sábado, abril 25, 2026

Agro

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Preço do frango resfriado sobe 6,6% em abril na Grande SP


Os preços do frango resfriado na Grande São Paulo apresentaram um aumento significativo de 6,6% na primeira quinzena de abril, atingindo uma média de R$ 7,18 por quilo. Este movimento é atribuído aos reajustes nos fretes, impulsionados pelo aumento das cotações dos combustíveis devido ao conflito no Oriente Médio.

Mercado de ovos em queda

Enquanto isso, o mercado de ovos encerrou a primeira quinzena de abril com cotações em queda. O menor ritmo de vendas intensificou a pressão por descontos, resultando em recuos nos preços em todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CPEIA).

Desempenho das exportações de carne bovina

Mato Grosso registrou um desempenho histórico nas exportações de carne bovina no primeiro trimestre de 2026, com mais de 251.000 toneladas embarcadas, representando 26,72% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no período. Em comparação anual, as exportações do estado cresceram 53,39%, com receita superior a 1,1 bilhão de dólares, uma alta de 74%.

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Temperaturas elevadas e seca afetam Sudeste do Brasil


O Sudeste do Brasil enfrenta um fim de semana marcado por temperaturas elevadas e condições secas, o que pode agravar a situação de restrição hídrica na região. A previsão aponta para um calor intenso, com registros que podem ultrapassar os 34ºC em algumas áreas.

Impactos na agricultura

A alta temperatura e a falta de chuvas têm gerado preocupações entre os produtores rurais, especialmente aqueles que dependem de recursos hídricos para suas atividades. A situação é crítica, com reservatórios como o Cantareira apresentando apenas 43% de sua capacidade.

Previsão do tempo

  • Temperaturas em Aragaças chegando a quase 35ºC.
  • Interior de São Paulo registrando 34ºC.
  • Expectativa de continuidade do calor nos próximos dias.
  • Sem previsão de chuvas volumosas até a virada do mês.
  • Possibilidade de chuvas em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná, com volumes superiores a 50 mm.

Consequências a longo prazo

Os especialistas alertam que a combinação de altas temperaturas e a escassez de chuvas pode ter efeitos duradouros na agricultura e no abastecimento de água, exigindo atenção redobrada das autoridades e da população.

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Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 2026


Após um período de instabilidade nas negociações de paz com o Irã, os Estados Unidos assumiram o controle do estreito de Ormus, resultando em um aumento no preço do petróleo. Essa situação impacta diretamente a economia global e, consequentemente, a inflação no Brasil, que já apresenta sinais de alta.

Projeção da inflação

O mercado financeiro elevou a projeção da inflação para 2026, indicando uma alta expressiva. Essa mudança ocorre em um contexto de desvalorização do dólar, que acumula uma queda de 9% apenas neste ano, afetando o agronegócio brasileiro.

Desafios do agronegócio

  • A exportação de café do Brasil registrou queda em volume e receita em março.
  • A alta do diesel impacta em mais de R$ 600 milhões as operações das principais lavouras do Rio Grande do Sul.
  • Apontamentos incorretos de desmatamento prejudicam o acesso de produtores a crédito e seguro rural.

Reuniões e demandas do setor

Em Brasília, a Frente Parlamentar da Agropecuária recebeu o novo ministro da Agricultura, apresentando as demandas do setor. Além disso, deputados da oposição pedem mais tempo para avaliar um texto que propõe mudanças na escala de trabalho, adiando a votação na comissão de Constituição e Justiça.

Perspectivas futuras

O ministro do Planejamento afirmou que o governo não estuda novas medidas para cortar gastos, e o salário mínimo deve ter um reajuste de quase 6% em 2027. Enquanto isso, produtores de leite de Minas Gerais se reúnem para discutir os custos de produção e os impactos da guerra no Oriente Médio.

Impacto no preço do petróleo

Com a reabertura total do estreito de Ormus durante o cessar-fogo com os Estados Unidos, o preço do petróleo caiu mais de 10%, refletindo as mudanças no cenário geopolítico e econômico.

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Irã reabre Estreito de Ormuz e impacta mercado global


O Irã anunciou a reabertura do Estreito de Ormuz, o que pode ter impactos significativos no mercado global, especialmente no setor produtivo e agropecuário. A medida é vista como uma resposta à diminuição das tensões no Golfo Pérsico e à queda nos preços do petróleo.

Impactos no mercado

A reabertura do Estreito de Ormuz é considerada uma boa notícia para o setor produtivo, pois a redução nos preços do petróleo pode beneficiar a economia global. Miguel Daúd, analista de mercado, comentou sobre as implicações dessa mudança.

  • Queda nos preços do petróleo.
  • Benefícios para o setor produtivo mundial.
  • Impactos positivos para a agropecuária brasileira.

Contexto político

A mudança de postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação ao Irã, também foi um fator relevante. Após um período de retórica agressiva, Trump sinalizou a possibilidade de um acordo, o que acalmou os mercados.

  • Trump alterou seu discurso agressivo.
  • Possibilidade de acordo entre EUA e Irã.
  • Pressões internas e externas sobre a administração americana.

Expectativas futuras

Com a reabertura do Estreito de Ormuz, espera-se que a normalização das relações e a estabilização do mercado de petróleo possam trazer benefícios adicionais para a economia global. A expectativa é que os insumos paralisados na região cheguem ao Brasil, contribuindo para a recuperação econômica.

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Inaugurada unidade de produção de sementes sintéticas de cana


Foi inaugurada em Piracicaba, interior de São Paulo, a primeira unidade de produção de sementes sintéticas de cana-de-açúcar do Brasil. A nova tecnologia, desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira, promete revolucionar o plantio da cultura, aumentando a produtividade e reduzindo custos operacionais.

Inovação no plantio

A unidade de produção é um marco para o setor sucroenergético, permitindo a produção de até 500 hectares de sementes sintéticas por ano. Essa abordagem inovadora substitui o modelo tradicional de plantio, que utiliza a própria cana, por um processo baseado em melhoramento genético.

Vantagens da semente sintética

  • Redução significativa na quantidade de cana necessária para o plantio: de 16 toneladas para apenas 400 kg de semente sintética por hectare.
  • Eliminação da necessidade de reservar 5% da área para viveiros, aumentando a área disponível para produção.
  • Possibilidade de plantar canaviais mais uniformes e produtivos.

Impacto no setor

O avanço tecnológico é considerado estratégico para a competitividade da agroindústria e para a promoção de energia limpa no Brasil. A nova tecnologia pode contribuir para a redução de custos e para a sanidade das culturas, aspectos essenciais para a sustentabilidade do setor.

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Aprovação de lei valoriza chocolate nacional com novas regras


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avaliou como um avanço estratégico a aprovação pelo Senado Federal do projeto que estabelece regras para produtos derivados de cacau. O texto agora segue para a sanção presidencial.

Novas regras de rotulagem

De acordo com o projeto, os produtos que utilizam a denominação chocolate deverão informar de forma clara no rótulo o percentual de cacau presente na composição. As novas diretrizes incluem:

  • Chocolate: mínimo de 35% de sólidos totais de cacau
  • Chocolate em pó: 32%
  • Chocolate ao leite: 25%
  • Chocolate branco: 20%
  • Criação da categoria chocolate doce

Transparência ao consumidor

O projeto também prevê que o percentual de cacau deve estar presente na parte frontal da embalagem, ocupando 15% da área com caracteres legíveis. Essa mudança visa garantir uma padronização na comercialização desses produtos no país.

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Arroba do boi gordo: confira como o mercado pecuário fechou a semana


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Foto: Gilson Abreu/AEN

O mercado físico do boi gordo apresenta queda de suas cotações no decorrer desta sexta-feira (17), com os frigoríficos começando a sinalizar para avanços em suas escalas de abate.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias ressalta que a expectativa de perda de qualidade do pasto já faz com que muitos pecuaristas antecipem a entrega de animais na segunda quinzena de abril, aproveitando preços que ainda são chamativos.

“Vale destacar que o mercado segue temeroso em relação à progressão da cota chinesa, com expectativa de encerramento em meados de junho, o que tem aumentado a pressão baixista no mercado futuro”, destaca.

Por fim, Iglesias diz que é válido mencionar que a questão sanitária ainda tem grande peso sobre a composição de mercado, considerando os indícios de novos focos de aftosa na Rússia, próximos à fronteira com a China, colocando o terceiro maior produtor global de carne bovina em alerta.

Preços do boi gordo

  • São Paulo: R$ 367,67 — ontem: R$ 368,33
  • Goiás: R$ 355,36 — ontem: R$ 355,89
  • Minas Gerais: R$ 355,59 — ontem: R$ 357,65
  • Mato Grosso do Sul: R$ 358,98 — ontem: R$ 359,66
  • Mato Grosso: R$ 363,45 — ontem: R$ 364,05

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados no decorrer da sexta-feira, em um ambiente que ainda sinaliza para alguma alta dos preços, considerando a boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês.

“Como limitador para altas mais consistentes precisa ser mencionado a menor competitividade da carne bovina em relação às proteínas concorrentes, em especial se comparado com a carne de frango”, diz Iglesias.

  • Quarto dianteiro: ainda é cotado a R$ 23,00 por quilo;
  • Quarto traseiro: permanece cotado a R$ 28,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: se sustenta a R$ 21,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,18, sendo negociado a R$ 4,9933 para venda e a R$ 4,9813 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9502 e a máxima de R$ 4,9922. Na semana, a moeda acumulou desvalorização de 0,54%.

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AgroNewsPolítica & Agro

Com demanda enfraquecida, preços caem



Mercado de ovos encerrou a primeira quinzena de abril com cotações em queda


Foto: Pixabay

O mercado de ovos encerrou a primeira quinzena de abril com cotações em queda, uma vez que a tradicional retomada da demanda de início de mês não foi suficiente para sustentar os valores. O menor ritmo de vendas fez com que a pressão por descontos se intensificasse, provocando o recuo nos preços da proteína em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.

Segundo o Centro de Pesquisas, a procura por ovos esteve abaixo do esperado no período, enquanto, do lado da oferta, o cenário divergiu entre as regiões.  Em algumas praças não houve aumento dos estoques nas granjas, já em outras, diante do menor volume de negociações, a disponibilidade começou a aumentar.

Esse cenário de baixa acende um alerta para o setor, que deve se atentar ao equilíbrio entre a oferta interna e a demanda pela proteína nos próximos meses. Levantamentos do Cepea apontam que, nos últimos dois anos, após o final do período da Quaresma, os preços recuaram por vários meses consecutivos, pressionados pela maior disponibilidade interna. 





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O peso do juramento: por que o Pentágono travou a escalada de Trump


Pentágono
Foto: Pixabay

Em um intervalo de poucas horas neste mês de abril de 2026, o mundo viu um Donald Trump transformado. O líder que prometia levar o Irã “de volta à Idade da Pedra” subitamente mediou um cessar-fogo no Líbano e anunciou estar “quase lá” em um acordo com Teerã. Para os observadores atentos, não se tratou de um milagre diplomático, mas de um freio institucional: o alto escalão das Forças Armadas Americanas deixou claro que não cruzaria a linha dos crimes de guerra.

A Constituição acima do comandante

Diferentemente de regimes autocráticos, o juramento militar nos Estados Unidos é feito à Constituição, e não a um indivíduo. Quando a retórica da Casa Branca passou a mirar alvos civis e infra-estruturas vitais, como usinas de energia e abastecimento de água, o Pentágono reagiu.

O alerta foi direto: ordens que visem o extermínio de populações ou a destruição de estruturas essenciais à vida são ilegais. Pelo Código Militar, os oficiais têm o dever de desobedecer a ordens que violem as Convenções de Genebra. Trump foi confrontado com o risco real de uma insurreição legal em sua própria cadeia de comando e a possibilidade de desonrar a farda americana perante tribunais internacionais.

O alerta da Palestina

O fantasma do conflito em Gaza serviu como o argumento definitivo. O presidente foi alertado de que a estratégia de Israel na Palestina — onde a busca por cerca de 25 mil militantes resultou na morte de mais de 75 mil civis, em sua maioria mulheres e crianças — não poderia ser replicada com o apoio dos EUA.

Embora o combate ao terrorismo seja legítimo, o uso desse pretexto para aniquilar a infraestrutura de uma nação inteira constitui crime de guerra. Os militares americanos foram enfáticos: os Estados Unidos não emprestaram seu poderio para um massacre de civis. Ao perceber que sua “política de força” poderia levar à desmoralização total de sua liderança frente ao exército, Trump optou pelo recuo estratégico, forçando Israel a aceitar a trégua.

O triunfo da regra

O recuo ensina que, mesmo no auge do populismo, as instituições possuem limites inegociáveis. A “segurada” que Trump deu em seus aliados e em si mesmo não foi um gesto de benevolência, mas uma rendição à realidade jurídica e ética. No final das contas, o dever onstitucional de proteger a humanidade contra massacres indiscriminados falou mais alto que qualquer postagem ou ameaça de palanque. A paz venceu, desta vez, por enquanto, pelo medo da lei.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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Ciclone extratropical traz chuva ao Brasil enquanto calorão de até 36°C persiste; confira detalhes da previsão


Foto: Freepik

A previsão do tempo indica mudanças importantes no padrão climático do país nos próximos dias, com destaque para a formação de um ciclone extratropical que deve provocar o retorno das chuvas na região Sul. Estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem registrar acumulados de pelo menos 50 mm entre os dias 23 e 27 de abril.

Enquanto isso, o tempo segue firme e seco nas lavouras de soja do Centro-Oeste e Sudeste. Em Mato Grosso do Sul e em estados do Sudeste, as temperaturas continuam elevadas, com máximas entre 35°C e 36°C e sem previsão de chuvas significativas pelos próximos 10 dias.

No Norte do país, o cenário é oposto. Regiões do Tocantins, Maranhão e Pará devem enfrentar volumes expressivos de chuva nos próximos cinco dias, com acumulados que podem variar entre 100 mm e 150 mm.

Na virada do mês, a tendência é de mudança mais ampla no clima. As chuvas devem retornar com mais regularidade para áreas do Paraná, São Paulo, além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com volumes previstos entre 40 mm e 50 mm em cinco dias.

O cenário reforça o contraste climático entre as regiões, com excesso de chuva no Norte, tempo seco no Centro do país e a volta das precipitações no Sul, impulsionadas pela atuação do ciclone extratropical.

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