sábado, junho 27, 2026

Agro

News

Dólar cai no fim do pregão, mas fecha ainda na faixa de R$ 5


Dólar fecha acima de R$ 5,05 e acumula alta de 3,55% na semana

O dólar perdeu força ao longo desta quinta-feira (21) e encerrou o pregão cotado a R$ 5,0012, em baixa de 0,04%, após tocar mínima de R$ 4,9833. O movimento ocorreu em meio à redução da aversão global ao risco, depois de informações sobre um possível entendimento entre Estados Unidos e Irã. Na semana, a moeda acumula queda de 1,31%, mas ainda sobe 0,98% em maio.

Segundo relatos da plataforma Al Arabiya, sediada nos Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Irã estariam próximos de um entendimento preliminar mediado pelo Paquistão. A expectativa de cessar-fogo e de liberação do tráfego pelo Estreito de Ormuz reduziu parte da pressão nos mercados internacionais ao longo da tarde.

Pela manhã, o ambiente havia sido mais cauteloso. Dados fortes de atividade nos Estados Unidos e informações contraditórias sobre as negociações de paz pesaram sobre moedas emergentes. Nesse contexto, o petróleo chegou a subir cerca de 3%, antes de inverter o sinal. O Brent para julho, referência para a Petrobras, fechou em baixa de 2,32%, a US$ 102,58 por barril.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Para Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o alívio externo, especialmente nos juros longos dos Estados Unidos, ajudou a conter a força global do dólar. Ainda assim, ele afirmou que as informações disponíveis até o momento são insuficientes para sustentar uma melhora mais ampla do apetite ao risco.

O gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, afirmou que investidores vinham realizando lucros em moedas emergentes após a alta recente dos juros globais. Segundo ele, um eventual acordo pode reduzir o risco inflacionário ligado à energia e favorecer moedas como o real.

Para o agronegócio, o câmbio segue como variável central. A cotação do dólar influencia a competitividade das exportações de soja, milho, carnes, açúcar e café, ao mesmo tempo em que afeta os custos de fertilizantes, defensivos, combustíveis e outros insumos dolarizados. Oscilações no petróleo também têm impacto sobre frete, energia e custos operacionais da cadeia produtiva.

O cenário de curto prazo permanece condicionado às definições sobre o entendimento entre Estados Unidos e Irã, ao comportamento do petróleo e à trajetória dos juros americanos. Sem detalhes consolidados sobre o eventual acordo, o mercado deve seguir sensível a novas informações externas e ao efeito do câmbio sobre preços e custos no setor produtivo.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Dólar cai no fim do pregão, mas fecha ainda na faixa de R$ 5 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Canaplan projeta moagem de até 639,1 milhões de toneladas de cana no Centro-Sul em 2026/27


Moagem de cana cai 2,1% no Norte e Nordeste até março

A consultoria Canaplan projetou moagem entre 631,4 milhões e 639,1 milhões de toneladas de cana-de-açúcar no Centro-Sul na safra 2026/27. As estimativas foram apresentadas nesta quinta-feira (21), durante a abertura da safra promovida pela Canaoeste, em Sertãozinho (SP). O cenário considera produtividade média próxima de 77 toneladas por hectare e produção de açúcar ao redor de 40 milhões de toneladas.

Segundo a Canaplan, a nova temporada será influenciada por uma combinação de fatores produtivos e econômicos. Entre eles estão a pressão climática sobre os canaviais, os custos elevados de produção e a volatilidade nos mercados globais de energia e alimentos. A consultoria também apontou juros elevados, instabilidade geopolítica e oscilações no mercado internacional como elementos de risco para o setor.

Em nota, o diretor da Canaplan, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, afirmou que os preços de fertilizantes, a logística internacional e os impactos dos conflitos no Oriente Médio sobre o petróleo e a inflação global estão entre os pontos de atenção. Esses fatores interferem no custo operacional das usinas e na formação de preços ao longo da safra.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

No campo, a consultoria alertou para os efeitos do clima irregular no Centro-Sul. De acordo com Carvalho, há preocupação com fenômenos como florescimento, isoporização e atraso no desenvolvimento da cultura, condições que podem comprometer a produtividade e a qualidade da matéria-prima. A Canaplan não detalhou, no material divulgado, volumes de chuva, recorte regional por estado ou comparação com a safra anterior.

As projeções também indicam maior dependência do mix alcooleiro. Nesse contexto, o comportamento do petróleo tende a ganhar peso na precificação do açúcar e do etanol, com reflexos sobre a estratégia industrial das usinas entre a produção de combustível e de adoçante.

Na avaliação da Associação dos Fornecedores de Cana da Região de Sertãozinho (Canaoeste), o início da safra ocorre em ambiente de margem mais estreita. O diretor executivo da entidade, Almir Torcato, afirmou que o setor opera com custos elevados e preços pressionados, o que exige maior atenção à gestão operacional.

As projeções para 2026/27 mostram uma safra ainda volumosa no Centro-Sul, mas condicionada à evolução do clima e dos custos ao longo do ciclo. Sem detalhamento adicional sobre chuvas, produtividade por região e ritmo de colheita, a consolidação desse cenário dependerá do comportamento agronômico dos canaviais e da dinâmica dos mercados de açúcar, etanol e energia.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Canaplan projeta moagem de até 639,1 milhões de toneladas de cana no Centro-Sul em 2026/27 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mulheres quilombolas transformam babaçu em renda, autonomia e oportunidade


quebradeiras de coco
Foto: Carolina Motoki/Assembleia Legislativa do Estado do Pará

Da floresta para a agroindústria, o babaçu deixou de ser apenas um recurso de subsistência para se tornar símbolo de empreendedorismo, valorização cultural e geração de renda em comunidades quilombolas do Maranhão. Uma iniciativa apoiada pela Embrapa mostra como a bioeconomia pode unir tradição, sustentabilidade e desenvolvimento social.

A experiência acontece na comunidade quilombola de Pedrinhas, onde mulheres quebradeiras de coco se organizaram para criar uma agroindústria baseada no aproveitamento integral do babaçu.

A presidente do Clube de Mães, Maria José Machado conta que a associação surgiu em 1989 como um clube de mães formado por mulheres quebradeiras de coco. Atualmente, cerca de 15 trabalhadoras atuam na produção de alimentos e derivados do babaçu, transformando um saber tradicional em atividade econômica sustentável.

Entre os produtos desenvolvidos estão sorvetes, bolos, pães, biscoitos, pudins e até hambúrgueres feitos a partir do babaçu.

Tradição passada entre gerações

O trabalho com o babaçu atravessa gerações e carrega forte valor afetivo e cultural. Muitas das mulheres aprenderam a quebrar coco ainda na infância, acompanhando as mães no trabalho no mato.

A gestora da Agroindústria Clube de Mães, Antônia Vieira relata que, antigamente, o coco tinha pouco valor comercial e era usado principalmente em trocas por alimentos básicos, como arroz e feijão. Hoje, ela vê uma mudança significativa no reconhecimento do produto e da profissão.

“Fui criada através do babaçu, a minha mãe era quebradeira de coco. Eu me sinto muito orgulhosa. Todos os lugares que eu chego me apresento como quebradeira de coco, porque eu sou uma quebradeira de coco”, destaca.

Além da geração de renda, a atividade representa autonomia financeira para as mulheres da comunidade, que passaram a depender menos de trabalhos domésticos em outras casas para sustentar as famílias.

Pesquisa e capacitação ampliaram produção

O crescimento da agroindústria ocorreu a partir de cursos de capacitação promovidos pelo Sebrae e do apoio técnico da Embrapa.

Entre as inovações estão leite e queijo vegetal de babaçu, além de versões veganas de alimentos tradicionais. Segundo as trabalhadoras, as oficinas e pesquisas ajudaram a melhorar a qualidade dos produtos e ampliar a renda da comunidade.

Hoje, a agroindústria possui o selo quilombola e o selo “Gosto do Maranhão”, certificações que valorizam a produção artesanal e fortalecem a identidade regional dos alimentos.

Artesanato e sustentabilidade

O aproveitamento do babaçu vai além da alimentação. A palha, antes utilizada apenas para cobrir casas, passou a ser transformada em artesanato.

Flores decorativas, cestos e outros itens são produzidos pelas mulheres e utilizados inclusive na apresentação dos produtos em feiras e eventos. A iniciativa reforça o conceito de bioeconomia ao utilizar recursos naturais de maneira sustentável e com geração de valor local.

Futuro e expansão

A associação também busca envolver jovens e adolescentes da comunidade no trabalho da agroindústria, garantindo continuidade ao conhecimento tradicional e fortalecendo a economia local.

O grande sonho das produtoras é ver os produtos de Pedrinhas chegando aos supermercados de cidades maiores, como São Luís. “Meu sonho é entrar num supermercado e ver nossos produtos lá”, diz Maria José.

O post Mulheres quilombolas transformam babaçu em renda, autonomia e oportunidade apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Porto de Santos lança hub de inovação e recebe visita ministerial nesta sexta-feira


Portos do Paraná inicia dragagem de manutenção no Canal de Paranaguá

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participa nesta sexta-feira (22), às 14h, do lançamento do espaço do Hub de Inovação do Armazém 7, no Porto de Santos, em Santos (SP). A agenda também prevê visita às obras de revitalização do Armazém 3, acompanhamento da reflutuação do Navio Professor Besnard e navegação pelo canal do porto. O ministro estará acompanhado do presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini.

Segundo aviso de pauta divulgado pelo Ministério de Portos e Aeroportos nesta quinta-feira (21), o evento será realizado no Armazém 7 do Parque Valongo, na Praça Visconde de Mauá, no Centro de Santos. A programação oficial informa ainda uma vistoria no canal do complexo portuário para acompanhar o resultado do investimento na expansão do terminal da DP World.

A Autoridade Portuária de Santos disponibilizará uma lancha para jornalistas e cinegrafistas às 13h30, no Parque Valongo, para cobertura da visita pelo canal. A chegada das autoridades está prevista para as 14h. Após o lançamento do espaço no Armazém 7, o ministro deverá conceder entrevista coletiva ao lado do embarque das lanchas que fazem a travessia Santos–Vicente de Carvalho.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

O Porto de Santos tem relevância logística para o agronegócio brasileiro por concentrar embarques de cargas destinadas ao comércio exterior, incluindo produtos agropecuários e insumos. No entanto, o material divulgado pela pasta não detalha, até o momento, valores do hub de inovação, metas operacionais, cronograma de execução, indicadores de capacidade ou efeitos diretos sobre a movimentação de cargas.

Também não foram informados, no aviso de pauta, os objetivos técnicos do novo espaço de inovação nem eventuais projetos voltados à digitalização, eficiência operacional ou integração logística. Esses pontos devem ser esclarecidos durante o evento e na coletiva prevista para esta sexta-feira (22).

A agenda concentra temas de infraestrutura, operação portuária e modernização do complexo de Santos, ponto estratégico para cadeias exportadoras. Como ainda não há dados oficiais sobre investimento, capacidade adicional ou impacto logístico, uma avaliação técnica mais precisa dependerá das informações que forem apresentadas durante o evento.

Fonte: gov.br

O post Porto de Santos lança hub de inovação e recebe visita ministerial nesta sexta-feira apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Embrapa lança soja convencional para o Cerrado e apresenta novo maracujá


Embrapa lança soja convencional para o Cerrado e apresenta novo maracujá

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou nesta quinta-feira (21), durante a AgroBrasília 2026, uma nova cultivar de soja para o Cerrado e uma nova opção de maracujá voltada à fruticultura. Os materiais foram desenvolvidos para atender demandas de produtividade, sanidade e diversificação comercial em diferentes sistemas de produção. Entre os destaques estão a soja BRS 7583 e o maracujazeiro BRS Maracujá Maçã.

Segundo a Embrapa Cerrados, a BRS 7583 é uma soja convencional com tolerância a nematoides de galha (Meloidogyne javanica) e potencial produtivo superior a 70 sacas por hectare, podendo ultrapassar 90 sacas por hectare em algumas regiões. A cultivar é recomendada para Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Distrito Federal. O ciclo varia de 105 a 121 dias, com porte médio, resistência ao acamamento e estabilidade produtiva.

Pesquisadores da unidade destacaram que o fato de ser um material não transgênico pode abrir espaço para nichos de mercado de soja convencional, com possibilidade de remuneração diferenciada. A Embrapa também apresentou a BRS 8282, outra cultivar convencional, com alta concentração de ácido oleico. De acordo com a instituição, o perfil do óleo amplia o uso em fritura e na produção de biodiesel de maior estabilidade.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

Na fruticultura, a novidade foi a BRS Maracujá Maçã, da espécie Passiflora maliformis L. O material tem tripla aptidão: consumo in natura, processamento industrial e uso ornamental. Nas condições do Distrito Federal, a produtividade informada varia de 10 a 20 toneladas por hectare ao ano, podendo chegar a 30 toneladas por hectare ao ano com manejo adequado e plantio adensado, conforme resultado obtido em unidade demonstrativa em Flores de Goiás.

A Embrapa informa que a cultivar apresenta frutos de cerca de 80 gramas, alto rendimento de polpa e resistência a problemas fitossanitários como virose, bacteriose e fusariose. A instituição também citou porta-enxertos resistentes à fusariose, como BRS Terra Nova e BRS Terra Boa, já disponíveis aos produtores.

Os lançamentos reforçam o uso do melhoramento genético como ferramenta para elevar a eficiência produtiva e ampliar alternativas comerciais no campo. A adoção em escala e o desempenho regional dos novos materiais dependerão da validação em diferentes ambientes de produção e das estratégias de multiplicação e oferta de sementes e mudas.

Fonte: embrapa.br

O post Embrapa lança soja convencional para o Cerrado e apresenta novo maracujá apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mapa fixa preços para liberação de estoques públicos de arroz, milho, trigo e mandioca


Mapa fixa preços para liberação de estoques públicos de arroz, milho, trigo e mandioca

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira (21) a Portaria nº 908, que fixa os Preços de Liberação dos Estoques Públicos (PLE) para arroz em casca, milho em grãos, trigo em grãos, farinha de mandioca e fécula de mandioca. Os valores servirão de referência para operações de venda da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio de leilões públicos no Sistema de Comercialização Eletrônica (Siscoe).

Segundo a norma, os estoques públicos poderão ser ofertados quando os preços de mercado ficarem acima do respectivo PLE. Nessa condição, a venda dependerá de autorização prévia do Mapa e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além de disponibilidade orçamentária e financeira.

Para o arroz em casca, o PLE foi fixado em R$ 78,80 por saca de 50 quilos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com vigência até 31 de janeiro de 2027. Nas demais regiões, o valor definido foi de R$ 98,81 por saca de 60 quilos.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

No caso da farinha de mandioca fina beneficiada, tipos 1 e 2, o preço ficou em R$ 3,01 por quilo nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, válido até 31 de dezembro de 2026. Para a fécula de mandioca, o valor foi estabelecido em R$ 3,53 por quilo nas mesmas regiões e no mesmo período.

Para o milho em grãos, os preços foram regionalizados. Rio Grande do Sul e Santa Catarina terão referência de R$ 69,39 por saca de 60 quilos. Na Região Sudeste e no Paraná, o valor será de R$ 63,82. No Centro-Oeste e Norte, exceto Tocantins e Pará, o PLE ficou em R$ 48,43. No oeste da Bahia e nos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins, a referência será de R$ 58,04. Já no Nordeste, exceto oeste da Bahia, Maranhão e Piauí, o preço foi fixado em R$ 78,37 por saca de 60 quilos, com vigência de 1º de junho de 2026 a 31 de maio de 2027.

Para o trigo em grãos, tipo 1 pão, o valor definido foi de R$ 97,01 por saca de 60 quilos na Região Sul, entre 1º de julho de 2026 e 30 de junho de 2027. A portaria também informa que os preços de liberação do milho não se aplicam às vendas do estoque público destinadas ao Programa de Venda em Balcão (ProVB), operacionalizado pela Conab.

A definição desses valores estabelece a referência técnica para eventual intervenção nos mercados desses produtos por meio de estoques públicos. O efeito prático sobre a oferta dependerá do comportamento dos preços regionais, das autorizações previstas na portaria e da disponibilidade de recursos para as operações.

Fonte: gov.br

O post Mapa fixa preços para liberação de estoques públicos de arroz, milho, trigo e mandioca apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Embrapa Soja abre inscrições para cidade-sede do 11º Congresso Brasileiro de Soja


Embrapa Soja abre inscrições para cidade-sede do 11º Congresso Brasileiro de Soja

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Soja (Embrapa Soja) abriu o recebimento de propostas de cidades interessadas em sediar a 11ª edição do Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja), prevista para 2028. Segundo a instituição, o evento é considerado o maior fórum técnico-científico da cadeia produtiva da soja na América do Sul e reúne cerca de 2.000 congressistas. As candidaturas serão aceitas até quinta-feira (29).

De acordo com a Embrapa Soja, podem apresentar propostas os Convention Bureaus e as cidades interessadas em receber o congresso. Para participar do processo, é necessário preencher uma ficha de inscrição e encaminhar um dossiê com informações sobre a infraestrutura geral do município e a disponibilidade de centros de eventos aptos a receber a programação.

A ficha de inscrição deve ser solicitada pelo e-mail cnpso.cbsoja@embrapa.br. As propostas enviadas dentro do prazo serão analisadas por uma comissão. A Embrapa informou a data-limite para recebimento em quinta-feira (29) de maio de 2026.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

O CBSoja tem relevância técnica para a cadeia da oleaginosa por reunir pesquisadores, consultores, empresas, produtores e representantes de diferentes segmentos ligados à produção, manejo, inovação e mercado. A definição antecipada da sede faz parte da organização logística de um evento de grande porte, com demanda por estrutura de auditórios, hospedagem, mobilidade e serviços de apoio.

No material divulgado, a Embrapa Soja não detalhou os critérios de pontuação da comissão, nem informou nesta etapa quais exigências mínimas serão consideradas prioritárias na escolha da cidade-sede. Também não foram apresentados, até o momento, detalhes sobre o cronograma posterior de seleção.

Para os municípios interessados, o processo exige comprovação formal de capacidade operacional para receber um encontro técnico com público estimado em cerca de 2.000 participantes.

A próxima etapa depende da análise das candidaturas pela comissão responsável. Até a definição da sede, a orientação disponível é que os interessados solicitem a ficha, organizem a documentação exigida e observem o prazo oficial informado pela Embrapa Soja.

Fonte: embrapa.br

O post Embrapa Soja abre inscrições para cidade-sede do 11º Congresso Brasileiro de Soja apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Embrapa firma protocolo para estudar implantação de unidade de pesquisa em Jequié


Embrapa Pecuária Sul abre edital para bolsas de iniciação científica e tecnológica

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) assina neste sábado (23) um protocolo de intenções com o governo da Bahia para realizar um estudo de viabilidade sobre a implantação de uma Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) em Jequié, no sudoeste baiano. A cerimônia será realizada na Estação de Piscicultura do município. A iniciativa está voltada à estruturação de cooperação técnica para pesquisa agropecuária e inovação regional.

Segundo as informações divulgadas, o levantamento será liderado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura, unidade sediada em Cruz das Almas e referência em pesquisas sobre mandiocultura, fruticultura tropical, agricultura familiar e tecnologias para o semiárido. A coordenação institucional ficará sob a Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, responsável pelo modelo das Umipis.

As Unidades Mistas de Pesquisa e Inovação são estruturas de cooperação científica formadas em parceria com governos, universidades, institutos e outras entidades públicas e privadas. Nesse formato, a Embrapa compartilha infraestrutura, pesquisadores, equipamentos e conhecimento técnico com instituições locais. De acordo com a empresa, atualmente há 11 Umipis coordenadas pela estatal, incluindo uma unidade internacional no Uruguai.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

A proposta para Jequié ainda está na fase de estudo de viabilidade. Por isso, não foram informados, até o momento, valores de investimento, cronograma de implantação, escopo de pesquisas nem a estrutura operacional prevista para a unidade. O protocolo assinado nesta etapa formaliza a intenção de cooperação e abre espaço para análise técnica da demanda regional.

Pelo conteúdo apresentado, a futura unidade poderá concentrar ações voltadas ao fortalecimento da agropecuária no interior baiano, com atenção ao suporte tecnológico para a agricultura familiar, à inclusão socioprodutiva, à segurança alimentar e ao desenvolvimento econômico regional. A efetivação desses desdobramentos, porém, dependerá do resultado do estudo e das definições posteriores entre os parceiros.

Do ponto de vista técnico, o próximo passo será a conclusão do estudo de viabilidade, que deverá indicar se há base operacional, científica e institucional para a implantação da Umipi em Jequié. Sem essa etapa, ainda não é possível dimensionar o alcance prático da iniciativa sobre a produção agropecuária da região.

Fonte: embrapa.br

O post Embrapa firma protocolo para estudar implantação de unidade de pesquisa em Jequié apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Algas marinhas ganham espaço na agricultura


O uso de tecnologias voltadas ao fortalecimento fisiológico das plantas tem ganhado espaço nas lavouras brasileiras diante da busca por maior produtividade, redução de custos e adoção de práticas sustentáveis. Em artigo intitulado “Tecnologia à base de algas melhora desempenho da soja, milho e algodão no Brasil”, Bruno Carloto afirma que produtores de culturas como soja, milho e algodão têm ampliado o interesse por soluções que contribuam para a estabilidade e eficiência das lavouras ao longo do ciclo produtivo.

Segundo o autor, o avanço dessas tecnologias ocorre em um momento de forte crescimento da produção agrícola brasileira. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e da Companhia Nacional de Abastecimento indicam que a produção nacional de grãos gira em torno de 355 milhões de toneladas por safra. A soja responde por cerca de 178 milhões de toneladas, enquanto o milho supera 138 milhões. Já o algodão se aproxima de 4 milhões de toneladas produzidas.

No artigo, Bruno Carloto destaca que fatores como disponibilidade de água, equilíbrio nutricional e condições ambientais influenciam diretamente o metabolismo das plantas. Segundo ele, situações de estresse podem comprometer processos importantes, como absorção de nutrientes e fotossíntese, afetando o rendimento final das lavouras. “Por isso, o manejo precisa ser cada vez mais técnico e integrado, com soluções que ajudam a manter o bom desempenho das lavouras”, afirma.

Nesse cenário, os bioestimulantes à base de algas marinhas têm ampliado presença no manejo agrícola. O autor ressalta que os extratos da alga Ascophyllum nodosum possuem compostos naturais capazes de atuar no equilíbrio fisiológico das plantas, favorecendo crescimento mais uniforme e fortalecimento do sistema radicular.

De acordo com o artigo, os efeitos variam conforme a cultura. Na soja e no milho, a tecnologia auxilia na formação inicial das plantas e aumenta a eficiência da absorção de nutrientes. Já no algodão, contribui para a uniformidade dos talhões e para a recuperação das plantas após períodos de estresse climático.

O texto também aponta que os bioestimulantes podem melhorar o aproveitamento dos insumos agrícolas. Com um sistema radicular mais ativo, as plantas conseguem utilizar melhor os nutrientes disponíveis no solo, reduzindo perdas e aumentando o retorno sobre o investimento realizado pelo produtor.

Para Bruno Carloto, o uso de bioestimulantes à base de Ascophyllum nodosum se consolida como uma ferramenta do manejo agrícola moderno. “Ao favorecer o equilíbrio fisiológico das plantas e impulsionar o desempenho de culturas importantes para o Brasil, as algas contribuem para uma produção mais eficiente, sustentável e preparada para os desafios atuais e futuros do setor”, conclui.





Source link

News

Ventos de 100 km/h e muita chuva são esperados para áreas de 4 regiões do país


chuvas, tempestades, Inmet, temporais, ciclone
Foto: Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou alerta de perigo para chuvas de 50 mm a 100 mm por dia e ventos que podem variar de 60 km/h a 100 km/h para estados de três regiões brasileiras: Sul, Sudeste, Nordeste e Norte.

Começando pela parte de baixo do mapa, o órgão avisa que entre esta quinta e sexta (21 e 22), as condições meteorológicas severas podem afetar 248 municípios entre Santa Catarina e o Paraná (confira a lista), com destaque para o noroeste, sudoeste, oeste, norte, sudeste e centro-sul paranaenses, além do oeste e norte catarinense.

Mapa alerta laranja
Foto: Reprodução Inmet

Assim, nas áreas em laranja do mapa acima, existem riscos de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

Também deve chover e ventar com as mesmas intensidades no sul baiano e no litoral norte espírito-santense, atingindo os seguintes municípios:

  • Alcobaça (BA)
  • Caravelas (BA)
  • Mucuri (BA)
  • Nova Viçosa (BA)
  • Porto Seguro (BA)
  • Prado (BA)
  • Santa Cruz Cabrália (BA)
  • Conceição da Barra (ES)
alerta laranja ES e BA
Foto: Reprodução Inmet

Com isso, o Inmet alerta que nessas áreas, detalhadas no mapa acima, o aviso é voltado para toda esta sexta-feira, também trazendo riscos de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos.

Por fim, o Instituto notifica a possibilidade de chuva de até 100 mm e ventos que podem chegar a 100 km/h no Norte do país entre esta quinta e sexta, atingindo todo o estado de Roraima, além de áreas do Pará e Amazonas:

Norte alerta laranja
Foto: Reprodução Inmet

Ao todo, quase 30 municípios podem ser afetados (veja a lista completa). O alerta laranja do Inmet simboliza perigo, o segundo maior grau de severidade emitido pelo órgão, atrás, apenas, do vermelho (grande perigo).

O post Ventos de 100 km/h e muita chuva são esperados para áreas de 4 regiões do país apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link