sábado, junho 13, 2026

Agro

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FMI reduz projeções para zona do euro e prevê alta de juros pelo BCE


Produto Interno Bruto da zona do euro cai 0,2% no 1º trimestre, mostra Eurostat

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu, nesta quinta-feira (11), suas projeções de crescimento para a zona do euro e elevou as estimativas de inflação para 2026 e 2027. Segundo a instituição, a guerra no Oriente Médio e a alta dos preços de energia ampliaram os desafios para o bloco, em um cenário já marcado por envelhecimento populacional e baixa produtividade. O relatório também indica necessidade de alta de juros pelo Banco Central Europeu (BCE).

De acordo com o FMI, a projeção de crescimento da zona do euro foi reduzida para 0,9% em 2026 e 1,2% em 2027. Os números ficaram, respectivamente, 0,5 ponto porcentual e 0,2 ponto porcentual abaixo das estimativas anteriores ao conflito citado no relatório.

Para a inflação cheia, a revisão foi de 2% para 2,8% em 2026 e de 1,9% para 2,3% em 2027. Com isso, os preços permaneceriam acima da meta de 2% do BCE até 2028, segundo a instituição.

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O FMI afirmou que a guerra representa um choque negativo de oferta “grande, mas temporário”, com efeitos sobre a confiança e sobre as condições financeiras. O relatório acrescenta que os riscos seguem inclinados para crescimento mais fraco e inflação mais alta, sobretudo se o choque energético durar mais tempo ou se houver novas interrupções na oferta de energia.

Diante desse quadro, o Fundo informou que a taxa de juros do BCE precisará subir para conter os efeitos do aumento da energia sobre os preços. No cenário-base, a instituição considera uma alta acumulada de 50 pontos-base em 2026 em relação ao nível anterior à guerra. O documento também registra que uma postura “ligeiramente mais restritiva” pode ser necessária.

No comércio, o FMI destacou que acordos amplos e com compromissos profundos, como os negociados pela União Europeia (UE) com Mercosul e Índia, podem ampliar o comércio bilateral, favorecer a diversificação das relações econômicas e apoiar o crescimento regional. O material fornecido, no entanto, não detalha impactos específicos para produtos agropecuários, exportadores ou produtores rurais.

O relatório do FMI combina revisão para baixo do crescimento, inflação mais alta e perspectiva de aperto monetário na zona do euro. O material divulgado também cita acordos comerciais da UE com o Mercosul, mas não informa prazos, volumes ou efeitos diretos para cadeias do agronegócio.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Câmara Temática de Mulheres Rurais é instalada no Mapa com participação da CNA


Mapa instala Câmara Temática das Mulheres Rurais em Brasília

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, nesta quarta-feira (10), da instalação da Câmara Temática de Mulheres Rurais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília. Segundo o material divulgado nesta quinta-feira (11), a iniciativa reúne representantes do governo, instituições de pesquisa e entidades do setor para contribuir na elaboração de propostas voltadas à inclusão e ao fortalecimento da atuação feminina no campo.

De acordo com o conteúdo informado, a câmara temática foi criada para apoiar a construção de políticas públicas voltadas à ampliação da participação feminina na agropecuária. A proposta reúne representantes do Mapa, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e de instituições ligadas ao setor agropecuário.

O trabalho do grupo será organizado em quatro eixos prioritários. O primeiro é informação, com foco na produção de dados e diagnósticos sobre a participação feminina no agro. O segundo é crédito, direcionado à ampliação do acesso das mulheres a linhas de financiamento. Os outros dois eixos são capacitação, voltada à qualificação técnica e profissional, e inclusão produtiva, com ações para fortalecer a presença feminina nas diferentes cadeias produtivas.

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A presidente da Comissão Nacional das Mulheres do Agro da CNA, Stephanie Ferreira, afirmou que a criação da câmara representa um espaço para fortalecer ações ligadas ao empreendedorismo, à capacitação e à liderança feminina no campo. Segundo ela, a participação da entidade permite contribuir para a construção de novos programas e para o fortalecimento de iniciativas já existentes no setor.

O material divulgado informa que o objetivo da câmara é construir propostas que ampliem as oportunidades para as mulheres rurais e contribuam para o desenvolvimento sustentável do campo. A fonte, no entanto, não detalha prazos, metas quantitativas, orçamento ou programas específicos a serem implementados.

Com a instalação do grupo, o debate passa a ser estruturado em torno de informação, crédito, capacitação e inclusão produtiva. O material fornecido não informa cronograma de trabalho, volume de recursos ou medidas já definidas para execução das propostas.

Fonte: cnabrasil.org.br

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ABPA pede banimento de antimicrobianos em aves por veto da UE


AVES, granja
Foto: Cristiano Estrela/Governo de Santa Catarina

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) solicitou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) a ampliação das restrições ao uso de antimicrobianos na produção animal. O pedido consta em um ofício enviado nesta quinta-feira (11), ao qual o Canal Rural teve acesso.

Trata-se do segundo documento encaminhado pela entidade ao governo sobre o tema em menos de um mês. Em maio, a ABPA pediu que as restrições aos derivados do ácido fosfônico (fosfomicina) fossem estendidas à cadeia avícola.

Vale destacar que essa restrição regulatória por parte do Mapa já é uma realidade no país. A Portaria SDA/MAPA nº 1.626, de 14 de maio de 2026, já proíbe o registro, a importação e o uso desses mesmos antimicrobianos para outras proteínas, aplicando o veto especificamente para abelhas, bovídeos, equídeos e pescado.

Agora, além de reforçar esse pleito para incluir as aves, a associação solicita a adoção de medidas regulatórias para outras três moléculas utilizadas na produção animal: enramicina, avilamicina e flavomicina.

A proposta ocorre em meio às negociações entre Brasil e União Europeia sobre os critérios relacionados ao uso de antimicrobianos na produção animal. O tema ganhou relevância após a decisão do bloco de retirar o Brasil da lista de países reconhecidos para exportação de produtos de origem animal, medida que passa a produzir efeitos a partir de 3 de setembro.

Necessidade de comprovação e controle

No ofício, a entidade ressalta que a decisão da União Europeia não está relacionada a problemas sanitários identificados na produção brasileira, mas à necessidade de comprovação dos mecanismos oficiais de fiscalização e controle exigidos pela legislação europeia.

Para a ABPA, a ampliação das restrições pode fortalecer a posição regulatória do Brasil nas negociações com o bloco europeu e demonstrar compromisso com o uso prudente de antimicrobianos e com os princípios de Saúde Única (One Health).

A associação argumenta ainda que a adoção das medidas contribuiria para aproximar as regras brasileiras dos referenciais internacionais, reforçando a credibilidade sanitária do país e ajudando a preservar a competitividade das exportações de proteína animal.

O documento é assinado pelo presidente da ABPA, Ricardo Santin, e foi encaminhado ao ministro da Agricultura, André de Paula, com cópia para as secretarias de Defesa Agropecuária e de Relações Internacionais do Agronegócio.

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Levantamento do IBGE aponta safra recorde de soja em 2026 e queda em outras culturas


Levantamento do IBGE aponta safra recorde de soja em 2026 e queda em outras culturas

O Brasil deve colher um volume recorde de soja em 2026, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de maio, divulgado nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa aponta produção de 174,6 milhões de toneladas, alta de 5,1% em relação a 2025. No mesmo levantamento, o instituto também projetou recuo para algodão, arroz, milho, feijão e trigo.

De acordo com o IBGE, a safra agrícola brasileira de 2026 deve totalizar 350,4 milhões de toneladas, crescimento de 1,2% sobre 2025. O volume representa 4,3 milhões de toneladas a mais na comparação anual. Em relação ao levantamento de abril, houve revisão de 0,5%, o equivalente a 1,7 milhão de toneladas.

Na soja, o instituto informou que a cultura deve responder por quase 50% da safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas. Em nota, Carlos Barradas, técnico da Coordenação de Agropecuária do IBGE, afirmou que os produtores ampliaram as áreas de plantio e elevaram os investimentos na cultura. Segundo ele, o clima também beneficiou o desenvolvimento das lavouras e contribuiu para o aumento da produtividade.

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O levantamento também indica novos picos históricos para o sorgo e para o café canephora, também chamado de robusta ou conilon. A produção total de café, somadas as espécies arábica e canephora, foi estimada em 4 milhões de toneladas, avanço de 16,0% frente ao ano anterior. Desse total, 2,7 milhões de toneladas correspondem ao arábica e 1,3 milhão de toneladas ao canephora. Para o sorgo, a previsão é de 5,6 milhões de toneladas, alta de 3,9% ante 2025.

Em sentido oposto, o IBGE projeta recuo de 8,1% para o algodão, 11,4% para o arroz, 1,7% para o milho, 7,8% para o trigo e 5,8% para o feijão. No milho, a primeira safra deve crescer 15,8%, mas a segunda safra tem estimativa de queda de 5,5%.

Sobre o feijão, Barradas afirmou que a produção está “apertada” para atender ao consumo interno brasileiro, com possibilidade de necessidade de importação de pequenas quantidades do produto.

O levantamento do IBGE mostra avanço da soja, do café e do sorgo em 2026, ao mesmo tempo em que aponta redução em outras culturas relevantes. O material divulgado não detalha, porém, os impactos regionais dessas variações nem informa estimativas por Estado no conteúdo fornecido.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Restrição da UE afeta carnes, mel, ovos e pescados


A decisão da União Europeia de restringir a importação de produtos de origem animal do Brasil a partir de 3 de setembro de 2026 decorre de uma falha de “coordenação, comprovação ou resposta tempestiva” por parte do governo brasileiro. A avaliação consta em nota técnica divulgada pela Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul).

Segundo a entidade, a medida europeia, baseada nas regras do bloco para o uso de antimicrobianos, não representou uma surpresa para o mercado. A análise destaca que a exigência para comprovar conformidade com as normas sanitárias da União Europeia, que proíbem o uso desses medicamentos como promotores de crescimento, foi estabelecida em outubro de 2024, oferecendo tempo para que o Brasil realizasse as adequações necessárias.

De acordo com a Assessoria Econômica da Farsul, “o episódio sugere menos uma mudança súbita de regra e mais uma falha de coordenação do Brasil diante de uma exigência europeia já conhecida”.

A restrição atinge cadeias específicas da produção agropecuária brasileira, incluindo aves, bovinos, equídeos, tripas, mel, ovos e pescados. Conforme a nota técnica, os produtos potencialmente afetados responderam por US$ 1,848 bilhão das exportações brasileiras destinadas ao bloco europeu em 2025.

A carne bovina concentra a maior parcela desse valor, com US$ 1,008 bilhão exportado ao mercado europeu. Em seguida aparece a carne de frango, que movimentou US$ 763 milhões no período.

No Rio Grande do Sul, o impacto é considerado menor em termos proporcionais, mas ainda relevante para o setor agropecuário. Em 2025, os produtos abrangidos pela medida somaram US$ 133,8 milhões em exportações para a União Europeia, o equivalente a 6,2% da pauta do agronegócio gaúcho destinada ao bloco.

A nota técnica também aponta sinais de antecipação dos embarques diante da proximidade da restrição. Segundo a análise, houve “indícios fortes” de aceleração das exportações de frango, peru e mel em maio de 2026, tanto no Brasil quanto no Rio Grande do Sul.

Apesar disso, a equipe econômica da Farsul ressalta que a interpretação dos dados exige cautela. O documento observa que maio coincidiu com a entrada em vigor provisória do acordo entre Mercosul e União Europeia, fator que também pode ter impulsionado as vendas externas.

“A coincidência impede atribuir o aumento das vendas exclusivamente à antecipação do veto”, destaca a nota técnica. Segundo a entidade, o crescimento dos embarques pode refletir não apenas a tentativa de antecipação das exportações, mas também uma recomposição comercial e o aproveitamento das preferências tarifárias previstas no acordo.

Enquanto isso, o governo brasileiro informou ter recebido a decisão da União Europeia com surpresa e afirmou que busca, por meio de negociações diplomáticas e técnicas, obter esclarecimentos e tentar reverter a medida antes de sua entrada em vigor.





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Déficit de milho em SC gera aumento de custos e alerta na pecuária


Santa Catarina, referência nacional na produção de aves e suínos, enfrenta um desafio significativo para sustentar o crescimento do setor: a escassez de milho. O estado consome anualmente 8,5 milhões de toneladas do grão, mas produz apenas 2 milhões, resultando em um déficit de 6 milhões de toneladas que precisa ser suprido por importações de outras regiões e países vizinhos.

Desafios da produção de milho

Para atender à demanda, Santa Catarina depende principalmente de milho proveniente do Mato Grosso do Sul e do Paraná, que juntos podem fornecer quase 5 milhões de toneladas. No entanto, essa importação acarreta custos logísticos elevados, estimados em mais de R$ 1 bilhão por ano, impactando a rentabilidade dos produtores locais.

Impacto do etanol de milho

Outro fator que agrava a situação é o avanço do etanol de milho no Brasil, que aumenta a competição pelo grão. A previsão é que, até 2028, o consumo de milho para etanol chegue a 48 milhões de toneladas, o que representa um desafio adicional para a cadeia de proteína animal.

Iniciativas e tecnologia no campo

Os produtores catarinenses estão investindo em tecnologia e práticas agrícolas, como plantio direto e rotação de culturas, para aumentar a produtividade. O município de Guatambu se destaca com uma média de 12.000 kg por hectare na safra 2025/2026. Apesar dos altos custos e riscos climáticos, alguns agricultores estão ampliando suas áreas plantadas.

  • Marcos Anrosso, produtor, destina metade de sua área para silagem.
  • O governo estadual implementa programas como Terra Boa para apoiar os agricultores.
  • O projeto Sementes de Milho visa aumentar a produtividade e reduzir custos.

Mesmo diante dos desafios, os produtores acreditam na viabilidade da cultura do milho e buscam formas de otimizar suas operações para garantir a rentabilidade e a segurança alimentar no estado.

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NOAA confirma retorno do El Niño com potencial de forte intensidade


A NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) confirmou oficialmente o retorno do fenômeno climático El Niño, com uma probabilidade de 63% de que o evento seja de forte intensidade. O meteorologista Artur Miller, do Canal Rural, destacou que os efeitos do aquecimento do oceano já estão sendo sentidos e devem se intensificar nas próximas semanas e meses em todo o Brasil.

Impactos esperados no Brasil

Com a confirmação do El Niño, espera-se que a atmosfera responda rapidamente, trazendo uma série de impactos climáticos. Entre os principais efeitos previstos, estão:

  • Ondas de calor intensas, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
  • Diminuição das chuvas no Norte e Nordeste.
  • Aumento das chuvas na região Sul do Brasil.
  • Possibilidade de incêndios florestais devido à seca prolongada.

Projeções futuras

Os modelos climáticos indicam que a intensidade do El Niño pode aumentar, com anomalias de temperatura do oceano atingindo níveis significativos. A NOAA também sugere que o fenômeno pode se estender até o outono e inverno de 2024, o que acende alertas para uma situação climática crítica no próximo ano.

Monitoramento contínuo

Artur Miller ressaltou a importância de monitorar os eventos climáticos semana a semana, uma vez que a situação pode evoluir rapidamente. A previsão é de que a chuva se concentre no Sul, com volumes acumulados que podem ultrapassar 300 mm, impactando negativamente as atividades agrícolas, como a colheita de feijão e milho.

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Agricultura familiar se destaca na Bahia Farm Show 2026 em Luís Eduardo Magalhães


A Bahia Farm Show 2026, realizada em Luís Eduardo Magalhães, destaca a importância da agricultura familiar para a economia local. O evento, que atraiu diversos expositores, apresenta produtos típicos da região, como ovos caipiras e licores, evidenciando a força desse segmento no agronegócio baiano.

Expositores e produtos

Entre os expositores, Diego, um avicultor da cidade de Cocos, Bahia, participa pela primeira vez do evento. Ele compartilha sua experiência e a importância do selo de inspeção municipal que sua agroindústria conquistou, permitindo a expansão da comercialização de seus ovos caipiras.

  • Diego destaca a legalização de sua produção para garantir qualidade aos consumidores.
  • O selo do SUSAF foi recentemente liberado, permitindo a ampliação da produção.

Produtos em destaque

Outro expositor, Laécio, menciona que seus licores são muito procurados, especialmente durante a época do São João. Além disso, ele também produz mel, que tem visto um aumento na demanda.

  • Os licores são considerados campeões de venda nesta época do ano.
  • A produção brasileira de mel alcançou 67.000 toneladas em 2024, segundo a FAO.

Movimentação no evento

A movimentação de visitantes no galpão da agricultura familiar tem sido intensa, com o espaço localizado próximo à entrada do evento, facilitando o acesso aos produtos locais. A presença da agricultura familiar na Bahia Farm Show ressalta seu papel fundamental na economia e na cultura da região.

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Representantes do Legislativo e do Executivo visitam a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia


Reunião de Pesquisa de Soja destaca fronteiras da biotecnologia em Londrina

Representantes de gabinetes parlamentares do Congresso Nacional, de ministérios e da Presidência da República visitaram a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, conforme o material divulgado na editoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. A unidade integra a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O conteúdo fornecido não detalha a pauta da visita nem os desdobramentos anunciados.

Segundo o texto original, a agenda reuniu integrantes do Legislativo e do Executivo Federal na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. A informação disponível indica a participação de representantes de gabinetes parlamentares do Congresso Nacional, de ministérios e da Presidência da República.

A visita foi registrada em material publicado em 11/06/26 e classificado na área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Esse enquadramento editorial relaciona o conteúdo às atividades de pesquisa e biotecnologia desenvolvidas pela Embrapa, tema ligado à base técnica da agropecuária brasileira.

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O material fornecido, no entanto, não informa quantos representantes participaram da agenda, quais órgãos estiveram presentes nominalmente, qual foi o objetivo central da visita ou quais projetos foram apresentados. Também não há, no conteúdo recebido, detalhes sobre anúncios, prazos, investimentos, linhas de pesquisa ou impactos diretos para produtores e cadeias produtivas.

Sem essas informações adicionais, a notícia se limita ao registro da visita institucional à unidade da Embrapa. O texto original igualmente não especifica se houve encaminhamentos formais, compromissos entre os órgãos envolvidos ou divulgação de medidas relacionadas à pesquisa agropecuária.

Até o momento, o material disponibilizado informa apenas a realização da visita e os grupos institucionais presentes. O conteúdo não detalha resultados, valores, cronograma ou efeitos práticos para o setor agropecuário.

Fonte: embrapa.br

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Desmatamento na Amazônia cai 61,4% em maio de 2026, aponta Deter


Reino Unido conclui aporte de R$ 500 milhões ao Fundo Amazônia

O desmatamento na Amazônia Legal recuou 61,4% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), divulgados nesta quinta-feira (11) em Brasília. Foram 370 quilômetros quadrados de supressão de vegetação, ante 960 quilômetros quadrados em maio do ano passado. De acordo com o material apresentado, trata-se da maior redução percentual já registrada para o mês na região.

Os números do Deter são gerados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e, segundo o material divulgado, orientam ações de campo de combate ao desmatamento, especialmente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Durante a divulgação, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que o resultado é um marco porque, historicamente, maio coincide com o início da estação seca na Amazônia, período em que o desmatamento costuma avançar. Segundo ele, ações como embargos remotos e operações em unidades de conservação federais, terras indígenas e assentamentos contribuíram para o resultado.

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No acumulado de agosto de 2025 a maio de 2026, a queda no desmatamento da Amazônia foi de 37,5% em relação ao período de agosto de 2024 a maio de 2025. A área desmatada somou 2.189 quilômetros quadrados, também descrita como a menor da série histórica apresentada. Entre os alertas do Deter, 37,1% ocorreram em áreas regularizadas, 21,3% em florestas públicas não destinadas e 17,4% em áreas sem registro fundiário.

No Cerrado, o Inpe informou redução de 12,2% em maio de 2026 ante maio de 2025. No acumulado de agosto de 2025 a maio deste ano, a queda foi de 8,2%, com 4.208 quilômetros quadrados desmatados. Nesse bioma, 73,4% do desmatamento ocorreu em propriedades privadas regularizadas.

O material também relaciona o tema ao comércio exterior. Segundo o texto, a persistência do desmatamento ilegal foi citada pelos Estados Unidos para sugerir tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros importados. O conteúdo não detalha quais produtos seriam afetados.

A taxa anual de desmatamento da Amazônia será consolidada pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) em 31 de julho deste ano. O material divulgado informa expectativa de novo recuo, mas não apresenta, até o momento, o número final do próximo período.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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