sábado, junho 13, 2026

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Desmatamento na Amazônia cai 61,4% em maio de 2026, aponta Deter


Reino Unido conclui aporte de R$ 500 milhões ao Fundo Amazônia

O desmatamento na Amazônia Legal recuou 61,4% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), divulgados nesta quinta-feira (11) em Brasília. Foram 370 quilômetros quadrados de supressão de vegetação, ante 960 quilômetros quadrados em maio do ano passado. De acordo com o material apresentado, trata-se da maior redução percentual já registrada para o mês na região.

Os números do Deter são gerados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e, segundo o material divulgado, orientam ações de campo de combate ao desmatamento, especialmente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Durante a divulgação, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que o resultado é um marco porque, historicamente, maio coincide com o início da estação seca na Amazônia, período em que o desmatamento costuma avançar. Segundo ele, ações como embargos remotos e operações em unidades de conservação federais, terras indígenas e assentamentos contribuíram para o resultado.

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No acumulado de agosto de 2025 a maio de 2026, a queda no desmatamento da Amazônia foi de 37,5% em relação ao período de agosto de 2024 a maio de 2025. A área desmatada somou 2.189 quilômetros quadrados, também descrita como a menor da série histórica apresentada. Entre os alertas do Deter, 37,1% ocorreram em áreas regularizadas, 21,3% em florestas públicas não destinadas e 17,4% em áreas sem registro fundiário.

No Cerrado, o Inpe informou redução de 12,2% em maio de 2026 ante maio de 2025. No acumulado de agosto de 2025 a maio deste ano, a queda foi de 8,2%, com 4.208 quilômetros quadrados desmatados. Nesse bioma, 73,4% do desmatamento ocorreu em propriedades privadas regularizadas.

O material também relaciona o tema ao comércio exterior. Segundo o texto, a persistência do desmatamento ilegal foi citada pelos Estados Unidos para sugerir tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros importados. O conteúdo não detalha quais produtos seriam afetados.

A taxa anual de desmatamento da Amazônia será consolidada pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) em 31 de julho deste ano. O material divulgado informa expectativa de novo recuo, mas não apresenta, até o momento, o número final do próximo período.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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Produção de etanol nos EUA fica estável em 1,108 milhão de barris por dia


Mato Grosso projeta alta de 16,08% na produção de etanol em 2026/27

A produção de etanol nos Estados Unidos ficou estável na semana encerrada em quinta-feira (5), segundo dados divulgados na quarta-feira (10) pela Administração de Informação de Energia do país (EIA). O volume médio diário foi de 1,108 milhão de barris, repetindo o patamar da semana anterior. O resultado ficou dentro da faixa projetada por analistas consultados pela Dow Jones.

As estimativas de mercado apontavam produção entre 1,1 milhão e 1,125 milhão de barris por dia. Com isso, o dado semanal divulgado pela EIA permaneceu alinhado às expectativas.

No mesmo período, os estoques de etanol recuaram 0,41%. O volume passou de 24,6 milhões para 24,5 milhões de barris. Segundo o material fornecido, as reservas também ficaram dentro da faixa esperada pelo mercado, que variava entre 24,4 milhões e 24,8 milhões de barris.

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Já as exportações do biocombustível avançaram 14,81% na comparação semanal. O fluxo passou de 135 mil para 155 mil barris por dia, conforme os dados informados.

Os números de produção de etanol nos Estados Unidos são usados como indicador da demanda interna por milho. De acordo com o material de origem, o biocombustível no país é fabricado principalmente com o grão, e a indústria local consome mais de um terço da safra doméstica do cereal.

Com isso, a manutenção da produção, a queda dos estoques e a alta das exportações oferecem referência para o acompanhamento do mercado de milho e do setor de biocombustíveis. O texto original, no entanto, não detalha impactos imediatos sobre preços, produtores ou comercialização do grão.

Os dados da semana encerrada em quinta-feira (5) mostram estabilidade na produção, leve recuo nos estoques e avanço nas exportações de etanol nos Estados Unidos. O material divulgado não informa projeções adicionais para demanda, preços ou efeitos diretos sobre produtores.

Fonte: Estadão Conteúdo

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TCU aponta que 6% dos projetos hidroviários previstos foram concluídos até 2020


Fiscalização de concessões de rodovias federais entra em debate na Câmara

Um estudo técnico do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que cerca de 6% dos empreendimentos hidroviários previstos nos principais planos nacionais de desenvolvimento do setor na última década foram efetivamente concluídos até 2020. Segundo a análise, pouco mais de 3% dos investimentos planejados e anunciados se converteram em obras entregues. O diagnóstico foi apresentado em processo relatado pelo ministro Bruno Dantas.

De acordo com o TCU, dos mais de 50 empreendimentos hidroviários previstos nos principais planos nacionais ao longo da última década, apenas três foram concluídos até 2020. O tribunal afirmou que esse resultado evidencia baixo grau de execução física das intervenções previstas.

O levantamento também destacou a subutilização do modal hidroviário. Segundo os dados citados no acórdão, o Brasil tem cerca de 63 mil quilômetros de rios potencialmente navegáveis, mas apenas cerca de 20 mil quilômetros são efetivamente utilizados comercialmente. No transporte de cargas, o modal respondeu por 5,58% da matriz medida em toneladas-quilômetro útil (TKU) em 2017, conforme informado pelo relator.

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O TCU avaliou que o problema vai além da baixa entrega de obras. O tribunal identificou fragilidades institucionais e de governança, como ausência de estrutura normativa própria, falta de indicadores voltados a resultados e coordenação interinstitucional fragmentada. Segundo o acórdão, esse quadro contribui para a descontinuidade das ações e para a baixa capacidade de transformar planejamento em entregas efetivas.

O relator também associou o baixo avanço físico à combinação de descontinuidade orçamentária com falhas de planejamento e execução de empreendimentos complexos. De acordo com o tribunal, esse ambiente favorece atrasos, paralisações e distorções em cronogramas e custos.

Como exemplo de entrave socioambiental, o TCU citou o derrocamento do Pedral do Lourenço, no rio Tocantins. Segundo o tribunal, o processo de licenciamento se estendeu por cerca de uma década, com Licença Prévia em 2022 e Licença de Instalação em 2025.

O tribunal recomendou ao Ministério de Portos e Aeroportos que proponha à Casa Civil a criação de instâncias colegiadas permanentes de coordenação do setor hidroviário, com participação de órgãos como Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Também recomendou a institucionalização da política hidroviária em instrumento normativo próprio. O material fornecido não detalha prazos para adoção das medidas nem quantifica impactos diretos para produtores ou cadeias específicas do agro.

Fonte: Estadão Conteúdo

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BNDES aprova R$ 13,2 milhões para planejamento marinho da Região Norte


BNDES aprova R$ 13,2 milhões para planejamento marinho da Região Norte

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (11) a aprovação de R$ 13,2 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo para Estruturação de Projetos (BNDES FEP) para o Planejamento Espacial Marinho da Região Norte (PEM-NO). Segundo o banco, o estudo terá valor total de R$ 13,5 milhões e vai orientar políticas e ações para ordenar a exploração do litoral de Amapá, Pará e Maranhão em bases sustentáveis.

De acordo com o BNDES, a aprovação conclui o lançamento do Planejamento Espacial Marinho (PEM) de todo o litoral brasileiro, dividido em quatro regiões: Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. O PEM Nordeste é financiado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Nas demais regiões, o banco informou apoio total de cerca de R$ 32 milhões. O PEM Sul recebeu R$ 7 milhões e o PEM Sudeste, R$ 12 milhões. Ambos, segundo o material divulgado, devem ser concluídos em 2027.

O PEM Norte será executado pelo Consórcio PEM Norte Azul, liderado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com participação da Environpact Sustentabilidade e Resiliência Ltda e da Codex Remote Ciências Espaciais e Imagens Digitais Ltda. Conforme o BNDES, o grupo será responsável por identificar déficits de investimento em setores econômicos a serem estudados, como o pesqueiro, a eólica offshore e transportes, além de formular propostas para embasar a política pública de ordenamento dos usos no Mar Territorial (MT), na Zona Econômica Exclusiva (ZEE) e na Extensão da Plataforma Continental (PC).

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O banco informou que a região marinha Norte tem cerca de 1 milhão de km² e abriga 80% dos manguezais do Brasil. Segundo o material, esses ecossistemas são relevantes para a biodiversidade, para a atenuação dos efeitos das mudanças climáticas e para a pesca. O texto também afirma que mangues e corais funcionam como berçário, abrigo e fonte de nutrientes para espécies de peixes e mariscos explorados pela pesca comercial, artesanal ou não.

No balanço da iniciativa BNDES Azul, o banco informou ter mobilizado R$ 455 milhões em ações socioambientais desde 2024. Desse total, há R$ 32 milhões destinados ao PEM, R$ 47 milhões para conservação de manguezais e R$ 256 milhões para 17 projetos ligados a corais e ilhas oceânicas. O material também cita uma chamada de até R$ 120 milhões para projetos de combate à escassez de água em grandes centros urbanos.

Segundo o BNDES, o PEM Norte deverá conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental, além de buscar reduzir conflitos entre setores econômicos e comunidades costeiras. O material divulgado não detalha prazos de execução do estudo na Região Norte nem informa metas operacionais para os setores envolvidos.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Santa Catarina alcança recorde nas exportações de carnes


Santa Catarina alcançou o melhor desempenho da série histórica nas exportações de carnes nos cinco primeiros meses de 2026, consolidando sua posição entre os principais fornecedores brasileiros no mercado internacional. Entre janeiro e maio, o estado embarcou 883,7 mil toneladas de carnes, incluindo frango, suínos, bovinos, perus, patos e marrecos, gerando US$ 2,01 bilhões em receitas.

Os números representam crescimento de 7,4% em volume e de 12,1% em faturamento na comparação com o mesmo período de 2025. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Epagri/Cepa.

Segundo a análise, o resultado reforça a competitividade da produção catarinense e a confiança dos mercados internacionais no sistema sanitário do estado. O desempenho também marca o melhor resultado já registrado para o período, tanto em quantidade exportada quanto em faturamento.

A carne suína foi um dos destaques do período. Entre janeiro e maio, Santa Catarina exportou 308,4 mil toneladas do produto, com receitas de US$ 771,2 milhões. Na comparação com os cinco primeiros meses de 2025, houve aumento de 3% no volume embarcado e de 6,3% no faturamento. O resultado representa o maior já registrado para o período na série histórica.

As exportações de carne de frango também apresentaram crescimento. O estado embarcou 543,1 mil toneladas nos primeiros cinco meses do ano, gerando US$ 1,15 bilhão em receitas. O volume exportado avançou 9,4%, enquanto o faturamento cresceu 13,5% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. De acordo com os dados analisados pela Epagri/Cepa, trata-se do maior faturamento já registrado para o período desde o início da série histórica, em 1997, além do segundo maior volume embarcado.

Atualmente, a produção catarinense de carnes abastece mais de 150 mercados internacionais, com presença em destinos considerados estratégicos, como Japão, Coreia do Sul, União Europeia, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Países Baixos. Os primeiros registros de exportações catarinenses para a União Europeia datam de 1989.

O estado também destaca seu histórico sanitário. Em 2007, Santa Catarina foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa sem vacinação. Em 2015, recebeu o reconhecimento como zona livre de peste suína clássica. Além disso, apresenta a menor incidência de brucelose bovina do país e está entre os estados com menor ocorrência de tuberculose bovina.

Outro diferencial apontado é a rastreabilidade animal. Santa Catarina foi o primeiro estado brasileiro a implantar a identificação individual de todos os bovinos e bubalinos, medida que amplia o controle sanitário e o monitoramento da cadeia produtiva.





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Paraná projeta safra recorde de 550 mil toneladas de cevada em 2026


Paraná projeta safra recorde de 550 mil toneladas de cevada em 2026

O Paraná deve colher mais de 550 mil toneladas de cevada em 2026, segundo o Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (11). O plantio da cultura já atingiu 44% da área estimada no estado, em um cenário de clima favorável e umidade adequada no solo.

De acordo com o boletim, o avanço do plantio consolida a projeção de área recorde de 126 mil hectares em 2026. O número representa alta de 21% em relação aos 104 mil hectares colhidos em 2025. Com essa expansão, a estimativa de produção segue acima de 550 mil toneladas, conforme os dados apontados em maio.

Segundo o Deral, as condições climáticas favoreceram a implantação da lavoura. Carlos Hugo Godinho, engenheiro agrônomo e analista do órgão, afirmou que o plantio evoluiu bem na semana por causa do tempo mais seco, em contraste com maio, quando houve muitas chuvas. Ele destacou ainda que as precipitações registradas no mês anterior também foram importantes por disponibilizarem umidade no solo para o andamento dos trabalhos.

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O boletim aponta, porém, um fator de atenção para os próximos meses. De acordo com o material, o fenômeno El Niño pode elevar a incidência de chuvas na primavera, o que pode afetar a qualidade dos grãos no período de colheita.

O Paraná aparece como principal produtor de cevada do país. O Rio Grande do Sul é citado como o segundo maior produtor, com cerca de 100,4 mil toneladas. No cenário nacional, a produção brasileira deve alcançar 678,7 mil toneladas, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), volume 7,2% superior ao produzido em 2025.

Os dados do boletim indicam avanço do plantio e manutenção da estimativa recorde para a cevada no Paraná. O material divulgado, no entanto, registra que o comportamento das chuvas na primavera ainda será um ponto de monitoramento para a qualidade final da produção.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Soja na linha de frente: oleaginosa impulsiona safra recorde de grãos e deve atingir produção de 180,2 milhões de t


Reprodução Soja Brasil

A soja será o principal destaque da safra brasileira de grãos 2025/26. De acordo com a nona estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada nesta quinta-feira (11), a produção da oleaginosa deve atingir 180,25 milhões de toneladas, volume recorde e 8,8 milhões de toneladas superior ao obtido na temporada 2024/25, quando foram colhidas 171,48 milhões de toneladas.

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O desempenho da cultura é decisivo para que a produção total de grãos do país alcance 358,64 milhões de toneladas, estabelecendo um novo recorde e representando crescimento de 1,8% em relação ao ciclo anterior.

Segundo a Conab, o avanço da soja é resultado da ampliação da área cultivada, da adoção de tecnologias no campo e das condições climáticas favoráveis registradas ao longo da safra. Com a colheita praticamente concluída, a oleaginosa reafirma sua liderança no agronegócio brasileiro e segue como principal motor do crescimento da produção nacional de grãos.

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Projeto prevê desconto de 50% em ônibus para famílias de áreas rurais


Projeto prevê desconto de 50% em ônibus para famílias de áreas rurais

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (11), um projeto de lei que cria o Programa Passagem Solidária. A proposta estabelece desconto de 50% nas passagens de ônibus para famílias carentes que moram em áreas rurais. O texto ainda será analisado por outras comissões da Câmara antes de seguir para o Senado.

O texto aprovado foi o substitutivo apresentado pelo relator, deputado Diego Andrade (PSD-MG), ao Projeto de Lei 1366/23, de autoria do deputado Marco Brasil (PP-PR), hoje na suplência. Segundo a Câmara dos Deputados, o relator fez ajustes na redação, mas manteve o objetivo original da proposta.

No parecer aprovado, Diego Andrade afirmou que o texto foi aperfeiçoado para estabelecer que o Programa Passagem Solidária não poderá resultar, em nenhuma hipótese, em aumento de tarifa para os demais usuários.

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Pelo substitutivo, terão direito ao benefício as famílias inscritas em programas sociais do governo federal com renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo mensal, atualmente em R$ 1.612. De acordo com a proposta, o desconto incidirá sobre o valor da tarifa básica do transporte coletivo interestadual ou internacional.

O texto também prevê tratamento tributário para os gastos das empresas de transporte com a concessão do benefício. Os valores comprovadamente despendidos serão considerados despesas operacionais necessárias, usuais e normais, dedutíveis na apuração do lucro real e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Na tramitação, o projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta terá de ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

O texto aprovado nesta etapa define o público atendido, o percentual de desconto e a vedação de repasse do custo aos demais passageiros. O material divulgado não informa prazo para eventual implementação da medida.

Fonte: camara.leg.br

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Frente Parlamentar da Agropecuária critica veto integral ao PL dos Safristas


Frente Parlamentar da Agropecuária critica veto integral ao PL dos Safristas

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) criticou, nesta quinta-feira (11), o veto integral ao Projeto de Lei 715/2023, conhecido como Projeto dos Safristas. Em nota oficial, a entidade afirmou que a decisão dificulta a contratação de mão de obra temporária no campo e mantém obstáculos para a formalização de trabalhadores sazonais. O material divulgado não informa o teor completo do veto nem detalha os próximos prazos da tramitação.

Segundo a FPA, o projeto permitiria que trabalhadores temporários aceitassem oportunidades formais durante a safra sem perder imediatamente o acesso a programas sociais. Na avaliação da entidade, o texto aprovado pelo Congresso Nacional não retirava direitos, não criava novos benefícios e buscava ampliar a inclusão produtiva, a geração de renda e a segurança jurídica.

A nota também contesta a justificativa atribuída ao veto, citando suposta afronta ao interesse público e inconstitucionalidade. Para a frente parlamentar, essa interpretação não se sustenta diante da finalidade da proposta. O texto da manifestação afirma que a medida vetada tinha relação com formalização do trabalho e redução de entraves à contratação no setor rural.

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De acordo com a FPA, a decisão mantém uma distorção que, na avaliação da entidade, empurra trabalhadores para a informalidade e agrava a escassez de mão de obra temporária no campo. A frente parlamentar afirma ainda que o veto afeta a dinâmica de contratação em períodos de safra, mas a nota não informa números sobre déficit de trabalhadores, volume de contratações ou setores específicos atingidos.

No documento, a FPA relaciona o veto a um ambiente mais amplo de pressão sobre a população rural, mencionando produtores endividados, crédito mais caro e restritivo, cortes no seguro rural, insegurança regulatória, embargos e tarifas internacionais. A nota, no entanto, não detalha dados, programas, valores ou medidas específicas ligadas a esses pontos.

A frente parlamentar informou que atuará no Congresso Nacional pela derrubada do veto. O material original não especifica calendário de votação, posição do Palácio do Planalto além do veto nem quais regras do projeto seriam restabelecidas em caso de reversão da decisão.

Com base na nota da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o foco da reação está na contratação de trabalhadores safristas e na formalização da mão de obra rural. O texto divulgado não informa prazos, números envolvidos ou impactos diretos por cadeia produtiva.

Fonte: agencia.fpagropecuaria.org.br

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USDA informa venda de 666,3 mil toneladas de trigo dos EUA na safra 2026/27


USDA informa venda de 190 mil toneladas de farelo de soja dos EUA para as Filipinas

Exportadores dos Estados Unidos venderam 666,3 mil toneladas de trigo da safra 2026/27 na semana encerrada em 4 de junho, informou nesta quinta-feira (11) o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume marca o início do novo ano comercial do cereal, aberto oficialmente em 1º de junho. Segundo o relatório, a soma das vendas das duas safras também totalizou 666,3 mil toneladas.

De acordo com o USDA, esse total incluiu a transferência de 298,6 mil toneladas em vendas pendentes do ciclo 2025/26, encerrado em 31 de maio, para a safra 2026/27. Com isso, o volume consolidado da semana ficou acima das estimativas de analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam vendas entre 100 mil e 600 mil toneladas.

As vendas da safra 2026/27 tiveram como principais destinos o México, com 143,1 mil toneladas, Taiwan, com 118,5 mil toneladas, Filipinas, com 116,9 mil toneladas, Japão, com 71 mil toneladas, e Indonésia, com 65,1 mil toneladas. O USDA informou ainda reduções para El Salvador, de 12 mil toneladas, Venezuela, de 11,8 mil toneladas, e Mianmar, de 6,3 mil toneladas.

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No balanço de embarques do ciclo anterior, as exportações na semana encerrada em 31 de maio somaram 145,6 mil toneladas. Com esse resultado, os embarques acumulados da safra 2025/26 chegaram a 23,41 milhões de toneladas, alta de 11% ante as 21,11 milhões de toneladas do ciclo anterior.

Os principais destinos desses embarques foram México, com 71,6 mil toneladas, Coreia do Sul, com 19,7 mil toneladas, Venezuela, com 17 mil toneladas, Trinidad e Tobago, com 10,3 mil toneladas, e Mianmar, com 8,3 mil toneladas.

Já as exportações realizadas entre 1º e 5 de junho totalizaram 266,1 mil toneladas. Nesse intervalo, os principais destinos foram México, com 67,4 mil toneladas, Indonésia, com 44,1 mil toneladas, Filipinas, com 35,9 mil toneladas, Venezuela, com 30,7 mil toneladas, e Itália, com 23 mil toneladas.

Os dados divulgados pelo USDA mostram a abertura do ano comercial 2026/27 para o trigo dos Estados Unidos com vendas semanais acima da faixa projetada por analistas. O material fornecido não detalha impactos diretos para produtores ou para outras origens exportadoras.

Fonte: Estadão Conteúdo

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