segunda-feira, junho 8, 2026

Autor: Redação

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Operação Procedência apreende mais de 900 kg de alimentos impróprios para consumo


Foto: Divulgação/Ascom-PCBA

Mais de 900 quilos de carnes, queijos e outros produtos de origem animal considerados impróprios para o consumo foram apreendidos nesta quarta-feira (3), no município de Lauro de Freitas, durante a Operação Procedência, deflagrada em conjunto pela Polícia Civil da Bahia e pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

Durante as fiscalizações realizadas no período da manhã, foram constatadas diversas irregularidades sanitárias em estabelecimentos comerciais localizados no bairro de Itinga, investigados por produzir e comercializar alimentos sem a devida autorização dos órgãos competentes.

Dando prosseguimento às diligências, as equipes retornaram às inspeções e fiscalizaram outros dois estabelecimentos que funcionavam na mesma localidade.

Nessas novas ações, técnicos da Adab identificaram outra grande quantidade de produtos de origem animal sem comprovação de procedência, com indícios de utilização de registros sanitários falsificados, além de alimentos armazenados em condições inadequadas de conservação e higiene.

carne imprópria para consumo apreendida pela Polícia Civil e Adab
Foto: Divulgação/Ascom-PCBA

De acordo com a Polícia Civil da Bahia, ao final da operação, foram apreendidos aproximadamente 975 quilos de carnes, queijos e outros produtos de origem animal considerados impróprios para o consumo humano.

Além disso, medidas administrativas cabíveis foram adotadas para a inutilização e o descarte do material.

Ação conjunta

A ação contou com a participação de policiais civis da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), fiscais e médicos-veterinários da Adab, além do apoio da Polícia Militar da Bahia, por meio da 49ª Companhia Independente da Polícia Militar (49ª CIPM), que prestou suporte operacional durante toda a fiscalização, contribuindo para a segurança das equipes e o regular desenvolvimento das diligências.

carne imprópria apreendida em Lauro de Freitas
Fotos: Divulgação/Ascom-PCBA

As investigações prosseguirão para apurar a responsabilidade dos envolvidos e a eventual caracterização de infrações penais e administrativas relacionadas à comercialização clandestina de alimentos.


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Exportações do Brasil aos EUA caem 14% em maio, enquanto vendas à China sobem 9,5%


Dólar sobe no Brasil com petróleo em alta e tarifas dos EUA no radar

As exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 14,0% em maio de 2026, para US$ 3,090 bilhões, na comparação com igual mês de 2025. No mesmo período, as vendas para a China cresceram 9,5% e somaram US$ 10,497 bilhões. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (3) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No caso dos Estados Unidos, as importações brasileiras de produtos norte-americanos caíram 11,0% em maio, para US$ 3,211 bilhões. Com isso, a balança comercial bilateral registrou déficit de US$ 121 milhões no mês. No acumulado de janeiro a maio, as exportações para os EUA recuaram 16,0%, para US$ 14,012 bilhões, enquanto as importações caíram 12,6%, para US$ 15,478 bilhões, resultando em déficit de US$ 1,47 bilhão.

Com a China, o movimento foi diferente. Além da alta de 9,5% nas exportações em maio, as importações cresceram 24,2%, para US$ 6,799 bilhões. Ainda assim, o Brasil teve superávit de US$ 3,70 bilhões com o país asiático no quinto mês do ano. De janeiro a maio, as vendas ao mercado chinês avançaram 21,8%, para US$ 43,263 bilhões, e as compras subiram 4,1%, para US$ 30,759 bilhões. O saldo positivo no período foi de US$ 15,50 bilhões.

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Na União Europeia, as exportações brasileiras cresceram 8,8% em maio e atingiram US$ 4,908 bilhões, enquanto as importações caíram 6,9%, para US$ 4,010 bilhões. O superávit com o bloco foi de US$ 898 milhões no mês. No acumulado do ano, as vendas subiram 6,7%, para US$ 21,814 bilhões, e as compras recuaram 3,4%, para US$ 19,555 bilhões.

Para a Argentina, as exportações caíram 21,7% em maio, para US$ 1,326 bilhão, e as importações cresceram 2,8%, para US$ 1,194 bilhão, com saldo positivo de US$ 132 milhões. O material divulgado pela Secex não detalha, nesta base apresentada, quais setores ou produtos explicaram as variações por destino.

Os números indicam comportamentos distintos entre os principais parceiros comerciais do Brasil em maio, com retração nas vendas aos Estados Unidos e avanço para China e União Europeia. Sem a abertura por produto nesta divulgação, a avaliação setorial sobre efeitos para cadeias específicas, incluindo o agronegócio, depende de detalhamento adicional da pauta exportadora.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Mdic cita Lei de Reciprocidade após proposta dos EUA de tarifas ao Brasil


Argentina e Uruguai esgotam cotas de arroz e ovos para a União Europeia

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) informou nesta quarta-feira (3) que o Brasil poderá recorrer aos instrumentos da Lei de Reciprocidade em resposta à investigação comercial dos Estados Unidos sobre trabalho forçado. A manifestação veio após o governo norte-americano propor, na terça-feira (2), tarifa adicional de 12,5% contra o Brasil, além de outra sugestão de 25% para uma série de produtos no âmbito da seção 301. O alcance setorial completo das medidas ainda não foi detalhado na nota divulgada pelo ministério.

Na nota, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) afirmou discordar da conclusão dos Estados Unidos e classificou como indevida a associação entre a competitividade da economia brasileira e o uso de insumos obtidos em violação à dignidade humana. O texto também registra que o Brasil se reserva o direito de reagir com os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada pelo Congresso Nacional.

Segundo o comunicado, os acordos firmados por Brasil e Mercosul incluem compromisso de eliminação do trabalho forçado. A pasta informou ainda que o Ministério do Trabalho e Emprego permanece à disposição para manter a cooperação bilateral sobre o tema.

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A proposta norte-americana foi apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que incluiu o Brasil, a União Europeia e outros 58 países em questionamentos por suposta falha na proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado. Além da tarifa de 12,5% ligada a essa investigação, há recomendação separada de 25% sobre um conjunto de produtos brasileiros, também no âmbito da seção 301.

Até o momento, a nota do governo brasileiro não detalha quais mercadorias podem ser atingidas nem informa cronograma definitivo para eventual aplicação das tarifas. Esse ponto é relevante para exportadores porque o efeito econômico dependerá do escopo final da medida, dos setores alcançados e da reação comercial brasileira.

Se confirmadas, as tarifas podem alterar condições de acesso de produtos brasileiros ao mercado dos Estados Unidos, com reflexos sobre cadeias exportadoras, inclusive agroindustriais, caso bens do setor estejam entre os itens atingidos.

No momento, o cenário segue condicionado à conclusão da investigação norte-americana e à definição formal dos produtos sujeitos às tarifas. Sem essa delimitação, ainda não é possível mensurar com precisão o impacto por cadeia produtiva, mas a evolução do caso deve ser acompanhada por exportadores e entidades setoriais.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

NOVA Vinhos e Espumantes aproxima tradição italiana e cultura do vinho no Alto Uruguai


A NOVA Vinhos e Espumantes, unidade de negócios da Nova Aliança Vinícola Cooperativa, esteve em Frederico Westphalen no dia 28 de maio, em uma ação voltada à valorização da cultura italiana e da tradição vitivinícola que marca a história do Alto Uruguai. A programação reuniu integrantes da Associação dos Enófilos do Alto Uruguai, lideranças regionais, representantes da imprensa e apreciadores do vinho em um encontro que celebrou origens, identidade e legado.

Durante o evento, o CEO da Nova Aliança Vinícola Cooperativa, Heleno Facchin, apresentou o portfólio da NOVA Vinhos e Espumantes e destacou o papel da cultura do vinho como elemento de integração entre gerações e territórios. A iniciativa também fortaleceu a aproximação da cooperativa com uma região historicamente formada por descendentes de imigrantes italianos e reconhecida pelo apreço aos vinhos e espumantes.

Entre os momentos simbólicos da programação esteve a entrega do livro Troncos da Família Botton no Sul do Brasil com a presença do cônsul honorário da Itália em Santa Maria, José Zanella. A homenagem foi acompanhada de exemplares da linha especial NOVA 150 Anos – Edizione Speciale, criada para celebrar os 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul.

Com produção limitada e chancela oficial do Consulado Geral da Itália, a coleção presta homenagem às famílias que ajudaram a construir a história da vitivinicultura brasileira, reconhecendo o trabalho, a tradição e os valores trazidos pelos imigrantes italianos que transformaram a cultura da uva e do vinho em parte da identidade do Rio Grande do Sul.

A presença da NOVA Vinhos e Espumantes no Alto Uruguai também reconhece o trabalho realizado pela Associação dos Enófilos do Alto Uruguai, entidade que há anos contribui para a formação de consumidores, promovendo encontros, cursos, degustações e ações voltadas à difusão da cultura do vinho na região.

Para a vinícola cooperativa, iniciativas como esta fortalecem os vínculos entre diferentes regiões do Estado que compartilham as mesmas raízes culturais e ajudam a ampliar o conhecimento sobre o vinho brasileiro, aproximando consumidores das histórias, dos territórios e das mais de 600 famílias cooperadas que dão origem aos produtos da Nova Aliança.

 





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BNDES barra R$ 1,1 bilhão em crédito rural por indícios de desmatamento ilegal


BNDES barra R$ 1,1 bilhão em crédito rural por indícios de desmatamento ilegal

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou, nesta quarta-feira (3), que evitou a contratação de mais de R$ 1,1 bilhão em financiamentos rurais ligados a propriedades com indícios de desmatamento ilegal entre fevereiro de 2023 e abril de 2026. Segundo o banco, foram registrados 5.592 alertas ativos no período, o equivalente a cerca de 1% das 551,7 mil solicitações de crédito rural encaminhadas à instituição.

O monitoramento é feito em parceria com o MapBiomas e alcança operações dos programas agropecuários federais com juros equalizados, da linha BNDES Crédito Rural e financiamentos com marcação de crédito agrícola pelo Banco Central (BC). De acordo com o balanço, o volume evitado desde 2023 corresponde a quase R$ 1 milhão por dia em solicitações que deixaram de ser contratadas.

Pelos dados divulgados, Norte e Nordeste tiveram os maiores percentuais de volume bloqueado, com 1,7% sobre os R$ 6,2 bilhões e os R$ 7,8 bilhões solicitados, respectivamente. O Nordeste também concentrou a maior taxa de alertas ativos, com 3% de mais de 13,6 mil pedidos. No Sudeste, o bloqueio representou 0,5% de R$ 23 bilhões, com alertas em 0,4% das 75,1 mil solicitações.

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No Centro-Oeste, o banco evitou 0,7% dos R$ 29,7 bilhões solicitados, enquanto a região Sul registrou bloqueio de 0,8% sobre R$ 73,2 bilhões. Em número de pedidos, o Sul respondeu por 419 mil solicitações, com cerca de 1% de alertas. Entre os estados, o Rio Grande do Norte teve a maior proporção de alertas, com 5,1% em 117 solicitações. O Amazonas registrou a maior proporção de volume evitado, com 5,4% de quase R$ 29,4 milhões.

O BNDES informou que não contrata operações destinadas a imóveis com desmatamento sem Autorização para Supressão de Vegetação, Projeto de Recuperação de Área Degradada, Termo de Ajustamento de Conduta ou outro documento que comprove a regularidade. O banco também veda crédito a beneficiários com embargos vigentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em qualquer propriedade, critério mais amplo que o previsto no Manual de Crédito Rural.

Para o setor, os dados indicam que a conformidade ambiental passou a ter peso direto na liberação de crédito rural operado pelo BNDES. A tendência depende da manutenção do monitoramento e da regularização documental das propriedades, já que o banco informou operar essas linhas por meio de mais de 80 instituições financeiras credenciadas com cobertura em mais de 90% do território nacional.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

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TCU orienta DNIT a separar manutenção de rodovias de investimentos


TCU orienta DNIT a separar manutenção de rodovias de investimentos

O Tribunal de Contas da União (TCU) informou, nesta quarta-feira (3), ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) que os gastos com rodovias federais devem ser registrados conforme sua finalidade. Segundo o tribunal, despesas de conservação e manutenção continuam como despesas correntes, enquanto obras que ampliem capacidade, prolonguem vida útil ou agreguem valor à infraestrutura devem ser classificadas como investimento.

De acordo com o TCU, a distinção entre manutenção rotineira e investimento ainda precisa de critérios técnicos mais objetivos para que as demonstrações contábeis representem de forma adequada o valor dos ativos de infraestrutura da União. O tribunal informou que a classificação incorreta pode comprometer a mensuração patrimonial das rodovias federais.

Entre as orientações repassadas ao DNIT estão o fortalecimento dos controles internos e o aprimoramento dos procedimentos contábeis aplicados à malha viária. As recomendações abrangem etapas de reconhecimento, mensuração, reavaliação, depreciação e divulgação desses ativos nas demonstrações financeiras.

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O TCU também apontou a necessidade de definição e revisão periódica da vida útil das rodovias, adoção de métodos adequados de depreciação, registro correto de reavaliações patrimoniais e compensação de ganhos e perdas de valor dentro da mesma categoria de ativos.

No campo logístico, a medida tem relação com a gestão da infraestrutura usada no transporte de grãos, carnes, fertilizantes e outros produtos do agronegócio. A contabilização mais precisa não altera, por si só, a condição física das estradas, mas tende a qualificar a leitura sobre quanto a União destina à conservação da malha e quanto aplica em ampliação ou melhoria estrutural.

O material divulgado não informa valores, trechos específicos de rodovias ou prazo para adoção das recomendações. Também não detalha eventuais impactos orçamentários imediatos decorrentes da orientação.

A orientação do TCU reforça a separação técnica entre gasto corrente e investimento público na infraestrutura rodoviária. Sem detalhamento adicional sobre cronograma e alcance operacional das medidas, o efeito prático dependerá da adoção dos ajustes contábeis e de controle pelo DNIT e pela STN.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Petróleo sobe com tensão no Oriente Médio e risco à oferta global


Petróleo sobe com impasse entre EUA e Irã e repercussão de cúpula entre Xi e Trump

O petróleo fechou em alta nesta quarta-feira (3), pela terceira sessão seguida, em meio à nova escalada de tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã. O mercado reagiu ao aumento da percepção de risco sobre a continuidade da guerra no Oriente Médio e sobre a oferta global, diante das dificuldades para normalização do tráfego no Estreito de Ormuz. Também entrou no radar a queda dos estoques de petróleo nos Estados Unidos na semana passada.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do petróleo WTI para julho avançou 2,4%, ou US$ 2,26, e encerrou o dia cotado a US$ 96,02 por barril. Já o Brent para agosto, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), subiu 1,89%, ou US$ 1,81, para US$ 97,81 por barril.

A valorização ocorreu após declarações do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, à CNBC, indicando que os Estados Unidos poderiam retomar ações militares em larga escala contra o Irã, se necessário. Ao mesmo tempo, o cessar-fogo no Estreito de Ormuz segue sob pressão, com novas acusações de ataques envolvendo embarcações e instalações ligadas ao conflito.

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O mercado também monitorou sinais de restrição física de oferta. Com o Estreito de Ormuz virtualmente fechado, aumentaram as dúvidas sobre a capacidade de escoamento de petróleo na região. Nesse contexto, o primeiro-ministro do Iraque determinou a retomada das operações de empresas petrolíferas no Curdistão a partir de quinta-feira (4).

Outro fator de sustentação veio dos estoques nos Estados Unidos. Segundo os dados citados no mercado, as reservas de petróleo caíram 7,974 milhões de barris na semana passada, acima da expectativa de recuo de 3,3 milhões de barris.

Para o agronegócio, o comportamento do petróleo é acompanhado de perto porque influencia os preços de diesel, frete, insumos industriais e custos de energia. Esses efeitos, no entanto, dependem da transmissão para os combustíveis no mercado interno, do câmbio e da política de preços adotada no Brasil.

No curto prazo, a direção das cotações seguirá condicionada à evolução do conflito no Oriente Médio, à situação do Estreito de Ormuz e aos dados de oferta e demanda. Sem uma normalização clara do fluxo na região, o mercado tende a manter prêmio de risco nas negociações.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Missão do agroBR leva 23 produtores à feira Alimentec, na Colômbia


Missão do agroBR leva 23 produtores à feira Alimentec, na Colômbia

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do projeto agroBR, participa entre domingo (8) e quinta-feira (12) da feira Alimentec 2026, em Bogotá, na Colômbia. A missão reúne 23 produtores rurais brasileiros e integra a estratégia de promoção comercial internacional do programa. A agenda prevê visitas ao varejo, reuniões com entidades do setor agropecuário colombiano e encontros de negócios durante o evento.

Segundo a CNA, a comitiva será formada por produtores dos segmentos de café, cachaça, cacau e chocolates, frutas e derivados, molhos, especiarias e farinhas. A ação é realizada em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A Alimentec é uma feira multissetorial voltada à indústria de alimentos e bebidas. De acordo com a programação divulgada, no domingo (8) os participantes farão uma imersão no mercado local, com visitas a grandes redes varejistas e centros de distribuição da capital colombiana. Entre segunda-feira (9) e quinta-feira (12), a delegação participará da feira, com reuniões no estande do agroBR e rodadas de negócios com compradores previamente selecionados.

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A agenda institucional também inclui encontros com entidades colombianas ligadas ao agro. Na terça-feira (10), a comitiva tem reunião prevista com a Sociedad de Agricultores de Colombia (SAC). Na quinta-feira (12), estão programados encontros com a Federación Colombiana de Ganaderos (FEDEGÁN), com a Embaixada do Brasil em Bogotá e com a ProColombia.

Do ponto de vista técnico, a missão se insere nas ações de prospecção de mercados e relacionamento comercial para produtos agroindustriais e de maior valor agregado. A programação combina observação de canais de distribuição, interlocução com instituições setoriais e negociação direta com compradores, etapas usadas para mapear demanda, exigências comerciais e possibilidades de inserção dos produtos brasileiros no mercado colombiano.

Até o momento, a CNA não informou metas financeiras, volume potencial de negócios ou estimativas de contratos a serem fechados durante a missão. Os resultados comerciais e eventuais desdobramentos para exportações deverão depender das rodadas de negócios e das reuniões previstas ao longo da programação em Bogotá.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Lula critica tarifas dos EUA e defende Brasil como potência global


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, o tratamento dispensado pelos Estados Unidos ao Brasil, especialmente após a proposta de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Lula enfatizou que o Brasil não deve ser considerado uma republiqueta insignificante e que a nação possui uma história significativa no cenário global.

Críticas às tarifas dos EUA

Lula expressou sua indignação em relação às tarifas propostas pelo governo norte-americano, afirmando que o Brasil não se negou a negociar. Ele destacou que a comunicação sobre as tarifas foi feita de maneira inadequada, através do Twitter, e não por canais oficiais.

Fortalecimento da democracia

O presidente ressaltou a importância do reconhecimento do fortalecimento da democracia no Brasil e a luta pelo multilateralismo. Ele afirmou que o país deve ser tratado com respeito e dignidade, e que a narrativa construída pelo governo brasileiro busca esclarecer a situação para a comunidade internacional.

Relações com os EUA

Lula também mencionou a necessidade de um diálogo mais civilizado entre os líderes, criticando a forma como as decisões são comunicadas. Ele se referiu a Marco Rubio, senador dos EUA, como alguém que não tem uma visão favorável à América Latina, o que, segundo ele, impacta negativamente as relações entre os países.

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21ª Mega Leite em Belo Horizonte discute genética e PIB agropecuário


A 21ª edição da Mega Leite, realizada em Belo Horizonte, destaca Minas Gerais como o maior polo da pecuária leiteira do Brasil e discute inovações em tecnologia genética e o futuro do setor. O evento reúne produtores, empresas e autoridades, enfatizando a importância econômica da pecuária leiteira, que vai além da simples produção de leite.

Abertura do evento

A abertura da Mega Leite contou com a presença do governador de Minas Gerais, marcando o início de uma das maiores feiras da pecuária leiteira da América Latina.

Importância do setor

O evento ressalta a relevância econômica do setor, que envolve uma ampla cadeia de produtos e inovações. A média de produção de leite por vaca lactante no Brasil aumentou de 4,5 litros para quase 10 litros, destacando a contribuição da raça Girolanda.

Produção e PIB

Minas Gerais lidera a produção nacional de leite, com destaque para as regiões do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro, e continua a expandir sua participação no mercado internacional de lácteos. O setor representa 24% do PIB mineiro, apenas 1% abaixo do PIB da mineração.

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