Exportações de DDG e DDGS brasileiros crescem com China

As exportações de DDG (Dried Distillers Grains) e DDGS (Dried Distillers Grains with Solubles) do Brasil estão em ascensão, impulsionadas pela recente chegada da primeira remessa ao mercado chinês. Este movimento gera otimismo no setor, que já vende esses coprodutos do etanol de milho para 25 países.
Expansão das exportações
O Brasil produziu quase 5 milhões de toneladas de DDG e DDGS na safra 2025-2026, representando um aumento de 20% em relação ao ciclo anterior. Essa expansão é resultado do crescimento das usinas de etanol de milho, que atualmente operam 27 unidades, com 14 outras em construção.
Desafios e oportunidades
Apesar do crescimento, o setor enfrenta desafios, como a concorrência com o farelo de soja e a necessidade de manter a competitividade dos preços. A exportação se torna uma estratégia essencial para garantir a viabilidade do negócio, especialmente em um cenário de possível acomodação de preços no mercado interno.
Mercado chinês
A chegada do primeiro carregamento brasileiro à China, com 62.000 toneladas, marca um novo capítulo para o setor. A China, maior comprador de DDGs do mundo, busca reduzir sua dependência dos Estados Unidos, oferecendo uma oportunidade significativa para o Brasil. Em 2024, a China importou mais de 65 milhões de dólares em DDGs, quase todos dos EUA.
Perspectivas futuras
O Brasil está atualmente exportando cerca de 1 milhão de toneladas de DDG, enquanto os Estados Unidos exportam 12 milhões. Com a abertura do mercado chinês, o Brasil tem a chance de aumentar sua participação e atender à crescente demanda por esses produtos.
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