domingo, abril 26, 2026

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Inseto devastador vira pesadelo no algodão



O monitoramento frequente é apontado como essencial


O monitoramento frequente é apontado como essencial
O monitoramento frequente é apontado como essencial – Foto: Canva

O controle de pragas segue como um dos principais desafios para a produção de algodão no Brasil, exigindo manejo constante e estratégias bem definidas ao longo de todo o ciclo da cultura. Entre os fatores que mais impactam a produtividade, destaca-se o ataque de insetos que comprometem diretamente o desenvolvimento das plantas.

Nesse cenário, o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) permanece como a principal ameaça à cultura. A praga atinge estruturas reprodutivas, como botões florais e maçãs, podendo reduzir em até 70% o potencial produtivo. Segundo Luiz Henrique Marcandalli, da Rainbow, o inseto interfere na formação da planta ao atingir partes essenciais, o que leva à queda dessas estruturas e prejuízos no rendimento.

De pequeno porte, com coloração marrom e medindo entre 3 e 6 milímetros, o bicudo apresenta alta capacidade de reprodução e grande poder de destruição. Os primeiros sinais incluem botões perfurados, queda precoce e flores com aspecto rosetado. Em muitos casos, a infestação começa de forma discreta, mas evolui rapidamente, especialmente em condições favoráveis.

O monitoramento frequente é apontado como essencial para o controle eficiente. A inspeção das áreas, sobretudo nas fases reprodutivas, permite identificar a praga de forma precoce. Medidas como destruição de restos culturais, eliminação de plantas voluntárias e uso de armadilhas na entressafra contribuem para reduzir a população do inseto.

O manejo integrado também envolve a rotação de mecanismos de ação e o uso criterioso de inseticidas. Produtos com diferentes modos de ação, como os à base de etiprole, a exemplo do Ethrole, da Rainbow, são indicados especialmente em áreas com alta pressão da praga. A estratégia, segundo a empresa, depende da combinação de práticas e do planejamento contínuo ao longo da safra.

 





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Projeto leva alunos de escola rural para visita técnica à cadeia de exportação em Varginha


Projeto leva alunos de escola rural para visita técnica à cadeia de exportação em Varginha

Alunos do 1º e do 3º anos do ensino médio da Escola Estadual da Fazenda Bela Vista, na zona rural de Varginha (MG), participaram de uma visita técnica à unidade Princesa da NKG Stockler, na quinta-feira (16). A ação integra o projeto “Vivenciando a Prática: Café”, conduzido pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), pela NKG Stockler e pela associação De Olho no Material Escolar.

Durante a programação, os estudantes conheceram etapas da cadeia do café ligadas à exportação, com foco em processos que vão além da produção no campo. A agenda incluiu apresentações institucionais sobre a atuação da NKG Stockler no Brasil e no exterior, além de palestras sobre sustentabilidade, comercialização e rastreabilidade.

Segundo as instituições organizadoras, a escolha de uma escola localizada no meio rural buscou aproximar estudantes já vinculados à cafeicultura de áreas técnicas e operacionais do setor. Foram apresentados temas como certificações, atuação agronômica junto a produtores e o programa NKG Verified, voltado a boas práticas e rastreabilidade.

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Os alunos também acompanharam atividades do setor de classificação, com explicações sobre avaliação física e sensorial dos grãos. A programação incluiu degustação de cafés com diferentes perfis de qualidade, para demonstrar a relação entre características do fruto e o padrão da bebida.

Outro ponto abordado foi a diversidade de carreiras dentro da cadeia cafeeira. A empresa apresentou funções nas áreas jurídica, logística, agronômica, mecânica e de rastreabilidade. Jovens colaboradores relataram suas trajetórias profissionais e destacaram a exigência de qualificação técnica e formação complementar, como o aprendizado de idiomas.

Na sequência do projeto, será promovido um concurso de redação com o tema “Porque eu quero trabalhar com o café”. Os autores dos três melhores textos e os professores orientadores serão premiados. A próxima visita técnica está prevista para a próxima semana. A cerimônia de premiação deve ocorrer no segundo semestre.

A iniciativa amplia o entendimento dos estudantes sobre a cadeia do café após a porteira e reforça a conexão entre formação, exigências técnicas do mercado e oportunidades profissionais no setor exportador.

Fonte: cecafe.com.br

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Diesel mais caro faz preço médio do frete crescer mais de 3%


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Foto: Agência IBGE Notícias

O preço médio do frete por quilômetro rodado no Brasil avançou em março e atingiu R$ 7,99, segundo o Índice de Frete Rodoviário (IFR), da Edenred Repom. O valor representa alta de 3,36% em relação a fevereiro, quando o indicador estava em R$ 7,73.

De acordo com a empresa, o aumento reflete uma combinação de fatores, com destaque para a disparada no preço do diesel, o aquecimento da demanda por transporte no agronegócio e mudanças regulatórias no setor.

Diesel mais caro pressiona custos

O principal fator por trás da alta foi o avanço do preço dos combustíveis. Em março, o diesel registrou forte valorização nos postos brasileiros, influenciado pelo cenário internacional de petróleo, ainda pressionado pelas tensões no Oriente Médio.

Segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o diesel S10 subiu 13,60% no período, com preço médio de R$ 7,10 por litro, enquanto o diesel comum (S500) avançou 12,34%, chegando a R$ 7,01 por litro.

O encarecimento do combustível elevou diretamente os custos do transporte rodoviário, impactando o valor final do frete.

Safra recorde mantém demanda aquecida

Além do diesel, o escoamento da safra também contribuiu para a alta do frete. A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento indica produção de 353,4 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, o que pode representar um novo recorde.

Esse volume mantém elevada a demanda por transporte rodoviário, especialmente em regiões produtoras, pressionando ainda mais os preços.

Novas regras também influenciam o mercado

Outro fator relevante foi a mudança nas regras do setor. Em março, novas determinações da Agência Nacional de Transportes Terrestres passaram a exigir a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) em todas as operações, além de reforçar a aplicação de multas por descumprimento do piso mínimo do frete.

A medida aumenta a fiscalização e pode elevar os custos operacionais das transportadoras.

Tendência é de nova alta

Segundo a Edenred, o cenário ainda aponta para continuidade da pressão sobre o frete.

“O avanço reflete tanto fatores internacionais, como o preço do diesel, quanto internos, como a demanda aquecida e mudanças regulatórias. Para abril, a tendência é de continuidade da alta”, afirma Vinicios Fernandes, diretor da empresa.

O IFR é calculado com base em dados de milhões de transações de frete e vale-pedágio realizadas pela plataforma da companhia, considerada uma das principais referências do setor no país.

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre


Imagem de dois navios navegando
Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior. No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. As informações são da governo do estado do Paraná.

Crescimento em comparação a 2025

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

Soja em grão

Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Farelo de soja

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional, o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas. Houve redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

Exportação de milho

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período deste ano, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento e 9% nas importações em relação a 2025.

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Soja trava mesmo com força nos EUA e milho reage



Na soja, o desempenho foi mais contido


Na soja, o desempenho foi mais contido
Na soja, o desempenho foi mais contido – Foto: USDA

Os mercados de soja e milho encerraram a última semana sob influência de fatores climáticos, geopolíticos e dos sinais de demanda nos Estados Unidos. Segundo análise da StoneX, o comportamento dos dois grãos refletiu um cenário de maior cautela, mesmo diante de fundamentos que seguem no radar dos investidores.

Na soja, o desempenho foi mais contido, apesar do grande volume de esmagamento registrado nos Estados Unidos. Os dados confirmaram um consumo doméstico firme, sustentado pela ampliação da capacidade industrial e pela demanda por farelo e óleo, com destaque para o uso ligado ao biodiesel. Ainda assim, a reação do mercado foi limitada. A pressão veio da correção nos preços do farelo e também do ritmo fraco das exportações norte-americanas, o que reduziu o espaço para avanços mais intensos das cotações.

No campo, o plantio da soja avançou acima do esperado, indicando condições iniciais favoráveis para o desenvolvimento da safra. Esse quadro tende a aliviar parte das preocupações com a produção neste momento, já que, historicamente, um início positivo reduz riscos produtivos e limita movimentos mais agressivos de alta. No cenário externo, as tensões no Oriente Médio mantiveram a volatilidade nas commodities, mas o foco do mercado segue concentrado no clima e na evolução da safra dos Estados Unidos nas próximas semanas.

No milho, o viés foi mais positivo ao longo da semana. O suporte veio principalmente das incertezas climáticas neste início de safra norte-americana e do ambiente geopolítico mais instável. Embora o plantio avance próximo ao padrão sazonal, as atenções continuam voltadas para as condições climáticas nas principais regiões produtoras, fator decisivo para a formação de preços nesta fase. Além disso, as tensões envolvendo o Irã e o Estreito de Ormuz ampliaram a volatilidade nos mercados de commodities, com impactos indiretos sobre os custos de energia e de insumos agrícolas, dando sustentação adicional ao cereal.

 





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Chuva pode impactar safra de arroz na temporada 2025/2026


As previsões climáticas para a safra de arroz 2025/2026 indicam que a chuva pode impactar significativamente os trabalhos em campo, especialmente nas regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil. A colheita avança em algumas áreas, mas a expectativa de chuvas volumosas nos próximos dias gera preocupação entre os produtores.

Avanço da colheita

No estado de Goiás, a colheita de arroz já está praticamente finalizada, enquanto no Maranhão as operações começaram recentemente. A região Sul, liderada pelo Rio Grande do Sul, que representa 82% da área colhida, também se destaca no cenário atual.

Previsão de chuvas

  • Nos próximos dias, as chuvas devem se concentrar no norte do Rio Grande do Sul e no litoral sul de Santa Catarina.
  • Previsões apontam para chuvas que podem ultrapassar 100 mm, especialmente em Santa Catarina, o que pode prejudicar os trabalhos em campo.
  • Entre os dias 3 e 7 de maio, a expectativa é de chuvas volumosas na porção sul do Rio Grande do Sul, afetando áreas produtoras.

Condições climáticas futuras

Após a passagem de uma frente fria, os produtores devem aproveitar o tempo firme para avançar com a colheita. No entanto, a previsão é de dois picos de frio no estado, com mínimas entre 5º e 7º, sem risco de geadas. A segunda quinzena de maio deve trazer temperaturas mais elevadas.

Enquanto isso, o calor persiste nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com máximas superando 35ºC em áreas do interior. Temporais são esperados no norte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, com possibilidade de rajadas de vento e granizo.

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Desafios da avicultura: sanidade, resistência a antibióticos e biosseguridade


A avicultura brasileira enfrenta desafios significativos relacionados à sanidade das aves, resistência a antibióticos e a necessidade de sistemas sustentáveis. Em entrevista, o consultor em avicultura Paulo César Martins destacou a importância de manejos adequados para garantir a saúde das aves e a segurança alimentar.

Importância da saúde das aves

A saúde das aves é fundamental para a segurança alimentar, pois doenças como a salmonela podem afetar tanto os animais quanto os consumidores. A salmonela é uma bactéria amplamente disseminada na natureza e pode causar problemas digestivos em humanos, além de surtos alimentares.

Monitoramento e prevenção

  • O Ministério da Agricultura realiza um mapeamento das granjas com mais de 1000 aves, permitindo um controle rigoroso da saúde do plantel.
  • A biosseguridade é uma prática essencial, envolvendo medidas como troca de calçados e uso de equipamentos de proteção para evitar a entrada de infecções nos galpões.
  • Além disso, a vacinação e a colonização intestinal das aves são estratégias importantes para prevenir a salmonela.

Desafios para pequenos produtores

Embora a avicultura industrial no Brasil seja altamente tecnificada, pequenos produtores enfrentam desafios na implementação de práticas de biosseguridade. Os órgãos estaduais também desempenham um papel crucial no monitoramento das propriedades menores, garantindo a saúde pública.

Controle de doenças

A biosseguridade não se limita a uma única doença, mas é uma abordagem abrangente que visa controlar diversas enfermidades. A presença de aves silvestres e outros animais sinantrópicos nas propriedades rurais representa um risco, e medidas preventivas são necessárias para evitar a contaminação.

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Norte Show 2026 em Sinop destaca inovações e desafios do agronegócio


A cidade de Sinop, no Mato Grosso, se transforma até a próxima sexta-feira na maior vitrine do agronegócio do médio norte do estado com a realização da sétima edição da Norte Show 2026. O evento, que já bateu recordes de público, espera receber mais de 30 mil visitantes e expositores, refletindo o crescimento do setor agrícola na região.

Crescimento do setor agrícola

Sinop se destaca como um dos principais polos produtores de grãos de Mato Grosso, com lavouras de soja e milho que avançam ano após ano. A pecuária também ganha força, com sistemas de integração lavoura-pecuária que aumentam a produtividade. A feira já começou enfrentando um desafio simbólico: a falta de espaço, com todos os estandes comercializados e uma lista de espera para o próximo ano.

Inovações tecnológicas

O evento apresenta inovações significativas, incluindo:

  • Variedade de soja tolerante a herbicidas, como o Concasting List.
  • Colheitadeira com sistema de automação para maior eficiência na colheita de milho.
  • Telemetria que permite o controle total da fazenda via celular.

Debates e desafios do agronegócio

A abertura oficial do evento contou com a participação de autoridades e líderes do setor, onde foram discutidos temas relevantes como:

  • A não renovação do FETAB 2.
  • A reivindicação por mais industrialização no setor.
  • A possível criação de uma nova Secretaria de Agricultura para o estado.

Os participantes também abordaram o aumento do endividamento dos produtores e os desafios enfrentados, como a baixa nos preços da soja e o aumento dos custos com fertilizantes e óleo diesel.

Expectativas para o futuro

Com a expectativa de superar os resultados do ano passado, a Norte Show 2026 se posiciona entre as dez maiores feiras do Brasil, destacando-se como um espaço para novos negócios e inovações no agronegócio.

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Impactos do El Niño na produção de cacau em Santa Luzia, BA


O fenômeno climático El Niño pode ter impactos significativos na produção de cacau em Santa Luzia, na Bahia, especialmente em relação às temperaturas elevadas e à redução das chuvas. A previsão indica que o El Niño deve se intensificar a partir de maio e pode se tornar um super El Niño até o final do ano.

Previsão do El Niño

O El Niño se desenvolverá durante o outono e deverá apresentar intensidade moderada a forte, afetando o clima durante o inverno e a primavera. Os principais pontos a serem considerados incluem:

  • Atividade do El Niño a partir de maio.
  • Possibilidade de um super El Niño no final do ano.
  • Impacto nas chuvas e temperaturas na região.

Impactos na produção de cacau

A colheita de cacau, que ocorre em outubro, pode ser severamente afetada pelas condições climáticas. Os principais impactos esperados são:

  • Redução das chuvas, especialmente na porção litorânea da Bahia.
  • Aumento das temperaturas, que podem ultrapassar os 32ºC, chegando a 37ºC.
  • Estresse térmico nas lavouras, resultando em abortamento de flores e comprometimento da qualidade do cacau.

Conclusão

Embora a colheita atual não apresente grandes problemas, os efeitos do El Niño devem ser monitorados de perto, pois podem trazer desafios significativos para a próxima safra de cacau em Santa Luzia.

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Câmara dos Deputados aprova proposta para acabar com a escala 6×1


A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o parecer favorável à proposta que visa o fim da jornada de trabalho 6×1. O relatório, apresentado pelo deputado Paulo Azi, da União da Bahia, foi favorável à admissibilidade de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que tramitam em conjunto.

Próximos passos da proposta

O texto agora seguirá para uma comissão especial, que será criada para discutir a matéria antes de ser votada no plenário da Câmara. O presidente da comissão, Hugo Mota, destacou que a votação deve ocorrer até o final de maio.

Disputa entre propostas

Em meio a uma disputa entre o Congresso e o governo sobre qual proposta será aprovada, a PEC que trata do fim da escala 6×1 se tornou uma das prioridades dos parlamentares. O relator, Paulo Azi, defendeu a inclusão de uma regra de transição e compensação para a implementação da nova jornada.

Avanços e desafios

  • A proposta foi aprovada por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça.
  • O texto segue para uma comissão especial antes da votação final.
  • A PEC é considerada a principal via de debate entre os deputados, enquanto o projeto de lei do governo não avançou.

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