sábado, junho 13, 2026

Agro

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Preços da tilápia seguem em alta com oferta restrita e exportações crescem


Os preços da tilápia continuam em alta em maio, impulsionados pela oferta restrita do produto em diversas regiões do Brasil, conforme apontado pelo Centro de Pesquisas e Informações da Agricultura (CPEIA). A expectativa é que, a partir deste mês, os peixes comecem a ganhar peso, aumentando gradualmente a disponibilidade no mercado.

Crescimento nas exportações

No cenário internacional, os embarques de tilápia e produtos secundários apresentaram um aumento significativo, alcançando o maior volume do ano e o mais elevado desde junho de 2025. O Ministério da Agricultura e Pecuária informou que o Brasil poderá exportar produtos agropecuários para 13 novos mercados, após a conclusão dos protocolos sanitários.

  • Novos mercados incluem Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador e República Dominicana.
  • A Bolívia autorizou a entrada de couro bovino salgado brasileiro.
  • El Salvador permitiu a importação de material genético bovino do Brasil.

Mercado de arroz em casca

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresenta uma leve recuperação nos preços, influenciada pela maior demanda internacional. Segundo o CPEIA, o aumento dos embarques brasileiros e a valorização dos indicadores externos, além da alta do dólar, têm fortalecido o interesse por lotes destinados à exportação.

  • A liquidez no mercado interno permanece reduzida.
  • Dificuldades de comercialização do arroz beneficiado impactam as negociações.

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Inteligência artificial avança no agronegócio e atinge 41,9% das propriedades brasileiras


A inteligência artificial avança rapidamente no agronegócio brasileiro. Um levantamento da Fundação Getúlio Vargas aponta que a tecnologia está presente em 41,9% das fazendas e agroindústrias do país, mais que o dobro registrado em 2022.

Crescimento impulsionado por eficiência

Esse crescimento é impulsionado pela busca por:

  • Mais eficiência
  • Redução de desperdícios
  • Apoio à tomada de decisões no campo

Desafios na implementação

Especialistas alertam que o desempenho dessas ferramentas depende da qualidade das informações utilizadas pelos sistemas. Dados incompletos, inconsistentes ou desatualizados podem comprometer:

  • Análises
  • Recomendações
  • Benefícios esperados da tecnologia

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Câmara aprova audiência pública sobre restrições da UE às carnes brasileiras


A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou a realização de uma audiência pública para discutir as restrições impostas pela União Europeia à importação de produtos de origem animal do Brasil. O requerimento, apresentado pelo deputado federal Zuco, visa esclarecer os impactos econômicos dessa decisão e cobrar informações sobre as ações do governo federal para reverter a situação.

Objetivos da audiência pública

  • Debater os impactos econômicos das restrições da UE.
  • Cobrar informações do governo sobre ações para reverter a decisão.
  • Promover a transparência sobre os fatores que levaram à restrição.

Participação de especialistas

A proposta prevê a participação de representantes do Ministério da Agricultura, entidades do setor produtivo e especialistas em rastreabilidade e defesa agropecuária. A data da audiência ainda não foi definida.

Importância do debate

Segundo o deputado Zuco, a audiência será uma oportunidade para o Congresso exercer seu papel fiscalizador e contribuir para o fortalecimento da defesa agropecuária nacional. Ele destacou que a situação atual pode afetar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

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AgroNewsPolítica & Agro

Senado aprova refinanciamento de dívidas rurais


O campo brasileiro pode respirar um pouco mais fundo. O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (10) uma linha especial de refinanciamento voltada a produtores rurais endividados, com condições mais favoráveis do que as praticadas pelo mercado: juros reduzidos, carência de até três anos e prazo de pagamento que pode chegar a uma década. De acordo com as informações divulgadas pela Agência Senado, a proposta, que tramita como PL 5.122/2023, segue agora de volta à Câmara dos Deputados, onde as alterações feitas pelos senadores precisarão ser analisadas antes da sanção.

O momento não poderia ser mais delicado para o setor. Quem resume bem o cenário é a senadora Tereza Cristina (PP-MS): uma safra plantada com o dólar a R$ 6 está sendo colhida com a moeda americana próxima a R$ 5, enquanto as cotações das commodities seguem pressionadas para baixo e os juros permanecem elevados. Para muitos produtores, o resultado é uma equação impossível de fechar sem algum tipo de suporte externo.

Como vai funcionar

A linha especial permitirá renegociar dívidas de crédito rural, empréstimos e Cédulas de Produto Rural firmadas até 31 de dezembro de 2025 — data que o relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), estendeu em relação ao texto original, que previa junho do mesmo ano. Multas, mora e demais encargos por inadimplência serão desconsiderados no recálculo dos débitos.

As taxas de juros foram desenhadas para respeitar o porte de cada produtor:

3,5% ao ano para beneficiários do Pronaf e pequenos produtores

5,5% ao ano para participantes do Pronamp e médios produtores

7,5% ao ano para os demais

O prazo total de pagamento é de dez anos, aos quais se somam até três anos de carência. Além disso, as instituições financeiras ficam autorizadas a suspender por 180 dias cobranças, execuções judiciais e inscrições em cadastros de inadimplentes — dando fôlego para que os acordos sejam estruturados sem pressão imediata.

Quem pode acessar e quanto

São elegíveis produtores rurais individuais, associações, cooperativas de produção e condomínios rurais que comprovem perdas associadas a calamidades ou a impactos econômicos adversos. O teto por operação é de R$ 10 milhões para produtores individuais e R$ 50 milhões para entidades coletivas.

Um dos pontos mais relevantes da versão aprovada pelo Senado é a ampliação dos critérios de elegibilidade. O texto original restringia o benefício a produtores afetados por eventos climáticos extremos — como as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul em 2024. Renan Calheiros abriu o escopo para contemplar também quem sofreu perdas decorrentes de conflitos geopolíticos internacionais, como as guerras na Ucrânia e no Irã, que afetaram diretamente os custos de produção e as cadeias de insumos no Brasil.

De onde vem o dinheiro

Para viabilizar a operação, o governo federal poderá usar receitas correntes e superávits do Fundo Social do Pré-Sal referentes aos anos de 2025, 2026 e 2027, além de superávits de outros fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda. O texto também autoriza o uso dos fundos constitucionais regionais — FNO, FNE e FCO — e do Funcafé, dentro de suas áreas de atuação. Se esses recursos se esgotarem, o Fundo Social assume os custos remanescentes.

A operacionalização poderá ser feita pelo BNDES, por bancos públicos e por cooperativas de crédito. O limite global da linha ainda será definido pelo Poder Executivo.

Renan reconheceu que a negociação com o governo não foi simples. Segundo ele, enquanto o ministro da Fazenda, Dario Durigan, mostrou-se receptivo ao longo das conversas, a área técnica da pasta apresentou mais resistências — o que acabou levando o relator a incorporar no próprio texto as soluções que não foram acordadas nas reuniões.





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Paraná conclui monitoramento e comprova ausência de gripe aviária e Newcastle


O Paraná finalizou uma etapa de monitoramento sanitário na avicultura, comprovando a ausência de doenças como a gripe aviária e a doença de Newcastle. O trabalho envolveu propriedades comerciais e criações de subsistência, reforçando o compromisso do setor com a biosseguridade.

Resultados do monitoramento

A vigilância ativa foi realizada em 488 propriedades, sendo:

  • 351 propriedades comerciais, incluindo corte, postura e reprodução
  • 137 propriedades de subsistência, voltadas para consumo próprio

Os resultados demonstram que o estado segue sem registros dessas enfermidades, o que é crucial para a saúde pública e a competitividade da avicultura paranaense no mercado internacional.

Importância da biosseguridade

A manutenção do status de saúde animal é fundamental para evitar embargos comerciais e garantir a continuidade das exportações. O Paraná é o maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil, abrangendo diversos mercados globais.

Comprovar a ausência de doenças é essencial para proteger a saúde pública e assegurar a competitividade do setor avícola no estado.

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Governo veta projeto que mantinha benefícios sociais para trabalhador safrista


Mais de 1 mi de trabalhadores atuam no agronegócio na Bahia, IBGE,
Foto: Manfred Richter/Pixabay

O governo federal vetou integralmente o projeto de lei que permitiria aos trabalhadores safristas manter benefícios sociais, como o Bolsa Família, durante períodos de contratação temporária no campo. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (11) no Diário Oficial da União.

A proposta, aprovada pelo Congresso Nacional, previa que a remuneração recebida em contratos de safra não fosse considerada no cálculo da renda familiar utilizado para a concessão e manutenção de programas sociais.

Na prática, a medida buscava garantir que trabalhadores contratados temporariamente para atividades como preparo do solo, plantio e colheita pudessem aceitar vagas formais sem o risco de perder benefícios sociais.

O texto também assegurava o retorno ao Programa Bolsa Família para famílias que voltassem a atender aos critérios de renda após o encerramento do contrato de trabalho temporário. Outro ponto previa o registro dessas informações no eSocial para facilitar o compartilhamento de dados entre os órgãos responsáveis pelas políticas sociais.

Governo aponta impacto fiscal

Na mensagem encaminhada ao Congresso, o governo argumentou que o projeto é inconstitucional e contrário ao interesse público.

Segundo o Executivo, a proposta criaria uma despesa obrigatória de caráter continuado sem apresentar estimativa de impacto orçamentário e financeiro, indicação da fonte de recursos para custeio e demonstração de compatibilidade com as metas fiscais.

O projeto é de autoria do deputado Zé Vitor (PL-MG) e teve como relator no Senado o senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que defendia a medida como forma de estimular a formalização do trabalho temporário no campo e reduzir a escassez de mão de obra em atividades sazonais da agropecuária.

Faep critica decisão

O Sistema Faep repudiou o veto presidencial e informou que vai atuar junto a deputados e senadores para tentar derrubar a decisão no Congresso Nacional.

Segundo o presidente da entidade, Ágide Eduardo Meneguette, o veto mantém um problema recorrente no campo, já que muitos trabalhadores evitam contratos formais por receio de perder o Bolsa Família durante o período de safra.

Para a Faep, a situação contribui para a falta de mão de obra em atividades sazonais e incentiva a informalidade nas relações de trabalho. A entidade argumenta ainda que o principal prejudicado pela decisão é o próprio trabalhador rural e sua família.

Meneguette afirmou que o Paraná depende fortemente do trabalho sazonal em cadeias como grãos, café, maçã, uva, hortifrúti, erva-mate e proteína animal. Segundo ele, a manutenção das regras atuais dificulta tanto a contratação formal por parte dos produtores quanto o acesso dos trabalhadores a uma renda temporária sem risco de perder benefícios sociais.

Próximos passos

O veto ainda será analisado em sessão conjunta do Congresso Nacional. Deputados e senadores poderão manter ou derrubar a decisão do governo.

Caso o veto seja rejeitado, o texto aprovado pelo Legislativo poderá ser promulgado. Se for mantido, a proposta será arquivada.

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IDR-Paraná implanta hortas domésticas para 13 agricultoras em Campo Largo


Mostra em Brasília debate autonomia produtiva de mulheres rurais e destaca apoio a quintais

Treze mulheres agricultoras de Campo Largo, no Paraná, foram incluídas no projeto Nossa Gente Paraná Renda Agricultor, com implantação de hortas domésticas e apoio financeiro para estruturação da produção. Segundo o material divulgado nesta quinta-feira (11), cada família receberá R$ 6 mil em duas parcelas. A iniciativa reúne assistência técnica, capacitação e incentivo à produção de alimentos para consumo próprio e eventual comercialização do excedente.

Na primeira etapa, foram repassados R$ 4 mil por família para compra de materiais, ferramentas e insumos necessários à implantação da horta. As participantes também receberam orientação técnica para instalar e conduzir uma área produtiva de aproximadamente 100 metros quadrados.

De acordo com o projeto, a segunda fase prevê mais R$ 2 mil para aquisição de mudas de hortaliças e frutíferas. O material fornecido não informa o prazo para esse segundo repasse.

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A produção será destinada principalmente ao consumo das famílias beneficiadas. Segundo o texto original, o excedente poderá ser comercializado na vizinhança e em mercados locais. A proposta, conforme o material, busca fortalecer a segurança alimentar e criar uma alternativa de geração de renda em pequenas propriedades.

Na etapa de capacitação, as participantes receberam orientações sobre agroecologia, técnicas de plantio, produção de mudas e adubação orgânica. O modelo adotado prioriza hortas domiciliares, descritas como alternativa para famílias com áreas reduzidas e interesse em ampliar o uso produtivo do terreno.

O extensionista do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) em Campo Largo, Vanderlei Perez, afirmou que os efeitos do projeto vão além da produção de alimentos. “O contato direto com a terra e o acompanhamento do desenvolvimento das plantas contribuem para a redução do estresse, da ansiedade e de sintomas depressivos, condições frequentemente associadas a contextos de vulnerabilidade social”, disse.

O projeto conta com apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e da Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária de Campo Largo.

Segundo o material divulgado, a iniciativa combina assistência técnica, repasse financeiro e capacitação para ampliar a produção de alimentos e a inclusão produtiva das famílias atendidas. O texto original não detalha metas futuras de produção nem volume estimado de comercialização.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Auxílio para donos de veículos a diesel avança em comissão da Câmara


Auxílio para donos de veículos a diesel avança em comissão da Câmara

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (11), o Projeto de Lei 1576/25, que cria o Programa Diesel Justo. A proposta prevê auxílio financeiro para proprietários de veículos movidos a diesel, com o objetivo de compensar custos de manutenção associados ao aumento da presença de biodiesel na mistura do combustível. O texto segue em análise na Câmara dos Deputados.

Pela proposta, o programa terá duração de cinco anos e oferecerá auxílio correspondente a 50% das despesas de manutenção. O texto também estabelece que caberá ao governo federal regulamentar o cadastro dos beneficiários, os limites de reembolso por veículo e a forma de comprovação dos gastos.

A comissão acolheu o parecer do relator, deputado Zé Trovão (PL-SC), favorável à aprovação do projeto. Segundo o relatório aprovado, o aumento do biodiesel na mistura reduz a eficiência dos motores e eleva os gastos extras de manutenção em frotas de caminhões e ônibus.

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No parecer, Zé Trovão afirmou que a elevação progressiva do teor de biodiesel, embora contribua para a redução das emissões de gases de efeito estufa, tem provocado consequências técnicas relevantes. De acordo com a manifestação do relator, concentrações maiores de biodiesel ampliam a necessidade de intervenções mecânicas, aceleram a formação de impurezas, aumentam a incidência de panes relacionadas à oxidação e reduzem a vida útil de sistemas de injeção, filtros e bombas.

O projeto é de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS). Para o relator, o Programa Diesel Justo busca conciliar a política ambiental com a proteção da atividade econômica vinculada ao transporte movido a diesel.

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

O material fornecido não informa o impacto fiscal estimado do programa, o volume de recursos necessário nem o percentual de biodiesel considerado na justificativa do projeto.

Na fase atual, o projeto avança apenas na tramitação legislativa. O texto ainda depende de novas análises na Câmara e, depois, no Senado. O material divulgado não detalha prazos de implementação, valores por beneficiário ou efeitos diretos para outros segmentos da cadeia de combustíveis.

Fonte: camara.leg.br

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Suspensão da portaria sobre morangos traz alívio para produtores


A portaria que estabelecia regras rigorosas para a produção e venda de morangos foi suspensa pelo ministro da Agricultura, André de Paula, por um prazo de 60 dias. A decisão atende a reivindicações da Frente Parlamentar da Agropecuária e do deputado Alceu Moreira, que argumentaram que as exigências eram impraticáveis e inviabilizavam os negócios do setor.

Regras suspensas

A portaria, que estava em vigor desde fevereiro deste ano, obrigava os produtores a separar os morangos rigorosamente por tamanho e formato. Além disso, previa a reclassificação ou descarte da carga caso a fruta apresentasse sinais de murchamento. Essas diretrizes seguiam as exigências de comercialização do Mercosul.

Impacto no setor

A suspensão da portaria trouxe alívio aos agricultores, que temiam prejuízos severos na comercialização. O setor Ortefru classificou as determinações como impraticáveis, destacando que a exigência de manuseio excessivo poderia comprometer a produção e a qualidade dos morangos.

Próximos passos

Durante uma audiência com o ministro, foram discutidos os impactos da portaria e a necessidade de um estudo mais aprofundado sobre as exigências. O ministro se comprometeu a avaliar a situação e a possibilidade de uma suspensão definitiva após o período de 60 dias.

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CNA realiza segundo encontro da Jornada de Liderança Feminina no Agro


CNA realiza segundo encontro da Jornada de Liderança Feminina no Agro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, na terça-feira (9), o segundo encontro da Jornada de Liderança Feminina no Agro. Segundo a entidade, o evento foi promovido em formato de webinar e reuniu mais de 135 mulheres. A atividade marcou o encerramento do primeiro módulo institucional do programa.

De acordo com a CNA, a Jornada de Liderança Feminina no Agro é uma iniciativa da Comissão Nacional das Mulheres do Agro voltada à capacitação de mulheres de diferentes regiões do país. O material informado pela entidade aponta que a proposta é ampliar o conhecimento sobre o Sistema CNA/Senar/ICNA e fortalecer a liderança feminina no setor.

O encontro virtual contou com palestra do coordenador de Relacionamento da CNA, Rafael Diego Costa, com o tema “O Sindicato Rural como espaço de liderança, pertencimento e futuro do agro”. Segundo a confederação, a transmissão teve participação ativa das espectadoras, com perguntas e contribuições sobre desafios e oportunidades ligados à atuação sindical e à representatividade feminina.

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A programação, conforme a CNA, encerra o primeiro módulo institucional da jornada. Os próximos encontros devem ser direcionados aos temas de comunicação, liderança e gestão.

O conteúdo divulgado informa que a live foi estruturada para promover troca de experiências e conhecimentos entre as participantes. A fonte, no entanto, não detalha carga horária, critérios de seleção, duração dos próximos módulos nem metas quantitativas da iniciativa.

O segundo encontro concluiu a etapa institucional da jornada, segundo a CNA. O material divulgado não informa cronograma completo, número total de módulos ou resultados esperados para as próximas fases do programa.

Fonte: cnabrasil.org.br

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