sexta-feira, maio 1, 2026

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Homem atira durante jantar de Trump com jornalistas em Washington; suspeito é detido


Donald Trump
Foto: Divulgação The White House

Um homem de 31 anos efetuou disparos, na noite deste sábado (25), durante um jantar realizado em um hotel em Washington, que reunia o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e jornalistas que cobrem a Casa Branca.

Os tiros foram ouvidos nas imediações do local, levando à retirada imediata do presidente e da primeira-dama, Melania Trump, pelo Serviço Secreto norte-americano. O suspeito foi detido e está sob custódia.

Segundo informações preliminares, o homem teria atirado contra um agente do Serviço Secreto, que não se feriu devido ao uso de colete à prova de balas. Testemunhas relataram ainda que, além dos disparos, explosões foram ouvidas nas proximidades do hotel.

O evento contou também com a presença do vice-presidente, J.D. Vance, e do secretário de Estado, Marco Rubio. Ambos foram retirados do local e estão em segurança.

Após o incidente, Trump falou com jornalistas na Casa Branca e afirmou que o atirador seria um “lobo solitário”, termo utilizado para descrever indivíduos que atuam sozinhos.

Em publicação na rede social Truth Social neste domingo (26), o presidente afirmou que o episódio reforça a necessidade de construção de um salão de eventos com alto nível de segurança dentro da Casa Branca. Segundo ele, uma estrutura desse tipo poderia evitar situações semelhantes, por estar localizada dentro de uma área considerada uma das mais seguras do mundo.

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Desigualdade oscila, mas estrutura resiste


A distribuição da renda no Brasil manteve uma estrutura concentrada ao longo de mais de duas décadas, com variações pontuais, mas sem alteração relevante na base do quadro. Os dados atribuídos à World Inequality Database, foram analisados por Reginaldo Nogueira, diretor executivo do Ibmec, que avalia que a permanência desse padrão aponta para limites mais profundos da economia brasileira.

Entre 2000 e 2024, o 1% mais rico concentrou, em geral, algo próximo de 25% a 30% da renda nacional. Em alguns anos, a participação desse grupo avançou, como em 2012, quando chegou a 32,7%, e recuou em outros momentos, como em 2018, quando ficou em 24,7%. Ainda assim, o patamar permaneceu elevado em todo o período analisado. 

Na outra ponta, os 50% mais pobres seguiram com menos de 10% da renda na maior parte da série. O indicador ficou em 9,1% no início dos anos 2000, chegou a superar ligeiramente os 10% em alguns momentos entre 2007 e 2015, mas voltou a níveis próximos de 9% nos anos mais recentes. Em 2024, essa fatia representava 9,3% da renda. 

Para Nogueira, os números sugerem que a desigualdade não pode ser explicada apenas por falta de vontade política ou por ações de curto prazo. A avaliação é que o problema está ligado a pilares estruturais da economia, como educação fraca, crédito caro, baixa produtividade e informalidade. Esses fatores limitam o avanço da renda, reduzem a mobilidade econômica e restringem o crescimento dos salários. 

O análise também indica que a adoção de políticas públicas ao longo do período não foi suficiente para alterar de forma consistente a distribuição da renda. Na leitura do diretor executivo do Ibmec, houve gasto crescente e diferentes iniciativas, mas faltaram foco e capacidade real de transformação. Sem mudanças nesses fundamentos, a desigualdade tende menos a se reduzir de forma permanente e mais a oscilar dentro de uma mesma estrutura.

  





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Bezerro mais caro exige até 20% mais arrobas no país, aponta levantamento 


Foto: Reprodução.
Foto: Reprodução.

Comprar bezerro ficou mais caro para o pecuarista em 2026 em relação ao ano anterior. Em alguns estados, já é preciso até 20% mais arrobas de boi gordo para fechar a reposição. Dados da Scot Consultoria mostram alta de 20,4% no Pará, 19,8% no Maranhão e no Tocantins e 16,8% em Rondônia, por exemplo. 

O movimento ocorre em todo o país e indica perda de poder de compra. “Estamos precisando de mais arrobas de boi para comprar um bezerro ao redor do Brasil inteiro”, afirma Felipe Fabbri, coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria.

Confira o levantamento completo por estado:

Foto: Divulgação/Scot Consultoria.
Foto: Divulgação/Scot Consultoria.

Indicador mede poder de compra

A relação de troca é usada para avaliar quantas arrobas são necessárias para adquirir insumos ou animais. No caso da desmama, o indicador mede o custo de reposição do rebanho.

“A relação de troca mostra, na prática, quanto a mais a arroba do bezerro está valendo em relação a do boi e se o momento está favorável ou não para eu colocar mais estoque de arroba dentro da minha fazenda ou menos”, explica Fabbri. Segundo ele, o indicador atingiu o maior nível desde 2022.

Alta é puxada pela reposição

O avanço da relação de troca ocorre porque o preço do bezerro subiu em ritmo superior ao do boi gordo, efeito registrado em todos os estados analisados, de acordo com a Scot. “Ficou mais oneroso para quem faz a recria e engorda comprar bezerros, indicando que o preço do bezerro avançou mais em determinadas regiões do que a arroba do boi”, afirma. 

Ele destaca que o cenário não se repete nos insumos. “O boi gordo hoje está com uma competição muito interessante, ou seja, um bom poder de compra frente a itens como milho e farelo de soja. Nunca se comprou tanto milho quanto nesse ano de 2026, e o pecuarista nunca conseguiu comprar uma tonelada de farelo de soja com tão pouca quantidade de arroba de boi gordo”.

Fabbri explica ainda que a menor oferta de bezerros está ligada ao abate de fêmeas nos anos anteriores. “O poder de compra tem piorado nos últimos meses por conta do ciclo pecuário. Nós abatemos muitas fêmeas entre 2022 e 2025. A oferta menor de bezerros deve seguir até 2027 ou início de 2028”, diz. 

Impacto nas margens

Neste sentido, o especialista explica também que o aumento do custo de reposição afeta sistemas de recria e engorda, com tendência de ajuste nas margens. “O poder de compra deve seguir mais oneroso para quem depende da reposição”, afirma Fabbri. 

Por outro lado, para a cria, o cenário é distinto. “A gente já enxerga uma recuperação de margens dentro do sistema de produção pecuária. Essa recuperação de margens ocorre em função principalmente dessa melhora de preços nas categorias de reposição e alguns custos de produção mais controlados”, diz.

Estratégia no campo

Diante do cenário, Fabbri recomenda manter a reposição com ajustes no manejo, como redução da taxa de lotação e aumento da eficiência. 

“O ideal é tentar elevar o meu giro de produção dentro da fazenda com esse preço do bezerro maior. Isso pode condicionar uma janela de preços melhores para o boi gordo que talvez pague esse ágio do bezerro mais caro”, finaliza.

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Açúcar sobe, mas mercado vê recuperação limitada


O mercado internacional de açúcar teve uma reação moderada em Nova York, mas ainda opera sob pressão de fundamentos que limitam movimentos mais consistentes de alta. A avaliação é de Arnaldo Correa, consultor, em análise sobre o comportamento recente dos contratos futuros e dos agentes do mercado.

O vencimento maio de 2026 encerrou a sexta-feira a 13,92 centavos de dólar por libra-peso, com ganho acumulado de 59 pontos na semana, equivalente a cerca de 13 dólares por tonelada. Outros contratos também subiram, embora com menor intensidade nos vencimentos mais longos.

Apesar da melhora pontual, o mercado segue condicionado pela atuação dos fundos, que permaneciam vendidos em 156.138 lotes, segundo o relatório COT, com base na posição de 21 de abril. A recomposição parcial dessas posições chegou a dar suporte aos preços, mas encontrou forte volume de fixações por usinas, inclusive da América Central, o que reduziu o fôlego da recuperação.

No Brasil, a aprovação do E32, com aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%, aparece como fator de suporte. A expectativa é de consumo adicional entre 900 milhões e 1 bilhão de litros, o que pode influenciar o mix das usinas e reduzir a oferta de açúcar.

Por outro lado, a projeção de 635 milhões de toneladas de cana para o Centro-Sul, apresentada pela Canaplan, reforça a cautela. A combinação de safra robusta, vendas físicas e posição vendida dos fundos mantém o ambiente desafiador.

Do ponto de vista técnico, há tentativa de recuperação, com o maio de 2026 mirando a região dos 14 centavos por libra-peso. Ainda assim, o mercado parece depender de novos estímulos para transformar o alívio recente em tendência.

 





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Alga marinha ganha espaço na produção sustentável



A alga cresce em águas frias do Atlântico Norte


A alga cresce em águas frias do Atlântico Norte
A alga cresce em águas frias do Atlântico Norte – Foto: Ribamar Neto/UFC

O uso de bioestimulantes agrícolas tem ganhado espaço como alternativa para elevar a eficiência produtiva e ajudar as lavouras a enfrentar condições ambientais mais instáveis. Nesse cenário, extratos obtidos da alga marinha Ascophyllum nodosum vêm sendo estudados e aplicados no campo por seu potencial de estimular processos naturais das plantas.

A alga cresce em águas frias do Atlântico Norte e tem composição rica em compostos bioativos. A partir dela, são produzidos extratos usados no desenvolvimento de soluções agrícolas voltadas ao estímulo do sistema radicular, à absorção de nutrientes e ao aumento da tolerância a estresses como seca, variações de temperatura e salinidade.

Parte importante do conhecimento sobre essa aplicação vem de pesquisas conduzidas pela Acadian Sea Beyond em parceria com universidades e centros de estudo. Os resultados indicam que os extratos de Ascophyllum nodosum atuam como bioestimulantes ao ativar mecanismos naturais de defesa e contribuir para o equilíbrio fisiológico das plantas. A empresa aponta mais de 15 anos de resultados consistentes, com melhora na qualidade e na produtividade de diferentes cultivos.

Segundo Bruno Carloto, gerente de marketing estratégico da Acadian Sea Beyond no Brasil e no Paraguai, o diferencial da tecnologia está na qualidade da matéria-prima e no processo de extração, que preserva moléculas naturais capazes de interagir com a fisiologia vegetal.

Em experimentos de campo, foram observadas respostas positivas em culturas como soja, milho, algodão e cana-de-açúcar, com maior vigor inicial, melhor desenvolvimento das raízes e maior eficiência no aproveitamento de nutrientes. As pesquisas também destacam a contribuição desses bioestimulantes para estratégias de manejo mais sustentáveis, por serem derivados de recurso natural renovável e utilizados em pequenas doses.

 





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Conflito dispara alerta sobre fertilizantes



A valorização dos fertilizantes preocupa


A valorização dos fertilizantes preocupa
A valorização dos fertilizantes preocupa – Foto: Canva

A instabilidade geopolítica no Oriente Médio tem ampliado a pressão sobre o mercado internacional de fertilizantes, com reflexos diretos sobre custos de produção, transporte e disponibilidade de insumos agrícolas. Segundo a AMR Business Intelligence, a guerra em curso na região afeta simultaneamente os dois principais vetores de custo do setor: energia e logística.

A alta nas cotações do petróleo e do gás natural encarece a produção de fertilizantes nitrogenados, especialmente ureia e amônia, que dependem diretamente desses insumos energéticos. Esse movimento tende a elevar os preços internacionais e a reduzir a previsibilidade de oferta, em um momento em que o setor agrícola depende de estabilidade no fornecimento para o planejamento das próximas safras.

Além da energia, a logística passou a exercer papel central na formação dos preços. As disrupções no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio marítimo de insumos, restringem fluxos, elevam os prêmios de frete e reduzem a disponibilidade global de fertilizantes. A combinação entre transporte mais caro e menor fluidez nas rotas internacionais contribui para um cenário de encarecimento generalizado.

Entre os produtos mais pressionados está o enxofre, matéria-prima crítica para a produção de fertilizantes fosfatados. Cerca de 44% do comércio marítimo global do produto transita pela região afetada pelo conflito, o que intensifica os efeitos da escassez logística e produtiva. Com menor disponibilidade e aumento dos custos de transporte, os preços do enxofre registram alta expressiva no mercado internacional.

A valorização dos fertilizantes preocupa porque esses insumos são estruturais para a produção agrícola. Preços mais altos podem reduzir a aplicação no campo, elevar custos de produção e pressionar os alimentos. O risco é mais relevante para países altamente dependentes de importações, que ficam mais expostos à volatilidade externa e a possíveis impactos sobre a segurança alimentar.

 





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Solos arrozeiros abrem caminho para nova renda



Em áreas arrozeiras, cultivos como soja e milho podem entregar palhada


Em áreas arrozeiras, cultivos como soja e milho podem entregar palhada
Em áreas arrozeiras, cultivos como soja e milho podem entregar palhada – Foto: Pixabay

A diversificação de cultivos em solos tradicionalmente ocupados pelo arroz ganha espaço como alternativa para ampliar o uso produtivo das áreas e melhorar a integração entre lavoura e pecuária na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A avaliação é de Edison Jacociunas, engenheiro agrônomo, que aponta oportunidades no aproveitamento das restevas de culturas de verão para a implantação de verdeios de inverno.

Em áreas arrozeiras, cultivos como soja e milho podem entregar palhada com potencial para receber aveia ou azevém no período seguinte. Essas implantações exigem investimento, mas tendem a apresentar retorno quando associadas ao uso intenso pela pecuária de corte, especialmente em uma fase do ano marcada por menor disponibilidade de pasto.

Nos meses de maio, junho e julho, a região costuma enfrentar um vazio forrageiro, período de transição entre a oferta do campo nativo e o estabelecimento das pastagens de inverno. Nesse cenário, os verdeios implantados após as culturas de verão ajudam a manter suporte alimentar aos animais e reduzem a pressão sobre outras áreas da propriedade.

Além do ganho forrageiro, a adoção desse sistema contribui para a proteção do solo contra processos erosivos. A cobertura vegetal e os resíduos deixados após a colheita auxiliam na conservação da estrutura do solo, fator importante em áreas sujeitas a limitações de drenagem e ao manejo intensivo.

Outro benefício está na ciclagem de nutrientes após os cultivos de verão. A permanência de resíduos e a sequência de culturas favorecem o aproveitamento dos nutrientes no sistema, agregando eficiência ao uso da área ao longo do ano.

Para que essa combinação gere os resultados esperados, o planejamento é apontado como etapa decisiva. Práticas de manejo ligadas à drenagem e ao controle de invasoras no pós-colheita são essenciais para viabilizar a implantação dos verdeios e permitir maior sinergia entre os benefícios das culturas de verão e o uso pecuário no inverno.

 





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Chuvas reduzem ritmo da colheita no arroz


A colheita do arroz irrigado no Rio Grande do Sul segue em ritmo mais lento, influenciada pelas condições climáticas registradas nos últimos dias e pela necessidade de avanço gradual das operações no campo. A avaliação é de Edison Jacociunas, engenheiro agrônomo, com base no informativo semanal do IRGA, que aponta que as chuvas recentes reduziram a velocidade dos trabalhos nas lavouras.

Segundo Jacociunas, ainda é necessário aguardar o encerramento da safra para que seja possível consolidar a produtividade média de cada região produtora. Até o momento, a evolução da colheita indica diferenças locais, especialmente em áreas onde o excesso de umidade atrasou a entrada das máquinas e prolongou a permanência das lavouras no campo.

Na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, a movimentação em unidades de recebimento e armazenagem chama atenção. De acordo com o agrônomo, há registros de filas de espera para descarga, cenário que pode indicar uma safra dentro da normalidade em termos de produtividade. A região, tradicional na produção de arroz irrigado, concentra parte importante da entrega do grão neste período.

Em relação à qualidade, a avaliação geral é positiva. Os grãos colhidos apresentam, de modo predominante, boa condição. No entanto, produtores que enfrentaram atraso na colheita relatam áreas colhidas mais recentemente com rendimento abaixo do melhor padrão, reflexo do prolongamento do ciclo de retirada do arroz das lavouras.

No mercado, a oferta segue retraída. Jacociunas observa que ainda existem lotes da safra passada em poder de produtores, que buscam negociar valores mais favoráveis. A retenção da produção também aparece na safra atual, em meio à expectativa de preços melhores. Para o agrônomo, essa estratégia envolve riscos, já que o valor desejado pode não ser alcançado.

Outro fator de pressão é a valorização do real frente ao dólar, que dificulta o escoamento da safra por meio das exportações. Esse movimento reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado externo e pode limitar alternativas de comercialização em um momento de maior disponibilidade do grão.

 





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Plantar em morro parece solução, mas esconde riscos



Soja começou a ocupar espaço


Soja começou a ocupar espaço
Soja começou a ocupar espaço – Foto: Canva

O avanço da agricultura em áreas com relevo mais acidentado tem gerado discussões sobre viabilidade e riscos produtivos. Segundo informações de Fabiola De Almeida Machado, engenheira agrônoma, esse movimento já pode ser observado em algumas regiões do Rio Grande do Sul.

No estado, parte das lavouras, especialmente de grãos como a soja, começou a ocupar também áreas de morros e terrenos mais inclinados. Apesar desse avanço, o padrão predominante ainda são áreas planas ou levemente onduladas, consideradas mais adequadas para o cultivo em larga escala. Isso ocorre porque essas regiões facilitam o uso de máquinas agrícolas e reduzem riscos operacionais.

Em terrenos inclinados, um dos principais desafios é a erosão do solo, que pode ocorrer de forma intensa caso não haja manejo adequado. A perda de nutrientes e de estrutura do solo compromete a produtividade e pode gerar prejuízos ao longo do tempo. Além disso, essas áreas costumam apresentar menor fertilidade natural, exigindo correções frequentes e um manejo mais rigoroso para manter a capacidade produtiva.

Diante dessas limitações, o uso mais comum das áreas de morro no estado tende a ser direcionado para atividades como pastagens, fruticultura e reflorestamento, que se adaptam melhor às condições do relevo. Essas alternativas apresentam menor risco de degradação e, em muitos casos, maior sustentabilidade econômica.

Embora seja possível implantar lavouras em áreas inclinadas, a prática envolve custos mais elevados e maior exposição a perdas. Por isso, sem técnicas adequadas de conservação do solo e planejamento detalhado, esse tipo de cultivo não é considerado a opção mais indicada para grandes produções de grãos no estado.

 





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Morre o produtor rural Célio Zuttion


Célio Zuttion, pioneiro em Roda Velha, distrito de São Desidério, no Oeste da Bahia, morreu aos 73 anos
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O produtor rural e ex-vereador do município de São Desidério, no Oeste da Bahia, Célio Zuttion, morreu neste sábado (25) em Barreiras (BA), aos 73 anos.

A informação foi confirmada pela família nas redes sociais, no entanto, a causa da morte não foi informada. A Prefeitura de São Desidério divulgou uma nota de pesar:

“Como expressivo produtor agrícola, teve atuação decisiva na consolidação do agronegócio no oeste baiano, contribuindo para projetar São Desidério como importante polo produtivo. Seu trabalho pautou-se pela inovação, pela geração de empregos e pelo fortalecimento da economia local, deixando um legado significativo para o desenvolvimento sustentável da região”, destacou a prefeitura.

Outras entidades representativas da região também prestaram condolências e destacaram o pioneirismo do produtor rural.

“Seu legado permanece vivo em cada conquista alcançada e na força do cooperativismo que ajudou a fortalecer ao longo dos anos”, disse a Cooperfarms.

“Em sua trajetória, destacou-se por seu compromisso com o agronegócio, sua dedicação à família e contribuição ao desenvolvimento do Cerrado baiano”, escreveu a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), na qual Célio atuava como delegado em Roda Velha.

Célio Zuttion foi um dos pioneiros na região do distrito de Roda Velha, onde chegou nos anos 1980. Quando vereador do município, entre os anos de 1988 e 1992, ele foi o autor do projeto de lei que criou o distrito.

O Canal Rural se solidariza com a família Zuttion.


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