domingo, junho 28, 2026

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Conab amplia PAA no RN e entrega mini colheitadeiras à agricultura familiar


Conab amplia PAA no RN e entrega mini colheitadeiras à agricultura familiar

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou nesta terça-feira (19), em Natal e São Paulo do Potengi, no Rio Grande do Norte, a ampliação de recursos para a agricultura familiar no estado. O pacote soma R$ 11,8 milhões, sendo R$ 11,6 milhões para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e R$ 240 mil para a entrega de três mini colheitadeiras do Programa Arroz da Gente. A medida envolve compras públicas, apoio à comercialização e mecanização de pequenos produtores.

Do total destinado ao PAA, R$ 10 milhões serão executados na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS). Segundo a Conab, os recursos vão viabilizar a aquisição de cerca de 1,2 mil toneladas de alimentos produzidos por 1.010 agricultores familiares, em 50 projetos de cooperativas e associações selecionadas em chamada pública de 2025. Os produtos serão destinados a entidades socioassistenciais e cozinhas solidárias que atendem mais de 271 mil pessoas no estado.

Na modalidade Compra Direta, o investimento previsto é de R$ 1,6 milhão. Foram assinados termos com a Cooperativa Central Potiguar da Agricultura (Coopaf) e a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes). A previsão é adquirir 156 toneladas de itens como arroz, farinha, goma de macaxeira, abóbora, batata-doce, polpa de frutas, bebida láctea e carne bovina.

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A Conab informou ainda que, desde 2023, o PAA soma R$ 45,4 milhões no Rio Grande do Norte, com estimativa de compra de 4,38 mil toneladas de alimentos e atendimento direto a mais de 4 mil agricultores familiares. Em paralelo, a estatal entregou três mini colheitadeiras, com investimento de R$ 240 mil, para organizações de Apodi e Coronel João Pessoa, dentro do Programa Arroz da Gente.

Também foram anunciados R$ 12,5 milhões do Programa Da Terra à Mesa, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), para nove projetos de inclusão produtiva e transição agroecológica, com atendimento previsto a 1.259 famílias. Houve ainda anúncio de R$ 1 milhão da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) para a cadeia do leite no estado.

Os anúncios reforçam o uso das compras públicas e da mecanização como instrumentos de renda, escoamento da produção e abastecimento alimentar. A execução dos recursos e a contratação dos projetos ao longo de 2026 serão determinantes para medir o alcance efetivo das medidas sobre cooperativas, associações e produtores familiares do estado.

Fonte: gov.br

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Câmara aprova projeto que inclui cooperativas em fundos de desenvolvimento


Câmara aprova acesso de cooperativas a fundos regionais de desenvolvimento

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (19) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 262/19, que inclui cooperativas entre os beneficiários de fundos regionais de desenvolvimento. A proposta, de autoria do Senado, será enviada à sanção presidencial. O texto alcança cooperativas regidas pela Lei 5.764/71, da Política Nacional de Cooperativismo, e pela Lei Complementar 130/09, do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

Pelo projeto, essas cooperativas poderão acessar recursos destinados a “empreendimentos produtivos com grande capacidade germinativa de novos negócios e de novas atividades produtivas”. A previsão envolve três instrumentos federais: o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), o Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e o Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO).

A mudança tem alcance sobre regiões em que o cooperativismo atua na originação de produção, no armazenamento, no processamento agroindustrial, no crédito e na comercialização. No agro, cooperativas têm participação relevante em cadeias como grãos, leite, carnes, café e insumos, além de presença em municípios com menor oferta de financiamento privado.

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Do ponto de vista regulatório, o texto não cria um novo fundo, mas altera o grupo de beneficiários aptos a acessar recursos já existentes. Na prática, a medida pode ampliar as alternativas de financiamento para projetos produtivos organizados sob modelo cooperativo, inclusive em áreas ligadas à expansão de capacidade, agregação de valor e interiorização de investimentos.

O material disponível até o momento não detalha os critérios operacionais para contratação, os limites por projeto, nem eventuais exigências adicionais para enquadramento das cooperativas. Esses pontos tendem a depender da sanção presidencial e da regulamentação aplicável a cada fundo.

A tramitação ocorre em um contexto de debate sobre instrumentos de crédito e desenvolvimento regional, tema acompanhado por cooperativas agropecuárias e de crédito em regiões estratégicas para a produção rural.

Com a aprovação final na Câmara, o próximo passo é a análise para sanção presidencial. Até a publicação definitiva e eventual regulamentação, ainda não há detalhamento oficial sobre prazos, condições de acesso e impacto financeiro efetivo para as cooperativas beneficiárias.

Fonte: camara.leg.br

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Câmara aprova acesso de cooperativas a fundos regionais de desenvolvimento


Câmara aprova acesso de cooperativas a fundos regionais de desenvolvimento

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (19), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 262/2019, que autoriza cooperativas a acessarem recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). O texto já havia passado pelo Senado Federal em julho de 2024 e agora segue para sanção presidencial. A proposta altera normas já em vigor para incluir essas entidades entre as beneficiárias de linhas voltadas a projetos produtivos e de infraestrutura regional.

De autoria do senador Flávio Arns (PSB-PR), o projeto modifica a Medida Provisória nº 2.156-5/2001, a Medida Provisória nº 2.157-5/2001 e a Lei Complementar nº 129/2009. Segundo a tramitação na Câmara, a mudança tem caráter normativo e, de acordo com os pareceres aprovados nas comissões, não cria nova despesa para a União, mas amplia o universo de acesso a recursos já existentes.

Na prática, a medida pode alcançar cooperativas que operam em atividades agropecuárias, agroindustriais e de serviços ligados à produção regional, especialmente em áreas onde o crédito tradicional tem menor capilaridade. Como essas estruturas costumam reunir pequenos e médios produtores, o acesso aos fundos pode ampliar a capacidade de financiamento de investimentos em armazenagem, processamento, infraestrutura e organização produtiva, a depender das regras operacionais de cada instrumento.

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apoiou a proposta sob o argumento de que ela fortalece cadeias produtivas e amplia o crédito no interior do país. Durante a discussão, parlamentares afirmaram que as cooperativas têm papel relevante na organização da produção, na geração de renda e na distribuição de recursos para empreendimentos coletivos.

Ainda assim, o texto aprovado não detalha, no conteúdo informado, cronograma de implementação, limites por operação, critérios de enquadramento ou eventuais exigências adicionais para contratação. Esses parâmetros tendem a depender da regulamentação e das normas dos fundos após a sanção presidencial.

Com a aprovação final no Congresso, o próximo passo é a sanção presidencial. Se a medida for confirmada, o efeito prático para o setor dependerá da regulamentação e das condições efetivas de acesso aos recursos, ponto central para cooperativas e produtores das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Fonte: agencia.fpagropecuaria.org.br

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Audiência na Câmara destaca queda do desmatamento na Mata Atlântica e debate projetos de lei


Audiência na Câmara destaca queda do desmatamento na Mata Atlântica e debate projetos de lei

Ambientalistas e especialistas apresentaram, nesta terça-feira (19), na Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, dados de queda no desmatamento da Mata Atlântica e alertas sobre propostas legislativas em tramitação. O debate ocorreu durante a chamada “Semana do Agro”, com análise de projetos relacionados ao uso da terra, fiscalização ambiental e proteção de formações nativas. O tema tem relação direta com o setor produtivo por envolver regras de invasão, crédito, regularidade ambiental e segurança jurídica no campo.

Segundo estudos da Fundação SOS Mata Atlântica e do MapBiomas, o desmatamento no bioma caiu 28% entre 2024 e 2025, de 53,3 mil hectares para 38,3 mil hectares. No acumulado de dois anos, a redução chegou a 47%. Já o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontou redução de 40% na supressão de vegetação nativa em áreas florestais, com taxa anual abaixo de 10 mil hectares pela primeira vez na série histórica.

Durante a audiência, representantes de entidades atribuíram o recuo à combinação de fiscalização, políticas públicas e restrição de crédito para desmatadores ilegais, além da vigência da Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428/06), que completa 20 anos em dezembro. No debate, também foram citados projetos de lei com potencial de alterar regras de proteção de campos de altitude, fiscalização e uso de áreas naturais.

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Para o setor agropecuário, a discussão tem impacto regulatório porque envolve critérios de licenciamento, preservação de vegetação nativa e limites para expansão ou manejo em áreas inseridas no bioma. Também afeta a relação entre produção, conformidade ambiental e acesso a financiamento. O texto-base do debate não apresenta o posicionamento dos autores dos projetos mencionados nem detalha prazos de eventual regulamentação.

Especialistas ainda destacaram que a Mata Atlântica está presente em 17 estados, onde vivem 70% da população e se concentram 80% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o bioma responde por 80% dos alertas e ocorrências de desastres naturais no país.

A evolução dos indicadores de desmatamento e o avanço das propostas em análise no Congresso devem seguir no centro do debate sobre produção, conservação e segurança jurídica. Sem definição final sobre os projetos citados, o efeito prático para produtores e demais agentes econômicos dependerá do texto aprovado e de sua regulamentação.

Fonte: camara.leg.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Commodities agrícolas sobem em semana de ajustes


O mercado agrícola internacional encerrou a semana com valorização em parte relevante das commodities, sustentado por preocupações climáticas, ajustes de posições e incertezas sobre a oferta em diferentes cadeias. Segundo o Rabobank, nos sete dias encerrados em 12 de maio de 2026, o índice S&P GS AG avançou 2,0% na comparação semanal, com altas em cacau, trigo, soja, farelo de soja e algodão compensando perdas em óleo de palma, boi gordo, açúcar, óleo de soja e suínos.

No conjunto dos produtos agrícolas, os agentes não comerciais venderam 85.070 lotes líquidos, reduzindo a posição comprada líquida para 518.688 lotes. O movimento ocorreu apesar do avanço do índice no período e refletiu ajustes de exposição em um ambiente de sinais mistos entre as principais commodities.

O destaque da semana foi o cacau negociado na ICE de Nova York, que subiu 12,6%. A valorização refletiu preocupações com a próxima safra principal da África Ocidental, além dos efeitos associados ao El Niño e ao aumento dos preços dos fertilizantes. O Rabobank também apontou que a cobertura de posições vendidas ajudou a impulsionar as cotações, com movimentos fortes em meio à incerteza sobre os fundamentos. Os fundos geridos compraram 2.867 lotes líquidos, ficando com posição vendida líquida de 13.969 lotes.

O trigo em Chicago avançou 8,2%, sustentado por temores de piora nas condições do trigo de inverno, diante de temperaturas congelantes e clima seco. As expectativas de menor produção no Hemisfério Sul também deram suporte aos preços. Ainda assim, os fundos geridos venderam 9.120 lotes líquidos, ampliando a posição vendida líquida para 19.023 lotes.

No café arábica negociado na ICE, a alta foi de 3,3%, embora o Rabobank tenha indicado pressão geral sobre os preços por projeções baixistas para a safra brasileira e expectativas de superávit. Breves recuperações ligadas a interrupções logísticas não impediram novas pressões macroeconômicas. Os fundos geridos venderam 6.007 lotes líquidos, mantendo posição comprada líquida de 25.028 lotes.

 





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Brasil e China avançam em protocolo para exportação de miúdos suínos


ABIEC e ApexBrasil levam Brazilian Beef Connect ao México

O Brasil e a China avançaram, nesta terça-feira (19), em Pequim, nos entendimentos técnicos sobre os requisitos sanitários e quarentenários para a exportação de carne suína e subprodutos brasileiros ao mercado chinês. A confirmação ocorreu em reunião bilateral entre o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e a ministra da Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC), Sun Meijun. Segundo o governo brasileiro, o protocolo revisado inclui miúdos suínos e ainda depende de formalização.

A reunião integrou a missão oficial brasileira à China e teve como foco o fortalecimento do comércio agropecuário bilateral, a cooperação sanitária e a ampliação do intercâmbio entre os dois países. De acordo com a ministra Sun Meijun, a China importou US$ 51,4 bilhões em produtos agrícolas do Brasil em 2025, o equivalente a cerca de 50% do comércio total entre os dois países.

Durante o encontro, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e GACC confirmaram os termos técnicos do protocolo revisado para carne suína. Após a formalização, o Mapa deverá orientar as empresas brasileiras sobre os preparativos técnicos necessários, enquanto a autoridade chinesa seguirá com os procedimentos internos para viabilizar o comércio.

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O avanço é relevante porque a abertura ou ampliação de protocolos sanitários define as condições de acesso ao mercado chinês, principal destino de produtos do agronegócio brasileiro. No caso da proteína animal, a inclusão de miúdos suínos pode ampliar o portfólio exportado e agregar valor à cadeia, desde que as exigências sanitárias e operacionais sejam cumpridas pelas empresas habilitadas.

Na mesma agenda, as autoridades também trataram de outros temas setoriais. Houve o anúncio do retorno de três estabelecimentos brasileiros de carne bovina que estavam suspensos e a indicação de que a certificação eletrônica para produtos cárneos deverá começar no próximo mês. O material divulgado não detalha quais plantas foram retomadas nem o cronograma operacional da certificação.

A formalização do protocolo será a próxima etapa para que os embarques avancem. Até lá, o alcance comercial da medida dependerá da conclusão dos trâmites entre os governos e da adequação técnica das empresas brasileiras às exigências da China.

Fonte: gov.br

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Exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançam recorde em 2025


As exportações do agronegócio de Minas Gerais atingiram um valor recorde de 19,9 bilhões de dólares em 2025, encerrando o ano com o melhor resultado desde o início da série histórica em 1997. Este crescimento de 15,8% em relação a 2024 elevou a participação do setor nas exportações totais do estado para 43,4%, a maior proporção já registrada.

Dados das exportações

  • Valor total das exportações: 19,9 bilhões de dólares
  • Crescimento em relação a 2024: 15,8%
  • Participação do agronegócio nas exportações totais: 43,4%
  • Melhor resultado desde 1997

Desafios para 2026

As entregas de fertilizantes no Brasil devem registrar uma queda entre 10% e 15% em 2026, após o recorde de 49 milhões de toneladas em 2025. Essa estimativa é do SIND adubos, Paraná, e decorre de conflitos geopolíticos, elevação de custos e atrasos nas compras por parte dos produtores.

Projeções para a safra de café

O Rabobank projetou uma recuperação da safra brasileira de café no ciclo 267, com produção estimada em 73,3 milhões de sacas, devido à melhora das condições climáticas nas principais regiões produtoras do país. O volume representa um cenário de recomposição da oferta após anos de restrição produtiva.

  • Produção estimada de café: 73,3 milhões de sacas
  • Produção de Arábica: 48,7 milhões de sacas
  • Produção de Conilon: 24,6 milhões de sacas

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Pesquisadores testam drones para controle de carrapatos em bovinos


Pesquisadores da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul estão testando o uso de drones para o controle de carrapatos em bovinos. A tecnologia, ainda em fase de validação, utiliza a aplicação de um produto biológico e surge como uma alternativa mais sustentável, precisa e eficaz no combate ao parasita que afeta a pecuária.

Os carrapatos são um dos principais problemas da pecuária, gerando prejuízos superiores a 2 milhões de dólares por ano. Além de causar danos financeiros, esses parasitas são vetores de doenças que afetam a saúde e a produção dos rebanhos.

Projeto inovador

O projeto, desenvolvido pelo Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Saúde Animal Desidério Finamor, busca fazer o controle no ambiente onde o carrapato atua, e não diretamente no animal. O controle será realizado com produtos biológicos aplicados por drones, uma abordagem que promete maior eficiência.

Vantagens da tecnologia

  • Redução do uso de carrapaticidas químicos, que aumentam a resistência dos carrapatos.
  • Utilização de fungos e bactérias que atingem o carrapato, mas não prejudicam os rebanhos, humanos ou o meio ambiente.
  • Otimização da precisão na aplicação, permitindo o uso de menores volumes de produto.
  • Facilidade de acesso a áreas de difícil alcance para a pulverização convencional.

Desafios e perspectivas

Os pesquisadores avançam na validação dos métodos a campo, considerando que o Rio Grande do Sul é um dos estados com maior uso de carrapaticidas no Brasil. A aplicação com drones pode ser uma solução viável para os produtores, que muitas vezes não possuem maquinário adequado para pulverização agrícola.

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Setor avícola brasileiro reage à suspensão da UE sobre carnes


A suspensão da importação de carnes brasileiras pela União Europeia, a partir de 3 de setembro, gerou preocupação no setor avícola do Brasil. Representantes da cadeia produtiva afirmam que o país mantém padrões sanitários reconhecidos internacionalmente e defendem que ainda há espaço para negociação e reversão da medida.

Justificativa da suspensão

A decisão do bloco europeu foi justificada por supostas falhas no controle do uso de antimicrobianos na criação de animais. Apesar disso, entidades do setor destacam que o Brasil possui rígidos protocolos sanitários e que outros países do Mercosul, como Argentina e Uruguai, continuam autorizados a exportar para o mercado europeu.

Reação do setor produtivo

  • As exportações seguem normalmente até 3 de setembro, sem impacto nos preços internos.
  • O Ministério da Agricultura mantém reuniões com autoridades da União Europeia.
  • O Brasil atende aos requisitos internacionais e apresentará comprovações de rastreabilidade no momento oportuno.
  • Ainda há tempo para reverter a situação e apresentar laudos que garantam a sanidade da carne brasileira.

Importância do Brasil no mercado global

O Brasil é um fornecedor estável e seguro, com mais de 40 anos de histórico de fornecimento de proteínas animais aos países europeus. O setor de proteínas animais permanece comprometido com a transparência, a sustentabilidade e o pleno atendimento às exigências dos mercados internacionais.

Produção no Paraná

No Paraná, as indústrias de produtos avícolas manterão um rígido padrão de produção, atuando com responsabilidade e elevado padrão sanitário. O estado é responsável por 35% da produção nacional de carne de aves e exporta 42% do que o Brasil envia ao exterior.

Globalmente, o Brasil responde por aproximadamente 36% da carne de frango, enquanto o Paraná representa 16% desse total.

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ABCS apresenta propostas para aprimorar o Plano Safra 26/27


A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) enviou ao Ministério da Agricultura e Pecuária um documento com sugestões para o Plano Safra 26/27. As propostas visam aprimorar as condições de financiamento para os produtores rurais, especialmente os suinocultores, e abordar as particularidades da atividade.

Propostas de financiamento

  • Criação de uma linha de crédito permanente para retenção de matrizes, funcionando como capital de giro para os suinocultores.
  • Aumento do limite do Inovagro para adequações nas granjas, visando atender às normas de bem-estar animal.
  • Atualização dos valores do Inovagro para R$ 4,5 milhões para produtores individuais e R$ 13,5 milhões para pedidos coletivos.
  • Elevação do teto de faturamento do Pronamp para R$ 3,75 milhões, facilitando o acesso a mais suinocultores.

Justificativas das propostas

A ABCS argumenta que a linha de crédito para retenção de matrizes é essencial para garantir o fluxo de caixa e a continuidade da produção. A entidade também destaca que muitos suinocultores enfrentam dificuldades financeiras e que a atualização dos limites de crédito é necessária para atender a demanda crescente por investimentos em bem-estar animal.

Próximos passos

As propostas apresentadas pela ABCS agora estão sob análise do governo federal, que avaliará a viabilidade das sugestões para o novo Plano Safra.

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