42 na modalidade a prazo
  • Goiás (GO): ficou em R$ 338,57
  • Minas Gerais (MG): ficou em R$ 342,65
  • Mato Grosso do Sul (MS): ficou em R$ 340,45
  • Mato Grosso (MT): ficou em R$ 346,42

Atacado

No mercado atacadista, o cenário ainda é de manutenção dos preços da carne bovina. A semana registra escoamento mais lento entre atacado e varejo, considerando o menor apelo ao consumo. Além disso, proteínas concorrentes seguem com maior competitividade em relação à carne bovina, especialmente a carne de frango.

O consumidor brasileiro ao longo do ano tende a priorizar a demanda por proteínas mais acessíveis, como ovo, carne de frango e embutidos, disse Maia.

No atacado, os cortes seguem nos seguintes níveis:

  • Quarto traseiro: R$ 27,30 por quilo
  • Dianteiro bovino: R$ 21,00 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 19,50 por quilo

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,24%, sendo negociado a R$ 5,2543 para venda e R$ 5,2523 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2432 e a máxima de R$ 5,2797.

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Único furacão registrado no Brasil deixou mortos e 26 mil desabrigados; relembre o caso


Furacão Catarina
Foto: Arquivo / Defesa Civil SC

Há 22 anos, em 27 de março de 2004, o furacão Catarina atingiu o litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, marcando a história como o único furacão já registrado oficialmente no país e em todo o Atlântico Sul.

Classificado como categoria 2 na escala Saffir-Simpson, o fenômeno apresentou ventos que chegaram a 155 km/h. De acordo com a Defesa Civil de Santa Catarina, 11 pessoas morreram e mais de 26 mil ficaram desabrigadas ou desalojadas.

“Lembrando que o furacão mais forte já registrado foi o Allen em 31 de julho de 1980, onde os ventos chegaram na casa dos 305 km/h”, destacou o meteorologista, Arthur Müller.

Fenômeno raro e atípico

Segundo o meteorologista, furacões são tempestades tropicais que se formam, em geral, sobre águas quentes e são mais comuns no Atlântico Norte e no Pacífico. No caso do furacão Catarina, a formação foi considerada atípica e ainda gera debates na comunidade científica.

O sistema teve origem como um ciclone extratropical, fenômeno comum no Sul do Brasil, mas ao avançar sobre o oceano, encontrou condições específicas que permitiram sua intensificação e transformação em um furacão.

“Os ventos alcançaram velocidade acima de 154 km/h, segundo a escala Saffir Simpson, que mede justamente esse vento consistente”, destaca Müller.

Diferença entre furacões, ciclone e tufões

Segundo Müller, tempestades tropicais como furacões, tufões e ciclones são, na essência, o mesmo tipo de sistema, diferenciados apenas pelo oceano onde se formam. No Oceano Índico, recebem o nome de ciclones; no Pacífico Oeste, são chamados de tufões; e no Atlântico Norte e Pacífico Leste, de furacões.

Furacão
Foto: reprodução/Planeta Campo

Esses fenômenos se desenvolvem, em geral, em regiões próximas à linha do Equador, onde as águas mais quentes funcionam como combustível para sua formação e intensificação.

Já os ciclones extratropicais, comuns no Sul do Brasil, têm origem diferente. Eles se formam a partir do encontro entre massas de ar quente e frio, o que gera instabilidade, ventos intensos e volumes elevados de chuva.

Condições que favoreceram a formação

Entre os fatores que contribuíram para o surgimento do Catarina estão águas do oceano mais aquecidas do que o normal e condições atmosféricas específicas.

Diferentemente dos ciclones extratropicais, que se formam pelo encontro de massas de ar quente e frio, os furacões dependem principalmente do calor do oceano para se intensificar.

De acordo com Müller, pelas imagens de satélite, o fenômeno apresentava características típicas de um furacão, como o “olho” bem definido e a organização circular da tempestade. No entanto, ao contrário dos furacões clássicos, que possuem núcleo quente, o Catarina tinha núcleo frio, o que o tornava um evento atípico.

Especialistas apontam que eventos como esse podem estar relacionados a mudanças climáticas. Até hoje, o episódio levanta debates, justamente por se tratar de um fenômeno raro e incomum na região do Atlântico Sul.

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