Setor avícola brasileiro reage à suspensão da UE sobre carnes

A suspensão da importação de carnes brasileiras pela União Europeia, a partir de 3 de setembro, gerou preocupação no setor avícola do Brasil. Representantes da cadeia produtiva afirmam que o país mantém padrões sanitários reconhecidos internacionalmente e defendem que ainda há espaço para negociação e reversão da medida.
Justificativa da suspensão
A decisão do bloco europeu foi justificada por supostas falhas no controle do uso de antimicrobianos na criação de animais. Apesar disso, entidades do setor destacam que o Brasil possui rígidos protocolos sanitários e que outros países do Mercosul, como Argentina e Uruguai, continuam autorizados a exportar para o mercado europeu.
Reação do setor produtivo
- As exportações seguem normalmente até 3 de setembro, sem impacto nos preços internos.
- O Ministério da Agricultura mantém reuniões com autoridades da União Europeia.
- O Brasil atende aos requisitos internacionais e apresentará comprovações de rastreabilidade no momento oportuno.
- Ainda há tempo para reverter a situação e apresentar laudos que garantam a sanidade da carne brasileira.
Importância do Brasil no mercado global
O Brasil é um fornecedor estável e seguro, com mais de 40 anos de histórico de fornecimento de proteínas animais aos países europeus. O setor de proteínas animais permanece comprometido com a transparência, a sustentabilidade e o pleno atendimento às exigências dos mercados internacionais.
Produção no Paraná
No Paraná, as indústrias de produtos avícolas manterão um rígido padrão de produção, atuando com responsabilidade e elevado padrão sanitário. O estado é responsável por 35% da produção nacional de carne de aves e exporta 42% do que o Brasil envia ao exterior.
Globalmente, o Brasil responde por aproximadamente 36% da carne de frango, enquanto o Paraná representa 16% desse total.
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