terça-feira, março 31, 2026

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Preço da arroba do boi em Mato Grosso do Sul se aproxima de São Paulo



O Indicador Boi Datagro, adotado pela B3 como referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária no mercado brasileiro, mostra os preços da arroba em elevação nesta terça-feira (4).

Mato Grosso do Sul se aproxima da praça-base São Paulo nas cotações. No estado do Centro-Oeste, a indicação média ficou em R$ 321,11, enquanto em território paulista foi precificada em R$ 322,98.

De acordo com a analista de mercado da Datagro, Beatriz Bianchi, esse movimento é reflexo da maior competição das indústrias e também do reposicionamento das escalas de abate que seguem apresentando quedas cadenciadas.

“A oferta de boi gordo começa a apresentar sinais de retração, com queda na disponibilidade de fêmeas, fator já esperado pelo período do ano com a chegada da estação de monta”, detalha.

Já do lado da demanda, Beatriz ressalta que o mercado interno segue aquecido com o baixo nível de desemprego. “Mesmo com o poder de compra um pouco mais apertado, ainda há fôlego com a chegada do final do ano, com o 13º [salário] e bonificações que tendem a aquecer o consumo.”

Quanto aos embarques de carne bovina, a analista enfatiza que os resultados parciais de outubro seguem positivos, mas o câmbio se mostra um desafio para as margens da indústria exportadora.



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Na COP, o consenso é o verdadeiro protagonista das decisões sobre o clima, diz especialista



A Conferência do Clima, conhecida como COP, pode parecer à primeira vista uma grande feira internacional sobre meio ambiente, mas na prática funciona como uma engrenagem diplomática complexa.

Segundo o Head of Agribusiness, Renato Rodrigues, a COP é um processo contínuo de negociação global, onde cada palavra e vírgula são discutidas para construir acordos que transformem ciência em política e política em ação.

A COP, explica Rodrigues, não é apenas um evento anual, mas um processo de consenso entre os países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

“O consenso é a sua maior fragilidade, mas também é a sua maior força, porque é com base no sistema multilateral que esse processo de discussão, de debate, de diálogo, ganha muita força e consegue construir uma posição em comum com todos os países que são signatários da convenção”, destaca.

O especialista detalha que o funcionamento da conferência é coordenado por um secretariado sediado em Bonn, na Alemanha, e presidido de forma rotativa pelo país anfitrião. No caso da COP30, que será realizada no Brasil, o país assume também a presidência das negociações até o próximo ano.

Dentro da estrutura, dois órgãos técnicos são responsáveis por apoiar o trabalho diplomático: o SBSTA (do inglês Subsidiary Body for Scientific and Technological Advice), que trata das bases científicas e tecnológicas, e o SBI (do inglês Subsidiary Body for Implementation), voltado à implementação e transparência.

Durante as duas semanas de conferência, plenárias, reuniões e grupos de contato ocorrem simultaneamente para buscar acordos em torno de cada trecho dos textos oficiais.”Diferente de outros fóruns internacionais, a COP não vota. Cada decisão é adotada apenas quando há consenso, ou seja, quando ninguém se opõe explicitamente”, explica Rodrigues.

Equilíbrio de interesses globais

Cada decisão aprovada na Conferência do Clima é fruto de um delicado equilíbrio entre interesses nacionais e globais. Durante as negociações, cada bloco representa dezenas de países, o que exige diálogo constante e muita diplomacia para alcançar um consenso.

Por isso, antes de levar suas propostas à COP, os governos consultam cientistas e especialistas de diferentes áreas, construindo uma posição oficial que reflete suas prioridades e responsabilidades.

A conferência se torna, assim, um verdadeiro exercício de convivência, onde nações com realidades distintas buscam um objetivo comum, preservar o clima e garantir o futuro do planeta.

COP no Brasil

Para o especialista, presidir uma COP representa muito mais do que organizar um grande evento internacional, é liderar o diálogo global sobre o futuro do planeta. “O Brasil tem uma longa trajetória na diplomacia do clima. Foi protagonista na Rio 92, teve papel-chave em Kyoto e no Acordo de Paris. Agora, com a presidência da COP, tem a missão de restaurar a confiança no processo multilateral e conduzir o mundo à etapa da implementação”, destaca.

As negociações da conferência são, acima de tudo, um exercício de humanidade, a demonstração de que, mesmo com interesses diferentes, os países ainda são capazes de dialogar em busca de soluções para o clima global.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo inicia novembro com cotações estáveis



Boi gordo mantém firmeza nas cotações



Foto: Canva

De acordo com análise divulgada nesta segunda-feira (3) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo iniciou a semana com estabilidade nas praças paulistas. “O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. A oferta contida e a expectativa de melhora no escoamento da carne neste período têm mantido o mercado firme”, informa o boletim.

As escalas de abate nas indústrias paulistas seguem, em média, programadas para sete dias.

No Rio de Janeiro, o cenário é semelhante. A análise aponta que há “pouca oferta e escalas curtas, em média, para cinco dias”. Após as altas observadas nos últimos dias, os preços permaneceram estáveis na comparação diária.

No atacado da carne com osso, o informativo registrou movimentação positiva nas cotações, apesar da desaceleração nas vendas do varejo e do menor giro de estoques. Segundo a Scot Consultoria, “a alta na arroba do boi gordo e a redução na oferta de bovinos reduziram os estoques, o que favoreceu a cotação das carcaças casadas”.

A cotação da carcaça casada do boi capão teve alta de 2,6%, equivalente a R$ 0,55 por quilo. Para o boi inteiro, o aumento foi de 2,7%, também R$ 0,55 por quilo. Entre as fêmeas, a carcaça casada da vaca subiu 2,6%, ou R$ 0,50 por quilo, enquanto a da novilha registrou avanço de 3,3%, o que corresponde a R$ 0,65 por quilo.





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Brasil e Uruguai firmam acordo para cooperação em bioinsumos



Brasil e Uruguai firmaram um acordo de cooperação em bioinsumos. O memorando de entendimento foi assinado pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca do Uruguai, Luis Alfredo Fratti Silveira, durante a Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2025, realizada em Brasília.

Em nota, o ministério informou que o acordo objetiva fortalecer a cooperação entre os dois países para o desenvolvimento de políticas, produtos, processos e tecnologias de origem biológica voltadas à melhoria da produção agrícola e pecuária.

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De acordo com o ministério, o acordo prevê um marco legal de referência para que os países desenvolvam atividades de cooperação voltadas ao fortalecimento de políticas, produtos e ações conjuntas no segmento de bioinsumos.

O acordo inclui o intercâmbio de conhecimento técnico e científico e fomento à inovação. “A cooperação entre países vizinhos é essencial para desenvolvermos soluções que unam produtividade, inovação e respeito ao meio ambiente”, disse Fávaro.



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Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura elege novo diretor-geral



O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) elegeu Muhammad Ibrahim, da Guiana, como diretor-geral para o mandato de 2026-2030.

O pleito foi realizado por maioria de votos dos Ministros da Agricultura das Américas durante a 23ª Reunião Ordinária da Junta Interamericana de Agricultura (JIA), órgão máximo de governo do IICA.

A reunião está sendo realizada em Brasília e organizada pelo governo brasileiro em conjunto com a organização hemisférica.

O vencedor concorreu com Fernando Mattos, candidato do Uruguai, que imediatamente parabenizou o eleito.

“Trabalharemos com todas as nações das Américas para forjar um futuro de cooperação. Estou honrado e grato por ter sido eleito para liderar esta grande instituição. Reconheço o notável trabalho realizado pelo Diretor-Geral Manuel Otero”, declarou Ibrahim ao assumir o cargo.

Quem é Muhammad Ibrahim

Ibrahim é engenheiro agrônomo com vasta experiência em gestão internacional e dedicou 35 anos à construção de redes para aumentar a produtividade e a resiliência do setor agrícola nas Américas. Ele foi indicado para liderar o IICA pelo governo da República Cooperativa da Guiana.

O novo diretor-geral assumirá o cargo em 15 de janeiro de 2026, durante uma cerimônia que será realizada na sede do IICA em San José, na Costa Rica. Ele sucederá o veterinário argentino Manuel Otero, que liderou a organização desde 2018, tendo sido reeleito em 2021.



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Embrapa sequencia genomas de capim-elefante em colaboração internacional; saiba mais



Uma colaboração científica internacional, com a participação da Embrapa Gado de Leite, sequenciou os genomas de 450 genótipos de capim-elefante coletados em dezoito países. A descoberta promete um novo impulso para o melhoramento genético da forrageira, consolidando seu potencial para a pecuária tropical e a produção de bioenergia.

O capim-elefante, originário da África e adaptado ao Brasil desde o início do século XX, é fundamental para cultivares como o Capiaçu (silagem) e o Curumi (pastejo).

Em entrevista ao Giro do Boi, a doutora em genética e melhoramento Ana Luísa Souza Azevedo, pesquisadora da Embrapa, destacou a relevância do estudo: “Ele é baseado para entender a diversidade, mas além disso, começou um estudo paralelo de associação”.

Confira a entrevista completa:

Benefícios da pesquisa

O estudo, resultado de uma parceria com o International Livestock Research Institute (ILRI), avaliou o material genético por cinco anos, permitindo mapear genes ligados à produtividade, valor nutritivo e potencial energético.

Ana Luísa informou que o grande benefício para o produtor é o desenvolvimento acelerado de novas cultivares. “Utilizando ferramentas genômicas, você reduz o tempo médio necessário para desenvolver uma cultivar (que normalmente leva de dez a quinze anos) para sete, oito anos”, revelou.

A aceleração possibilitará o lançamento de cultivares mais específicas, adaptadas a desafios como o estresse hídrico. A pesquisa também foca no potencial do capim-elefante para a produção de bioenergia, devido à sua alta eficiência fotossintética.

Próximos passos na pesquisa

O próximo passo inclui explorar a edição gênica e o sequenciamento para tornar as plantas mais resistentes. “A gente vai desmembrar todos esses estudos agora de associação para as características de maior interesse, por exemplo, associar com resistência a cigarrinha”, explicou a pesquisadora.

O objetivo é gerar marcadores que aumentem a resistência das plantas a pragas, doenças e, principalmente, ao estresse hídrico.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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demanda aquecida segue elevando preços



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com a alta das cotações no decorrer desta terça-feira (4).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, em especial entre os frigoríficos de menor porte.

“No geral a demanda permanece aquecida, as exportações ainda são o grande destaque de 2025, com um ritmo acelerado de embarques. A demanda doméstica também conta com seus predicados no último bimestre, garantindo fôlego aos preços da carne no atacado”, disse.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 324,75 — ontem: R$ 323,83
  • Goiás: R$ 315,54 — R$ 314,64
  • Minas Gerais: R$ 310,29 — R$ 309,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 331,14 — R$ 331,02
  • Mato Grosso: R$ 305,88 — R$ 305,07

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes no decorrer da semana, ainda em perspectiva de alta no curto prazo.

De acordo com Iglesias, esse movimento é graças ao auge do consumo no mercado doméstico durante o último bimestre, com a incidência do 13º salário, a criação de postos temporários de emprego e as confraternizações de final de ano.

  • Quarto dianteiro: segue a R$ 18,50 por quilo;
  • Ponta de agulha: ainda é cotada a R$ 17,50 por quilo;
  • Quarto traseiro: se mantém a R$ 25 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,77%, sendo negociado a R$ 5,3987 para venda e a R$ 5,3967 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3791 e a máxima de R$ 5,4021.



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Negociações lentas e preços em queda: confira as cotações da soja no Brasil



O mercado brasileiro de soja teve um dia de baixa liquidez e preços pressionados. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, as ofertas foram escassas e o vendedor manteve spreads elevados, enquanto compradores atuaram de forma contida.

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Nesta segunda-feira (4), a indústria seguiu com ritmo reduzido com o fim da temporada, e os portos registraram indicações mistas ao longo do dia. Ontem (3), a comercialização apresentou maior firmeza, mas os volumes voltaram a diminuir nesta terça-feira.

Na safra nova, apenas fixações pontuais foram registradas, sem avanço consistente. Os prêmios continuam em baixa, enquanto a queda em Chicago e a alta do dólar mantiveram as cotações irregulares no mercado interno.

Acordo EUA-China

Sobre o acordo entre Estados Unidos e China, a consultoria diz que, apesar do entendimento político entre os dois países ter contribuído para realização de lucros em Chicago, o mercado segue aguardando confirmações oficiais de novas compras chinesas de produtos americanos. Sem anúncios concretos, o movimento acabou sendo limitante para os preços.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de 136,00 para 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de 137,00 para 136,00
  • Cascavel (PR): subiu de 134,00 para 135,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de 127,00 para 125,00
  • Dourados (MS): caiu de 127,00 para 126,00
  • Rio Verde (GO): caiu de 125,00 para 124,00
  • Paranaguá (PR): caiu de 142,00 para 141,00
  • Rio Grande (RS): caiu de 142,00 para 141,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa, com realização de lucros após as altas recentes. O acordo entre Estados Unidos e China trouxe expectativa de novas vendas aos chineses, mas sem confirmações oficiais o mercado perdeu força. A valorização do dólar frente a outras moedas também pesou sobre as cotações.

Contratos futuros

O contrato janeiro/2026 caiu 12,75 centavos (1,12%), para US$ 11,21 1/2 por bushel. Março/2026 recuou 12,50 centavos (1,09%), para US$ 11,27 3/4 por bushel.
No farelo, dezembro recuou US$ 3,40 (1,05%), a US$ 317,40 por tonelada. O óleo dezembro fechou a 49,53 centavos de dólar, queda de 0,31 centavo (0,62%).

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,77%, negociado a R$ 5,3987 para venda e R$ 5,3967 para compra, com variação entre R$ 5,3791 e R$ 5,4021 ao longo do dia.



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Produção brasileira de grãos aumenta 63% em 10 anos



O Brasil vai registrar recorde na produção de grãos este ano e colher uma safra 63% maior que há dez anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em uma década, a área plantada e a produtividade também cresceram. Os grãos ocupam hoje no país uma área 41% maior em relação a 2015 e a produtividade subiu 15,6% na comparação entre 2015 e 2025. Em relação a 2024, o ciclo deste ano será 16,8% maior.

Conforme dados do Instituto, há dez anos, a produção brasileira de grãos atingiu 209,5 milhões de toneladas em uma área plantada de 57,6 milhões de hectares, com produtividade média de 3,64 toneladas por hectare.

Este ano, a estimativa do IBGE aponta que serão colhidas 341,9 milhões de toneladas em uma área de 81,3 milhões de hectares, e a produtividade média será de 4,21 toneladas por hectare.

Exportações em alta

A demanda aquecida é uma das justificativas para o aumento da produção de grãos no Brasil. Balanço da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) mostra que os embarques de soja devem atingir 102,2 milhões de toneladas até o final de outubro, superando os volumes anuais de 2024 e 2023.

A safra recorde de grãos deste ano reforça a força do agro brasileiro e seu papel essencial no crescimento econômico do país. Além de garantir o abastecimento interno, a alta produtividade coloca o Brasil em posição ainda mais estratégica no comércio global de alimentos.

Para o country director da Ascenza Brasil, Renato Francischelli, tal desempenho só é possível graças ao investimento contínuo em tecnologia, sustentabilidade e eficiência dentro da porteira, que assegura competitividade aos produtores e gera desenvolvimento para toda a cadeia do agronegócio.

Ele lembra que relatório do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apontou que a área para soja deve crescer 40% no período entre 2023/24 e 2033/34. “As expectativas são de que
o setor de grãos continue se consolidando como um forte motor da agricultura e da economia
nacional”, disse.

De acordo com Francischelli, o uso de tecnologias, melhores sementes, insumos e práticas de manejo melhoradas são os condutores dos ganhos em produtividade. “O manejo adequado e as boas práticas agrícolas são fundamentais para melhorar os resultados da produção e para enfrentar eventuais reveses do clima”, afirma.



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AgroNewsPolítica & Agro

Programa de Estágio da Syngenta abre oportunidades para estudantes de graduação


A multinacional Syngenta anuncia novas oportunidades para o seu Programa de Estágio. São cerca de 60 vagas para jovens talentos que desejam iniciar uma carreira de sucesso em uma das maiores empresas do agronegócio. As oportunidades são para modelos de trabalho híbrido e presencial, com inscrições abertas até o dia 7 de novembro no site do Programa.

As vagas são destinadas a estudantes de graduação com disponibilidade de dois anos para estagiar, e estão distribuídas entre as cidades de São Paulo (SP), Uberlândia (MG), Ribeirão Preto (SP), Holambra (SP), Goiânia (GO), Londrina (PR) e Paulínia (SP). O início do período dos estágios está previsto para fevereiro de 2026.

O programa busca universitários com perfis dinâmicos, curiosos e colaborativos, de cursos como Administração, Economia, Engenharias, Marketing, Química, TI, Direito, Biologia, Psicologia, entre outros. As áreas de atuação incluem Recursos Humanos, Pesquisa e Desenvolvimento, Marketing, Sustentabilidade, Produção, Suprimentos, Finanças e Jurídico.

“A Syngenta é uma empresa consolidada no agronegócio brasileiro e mundial, o que a torna o lugar ideal para dar o pontapé inicial em uma carreira de sucesso. Buscamos jovens talentos diversos, que queiram fazer a diferença e crescer conosco, contribuindo para os desafios e as inovações do setor. Acreditamos que equipes plurais impulsionam a criatividade e os resultados”, afirma Luciana Miyagui, Coordenadora de Atração de Talentos na Syngenta.

Um dos grandes diferenciais do programa é a jornada de desenvolvimento estruturada que visa promover o crescimento pessoal e profissional dos estagiários dentro da Syngenta, a partir de treinamentos em parceria com a Cia de Talentos e curso de inglês com a Hult EF. Os aprovados terão acesso a um pacote de benefícios completo, que inclui remuneração compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, acesso ao Wellhub, cartão de natal, day off no aniversário e benefícios que variam conforme a localidade, como vale mobilidade, fretado ou estacionamento, além de vale-refeição ou refeição no local.

Setor aquecido

No segundo trimestre de 2025, o agronegócio brasileiro alcançou um novo recorde, com um total de 28,2 milhões de pessoas empregadas no setor. Os dados são de pesquisas realizadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O número mostra a força da categoria para a economia do Brasil, e representa um avanço de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, incorporando aproximadamente 244 mil novos trabalhadores no ramo.

 





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