sábado, abril 11, 2026

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Erro no calendário pode derrubar a produção



O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja


O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja
O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja – Foto: Pixabay

O atraso nas operações agrícolas tem marcado a safra 2025/26, reduzindo o intervalo entre etapas importantes e aumentando os riscos produtivos. Em meio a esse cenário, estratégias de manejo ganham relevância para mitigar impactos climáticos e preservar o desempenho das lavouras.

O excesso de chuvas em fevereiro comprometeu a colheita da soja e dificultou a implantação do milho segunda safra em diversas regiões. Com menor janela operacional, o plantio do milho ocorre fora do período mais favorável, elevando a exposição das culturas à menor disponibilidade hídrica ao longo do ciclo. Esse deslocamento pode afetar fases sensíveis das plantas e provocar perdas significativas de produtividade, como explica Lara Gabriely Silva Moura, da SBS Green Seeds.

“Em muitos casos, atrasos de 10 a 20 dias já são suficientes para provocar quedas de produtividade entre 20% e 40%, podendo superar 50% em anos mais secos”, diz.

Diante desse contexto, as plantas de cobertura passam a ter papel estratégico. Espécies como braquiárias, milheto, crotalárias e nabo forrageiro se destacam pela adaptação e pelos benefícios ao sistema produtivo. A formação de palhada pode variar entre 5 e 12 toneladas por hectare, reduzindo a evaporação do solo e contribuindo para a manutenção da umidade, especialmente em períodos de estiagem.

Além disso, essas espécies favorecem a ciclagem de nutrientes, acumulando quantidades relevantes de nitrogênio, fósforo e potássio, que retornam ao solo com a decomposição. A dinâmica de liberação depende da relação carbono e nitrogênio de cada planta, influenciando a persistência da cobertura e a disponibilidade de nutrientes. “Mais do que uma alternativa, elas passam a ser uma ferramenta essencial para sustentar produtividade e eficiência em cenários de maior variabilidade climática”, finaliza Lara.

 





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Mato Grosso responde por quase metade das contratações do agro em 2026 no Brasil, diz Caged


carteira de trabalho
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A agropecuária em Mato Grosso gerou mais de 12 mil empregos formais nos dois primeiros meses de 2026, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em janeiro, o estado foi responsável por 43% das contratações na agropecuária brasileira, criando mais de 10 mil postos de trabalho, de um total de 23 mil vagas abertas no país.

Em fevereiro, o setor registrou a abertura de cerca de 2 mil empregos, resultado que representa uma queda em relação ao mês anterior e acompanha o período de transição entre safras. O cultivo de soja liderou a geração de empregos no período, seguido pela pecuária de corte e pelo cultivo de milho.

Confira:

Salário e rebanho bovino

O salário médio de admissão apresentou alta de 2,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Mato Grosso possui o maior rebanho bovino do país, com mais de 31,6 milhões de cabeças, distribuídas em cerca de 106 mil propriedades rurais.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Novo sistema usa inteligência artificial sem internet para registrar dados na pecuária


inteligência artificial para pecuária
Imagem: divulgação

A agtech iRancho anunciou nesta segunda-feira (6) o lançamento do BOS (Bovine Operating System), um ecossistema que reúne ferramentas de inteligência artificial aplicadas à gestão pecuária. A solução está em fase de testes com clientes e propõe reduzir o tempo de envio de informações do campo para o sistema em até 85%.

O BOS foi desenvolvido para operar em ambientes com baixa ou nenhuma conectividade. A tecnologia utiliza modelos de processamento de linguagem natural (NLP) que funcionam diretamente no celular, sem depender de internet.

De acordo com a empresa, na prática o sistema permite que trabalhadores registrem dados por voz durante as atividades no curral ou no pasto. As informações são convertidas em dados estruturados, revisadas pelo usuário e, depois, incorporadas ao sistema de gestão.

O modelo elimina a necessidade de digitação e reduz o risco de erros no registro das informações, segundo a iRanchi.

Uso de linguagem natural busca simplificar operação

A proposta do BOS é permitir que pecuaristas, gerentes e funcionários utilizem linguagem natural para alimentar o sistema. A interface foi desenhada para uso direto no campo, sem necessidade de comandos técnicos ou navegação por menus.

De acordo com a iRancho, a tecnologia também busca ampliar o acesso ao uso de ferramentas digitais por trabalhadores com menor familiaridade com sistemas tradicionais.

Arquitetura prioriza processamento local

Diferentemente de modelos baseados em nuvem, o BOS utiliza Edge AI, com processamento feito no próprio dispositivo do usuário. A arquitetura foi projetada para funcionar com limitações de bateria e capacidade de processamento dos aparelhos.

O desenvolvimento exigiu a criação de modelos mais leves, capazes de operar sem conexão e com baixo consumo de recursos.

O lançamento do BOS faz parte de uma mudança na estratégia da empresa, que passa a priorizar o uso de inteligência artificial no desenvolvimento de produtos e na operação interna.

A transição para um modelo orientado por IA teve início no fim de 2025 e inclui desde áreas administrativas até soluções voltadas diretamente ao campo.

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Projeto obriga rótulo de alimentos com informações sobre resíduos de defensivos agrícolas


importação de alimentos impostos
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Uma proposta em análise na Câmara dos Deputados quer tornar obrigatória a informação sobre resíduos de defensivos agrícolas nos rótulos de alimentos industrializados e in natura. O Projeto de Lei 6427/25 altera o Código de Defesa do Consumidor.

Pelo texto, as embalagens deverão trazer informações claras, ostensivas e de fácil visualização sobre a presença dessas substâncias. Também será necessário indicar se o produto está dentro dos limites máximos de resíduos definidos pela legislação e pelas autoridades sanitárias.

Além disso, as empresas terão de informar os potenciais riscos à saúde associados às substâncias identificadas.

Transparência e consumo

Autor do projeto, o deputado Amom Mandel (Cidadania-AM) afirma que a medida busca ampliar o acesso à informação e permitir escolhas mais conscientes. Segundo ele, os limites atuais controlam os riscos, mas não eliminam totalmente os efeitos à saúde.

O parlamentar também avalia que a rotulagem hoje é restrita a dados básicos da cadeia produtiva e não detalha a presença de resíduos químicos.

Impacto social

O texto destaca que populações de menor renda e grupos mais vulneráveis tendem a ser mais expostos a substâncias químicas de forma involuntária. Para o autor, a inclusão dessas informações nos rótulos pode funcionar como um instrumento de proteção social e sanitária.

O projeto também cita estudos de vigilância sanitária que apontam a presença de substâncias associadas a efeitos crônicos, mesmo quando dentro dos limites legais.

Próximos passos

A proposta será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça (CCJ) e de Cidadania. Se aprovada, segue para votação no plenário da Câmara e, depois, no Senado.

Para virar lei, ainda precisa de sanção presidencial.

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Trump volta a pressionar Irã por acordo e reforça prioridade de reabrir Estreito de Ormuz


Donald Trump
Foto: Shealah Craighead/ The White House

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom nas relações com o Irã ao afirmar que a reabertura do Estreito de Ormuz é uma prioridade central para seu governo. A declaração ocorre em meio à escalada das tensões geopolíticas na região.

Segundo Trump, o Irã tem prazo até a noite de terça-feira (7) para avançar em um acordo. O presidente indicou que esse seria o limite antes da adoção de medidas mais duras, incluindo possíveis bombardeios contra alvos civis ligados ao setor energético.

Apesar do discurso mais rígido, Trump afirmou acreditar que o Irã negocia “de boa fé” e destacou que diversos países estariam colaborando para viabilizar uma solução diplomática. Ele também evitou comentar sobre um eventual cessar-fogo, mas sinalizou que Teerã demonstra interesse em um entendimento.

Em paralelo, o presidente norte-americano voltou a criticar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), apontando falta de apoio no contexto da crise com o Irã.

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Levantamento aponta Minas Gerais como um dos mais avançados em políticas climáticas


Mata Atlântica; Minas Gerais
Foto: Evandro Rodney/Instituto Estadual de Florestas-MG

Minas Gerais está entre os estados mais avançados do país na construção de políticas públicas voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas. É o que mostra um levantamento nacional baseado no painel Clima Brasil, elaborado pelo Tribunal de Contas.

A avaliação aponta que o estado se destaca principalmente em três pilares considerados essenciais: governança, financiamento e estratégias ambientais. O estudo leva em conta dados sobre planejamento, execução e investimentos em ações ambientais.

“A metodologia foi aplicada então a partir de dados e solicitações do TCE e os resultados apresentaram Minas Gerais como um dos estados mais avançados em políticas públicas climáticas no Brasil”, destaca a superintendente de qualidade ambiental e mudanças climáticas do Semad, Renata Maria de Araújo.

A metodologia aplicada considerou informações coletadas pelo Tribunal de Contas, permitindo uma análise comparativa entre estados e municípios brasileiros.

“O resultado reflete o nível avançado em pilares críticos como governança, políticas públicas e financiamento. Isso tudo demonstra que o estado de Minas Gerais possui um estágio avançado em construção, em governança, em mecanismos de estruturação e acompanhamento dos resultados da agenda climática no estado”, explica Araújo. 

Desafios e expectativas

Apesar dos avanços, o estado ainda enfrenta desafios, principalmente no monitoramento das ações. Ainda assim, a avaliação indica que Minas Gerais tem capacidade para ampliar os resultados e avançar na efetividade das políticas climáticas.

Segundo Araújo, o cenário coloca o estado em posição favorável para fortalecer a governança climática e transformar o planejamento em resultados concretos para a população.

“Demonstra que é um estado que já está preparado para avançar ainda mais na estruturação da política pública, e ganhar uma prospecção ainda maior na governança climática e, por fim, continuar avançando na transformação do planejamento em resultados concretos para a sociedade mineira”, conclui a especialista.

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Operação Páscoa apreende mais de R$ 7,3 milhões em mercadorias irregulares


Foto: Divulgação/Seec-DF

A Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) apreendeu R$ 7,38 milhões em mercadorias em situação de irregularidade fiscal, resultando em R$ 3,25 milhões em crédito tributário (imposto e multas).

A ação, realizada durante a Operação Páscoa, reforçou o combate à sonegação em um período de maior movimentação do comércio.

Ao longo da operação, entre os dias 26 de março e 5 de abril, autoridades retiveram cargas expressivas, como 102.960 unidades de cerveja, 89.160 refrigerantes, 102 mil energéticos, além de 47 toneladas de autopeças, 35 toneladas de produtos agropecuários, 209 toneladas de grãos e 226 m³ de madeira serrada, entre outros itens.

Ações de fiscalização

As abordagens ocorreram em pontos estratégicos do DF, como a EPIA Norte (DF-003) e a BR-060, onde equipes identificaram mercadorias sem nota fiscal ou com documentação irregular.

Além disso, na região administrativa do DF, Guará, também houve autuação de estabelecimento que comercializava produtos de informática com notas fiscais inadequadas.

De acordo com auditores da Fiscalização Tributária, o trabalho contribui diretamente para proteger o mercado interno, garantir concorrência justa e assegurar que os impostos devidos sejam recolhidos.

A Operação Páscoa faz parte de um conjunto permanente de ações de fiscalização, que utilizam inteligência fiscal e planejamento estratégico para coibir irregularidades e estimular o cumprimento das obrigações tributárias no Distrito Federal.

*Sob supervisão de Victor Faverin

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Tracionada pelo Brasil, safra global de café deve ter superávit de 10 milhões de sacas


café
Foto: Pixabay.

Com superávit estimado em 10 milhões de sacas, a oferta global de café deve superar a demanda em 2026, conforme análise da StoneX.

A projeção da consultoria aponta para uma produção de 182,5 milhões de sacas, frente a um consumo de 172,5 milhões, permitindo a recomposição dos estoques globais para patamares acima de 48 milhões de sacas, após quatro anos consecutivos de queda registrada até 2024, com leve recuperação em 2025.

Estoques globais de café
Estoques globais de café. Foto: StoneX

Segundo a StoneX, apesar do cenário mais confortável, a percepção ainda não será a de mercado plenamente abastecido.

De acordo com o especialista de Inteligência de Mercado da empresa Leonardo Rossetti, o mercado entra em 2026 com uma perspectiva mais confortável do ponto de vista de oferta, mas ainda longe de um cenário de estabilidade.

“A recomposição dos estoques acontece de forma desigual porque o aumento de produção está concentrado em algumas origens, como o Brasil, enquanto regiões consumidoras relevantes ainda operam com níveis historicamente baixos”, afirma.

Safra recorde no Brasil

O crescimento da produção global, estimado em 9,6% na comparação anual — ante 166,5 milhões de sacas em 2025, com base em números revisados —, é puxado principalmente pelo Brasil.

O país deve registrar safra recorde de 75,3 milhões de sacas em 2026/27, alta de 20,8% na comparação anual, impulsionada pela recuperação dos danos climáticos da temporada anterior e pelo avanço estrutural da produção, especialmente do café robusta.

A StoneX avalia que outras regiões também contribuem para o aumento da oferta, ainda que de forma heterogênea:

  • A produção do Vietnã deve crescer quase 10%, após recuperação de condições climáticas adversas;
  • Uganda e Costa do Marfim devem elevar a produção do continente em 3,6% na comparação anual.

Por outro lado, nem todas as origens acompanham esse ritmo. Na América Central, a produção deve recuar levemente, com queda inferior a 1% no total. Já a Colômbia deve produzir cerca de 12,6 milhões de sacas, abaixo das 13,5 milhões registradas no ciclo anterior.

Estoques de café

O volume global dos estoques de café deve subir de cerca de 38 milhões para mais de 48 milhões de sacas em 2026, estima a StoneX. No Brasil, principal pilar desse movimento, o crescimento é de, aproximadamente, 5 milhões de sacas na comparação anual.

Ainda assim, a recomposição não ocorre de forma homogênea. Na Europa, tradicional amortecedor do mercado, os estoques voltaram a se aproximar do limite inferior da faixa histórica em 2025, após queda superior a 2 milhões de sacas entre 2024 e 2025, com recuperação gradual prevista para 2026.

Já nos Estados Unidos, os estoques de café verde recuaram de mais de 6 milhões de sacas em 2022 para menos de 1 milhão em 2025, com expectativa de leve recuperação neste ano. Já o Japão apresenta uma queda mais moderada, porém persistente ao longo dos últimos anos.

“A recomposição dos estoques é um movimento relevante, mas acontece após uma sequência prolongada de quedas e com distribuição irregular entre regiões produtoras e consumidoras. Isso mantém o mercado sensível, já que nem todas as regiões conseguem recompor estoques no mesmo ritmo”, destaca Rossetti.

Consumo global

Do lado da demanda, o consumo global de café, que recuou cerca de 2,5% em 2025, deve se recuperar em ritmo semelhante em 2026, com alta também estimada em 2,5%.

Segundo a consultoria, o avanço é sustentado pela desaceleração da inflação e pela melhora gradual das condições econômicas, especialmente em mercados como Estados Unidos, Brasil e Japão.

Ainda assim, os preços seguem elevados e continuam impactando o consumo. No Brasil, a inflação do café superou 80% em meados de 2025 e encerrou o ano em cerca de 35% acima do período anterior.

Nos Estados Unidos, a inflação permaneceu acima de 30% ao longo de 2025, com sinais mais claros de alívio apenas no início de 2026. Já na zona do euro, os preços encerraram 2025 com alta em torno de 18%, mantendo trajetória de desaceleração.

Nesse contexto, a StoneX projeta que 2026 deve se consolidar como um ano de transição para o mercado global de café, com melhora nos fundamentos, mas ainda sujeito a oscilações.

“Embora o superávit reduza o risco de eventos extremos, o mercado segue vulnerável. Pequenos choques de oferta ou demanda ainda podem gerar impactos relevantes nos preços, o que exige acompanhamento constante dos fundamentos”, conclui Rossetti.

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Ciclone extratropical chega e espalha chuvas pelo Brasil; saiba onde o tempo vira


Imagem de Keli Black por Pixabay

A formação de um ciclone extratropical no Sul do Brasil deve intensificar as instabilidades climáticas no início desta semana, com previsão de chuvas mais abrangentes e, em alguns pontos, volumosas.

Os maiores impactos são esperados nas lavouras da região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul. Áreas do sudoeste do estado, como Alegrete, próximas à fronteira com o Uruguai, tendem a registrar acumulados mais elevados devido à proximidade com a formação do sistema. A previsão indica dias consecutivos de maior instabilidade, com destaque para volumes maiores até o dia 12 de abril.

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Além do Sul, o sistema também favorece a ocorrência de chuvas no Centro-Oeste, alcançando estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No Sudeste, São Paulo deve registrar aumento nos volumes, o que pode influenciar as atividades no campo.

No Norte do país, o destaque permanece no Amazonas, com manutenção de chuvas frequentes e volumes expressivos. Já no Nordeste, os maiores acumulados são esperados no Maranhão, com precipitações que também podem atingir áreas do Piauí e do Ceará.

12 a 16 de abril

Entre os dias 12 e 16 de abril, a tendência é de que a chuva, inicialmente concentrada no Norte, avance sobre áreas produtoras do Centro-Oeste e do Nordeste. A partir da segunda quinzena do mês, especialmente após o dia 16, os volumes tendem a diminuir de forma mais ampla.

A previsão indica retorno das chuvas por volta do dia 21 de abril, porém com baixos acumulados. Assim, os maiores volumes esperados para os próximos 30 dias devem se concentrar neste início de período, com destaque para esta terça-feira, quando os acumulados tendem a ser mais elevados.

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Aplicação errada pode comprometer toda a lavoura



“Nenhum produto entrega bons resultados se for mal aplicado”


“Nenhum produto entrega bons resultados se for mal aplicado"
“Nenhum produto entrega bons resultados se for mal aplicado” – Foto: Divulgação

A forma como os defensivos agrícolas são aplicados tem impacto direto na produtividade, na segurança e na sustentabilidade das lavouras. Boas práticas no uso desses insumos são determinantes para garantir eficiência no controle de pragas e doenças, além de reduzir riscos ao meio ambiente e às pessoas envolvidas na atividade.

Esse é o foco de um novo conteúdo da série Conversando com o Especialista, iniciativa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal. O material, disponível nas redes sociais da entidade, conta com a participação do professor da Universidade de Passo Fundo, Walter Boller, que ressalta a importância da aplicação correta como fator essencial para bons resultados no campo. O especialista contextualiza que nenhum produto apresenta desempenho satisfatório quando utilizado de forma inadequada, destacando a necessidade de procedimentos seguros e responsáveis.

“Nenhum produto entrega bons resultados se for mal aplicado. É fundamental seguir procedimentos de aplicação adequados, seguros e responsáveis para alcançar bons resultados nas culturas, sem prejuízos às pessoas e ao ambiente”, afirma.

Outro ponto abordado é a atenção aos equipamentos de aplicação, especialmente os pulverizadores, amplamente utilizados em diferentes culturas. O conteúdo reforça a importância da manutenção e da limpeza adequada para evitar contaminação cruzada e possíveis danos a áreas sensíveis dentro da propriedade. A orientação também enfatiza que o uso correto dos equipamentos contribui para que o produto atinja o alvo desejado, evitando deriva e impactos em locais indesejados.

O episódio integra um módulo com linguagem acessível e formato ágil, disponível gratuitamente na plataforma de cursos da entidade. A iniciativa reúne orientações práticas sobre todas as etapas da aplicação, com o objetivo de apoiar o manejo no dia a dia e aprimorar o uso de tecnologias no campo. “Estamos sempre aprendendo algo novo e, com essa ferramenta, conseguimos consolidar conhecimentos já existentes e adquirir novos aprendizados”, indica e conclui Boller.

 





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