quarta-feira, junho 24, 2026

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Senadores apresentam PEC alternativa ao fim da escala 6×1 da Câmara


Senadores apresentaram nesta sexta-feira uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) alternativa à da Câmara dos Deputados, que visa o fim da escala 6×1. O texto protocolado no Senado propõe a flexibilização da jornada de trabalho mediante acordos individuais, além de garantir a remuneração proporcional às horas trabalhadas.

Detalhes da proposta

O senador Rogério Marinho, líder da oposição, foi o responsável por protocolar a proposta, que busca ampliar a possibilidade de negociação direta entre empresas e trabalhadores. Marinho destacou a importância de uma discussão responsável sobre o tema, visando uma jornada de trabalho ideal para os cidadãos brasileiros.

  • Flexibilidade na jornada de trabalho
  • Remuneração proporcional às horas trabalhadas
  • Possibilidade de jornadas de 20, 30, 40 ou 50 horas

Reação à PEC da Câmara

A iniciativa surge como uma reação ao avanço da proposta da Câmara, que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de descanso remunerado. O texto da PEC alternativa já conta com 36 assinaturas, superando as 27 necessárias para seu protocolo no Senado.

Próximos passos

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já encaminhou a PEC para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A expectativa é que a proposta seja analisada com cuidado, dado o apoio majoritário que recebeu. Enquanto isso, senadores contrários à mudança na escala de trabalho planejam articulações para retardar o avanço da proposta da Câmara.

Uma sessão temática será realizada para debater os possíveis impactos sociais e econômicos do fim da escala 6×1, conforme requerimento apresentado pelo senador Dr. Irã e apoiado por outros parlamentares.

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Miguel Daoud analisa mudanças na escala 6×1 no Senado


O senador Miguel Daoud comentou sobre as recentes mudanças propostas na escala de trabalho 6×1 no Senado, destacando a flexibilização da jornada e seus possíveis impactos para trabalhadores e empregadores. Em sua análise, Daoud enfatizou a necessidade de um debate mais aprofundado sobre a proposta e suas implicações.

Flexibilização da jornada de trabalho

Durante a discussão, Daoud ressaltou que a nova proposta visa dar liberdade ao funcionário para escolher quantas horas deseja trabalhar. No entanto, ele expressou preocupações sobre como essa mudança afetará os direitos trabalhistas e a relação entre patrões e empregados.

Impactos da proposta

  • Possibilidade de acordos diretos entre patrões e empregados.
  • Preocupações sobre a manutenção do salário e contribuições ao INSS.
  • Necessidade de esclarecimentos sobre a legislação trabalhista.

Críticas à proposta

Daoud criticou a falta de clareza na proposta e a ausência de um mecanismo que garanta os direitos dos trabalhadores. Ele argumentou que a proposta pode ser uma tentativa de atender a demandas empresariais sem considerar as necessidades dos trabalhadores.

Conclusão

O senador concluiu que, sem uma discussão mais profunda e esclarecimentos adequados, não se pode apoiar a mudança na escala de trabalho. Ele enfatizou a importância de proteger os direitos dos trabalhadores em qualquer nova legislação que venha a ser aprovada.

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A carne suína é mais saudável do que se imagina, diz nutricionista


A carne suína vem ganhando cada vez mais espaço na mesa dos brasileiros, mas ainda é cercada de mitos, especialmente a associação com a gordura. A nutricionista Fabiana Borrego esclarece que os cortes atuais de carne suína passaram por uma evolução genética e nutricional, tornando-se opções mais leves e saborosas do que muitos imaginam.

Benefícios da carne suína

Fabiana destaca a importância de desmistificar a carne suína, que possui cortes versáteis e nutritivos. Entre os benefícios, ela menciona:

  • Menor teor de calorias em comparação com a carne bovina.
  • Maior quantidade de proteína e menos gorduras totais.
  • Menos da metade da gordura saturada encontrada na carne bovina.
  • Rico em vitamina B1, essencial para o funcionamento do cérebro.
  • Preço médio mais acessível, variando de R$ 28 a R$ 45, contra R$ 90 a R$ 140 da carne bovina.

Comparação entre cortes

Ao comparar cortes específicos, como o filé mignon suíno e bovino, Fabiana apresenta dados que reforçam a superioridade da carne suína:

  • Filé mignon suíno: 100g contém menos calorias e gorduras totais.
  • Gorduras saturadas da carne suína são significativamente menores.
  • O sabor e a suculência da carne suína são comparáveis aos cortes bovinos, podendo ser preparados de maneira similar.

Preparação e consumo

Fabiana também enfatiza que a carne suína pode ser preparada de diversas formas, absorvendo bem temperos e marinadas. Ela sugere que o público experimente a picanha suína, que pode ser grelhada ou assada, destacando seu sabor e versatilidade na culinária.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

CNA destaca aprovação do PL que dá segurança jurídica à aquicultura


Texto foi aprovado na CCJC da Câmara dos Deputados e está no Senado.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a aprovação do PL 4162/24, que exclui o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores e distingue a atividade aquícola da pesca, favorece a segurança jurídica e impulsiona o crescimento do setor.

A redação final da matéria foi aprovada na quarta (15), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados e segue para análise do Senado Federal.

A proposta integra a Agenda Legislativa do Agro 2026, lançada pela CNA em março, e reconhece a natureza agropecuária da aquicultura, alinhando-a às demais cadeias produtivas. Com isso, busca eliminar sobreposições normativas e reduzir entraves burocráticos que impactam diretamente os produtores.

Segundo a CNA, a iniciativa representa um passo importante para a modernização do ambiente regulatório da aquicultura no Brasil, ao promover maior coerência normativa e ampliar a competitividade da produção nacional, especialmente frente às exigências dos mercados internacionais.

Segundo o presidente da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Francisco Hidalgo Faria o PL nº 4.162/2024 propõe a correção de uma distorção histórica no marco regulatório do setor da aquicultura brasileira ao revisar dispositivos da Lei nº 11.959/2009, que equiparam indevidamente a aquicultura à atividade pesqueira.

Um dos principais avanços do PL, explica, é a revisão da obrigatoriedade de inscrição no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores. Atualmente, as informações exigidas por esse registro já são prestadas no âmbito do Decreto nº 5.741/2006 (SUASA) pelos órgãos executores de sanidade agropecuária estaduais, sistema que garante controle sanitário, rastreabilidade e fiscalização em todas as etapas da cadeia produtiva da aquicultura, desde a produção até a comercialização.

De acordo com o relator da matéria na CCJC, deputado José Rocha (União/BA), o setor vem apresentando trajetória consistente de expansão na última década, posicionando o Brasil como player relevante em cadeias produtivas estratégicas, como tilápia e camarão.

“O projeto traz avanços substanciais, fruto de um amplo processo de diálogo com produtores, entidades representativas e especialistas. A atualização do marco legal tende a ampliar a previsibilidade regulatória, estimulando a atração de investimentos públicos e privados e reforçando a competitividade nos mercados interno e internacional. Entre os pontos mais relevantes está a redução de entraves burocráticos que historicamente impactaram o desenvolvimento da aquicultura no Brasil”, explicou.

Para o autor da proposta, deputado federal Sérgio Souza (MDB/PR), o projeto reconhece a aquicultura como atividade agropecuária distinta da pesca e assegura ao produtor aquícola tratamento equivalente ao do produtor rural.

“Não é razoável exigir autorização para a captura de um peixe que foi produzido na própria propriedade. Essa é a lógica do projeto e do PDL, que busca sustar a exigência de carteirinha de pesca para aquicultores”, pontuou.

 





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Chuvas volumosas atingem sul, norte e nordeste do Brasil neste fim de semana


No fim de semana, uma frente fria eleva as chances de temporais no sul do Brasil, enquanto as regiões Norte e Nordeste têm alerta para pancadas e chuvas isoladas.

Previsão para o Sul do Brasil

A faixa laranja que se estende do centro-norte paranaense até o centro-sul do Pará indica um tempo firme em praticamente todo o país neste sábado. No entanto, as condições de chuva são esperadas nas seguintes áreas:

  • Centro-Norte do Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina
  • Centro-Sul do Paraná

Condições no Litoral e Nordeste

O litoral baiano deve ser monitorado devido a ventos marítimos, enquanto o norte do Nordeste, incluindo Ceará, Piauí e Maranhão, está sob a influência da zona de convergência intertropical, aumentando os riscos de temporais.

Expectativas para o Domingo

No domingo, o cenário de chuvas será semelhante, com destaque para o Mato Grosso do Sul, que pode beneficiar as lavouras de milho segunda safra e o triângulo mineiro. A previsão de chuvas entre 30 de maio e 3 de junho se concentra especialmente na faixa norte do Brasil.

Intensificação das Chuvas

Entre 4 e 8 de junho, as chuvas devem se intensificar no Amazonas e em Roraima. Já de 9 a 13 de junho, as chuvas retornarão ao Centro-Oeste, trazendo alívio para os produtores do Mato Grosso e chuvas volumosas para a região sul do Brasil.

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Greenfarm 2026 discute endividamento rural e inovação em Cuiabá


A Greenfarm 2026, feira que acontece em Cuiabá, Mato Grosso, reúne líderes do agronegócio para discutir temas cruciais como endividamento rural, crédito agrícola e a dependência do Brasil de fertilizantes importados. O evento, que segue até sábado, promete atrair um público recorde e reforça a importância do estado no cenário agronacional.

Expectativa de público e expositores

Considerado o maior parque multieventos da América Latina, o Parque Novo abriga a Greenfarm 2026, que conta com:

  • Mais de 180 expositores e marcas.
  • 15 startups apresentando inovações no setor.
  • Uma feira de agricultura familiar com mais de 80 expositores.

Desafios do agronegócio brasileiro

Durante o evento, a dependência do Brasil na importação de fertilizantes e combustíveis foi um dos principais tópicos abordados. As tensões no Oriente Médio e o impacto no fornecimento de insumos foram destacados por líderes do setor. Além disso, o endividamento agrícola e a necessidade de medidas emergenciais para garantir crédito e condições de financiamento também dominaram as discussões.

Propostas para o futuro

Os participantes enfatizaram a urgência de um plano que inclua:

  • Equalização das taxas de juros.
  • Alongamento das dívidas rurais.
  • Investimentos em custeio e produção.

Os líderes do agronegócio pedem uma mudança de foco do debate ideológico para ações concretas que garantam a sustentabilidade do setor e a segurança alimentar do país.

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44ª Exposição Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano em São Paulo


Começou hoje a 44ª edição da Exposição Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano, realizada na Sociedade Hípica Paulista. O evento é uma vitrine da evolução morfológica e da performance esportiva da raça, que é considerada o primeiro cavalo montado do ocidente.

Participação e Competição

Mais de 400 animais estão participando de provas e apresentações que evidenciam a beleza, genética e versatilidade da raça. As competições incluem:

  • Adestramento
  • Equitação
  • Provas de salto

Além disso, a exposição busca agregar valor ao trazer outras raças, como o Quarto de Milha e a Crioula, para as competições.

Tradição e Investimento

A paixão pelo Puro Sangue Lusitano também movimenta investimentos e tradição familiar. O empresário José Víor Oliva, que possui mais de 100 animais, destaca a importância da raça no Brasil e sua docilidade, tornando-a ideal para iniciantes no esporte.

Conexão entre Cavaleiro e Cavalo

O medalhista pan-americano Leandro Silva ressalta a inteligência e sensibilidade da raça, enfatizando a conexão que se forma entre cavaleiro e cavalo durante as competições. A Expo Internacional do Cavalo Lusitano segue até domingo, com entrada gratuita e aberta ao público.

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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de trigo deve encolher no RS


A semeadura do trigo começou no Rio Grande do Sul acompanhando a abertura do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para os principais materiais cultivados no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar, o cenário da safra 2026 aponta para uma redução significativa da área plantada em comparação ao ciclo anterior.

As condições de tempo seco favoreceram os trabalhos de manejo de resteva, dessecação e preparo das áreas, permitindo o avanço inicial da implantação das lavouras. Em parte das regiões produtoras, porém, a baixa umidade do solo dificultou o estabelecimento das primeiras áreas semeadas, levando produtores a aguardarem chuvas mais regulares para garantir melhores condições de germinação e emergência.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a perspectiva de redução da área cultivada está associada aos elevados custos de produção, à baixa atratividade econômica do cereal e ao aumento da percepção de risco produtivo diante da atuação do fenômeno El Niño durante o inverno e a primavera.

Mesmo diante desse cenário, parte dos produtores tem antecipado a semeadura em áreas sem vínculo com financiamentos ou seguro rural. A estratégia busca posicionar as fases de florescimento e enchimento de grãos antes do período de maior intensidade das chuvas de primavera.

Na safra anterior, o Rio Grande do Sul cultivou 1,16 milhão de hectares de trigo, com produtividade média de 2.968 quilos por hectare e produção total de 3,45 milhões de toneladas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar, na Fronteira Oeste, a semeadura avança lentamente, mesmo com a colheita da soja praticamente encerrada. Em Manoel Viana, produtores já possuem insumos adquiridos e áreas preparadas, mas aguardam precipitações devido à baixa umidade do solo.

Em São Borja, aumentaram os relatos de desistência do cultivo do trigo. Conforme o boletim, a combinação entre previsão de El Niño intenso, custos elevados e maior rigor na classificação qualitativa dos grãos vem ampliando a migração para culturas alternativas, como canola, carinata, linhaça e painço.

Na Campanha, os produtores seguem aproveitando o tempo seco para preparar o solo, já que a implantação das lavouras costuma ocorrer a partir do fim de junho.

Na região de Caxias do Sul, a semeadura ainda não começou. Na Serra, o plantio normalmente ocorre entre a segunda quinzena de junho e o início de julho, enquanto nos Campos de Cima da Serra a concentração dos trabalhos acontece ao longo de julho. A expectativa é de retração de aproximadamente 30% da área cultivada.

Na regional de Frederico Westphalen, a estimativa inicial aponta redução próxima de 20% em relação à safra passada.

Em Ijuí, a semeadura já alcança cerca de 7% da área projetada. As sementes estão em fase de embebição, ainda sem emergência observada. O avanço foi favorecido pelo início do período recomendado pelo zoneamento e pelas condições operacionais do solo. Também continuam os trabalhos de dessecação para manejo de plantas espontâneas.

O boletim destaca ainda que empresas do setor de energia vêm estimulando o cultivo voltado à produção de etanol, em substituição ao trigo destinado à indústria alimentícia. A baixa procura por sementes fiscalizadas e crédito de custeio também tem ampliado o uso de sementes salvas e recursos próprios, reforçando a tendência de redução da área cultivada.

Na regional de Santa Rosa, a semeadura atinge 6% da área prevista e está concentrada em lavouras sem financiamento ou cobertura de seguro rural. A expectativa de um inverno com menor intensidade de geadas também favorece a antecipação do plantio. A estimativa preliminar indica retração próxima de 30% da área cultivada em relação a 2025.

Já na região de Soledade, a previsão é de redução superior a 30% da área cultivada. Até o momento, cerca de 7% da área projetada já foi semeada.





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União Europeia audita Brasil para reabertura do mercado de pescados


A União Europeia realizará uma auditoria nos sistemas de controle de produção de produtos da pesca destinados ao bloco, visando a possível reabertura do mercado para o pescado nacional. Após nove anos de suspensão, auditores europeus estarão no Brasil entre 8 e 19 de junho para avaliar as condições de higiene, armazenamento, manipulação do pescado, controle da produção e rastreabilidade da pesca.

Risco de desabastecimento em Mato Grosso

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso alerta para o risco de desabastecimento de fosfato bicálsico no mercado nacional, insumo essencial para a fabricação de suplementos minerais usados na alimentação bovina. O estado de Mato Grosso, que possui o maior rebanho do país, pode sofrer impactos diretos na produção de carne e leite.

Crescimento da inadimplência no crédito rural

A inadimplência do crédito rural para pessoas físicas voltou a crescer no Brasil, atingindo 7,4% da carteira total de recursos direcionados em abril. Segundo dados do Banco Central do Brasil, este índice é um dos maiores da série histórica, ficando apenas atrás do registrado em fevereiro deste ano, quando chegou a 7,6%.

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Preços baixos e custos elevados geram preocupação entre produtores de milho em MT


Produtores de milho em Mato Grosso estão enfrentando um cenário desafiador, com a combinação de preços baixos e custos elevados gerando preocupação no setor. A situação acende um alerta entre os agricultores, que acompanham de perto as flutuações do mercado.

Impacto da inflação

O mercado financeiro elevou a projeção da inflação para 2026 pela 11ª semana consecutiva, o que pode afetar ainda mais a rentabilidade dos produtores. A inflação crescente traz incertezas sobre os custos de produção e a viabilidade econômica das lavouras.

Legislação em discussão

Além disso, a Câmara dos Deputados aprovou recentemente uma lei que proíbe embargos ambientais baseados exclusivamente em imagens de satélite, o que pode impactar a atividade agrícola. Outra proposta aprovada visa reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas, gerando debates sobre a transição gradual para o setor, que é responsável por 30% dos empregos no país.

Crescimento do PIB agropecuário

Em meio a esses desafios, o PIB da agropecuária cresceu 2% no primeiro trimestre de 2026, representando 7% de toda a economia brasileira. Esse crescimento, embora positivo, não alivia as preocupações dos produtores diante da pressão por preços e custos.

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