sexta-feira, julho 3, 2026

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Exportações de carne suína somam 140 mil toneladas em abril, informa ABPA


Exportações de carne suína somam 140 mil toneladas em abril, informa ABPA

As exportações brasileiras de carne suína in natura e processada totalizaram 140 mil toneladas em abril, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (11) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa alta de 8,3% em relação às 129,2 mil toneladas embarcadas no mesmo mês de 2025. Em receita, os embarques somaram US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% sobre os US$ 301,5 milhões de um ano antes.

Entre os principais destinos no mês, as Filipinas permaneceram na liderança, com 35,9 mil toneladas, aumento de 20,6% na comparação anual. Na sequência, aparecem Japão, com 16,6 mil toneladas e crescimento de 131,9%; China, com 11,8 mil toneladas, queda de 21,6%; Chile, com 11,1 mil toneladas, alta de 22,8%; e Hong Kong, com 8 mil toneladas, recuo de 34,3%.

Também figuram entre os principais compradores Vietnã, com 5,5 mil toneladas (+44,6%), Argentina, com 5,3 mil toneladas (-8,7%), Cingapura, com 5,1 mil toneladas (-24,3%), Uruguai, com 4,6 mil toneladas (+12,7%) e México, com 4,4 mil toneladas (-40,3%).

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Os dados indicam avanço concentrado em parte relevante dos mercados asiáticos, com ampliação de volume em destinos de maior valor agregado. Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, “o fluxo internacional da proteína brasileira segue aquecido, especialmente nos mercados asiáticos”. Em nota, ele destacou ainda “um avanço importante em destinos de maior valor agregado, como o Japão, além da ampliação das Filipinas como principal mercado para o setor brasileiro”.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações alcançaram 532,2 mil toneladas, crescimento de 14,2% frente às 466 mil toneladas registradas entre janeiro e abril de 2025. A receita no período chegou a US$ 1,244 bilhão, alta de 14,1% sobre US$ 1,090 bilhão no mesmo intervalo do ano passado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Lula sanciona lei que fixa porcentuais mínimos de cacau em chocolates


Lula sanciona lei que fixa porcentuais mínimos de cacau em chocolates

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei 15.404/2026, que estabelece porcentuais mínimos obrigatórios de cacau em produtos comercializados como chocolate no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (11) e entrará em vigor 360 dias após a publicação. O texto também obriga a informação do porcentual total de cacau nos rótulos de produtos nacionais e importados.

A norma havia sido aprovada pelo Senado Federal em terça-feira (15 de abril). Pela nova regra, a legislação passa a diferenciar tecnicamente massa, pasta ou licor de cacau, manteiga de cacau e sólidos totais de cacau, que incluem manteiga de cacau, massa de cacau e cacau em pó.

Entre os parâmetros definidos, o chocolate em pó deverá ter no mínimo 32% de sólidos totais de cacau. No chocolate ao leite, o mínimo será de 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados. Para o chocolate branco, a exigência será de 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite.

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No caso da categoria “chocolate”, o mínimo será de 35% de sólidos totais de cacau, sendo ao menos 18% de manteiga de cacau e 14% de sólidos isentos de gordura, com limite de 5% para outras gorduras vegetais autorizadas. Para “chocolate doce”, o porcentual mínimo será de 25% de sólidos totais de cacau. A lei não cria distinção específica entre chocolate amargo e meio amargo.

Os critérios técnicos para indicação do porcentual de cacau ainda serão detalhados em ato do Poder Executivo, dentro dos limites definidos na lei. A ausência dessa regulamentação complementar pode influenciar a forma de adaptação da indústria e da rotulagem no período de transição.

Fonte: Estadão Conteúdo

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IIF registra entrada de US$ 58,3 bilhões para emergentes em abril


IIF registra entrada de US$ 58,3 bilhões para emergentes em abril

Os fluxos de capital para mercados emergentes voltaram ao campo positivo em abril, segundo relatório divulgado pelo Instituto de Finanças Internacional (IIF, na sigla em inglês) nesta segunda-feira (11). As entradas líquidas de portfólio somaram US$ 58,3 bilhões no mês, após uma saída de US$ 66,2 bilhões em março. O movimento foi puxado principalmente pela renda fixa, em um ambiente de menor aversão inicial ao risco.

De acordo com o IIF, os mercados de dívida concentraram US$ 51,9 bilhões das entradas de abril. Já os fluxos para ações ficaram positivos em US$ 6,4 bilhões, depois da liquidação observada no mês anterior. Para o instituto, esse comportamento indica que o choque de março não evoluiu para uma interrupção generalizada do financiamento aos emergentes.

O relatório atribui a recuperação à redução do pânico geopolítico inicial e à reabertura do mercado primário. Também destaca que o interesse dos investidores seguiu mais concentrado em renda fixa, sustentado pelo diferencial de juros, pela retomada das janelas de emissão e pela avaliação de fundamentos externos mais sólidos em parte das economias emergentes.

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Na América Latina, as entradas chegaram a US$ 17,5 bilhões em abril. Desse total, US$ 13,3 bilhões foram direcionados para dívida e US$ 4,3 bilhões para ações. No acumulado de 2026, a região recebeu US$ 60,7 bilhões, acima dos US$ 17,5 bilhões registrados no mesmo período de 2025.

O IIF também apontou retomada das emissões. As operações soberanas subiram de US$ 3,1 bilhões em março para US$ 24,7 bilhões em abril. As emissões corporativas avançaram para US$ 37 bilhões. O instituto citou operações relevantes de países como Brasil, Polônia e Sérvia.

Esse quadro tende a aliviar, no curto prazo, as condições de captação para governos e empresas de países emergentes. Ainda assim, o IIF ressalta que o cenário permanece sensível a inflação, preços de energia, liquidez global e à política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

Segundo o instituto, a melhora de abril deve ser tratada como uma fase inicial de alívio, e não como sinal definitivo de normalização. A continuidade dos fluxos dependerá da manutenção das emissões e da resposta dos mercados ao ambiente internacional de juros e liquidez.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Associação de pescadores de Mocajuba faz primeira entrega ao PAA no Pará


Associação de pescadores de Mocajuba faz primeira entrega ao PAA no Pará

A Associação dos Pescadores São José do Icatu Quilombolas (APSJIQ), de Mocajuba, no Pará, realizou nesta sexta-feira (8) a primeira entrega de alimentos ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A ação é coordenada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e prevê a destinação de quase 15 toneladas de produtos hortifrutigranjeiros in natura a famílias em situação de extrema pobreza atendidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município.

Nesta etapa inicial, foram entregues 1,5 tonelada de alimentos, entre limão, banana, mamão, abóbora, raiz de mandioca e pimenta. Segundo a Conab, a proposta tem aporte de cerca de R$ 100 mil e deve beneficiar aproximadamente 860 pessoas com algum grau de insegurança alimentar.

A APSJIQ reúne 10 agricultores familiares enquadrados como Povos e Comunidades Tradicionais. A entidade é formada por agricultores familiares, pescadores e quilombolas. De acordo com a Conab, esta é a primeira participação da associação no PAA, o que amplia o acesso de grupos tradicionais a uma política pública voltada à compra direta de alimentos da agricultura familiar, com dispensa de licitação.

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A superintendente regional da Conab no Pará, Rosanna Vallinoto, acompanhou a entrega. Segundo ela, o trabalho de mobilização começou antes da formalização da proposta. “Estivemos há pouco mais de um ano neste município para divulgar e incentivar as organizações a participarem do PAA. Em 2025, tivemos êxito com a apresentação da proposta da APSJIQ e estamos muito felizes em participar desta primeira entrega de produtos”, afirmou.

Pelo desenho da operação, a Conab compra os alimentos da produção local e articula a distribuição com a gestão municipal e a rede socioassistencial. Na prática, isso conecta a produção de pequena escala à demanda local por abastecimento, com geração de renda para os produtores e atendimento a famílias cadastradas pelo CRAS.

Fonte: gov.br

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Banco Central detalha novo modelo de crédito imobiliário lançado no fim de 2025


Banco Central detalha novo modelo de crédito imobiliário lançado no fim de 2025

O diretor de Regulação e de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central (BC), Gilneu Vivan, afirmou nesta segunda-feira (11) que o novo modelo de financiamento do crédito imobiliário, lançado no fim de 2025, deve ampliar e estabilizar a oferta dessa modalidade. A declaração foi feita em live da autoridade monetária. Segundo ele, a mudança torna mais claro o volume de recursos disponível para o setor e reduz oscilações observadas no passado recente.

O modelo foi lançado pelo governo em outubro de 2025 e prevê aumento gradual do porcentual do saldo da poupança destinado ao crédito imobiliário. Atualmente, esse patamar é de 65%. Pela nova estrutura, o valor passa a corresponder a 100% do saldo, embora a captação dos recursos ocorra a mercado.

Pelas novas regras, as instituições financeiras passam a operar com um “excedente de financiamento”. Na prática, a cada R$ 1 concedido em crédito imobiliário, poderão aplicar R$ 1 da poupança no mercado. Como os juros de mercado são superiores à remuneração da poupança, a diferença entre esses custos pode ser usada para reduzir o custo final das operações.

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De acordo com Vivan, as simulações realizadas pelo Banco Central indicam que o modelo tende a produzir juros estáveis ou menores do que os observados atualmente. Ele também afirmou que as taxas devem se tornar mais previsíveis, acompanhando a trajetória dos juros básicos sem movimentos abruptos.

“As taxas vão acompanhar o mercado: se a Selic subir muito, a taxa sobe; se a Selic cair, a taxa vai cair também”, disse o diretor. Segundo ele, a expectativa é evitar “saltos” na precificação do crédito e dar maior previsibilidade ao volume ofertado.

Vivan afirmou ainda que os juros devem variar de forma inversa à renda, com diferença de até 0,4 ponto porcentual ao mês entre perfis de tomadores. O objetivo, segundo o diretor, é permitir taxas relativamente menores para famílias com menor renda.

O Banco Central informou que as simulações apontam maior estabilidade na oferta e nas taxas do crédito imobiliário sob o novo modelo. Não foram divulgados, até o momento, números consolidados sobre volume adicional de recursos ou data de implementação plena da transição.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Anvisa proíbe comercialização de produtos à base de cannabis; veja quais


Cannabis; produtos; Biocase e Allandiol
Foto: divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (11), a proibição da comercialização e divulgação dos medicamentos derivados de cannabis Allandiol Forte Black 1:1 e Allandiol Full Spectrum 300 mg, do Instituto Alma Viva Ltda. 

A agência identificou a divulgação e a venda de produtos derivados de cannabis das marcas Biocase e Allandiol sem registro ou autorização sanitária. A empresa responsável não possui Autorização de Funcionamento (AFE) para fabricar ou comercializar esses produtos. 

As irregularidades foram encontradas no site e no perfil da empresa no Instagram, onde havia oferta dos produtos e divulgação de supostos benefícios terapêuticos sem aprovação sanitária. A medida também se aplica a qualquer pessoa ou empresa que anuncie, venda ou divulgue esses produtos, devido ao risco à saúde pública. 

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AgroNewsPolítica & Agro

Clima acende alerta para reta final da safrinha



Mapas de previsão apontam grande variabilidade nas chuvas



Foto: USDA

O clima voltou ao centro das atenções do agronegócio em maio, depois de um abril marcado por chuvas irregulares no Brasil e condições mais favoráveis ao plantio nos Estados Unidos. Segundo dados divulgados pela Consultoria Agro do Itaú BBA, o cenário brasileiro favoreceu a colheita da soja, mas elevou a preocupação com a segunda safra de milho.

Em abril, o acumulado de precipitações ficou abaixo do registrado em 2025 em parte das principais regiões produtoras, especialmente no Centro-Oeste e no Sudeste. Goiás e Minas Gerais estiveram entre os estados mais afetados pela irregularidade das chuvas.

A condição ajudou no avanço da colheita de soja e milho verão, mas trouxe riscos para lavouras de milho safrinha ainda em desenvolvimento. Em Mato Grosso, os volumes foram considerados suficientes para sustentar as lavouras, enquanto Goiás, Paraná, São Paulo e Minas Gerais registraram estresse hídrico.

Para o restante de maio, os mapas de previsão apontam grande variabilidade nas chuvas. Os maiores volumes são projetados para o Sul e Sudeste, enquanto a região central do país ainda exige atenção por depender de precipitações consistentes para garantir o enchimento de grãos.

Nos Estados Unidos, o clima favoreceu o avanço do plantio de soja e milho. Temperaturas acima da média no Meio-Oeste aceleraram o preparo do solo e permitiram início mais adiantado da semeadura em relação aos últimos anos.

O relatório também cita dados da NOAA, que indicam cerca de 61% de chance de transição de condições neutras para El Niño entre maio e julho, com persistência até o fim de 2026. Para o produtor brasileiro, o clima seguirá como fator decisivo na reta final da safrinha e no planejamento da próxima safra.





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Chuva pode ultrapassar 150 mm em algumas regiões do país nesta semana, aponta Inmet


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê acumulados elevados de chuva entre os dias 11 e 18 de maio em áreas das regiões Norte e Nordeste do país. Já a faixa central do Brasil deve registrar predomínio de tempo seco e estável ao longo da semana.

Segundo o modelo numérico do instituto, os maiores volumes devem se concentrar em estados da região Norte, enquanto parte do Centro-Oeste, interior do Nordeste e áreas do Sudeste terão pouca chuva nos próximos dias.

Norte

Na região Norte, os maiores acumulados são esperados no Amazonas, Pará, Amapá e Roraima.

De acordo com o Inmet, os volumes podem ultrapassar 150 milímetros em sete dias em áreas de Roraima, norte do Amapá, sudeste do Amazonas e nordeste do Pará.

Nas demais áreas da região, a chuva deve ocorrer de forma mais irregular, com acumulados inferiores a 80 mm. Já no Acre e em Rondônia, os volumes previstos são baixos, próximos de 20 mm.

Nordeste

Na região Nordeste, o destaque fica para o norte do Piauí e do Maranhão, onde há previsão de acumulados superiores a 100 mm em pontos isolados.

Nas faixas litorâneas do norte e leste da região, a tendência é de chuva mais fraca, com volumes abaixo de 40 mm.

Já no interior nordestino, o tempo deve permanecer seco e estável, com baixa possibilidade de precipitação ao longo da semana.

Centro-Oeste

Na região Centro-Oeste, o Inmet prevê chuvas irregulares a partir de 15 de maio em áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No extremo sul sul-mato-grossense, os acumulados podem superar 60 mm entre os dias 15 e 18 de maio.

Enquanto isso, no Distrito Federal e em Goiás, o predomínio será de tempo firme, com baixa chance de chuva.

Sudeste

Na região Sudeste, a previsão indica chuvas irregulares no Rio de Janeiro e no litoral norte de São Paulo.

A partir do dia 16 de maio, há possibilidade de chuva fraca e baixos acumulados também em áreas paulistas e no sudeste de Minas Gerais.

Sul

Já na região Sul, a semana começa com tempo estável e sem previsão de chuva. Entre os dias 15 e 16, áreas isoladas de Santa Catarina e Paraná podem registrar precipitações de baixa intensidade.

Entre os dias 17 e 18 de maio, áreas de instabilidade devem avançar sobre o nordeste paranaense, com possibilidade de acumulados de até 80 mm em pontos isolados.

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Peão morre após ser pisoteado por touro durante rodeio no interior de SP


Foto: Reprodução redes sociais

Morreu neste domingo (10) o peão Rafael Silvio Oliveira, após ser pisoteado por um touro durante participação no Votu International Rodeo, em Votuporanga (SP).

A organização do evento publicou uma nota de pesar e informou que Rafael foi atendido por uma equipe médica ainda na arena. Em seguida, ele foi transferido para a UTI da Santa Casa de Votuporanga, mas não resistiu aos ferimentos.

Rafael tinha 32 anos e era campeão nacional da Associação de Campeões de Rodeio. Há cerca de duas semanas, ele também havia conquistado o título do rodeio de Carneirinho. O peão deixa esposa e dois filhos pequenos.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Anna Correa, esposa de Rafael, informou que o corpo deve chegar nesta segunda-feira (11) a Pedra Preta (MT), cidade natal do peão, onde será realizado o velório.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

A Casa do Agro Brasileiro atrai mais de 4 mil visitantes durante exposição…


O estande interativo recebeu crianças e adultos ao longo dos quatro dias da feira agropecuária

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) apresentou a Casa do Agro Brasileiro no Parecis SuperAgro. Durante o evento, mais de 4 mil pessoas visitaram o espaço e conheceram diversos produtos que contêm soja ou milho na composição. Com a estrutura da casa, a entidade atingiu o objetivo de mostrar à população que os grãos vão além da exportação.

A Casa do Agro Brasileiro foi planejada e executada para ser apresentada na feira agropecuária. O vice-presidente Oeste da Aprosoja MT, Gilson Antunes de Melo, destacou a oportunidade de os visitantes conhecerem mais sobre o uso da soja e do milho.

“A Casa do Agro Brasileiro foi feita para toda a população do Oeste de Mato Grosso. Por aqui passaram muitas pessoas que tiveram a oportunidade de conhecer tudo que leva soja e milho na composição, não só em alimentos, mas também em cosméticos que são usados no dia a dia e em muitos outros produtos. Quem passou por aqui teve a oportunidade de ver isso e compartilhar com amigos e familiares”, disse.

A delegada do núcleo de Campo Novo do Parecis, Karine Martelli, também visitou a casa e se impressionou com a nova proposta do estande da Aprosoja MT. Para ela, a visitação valoriza o produto dos produtores rurais, já que mostra que a soja e o milho estão em todos os cômodos da casa.

“A Casa do Agro trouxe para a população uma imersão dentro dos nossos próprios lares. Então, até para mim, que faço parte do sindicato, da Aprosoja Mato Grosso e sou produtora rural, foi uma visita repleta de surpresas. Neste ano, a entidade nos trouxe essa imersão e pudemos descobrir vários lugares em que a soja e o milho estão inseridos e que nós nem imaginávamos. Para a população como um todo, assim como para nós, produtores rurais, isso trouxe uma valorização do nosso produto, porque conseguimos perceber o quanto somos dependentes de tudo isso que é produzido aqui”, relatou.

Ao longo das visitas, muitos produtos chamam a atenção dos visitantes, principalmente os não convencionais, como itens de higiene e de beleza, que contêm glicerina de soja na composição. A delegada coordenadora do núcleo de Sapezal, Marlise Marafon, se impressionou com o uso do amido de milho na produção de remédios.

“Eu fiquei encantada conhecendo a Casa da Aprosoja Mato Grosso hoje, porque não fazia ideia da dimensão do esclarecimento que esse espaço traz para a população em geral. Eu, que sou produtora e conheço os produtos que contêm soja e milho, fiquei surpresa ao saber que a cápsula do comprimido também é composta por amido de milho. Então, estão de parabéns quem pensou essa casa e, principalmente, quem a idealizou”, destacou.

Durante os quatro dias de portas abertas no Parecis SuperAgro, a casa recebeu diversas autoridades e figuras públicas. Houve também a presença do biólogo e apresentador Richard Rasmussen, que provou e elogiou o cappuccino de soja servido durante a visitação.

O ex-ministro da Agricultura, Antônio Cabrera, visitou a casa no último dia da feira e afirmou que o espaço contribui para o entendimento da população sobre onde os grãos produzidos em Mato Grosso são consumidos.

“Cada um desses produtos aqui da casa tem um pouco de soja. A gente pensa que a soja é só para exportação, mas ela está na maionese, no refrigerante. Isso aqui é um trabalho da Aprosoja Mato Grosso. Bolacha, achocolatados, Nescau, Toddynho, todos contêm soja. Hoje, ela faz parte da rotina da alimentação do brasileiro. Parabéns à Aprosoja Mato Grosso pelo trabalho”, explicou.

O jornalista e escritor Leandro Narloch destacou a experiência que teve ao acompanhar pela segunda vez o estande da Aprosoja MT. Narloch palestrou na feira e afirmou que também aprende muito em contato com o produtor rural.

“É um prazer para mim não só dar palestra e expor meus pontos de vista em um evento como esse, mas também aprender. Quando a gente vem para cá, especialmente quem mora em São Paulo e tem pouco contato com o campo, aprende muito sobre a realidade do agro brasileiro”, disse.

Com o evento, a Aprosoja MT fecha a terceira participação em feiras agropecuárias de Mato Grosso e alcança o objetivo de levar informações sobre a agricultura à sociedade. Na próxima semana, com participação na Norte Show, de 21 a 24 de abril, a entidade leva a Casa do Agro Brasileiro e encerra o calendário de participação nas principais feiras do estado.





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