Manejo de nematoides na soja ganha nova proteção desde o tratamento das sementes
Os nematoides fitoparasitas estão entre os principais desafios para a estabilidade produtiva da soja brasileira. Espécies como Pratylenchus brachyurus, Meloidogyne javanica, Heterodera glycines, Rotylenchulus reniformis e Helicotylenchus dihystera podem comprometer o desenvolvimento radicular, a absorção de nutrientes e o acúmulo de biomassa antes mesmo do aparecimento de sintomas na parte aérea. Por isso, o manejo deve começar desde a implantação da lavoura, preparando a planta para responder ao estresse desde a germinação.

Raízes de soja com galhas, causadas pelo Nematoide das galhas, Meloidogine javanica
A tecnologia que age de dentro para fora
O TEIKKO™ registrado no MAPA sob nº 35023 é um nematicida bioquímico. Sua composição contempla o Peptídeo PDHP 68949, derivado da Proteína Harpin que atua por meio da tecnologia PREtec™ (Plant Response Elicitor Technology).
Em contato com a semente, os peptídeos promovem um estado de priming fisiológico, preparando a planta para responder de forma mais rápida e eficiente ao contato com nematoides. Assim, a tecnologia atua sistemicamente desde a germinação, complementando o manejo integrado e contribuindo para menor pressão de nematoides e maior estabilidade produtiva.
– Dose recomendada: 20 g/ha (90 µg/semente).
– Estabilidade: 36 meses em condições convencionais de armazenamento.
– Compatibilidade: Pacote de tratamento de sementes on-farm e industrial.

Área crítica com alta infestação de nematoides sem tratamento para nematoides – safra 2024/2025

Área crítica com alta infestação de nematoides tratada – safra 2025/2026.
Resultados validados em condições reais
A tecnologia foi validada nas safras 2024/2025 e 2025/2026 por mais de 60 instituições em oito estados brasileiros. Na Fundação MS, foram registrados 100% de controle de R. reniformis aos 30 DAE, 85,71% de redução de P. brachyurus nas raízes e ganho de +9,72 sc/ha sobre a testemunha. Na Fundação MT, protocolo plurianual indicou reduções de até 51,2% de P. brachyurus, 43,5% de H. glycines e produtividade acumulada superior em +3,21 sc/ha, sem fitotoxidez. Com adoção por mais de 400 produtores, os Peptídeos Derivados de Proteína Harpin a 1% ampliam o manejo integrado com proteção ativa desde o tratamento de sementes.
ATENÇÃO: CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. USO EXCLUSIVAMENTE AGRÍCOLA. LEIA ATENTAMENTE E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO E NA BULA. ORIENTE QUEM NÃO SOUBER LER E FAÇA A INDICAÇÃO PARA O DESCARTE CORRETO DE SOBRAS DO PRODUTO E EMBALAGENS. PRODUTO NÃO CLASSIFICADO COMO PERIGOSO À SAÚDE HUMANA E CLASSIFICADO COMO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE. UTILIZE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS E NEMATOIDES.
Os resultados representam médias de produtividade e podem variar conforme região, condições climáticas, fatores agronômicos e ambientais.

