Mandioca tem desenvolvimento irregular
Lavouras de mandioca mostram resultados distintos
Agrolink
– Seane Lennon

Foto: Canva
A cultura da mandioca apresenta desenvolvimento distinto entre regiões do Rio Grande do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (19). O levantamento indica avanço das lavouras, com variações associadas às condições hídricas e à presença pontual de pragas.
Na região administrativa de Erechim, o desenvolvimento da cultura é considerado adequado, com destaque para o crescimento das raízes. Segundo o informativo, “não há registro de pragas ou doenças até o momento”, e a colheita ainda não foi iniciada.
Já na região de Santa Rosa, o cenário é mais heterogêneo. De acordo com a Emater/RS-Ascar, “o desenvolvimento da cultura, em geral, está bom”, favorecido pelas precipitações recentes, que contribuíram para a recuperação das lavouras afetadas pela falta de umidade no solo.
Nas áreas onde a colheita já ocorre, os resultados são positivos. O relatório aponta que “as lavouras em colheita apresentam rendimento e qualidade satisfatórios”. Por outro lado, em áreas mais impactadas pelo déficit hídrico, há atraso no desenvolvimento das plantas e redução no volume de raízes por planta.
O informativo também registra a presença de pragas em parte das lavouras. “Há registro de ocorrência de mosca-branca em algumas lavouras, podendo comprometer o vigor das plantas e a formação das raízes”, destaca o documento.
No mercado, o produto segue com referência de preço para o consumidor. Conforme o levantamento, “o produto descascado e congelado é vendido a R$ 7,50/kg”.

