É seguro comer carne mal passada? Especialista esclarece

O programa Giro do Boi desta semana abordou a segurança da carne mal passada, esclarecendo que a segurança do alimento depende mais da técnica de preparo e da origem do que do ponto de cozimento.
Segundo o professor Sérgio Pflanzer, especialista em carne da Unicamp, em cortes íntegros, como picanha e filé mignon, a contaminação bacteriana, como Salmonella e E. coli, fica restrita à superfície.
O calor intenso do selamento é suficiente para eliminar microrganismos presentes na parte externa, garantindo a segurança da carne mal passada, que é rosada por dentro.
Confira:
Importância da selagem adequada
Pflanzer destaca que, ao selar a carne em altas temperaturas, as fibras musculares de cortes inteiros permanecem virtualmente estéreis. Assim, a carne mal passada é segura para consumo, desde que tenha sido bem selada.
No entanto, o cenário muda para hambúrgueres e almôndegas, onde o processo de moagem pode misturar a contaminação da superfície com o interior. Para carnes moídas, a recomendação é que o núcleo atinja pelo menos 71°C para garantir a eliminação total de patógenos.
Fatores de segurança na escolha da carne
Pflanzer informa que o risco real na segurança da carne não está na suculência, mas em fatores como selo de inspeção, procedência garantida e refrigeração adequada. O “vermelho” no centro da carne não é sangue, mas mioglobina, uma proteína que transporta oxigênio nos músculos.
Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.
Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.
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