quarta-feira, julho 15, 2026

Autor: Redação

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bebidas conectam tradição e bem-estar


A busca por opções mais saudáveis e inclusivas tem impulsionado inovações no mercado de bebidas. Entre elas, o espumante sem álcool surge como uma alternativa que combina técnicas avançadas de produção com a capacidade de atender às novas demandas do consumidor.

Produção

Produzir um espumante sem álcool vai além de retirar o álcool da fórmula. O processo exige a seleção de uvas específicas, como a moscatel, que preservam suas características aromáticas sem a necessidade de fermentação. “O segredo está em selecionar uvas que mantenham o aroma e aplicar processos que garantam o sabor, mesmo sem fermentação”, explica André Gasperin, gerente técnico da Nova Aliança e enólogo.

Essa atenção aos detalhes permite criar uma bebida que mantém o frescor e o aroma característicos, ao mesmo tempo em que atende às necessidades de públicos como grávidas, lactantes e pessoas com restrições ao consumo de álcool.

Versatilidade para diferentes ocasiões

A inclusão proporcionada pelas bebidas sem álcool vai além da saúde. Essas opções são cada vez mais presentes em celebrações e refeições, mostrando que o consumidor busca produtos que possam se adaptar a diferentes momentos do dia a dia. “Estamos conectando o campo à cidade, levando o melhor das vinhas para o cotidiano das pessoas, de forma inovadora e acessível”, destaca Heleno Facchin, CEO da Nova Aliança e engenheiro agrônomo.

O campo e a cidade mais conectados

A produção de espumantes sem álcool reforça a conexão entre o campo e a cidade. Inovações como essa começam nas vinhas e refletem no cotidiano urbano, unindo a tradição agrícola às exigências do consumidor moderno. “Nosso objetivo é entregar um produto que não só respeite a tradição, mas também responda às demandas de um consumidor cada vez mais consciente”, afirma Gasperin.

Mercado em expansão

A popularidade crescente de bebidas sem álcool reflete uma mudança no comportamento dos consumidores. O mercado, atento a essa demanda, tem investido em tecnologia e processos sustentáveis para oferecer produtos alinhados com as expectativas de um público mais exigente e preocupado com o bem-estar. “Essa é uma tendência que veio para ficar, e continuaremos inovando para atender às necessidades dos consumidores urbanos, sempre conectados à tradição do campo”, reforça Facchin.





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Revisão global de produção mexe no mercado de café



No Brasil, o clima desempenha um papel crucial na atual safra



Mercado está bastante volátil
Mercado está bastante volátil – Foto: Pixabay

Segundo Ricardo Leite, Head Agronegócios, o mercado de café apresentou movimentos distintos nas últimas semanas, com impactos de fatores climáticos e revisões de produção global. Na Bolsa de Nova York (ICE NY), os contratos futuros para março/2025 registraram queda de 3,2%, fechando a US¢ 319,50 por libra-peso. Em contrapartida, Londres apresentou alta de 1%, com o contrato para janeiro/2025 cotado a USD 5.209,00 por tonelada.  

No Brasil, o especialista informa que o clima desempenha um papel crucial na atual safra. As chuvas recentes têm favorecido o pegamento dos frutos em Minas Gerais, principal estado produtor, embora regiões críticas como Araguari ainda enfrentem dificuldades. A previsão para a próxima semana é de acumulados de até 30 mm, o que pode contribuir para a recuperação de áreas afetadas.  

Saindo um pouco do Brasil e olhando mais para o cenário internacional, o relatório do USDA trouxe uma revisão negativa para a produção do Vietnã na safra 2023/24, reduzida para 27,5 milhões de sacas. Apesar disso, as expectativas para 2024/25 indicam recuperação, com projeção de aumento para 30,1 milhões de sacas, o que pode influenciar a dinâmica de oferta no mercado global.  

A partir disso é possível concluir que esses dados refletem a volatilidade do mercado de café, impulsionada por questões climáticas e ajustes na produção. Produtores e investidores devem monitorar atentamente as condições climáticas e os relatórios globais para decisões estratégicas. Ele publicou essas informações em um artigo em seu perfil da rede social LinkedIn.

 





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Inoculação pode impulsionar o cultivo de soja e milho



A falta de inoculantes compromete o desempenho das lavouras



 Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes
Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes – Foto: Pixabay

A inoculação tem se destacado como uma técnica indispensável para o sucesso de culturas como soja, milho, trigo e cana-de-açúcar, promovendo sustentabilidade e alta produtividade. A Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), processo natural que converte o Nitrogênio atmosférico (N2) em formas assimiláveis pelas plantas, é fundamental para reduzir a dependência de fertilizantes químicos. Para essas culturas, a inoculação contribui diretamente para o fortalecimento do sistema radicular e o desenvolvimento inicial, resultando em maior tolerância às condições adversas, como estiagens, e melhor absorção de água e nutrientes.  

A falta de inoculantes compromete o desempenho das lavouras, causando redução de produtividade e maior custo com insumos químicos. Em contrapartida, o uso dessa tecnologia beneficia tanto os produtores quanto o meio ambiente. A Microgeo, referência no manejo microbiológico do solo, apresenta a linha Vigorgeo, composta por produtos inovadores que aliam eficiência e praticidade no campo.  

O Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes, reduzindo custos e contribuindo para a recuperação de áreas degradadas. Esse inoculante melhora a fertilidade e a qualidade do solo, além de reduzir a emissão de gases de efeito estufa e o risco de contaminação de mananciais. Já o Vigorgeo Azos é indicado para milho, trigo e co-inoculação em soja, destacando-se por estimular o crescimento radicular, aumentar a absorção de nutrientes e garantir resistência à seca.  

Completando a linha, o Vigorgeo Fós combina microrganismos de alta eficiência que promovem a solubilização de fósforo, fixação de nitrogênio e crescimento radicular. Essa solução multifuncional melhora a saúde do solo e eleva a produtividade das culturas, consolidando-se como uma ferramenta essencial para uma agricultura moderna e sustentável.

 





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Tratamento biológico de sementes impulsiona sustentabilidade



A crescente adoção dessas práticas posiciona o Brasil como referência global



O impacto positivo dessa abordagem pode ser percebido em todas as etapas do ciclo produtivo
O impacto positivo dessa abordagem pode ser percebido em todas as etapas do ciclo produtivo – Foto: Divulgação

O início de um novo ano é um momento estratégico para os agricultores brasileiros, que analisam cenários climáticos, econômicos e cambiais para definir as melhores práticas para a próxima safra. Nesse contexto, o uso de tecnologias biológicas, segundo a Indigo Agricultura, especialmente no tratamento de sementes, tem se destacado como uma solução fundamental para promover o desenvolvimento inicial uniforme das plantas e aumentar a eficiência produtiva.  

O tratamento biológico de sementes protege as plantas desde a germinação, melhora a qualidade genética das culturas e fortalece a saúde do solo. Essa prática reduz a dependência de insumos químicos, contribui para a biodiversidade e aumenta a resiliência das lavouras diante de desafios como pragas, doenças e estresses climáticos. O impacto positivo dessa abordagem pode ser percebido em todas as etapas do ciclo produtivo, consolidando-a como um pilar para a agricultura sustentável.  

Além disso, o manejo com biofertilizantes, inoculantes de nitrogênio, solubilizadores de fósforo e estimulantes de crescimento complementa o uso de tecnologias biológicas. Essas soluções ampliam o potencial produtivo das lavouras e contribuem para a recuperação dos solos, promovendo sistemas agrícolas mais equilibrados e rentáveis.  

A crescente adoção dessas práticas posiciona o Brasil como referência global em agricultura sustentável, especialmente em um momento em que o país se prepara para sediar a COP 30. Investir em tecnologias biológicas não apenas fortalece o compromisso com a sustentabilidade, mas também amplia a capacidade de alimentar o mundo com eficiência e respeito ao meio ambiente.

 





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Confira os preços de hoje da arroba do boi gordo e do mercado atacadista



O mercado físico do boi gordo teve pouca movimentação no retorno do feriado. Para o analista Allan Maia, da consultoria Safras & Mercado, a tendência é que o mercado continue arrastado nos próximos dias devido à proximidade do Ano Novo, com parte dos agentes ausentes nas negociações.

Segundo ele, em São Paulo, boa parcela dos frigoríficos está sinalizando que as escalas de abate estão posicionadas, atuando com tranquilidade na procura por boi gordo.

“Aqueles frigoríficos com escalas a fazer encontram dificuldade para bom volume de oferta no momento, podendo pagar mais em breve. As expectativas passam agora para a primeira quinzena de janeiro, com retomada gradual da liquidez e com possível encurtamento das escalas de abate”, diz.

De acordo com o analista, outro ponto de atenção é a evolução do atacado, com cortes mais nobres podendo encontrar dificuldade para sustentação. “O movimento do dólar e o fluxo de exportações também merecem atenção”, completou.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: entre R$ 310 e R$ 320
  • Minas Gerais: entre R$ 300 e R$ 310
  • Goiás: R$ 295 e R$ 305
  • Mato Grosso do Sul: até R$ 315
  • Mato Grosso: entre R$ 300 e R$ 315

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou ligeiro movimento de queda no decorrer da última quinta-feira. Os agentes do mercado seguem atentos a evolução do consumo nesta reta final de 2024.

  • Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

“Vale frisar que os cortes mais nobres tendem a encontrar dificuldade para sustentação após as festividades, com possível mudança no perfil de consumo. Outro ponto a se considerar é os cortes bovinos continuam em patamares elevados, o que pode resultar em migração para produtos substitutos mais acessíveis”, assinalou Iglesias.

O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,30 por quilo, queda de dez centavos. O Quarto traseiro foi indicado em R$ 26,70, por quilo, queda de dez centavos. Ponta de agulha recuou dez centavos e ficou posicionado em R$ 19,40, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,11%, sendo negociado a R$ 6,1773 para venda e a R$ 6,1753 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,1466 e a máxima de R$ 6,1981.



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Preços em alta em meio a pequenos negócios: o mercado da soja



Os preços da soja subiram nesta quinta-feira (26) nas principais praças de comercialização do Brasil, impulsionados pela valorização no mercado internacional, especialmente na Bolsa de Chicago. A movimentação no mercado foi limitada, com apenas lotes pequenos sendo negociados. A maioria dos agentes segue fora do mercado, retornando somente em 2025.

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Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 131,00 para R$ 133,50
  • Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 139,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 132,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 127,00 para R$ 137,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 122,00 para R$ 126,00

Chicago

Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) registraram fortes altas, impulsionados pela boa demanda pela soja norte-americana e pela previsão de tempo seco na Argentina, que favoreceu a valorização do grão. O farelo de soja liderou os ganhos, com uma alta significativa, enquanto o óleo de soja registrou queda.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja para janeiro subiram 1,3%, fechando a US$ 9,88 por bushel, enquanto o farelo de soja para o mesmo mês teve uma alta de 4,37%, fechando a US$ 305,70 por tonelada. Já o óleo de soja para janeiro registrou uma queda de 0,92%, fechando a 39,47 centavos por libra.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,11%, cotado a R$ 6,1773 para venda e a R$ 6,1753 para compra. Durante o pregão, a moeda oscilou entre R$ 6,1466 e R$ 6,1981.



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Suspensão da lei contra empresas signatárias da Moratória da Soja; entenda



O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta quinta-feira (26), a suspensão da Lei nº 12.709/2024, que prevê o fim de incentivos fiscais para as empresas signatárias da Moratória da Soja em Mato Grosso. A medida cautelar foi concedida em resposta a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Sancionada em outubro deste ano, a Lei nº 12.709/2024 estabelece novos critérios para a concessão de incentivos fiscais no estado e, na prática, impede que empresas adeptas da Moratória da Soja recebam tais benefícios. A legislação estava prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2025, próxima quarta-feira.

O requerimento de suspensão da lei foi protocolado pelo PCdoB em 23 de dezembro no STF, com o apoio dos partidos PSOL, Partido Verde e Rede Sustentabilidade. O acordo foi criado em 2006 pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Ele proíbe a compra de soja produzida em áreas do bioma Amazônia que tenham sido desmatadas após julho de 2008.

O Soja Brasil aguarda um posicionamento oficial da Aprosoja Mato Grosso, que defende os direitos dos trabalhadores rurais e luta lado a lado com os produtores. Segundo Mauro Mendes, governador de Mato Grosso, não é momento de desistir. Ele afirmou que a associação entrará com recursos no próprio Supremo Tribunal Federal para manter as sanções contra as empresas signatárias da Moratória da Soja, com o objetivo de garantir o cumprimento do Código Florestal Brasileiro.



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Fenômeno climático levará muita chuva para o último fim de semana de 2024



O último final de semana do ano deve ser chuvoso em todo o país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a partir de sexta-feira (27) está prevista muita chuva na parte central do país, com destaque para a região Sudeste.

Isso porque um novo episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) se configura no país já a partir da noite desta quinta (26).

“A ZCAS é responsável por promover dias seguidos de tempo nublado, volumes consideráveis de chuva, por vezes persistentes, que podem causar impactos à população”, ressaltou a meteorologista do Inmet Maitê Coutinho.

Segundo ela, as áreas de ocorrência de chuvas mais significativas serão aquelas em que a ZCAS atuar, ou seja, desde o sudoeste da Amazônia, cruzando as regiões Centro-Oeste e Sudeste do país, até o Oceano Atlântico.

“Atenção especial para o Sudeste, onde poderão ocorrer impactos à população nos próximos dias, já que a ZCAS pode atuar até a próxima segunda-feira”, completou.

Chuva e trovoadas no Norte e Nordeste

Na Região Norte, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e possíveis trovoadas isoladas, conforme Maitê.

De acordo com a profissional, na Região Nordeste, deve haver muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas nos litorais norte e leste do Rio Grande do Norte, da Paraíba e de Pernambuco, especialmente no período da manhã. No interior da região, o tempo deverá permanecer quente, com baixa probabilidade de chuva.

Instabilidades no Sul

Já na Região Sul, entre os dias 26 e 27, áreas de instabilidade se formarão, com possibilidade de chuva isolada no Paraná e no extremo sul do Rio Grande do Sul.

No sábado (28), a tendência é de tempo firme no interior da região, com possibilidade de chuva isolada no litoral. No domingo (29), as chances de chuva diminuem, mas ainda persistem entre o litoral de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Chuva na capital paulista

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da cidade de São Paulo informa que a tendência para os próximos dias na capital paulista será de dia chuvoso a partir da madrugada desta sexta-feira (27), ocorrendo pequenos períodos de melhoria.

“O solo encharcado e a expectativa de períodos de chuva com até forte intensidade mantém o solo encharcado e as condições favoráveis para formação de alagamentos e deslizamentos de terra nas áreas de risco. Os termômetros oscilam entre a mínima de 20°C e a máxima de 24°C”, diz o CGE.

No sábado (28), o sistema frontal se afasta para os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No entanto, o solo encharcado ainda exige atenção, pois há potencial para escorregamentos. Ocorrem aberturas de sol pela manhã e a temperatura volta a subir.

À tarde, por conta do tempo abafado, há expectativa de chuva isolada e rápida com até moderada intensidade. Mínima de 20°C e máxima de 26°C.

A Defesa Civil do estado de São Paulo está alertando a população para as fortes chuvas e montou novamente o gabinete de crise para garantir ações rápidas para a população em caso de emergência causada pelas chuvas previstas para esta quinta-feira (26) e sexta-feira (27).

“Com a chegada de uma frente fria, os níveis de acumulados de chuva podem variar nas próximas horas, especialmente nas regiões do Litoral Norte, Vale do Paraíba, Litoral Sul, capital paulista, Região Metropolitana de São Paulo, Região de Campinas, Sorocaba e Bauru”, afirma a Defesa Civil.



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chave para ganho de peso em bovinos



Para maximizar o GPD, Victor Graciliano recomenda uma abordagem integrada



Para maximizar o GPD, Victor Graciliano recomenda uma abordagem integrada
Para maximizar o GPD, Victor Graciliano recomenda uma abordagem integrada – Foto: Canva

A adubação de pastagem desempenha um papel crucial na produtividade de bovinos de corte durante a recria, como apontado por Victor Graciliano em sua análise técnica. Esse processo é essencial para garantir um bom ganho de peso diário (GPD), especialmente em sistemas baseados em pasto, onde o clima e o manejo influenciam diretamente a qualidade e a oferta de forragem ao longo do ano. Sem uma nutrição vegetal adequada, mesmo os melhores programas nutricionais para bovinos podem ter resultados limitados.

Na recria, o objetivo é transformar o bezerro (180-210 kg) em boi magro (380-420 kg) em períodos que variam conforme a produtividade de cada fazenda. Sistemas extensivos podem levar até 24 meses, enquanto fazendas tecnificadas atingem essa meta em 12 meses. O GPD alcançado é influenciado pela qualidade do pasto, manejo, sanidade e suplementação. Estudos da APTA em Colina-SP demonstram que bovinos suplementados durante o período das águas apresentam GPD superior (0,513 g com suplemento mineral e 0,753 g com suplemento proteico energético), enquanto na seca esses valores caem para 0,340 g a 0,540 g, dependendo do nível de suplementação.

Outro fator determinante é o custo operacional, que precisa ser equilibrado com o desempenho dos animais. Conforme dados da Inttegra, o custo diário de R$ 3,26 por animal, somado ao ágio de R$ 0,74, exige um GPD de pelo menos 358,19 g para atingir o ponto de equilíbrio econômico. Assim, o GPD ideal não é um valor fixo, mas um parâmetro ajustado às condições e metas de cada propriedade.

Para maximizar o GPD, Victor Graciliano recomenda uma abordagem integrada, que inclui adubação de pastagem, suplementação e planejamento zootécnico alinhado às condições climáticas e econômicas. O apoio de especialistas em nutrição de ruminantes pode ser decisivo para implementar estratégias mais rentáveis e sustentáveis na recria de bovinos.

 





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boas expectativas e produtividade à vista



O plantio da soja no Rio Grande do Sul atingiu 96% da área projetada até o momento, conforme dados da Emater/RS. Na semana passada, o percentual era de 94%, e em igual período do ano passado, o índice era de 91%. A média dos últimos cinco anos para o período é de 92%, o que indica que o avanço do plantio em 2024 está acima da média histórica.

Avanço lento da soja

O ritmo do plantio tem sido um pouco mais lento em algumas regiões, devido à sequência de semeadura em áreas previamente ocupadas por outras culturas, como milho e tabaco, além das áreas de Integração Lavoura-Pecuária (ILP).

Nessas áreas, a retirada dos bovinos ou a colheita de sementes forrageiras acontece tardiamente, o que acaba atrasando o processo de semeadura. A expectativa é que o plantio seja concluído até a primeira quinzena de janeiro, conforme as áreas forem sendo liberadas.

Desenvolvimento das lavouras

As lavouras de soja apresentam um excelente desenvolvimento, impulsionado pela alta luminosidade e pela umidade razoável do solo. Aproximadamente 96% da área cultivada encontra-se em fase vegetativa, com as plantas apresentando emissão expressiva de ramos laterais e fechamento entre as fileiras, sinais de vigor satisfatório. O estágio vegetativo precoce tem garantido um bom crescimento das plantas, o que é um indicativo positivo para as lavouras deste ano.

Início da floração e irrigação

Nas lavouras de cultivares precoces, semeadas na primeira quinzena de outubro, já é possível observar o início da floração em cerca de 4% da área cultivada. A floração é um momento crucial para o desenvolvimento da soja, pois a partir desse estágio, a demanda hídrica aumenta.

Isso tem gerado preocupações em relação à distribuição irregular das chuvas durante o mês de dezembro, especialmente nas regiões Centro e Oeste do Estado, que apresentaram baixos volumes de precipitação nas primeiras três semanas do mês.

Controle de pragas e doenças

Nas lavouras em estágio inicial de desenvolvimento vegetativo, as atividades de controle de plantas daninhas e formigas estão em andamento. Muitos agricultores têm realizado as primeiras capinas químicas, especialmente nas áreas implantadas mais precocemente. Em algumas dessas áreas, foi possível observar sintomas de fitotoxicidade, um efeito colateral relacionado à aplicação de herbicidas em pós-emergência. No entanto, após o período inicial de estresse, as plantas estão retomando o crescimento normal.

Em áreas semeadas no início do período recomendado, também estão sendo realizadas aplicações preventivas de fungicidas para garantir a sanidade da cultura e proteger as plantas contra doenças que possam comprometer o desenvolvimento e a produtividade.

Projeções

A área de cultivo projetada pela Emater/RS é de 6.811.344 hectares, um número que reflete o crescimento contínuo do setor agrícola no estado. A produtividade média estimada para a safra de soja é de 3.179 kg/ha, uma expectativa que, se confirmada, representará bons resultados para os produtores gaúchos.

Apesar de alguns desafios, como a irregularidade das chuvas e o controle de pragas, as perspectivas para a soja no Rio Grande do Sul continuam otimistas. O acompanhamento contínuo das condições climáticas e o manejo adequado das lavouras serão fundamentais para garantir o sucesso da safra.

Fonte: Boletim Semanal da Emater/RS.



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