terça-feira, março 31, 2026

Agro

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União Europeia fará auditoria para reabrir mercado de pescados do Brasil em 2026



A União Europeia realizará uma auditoria nas plantas frigoríficas de pescados do Brasil no primeiro semestre de 2026, informou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. A medida é o passo necessário para reabrir o mercado europeu aos produtos brasileiros, suspenso desde 2018.

Segundo Fávaro, a confirmação foi feita durante a Conferência de Ministros da Agricultura das Américas, realizada nesta semana. “Nos primeiros meses de 2026, teremos a oportunidade de ver o mercado europeu novamente aberto aos pescados brasileiros”, disse o ministro.

Exportações foram suspensas em 2018

As vendas de pescados brasileiros para a União Europeia foram interrompidas há sete anos, após recomendação das autoridades sanitárias europeias. O próprio Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) decidiu pela suspensão das exportações, com o objetivo de adequar os controles de inspeção e rastreabilidade.

Desde então, o setor pesqueiro tem cobrado do governo medidas para retomar o comércio com o bloco, considerado um dos destinos mais rentáveis para o produto. A expectativa é que a reabertura diversifique o destino das exportações e reduza a dependência do mercado norte-americano, que pode sofrer impacto com novas tarifas.

Pré-listing para ovos e carnes também foi retomado

Durante o anúncio, o ministro informou ainda que a União Europeia formalizou a retomada do sistema de pré-listing para exportação de ovos do Brasil. O mecanismo permite que o próprio Ministério da Agricultura indique os frigoríficos aptos à exportação, desde que cumpram os requisitos sanitários acordados, sem necessidade de aprovação individual pela autoridade europeia.

O sistema havia sido suspenso em 2018, após a Operação Trapaça, desdobramento da Operação Carne Fraca, que investigou irregularidades no setor de carnes. Em outubro, o pré-listing já havia sido restabelecido para os frigoríficos de frango.

Novo mercado para carne suína

Fávaro também anunciou que o Suriname abrirá o mercado para a carne suína brasileira. O protocolo sanitário deverá ser formalizado na próxima semana, ampliando a presença do Brasil no mercado internacional de proteína animal.



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Cafés especiais de Minas Gerais se consolidam entre os melhores do Brasil



Os vencedores do Cup of Excellence Brazil 2025 foram anunciados no último sábado (1º). O evento, em São Paulo, premiou 30 produtores que se destacaram pela qualidade e inovação dos cafés especiais da safra deste ano. A competição, promovida pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a ApexBrasil e a Alliance for Coffee Excellence (ACE), é considerada a principal premiação mundial do setor.

Minas Gerais domina o pódio

O estado de Minas Gerais manteve o protagonismo, com destaque para cafés das regiões da Mantiqueira, do Cerrado e das Matas de Minas. Na categoria Experimental, que reconhece cafés submetidos a fermentações controladas, o campeão foi o grupo Ipanema Agrícola, com um café da variedade Geisha produzido na Fazenda Rio Verde, em Conceição do Rio Verde (MG), que recebeu 91,68 pontos.

A categoria Via Úmida, voltada a cafés descascados ou despolpados, teve como vencedor Marcelo Assis Nogueira, da Fazenda Água Limpa, em Campos Altos (MG), com 91,37 pontos na variedade Arara. Já na Via Seca, destinada aos cafés secos com casca, o primeiro lugar ficou com Paulo Fernando Chaves de Brito, da Fazenda Aracaçu, em Três Pontas (MG).

Além dos campeões, outros 10 lotes foram reconhecidos como National Winners, alcançando notas acima de 86 pontos concedidas por um júri internacional composto por especialistas de 11 países.

Evolução da cafeicultura

Para o diretor executivo da BSCA, Vinicius Estrela, o resultado reflete o amadurecimento da cafeicultura brasileira, com produtores investindo em tecnologia e manejo sustentável. “Os cafés vencedores demonstram a diversidade e o alto padrão das variedades nacionais. Não é apenas um produtor ou região, mas um conjunto de esforços que consolida o Brasil como referência em qualidade”, afirmou.

O representante da ACE, Gary Urrutia, destacou o nível de inovação observado nas propriedades visitadas. Segundo ele, o Brasil “apresenta tendências que influenciam o mercado global de cafés especiais”. Já o jurado internacional John Thompson, do Reino Unido, ressaltou a diversidade das variedades e métodos de processamento, apontando a evolução do país em relação às edições anteriores.

Fortalecimento do setor

Durante a cerimônia, a ACE homenageou o produtor Luiz Paulo Dias Pereira Filho como uma das “Lendas da Excelência”, título concedido a cafeicultores que acumulam prêmios e promovem boas práticas no setor.

O Cup of Excellence integra o projeto “Brazil. The Coffee Nation”, iniciativa da BSCA e da ApexBrasil para ampliar a presença do café especial brasileiro no exterior. O foco é promover produtos sustentáveis e de alta qualidade, além de incentivar a participação de mulheres e produtores de café canéfora (robusta e conilon) no mercado internacional.

Com o resultado, o Brasil reforça sua posição de liderança global na produção de cafés especiais e mostra que inovação e sustentabilidade caminham juntas no campo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Confira como está o mercado da soja


O cenário no Rio Grande do Sul combina dificuldades financeiras com retração nas cotações, segundo a TF Agroeconômica. “Para pagamento em novembro, com entrega em outubro, os preços no porto foram reportados a R$ 140,00/sc semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 130,00/sc semanal em Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, todos com liquidação prevista para 30/10. Já em Panambi, o mercado físico apresentou queda mais acentuada, com o preço de pedra recuando para R$ 120,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

Santa Catarina manteve um desempenho comercial estável, contrastando com a volatilidade observada em outros estados do Sul. “Essa folga de capacidade confere ao estado maior flexibilidade comercial, mitigando os efeitos de oscilações logísticas e financeiras que afetam seus vizinhos regionais. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 140,20 (+0,23%)”, completa.

O Paraná mantém sua posição de destaque nacional. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,80 (+0,53%). Em Cascavel, o preço foi R$ 127,30 (-0,68%). Em Maringá, o preço foi de R$ 129,92 (+0,30%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 132,05 (-0,20%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 140,20 (+0,23%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul reforça sua estratégia de diversificação econômica com a expansão da produção de etanol de milho, consolidando o estado como um polo agroindustrial em ascensão. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 124,80 (+0,60%), Campo Grande em R$ 124,80 (+0,60%), Maracaju em R$ 124,80 (+0,60%), Chapadão do Sul a R$ 120,72 (-0,16%), Sidrolândia a em R$ 124,80 (+0,60%)”, informa.

O Mato Grosso manteve suas projeções de safra. “O leve atraso no plantio é um ponto crítico, pois pode reduzir a janela de semeadura do milho safrinha, elevando o risco climático da segunda safra e intensificando a disputa por fretes no pico da colheita. Campo Verde: R$ 121,73 (-0,18%). Lucas do Rio Verde: R$ 120,95 (+0,75%), Nova Mutum: R$ 120,95 (+0,75%). Primavera do Leste: R$ 121,73 (-0,18%). Rondonópolis: R$ 121,73 (-0,18%). Sorriso: R$ 120,95 (+0,75%)”, conclui.

 





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Abiove pede a STF suspensão de processos que questionam a Moratória da Soja



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) protocolou na segunda-feira (3) pedido de medida cautelar no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender processos judiciais e administrativos que questionem a moratória da soja. A entidade argumenta que a continuidade dessas ações pode gerar decisões contraditórias ao entendimento que vem sendo formado pela Corte na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7774, que trata da Lei 12.709/2024 de Mato Grosso. Em nota divulgada nesta terça-feira (4) a associação considerou “positiva” a decisão do STF que validou a lei estadual.

O pedido foi apresentado no mesmo dia em que o STF formou maioria para validar a lei mato-grossense, que veda a concessão de benefícios fiscais e terrenos públicos a empresas signatárias de acordos como a moratória. O placar está em 7 votos favoráveis à constitucionalidade da norma e 3 contrários. A decisão determina que os efeitos da lei passam a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026.

Na nota, a Abiove afirmou que a decisão “reconheceu a legalidade da Moratória da Soja na discussão sobre a inconstitucionalidade da Lei Estadual nº 12.709/2024, do Mato Grosso”. Segundo a entidade, “a decisão confirma que o pacto multissetorial é uma iniciativa legítima, eficaz e alinhada aos princípios constitucionais, além de reconhecer seus impactos positivos para o meio ambiente e para o agronegócio brasileiro”.

Na petição ao STF, a Abiove pede o sobrestamento de três processos específicos. O primeiro é a ação coletiva movida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, na qual a entidade de produtores requer a declaração de ilegalidade e a extinção da moratória da soja. O segundo é o processo administrativo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investiga o pacto. O terceiro é o inquérito administrativo instaurado pela Superintendência-Geral (SG) do Cade também na segunda-feira contra 15 executivos de tradings e entidades setoriais.

A Abiove sustenta que o relator da ADI 7774, ministro Flávio Dino, reconheceu em sua decisão que “a Moratória da Soja não foi marcada por ilegalidades e trouxe inequívocos benefícios ao paaís”. Esse entendimento foi referendado pela maioria dos ministros que já votaram no plenário virtual. Para a entidade, permitir que o Cade ou a Justiça estadual prossigam com investigações sobre a suposta ilegalidade do pacto representaria contradição ao posicionamento do STF.

A associação cita o artigo 28 da Lei 9.868/99, que estabelece que decisões do STF em ações diretas de inconstitucionalidade têm eficácia contra todos e efeito vinculante sobre órgãos do Judiciário e da Administração Pública. A Abiove argumenta que o conselheiro José Levi do Amaral Júnior, do Cade, reconheceu em sessão de 30 de setembro que o efeito vinculante das decisões do STF se aplica também aos órgãos da Administração Pública federal indireta, como o próprio Cade.

A entidade destaca o timing da abertura do inquérito pela SG do Cade, ocorrida no mesmo dia em que o STF formou maioria. “A instauração de novo inquérito administrativo pela SG/CADE, realizada hoje mesmo, é demonstração vívida da urgência deste pleito”, afirma a petição. A Abiove alega perigo na demora, argumentando que decisões contrárias à posição do STF podem gerar insegurança jurídica para empresas signatárias, para o setor agroindustrial e para a política ambiental de combate ao desmatamento.

A associação pede que o STF determine a suspensão imediata, com efeitos retroativos e para todos, de processos que tenham por objeto a legalidade ou ilegalidade da moratória, até o trânsito em julgado da ADI 7774. Caso não seja deferida a suspensão geral, a Abiove requer ao menos o sobrestamento dos três processos mencionados. A entidade cita precedentes do STF em que a Corte determinou a suspensão nacional de processos em ações diretas de inconstitucionalidade.

Em nota, a Abiove destacou que “sempre trabalhou para o reconhecimento do alto padrão de sustentabilidade da soja brasileira, promovendo simultaneamente a expansão da produção, o desenvolvimento regional e a preservação ambiental”. A entidade afirmou que “esse equilíbrio foi possível graças a um conjunto de ações setoriais, entre elas, a Moratória da Soja, que contribuíram para que o grão deixasse de ser vetor de desmatamento no bioma Amazônia”.



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Vendas de tratores crescem 27,5% em setembro, diz Fenabrave



As vendas de tratores tiveram crescimento de 27,5% em setembro, frente ao mesmo mês de 2024, somando 6 mil unidades. Na comparação com agosto, a alta foi de 15,7%, segundo levantamento divulgado pela Fenabrave ( Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), associação que, além das concessionárias de carros, representa revendedores de equipamentos usados no campo.

No acumulado de janeiro a setembro, as vendas de tratores tiveram crescimento de 19,6%, totalizando 39,9 mil unidades. Enquanto as vendas de carros podem ser atualizadas diariamente com base nos licenciamentos de veículos, os números de máquinas agrícolas precisam ser levantados com os fabricantes. Por isso, as estatísticas têm defasagem de um mês em relação ao balanço das vendas de automóveis, divulgado hoje pela Fenabrave com dados já relativos a outubro.

Conforme o presidente da associação, Arcelio Junior, é possível que as revendas estejam repondo estoques de máquinas agrícolas diante da expectativa de uma ótima safra. “Contudo, as altas taxas de juros praticadas no mercado, o atual nível de endividamento dos produtores rurais e a baixa rentabilidade podem ser fatores impeditivos para que estes mesmos resultados sejam observados no varejo até o fim deste ano”, pondera Arcelio Junior.



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Banco Central decide nesta quarta se mantém Taxa Selic em 15%



Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o da energia, pressionados, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (4) a penúltima reunião do ano. Os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.

Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Desde setembro do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas. Nas reuniões de julho e de setembro, o Copom não mexeu na taxa.

A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. Na ata da última reunião, em setembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado.

Segundo a ata do Copom, a conjuntura econômica dos Estados Unidos e as tarifas impostas pelo país têm tido “maior impacto” do que temas estruturalmente desafiadores para a formação dos preços de mercado. No cenário interno, alguns preços, como o da energia, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia.

Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até o fim de 2025 ou início de 2026. A divergência agora está no momento do próximo ano em que os juros começarão a cair.

Inflação

O comportamento da inflação continua uma incógnita. Prévia do indicador oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em apenas 0,18% em outubro e acumula 4,94% em 12 meses. O preço médio dos alimentos recuou pelo quinto mês consecutivo. O IPCA referente aos 31 dias de outubro só será divulgado no próximo dia 11.

Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 4,55%, contra 4,8% há quatro semanas. Isso representa inflação levemente acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior é 4,5%.

Nesse modelo de aferição, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em novembro de 2025, a inflação desde dezembro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em dezembro, o procedimento se repete, com apuração a partir de janeiro de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,8%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de dezembro.



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Avanço de frente fria provoca chuva forte em quatro estados; veja a previsão do tempo



A quarta-feira (5) será marcada por instabilidades em várias regiões do país. O aprofundamento de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai e o avanço de uma frente fria pelo litoral do Sul provocam chuva forte, rajadas de vento e risco de temporais em estados como Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, segundo a Climatempo. Nas demais regiões, o calor e a umidade seguem influenciando as condições de tempo.

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Sul

As chuvas voltam a ganhar intensidade ao longo do dia no Paraná, principalmente nas regiões oeste e norte, com possibilidade de temporais no noroeste. Enquanto no litoral, a chuva ocorre de forma fraca e isolada.

No Rio Grande do Sul, uma frente fria avança pelo litoral, provocando chuva moderada a forte, com chance de raios e rajadas de vento. A instabilidade também pode alcançar áreas do litoral de Santa Catarina. Nas demais áreas do Sul, o tempo permanece firme.

Sudeste

Pancadas de chuva seguem no norte de Minas Gerais durante a madrugada. A partir da manhã, instabilidades avançam pelo oeste de São Paulo e Triângulo Mineiro, com risco de temporais.

Ao longo da tarde, a chuva se espalha por São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, intercalando períodos de sol. As temperaturas ficam elevadas, especialmente no norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

A baixa pressão também favorece áreas de instabilidade em Mato Grosso do Sul, principalmente no sul, sudoeste e leste, com risco de temporais. A chuva se espalha por Mato Grosso e Goiás ao longo do dia, acompanhada de rajadas de vento e descarga elétrica. As temperaturas seguem altas e o tempo permanece abafado.

Nordeste

As pancadas se concentram no oeste e sul da Bahia e no sul do Maranhão, com chance de chuva isolada no sul maranhense. No restante da região, o tempo fica firme, com predominância de sol e baixa umidade no interior.

Norte

A chuva diminui em boa parte da região, mas ainda ocorre no oeste do Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e no sudoeste do Pará, devido ao calor e à alta umidade. Já em Roraima, Amapá e grande parte do Pará, o tempo permanece mais firme.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho recua na B3 e em Chicago com realização de lucros



Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas


Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas
Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas – Foto: AgResource

O milho encerrou o pregão desta terça-feira (4) em baixa tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago (CBOT). Segundo a TF Agroeconômica, as cotações brasileiras acompanharam o movimento negativo internacional, com investidores realizando lucros após a valorização recente e observando o avanço do plantio da primeira safra de milho, que segue em linha com o ritmo do ano anterior. O mercado também permanece atento aos relatos de danos causados pelas chuvas no Sul do Brasil, que podem alterar o cenário de oferta e influenciar as próximas decisões de comercialização.

Na B3, os contratos futuros registraram variações negativas no dia, apesar de ganhos acumulados na semana. O vencimento de novembro/25 fechou cotado a R$ 68,04, com baixa de R$ 0,31 no dia e alta semanal de R$ 0,52. O contrato de janeiro/26 terminou a R$ 71,73, queda de R$ 0,36 no dia e avanço semanal de R$ 0,72. Já o vencimento de março/26 encerrou a R$ 73,22, recuando R$ 0,80 no dia, mas ainda 0,33 real acima da semana anterior.

Em Chicago, as cotações também recuaram em um movimento de correção técnica e realização de lucros. O contrato de dezembro caiu 0,63%, fechando a US$ 4,31/bushel, enquanto o de março recuou 0,34%, a US$ 4,44/bushel. A pressão veio do aumento das vendas no mercado físico e das boas condições climáticas no Meio-Oeste dos Estados Unidos, que favorecem a conclusão rápida da colheita já estimada em 83%. A StoneX elevou sua previsão para 425,42 milhões de toneladas, praticamente em linha com a estimativa de 427 milhões do USDA, consolidando expectativas de uma safra recorde.





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Decisão do Copom e ambiente global de risco são os destaques do dia; ouça análise de especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o ambiente global de risco favoreceu o dólar, que subiu 0,77% a R$ 5,39, enquanto o Ibovespa atingiu novo recorde, com a 10ª alta seguida e giro de R$ 25,3 bilhões.

O Nasdaq caiu cerca de 2% diante da aversão ao risco.

O mercado aguarda o Copom, que deve manter a Selic em 15%, e destaca a retração de 0,4% na produção industrial.

Hoje, atenção ao comunicado do Copom, PMI no Brasil e dados de emprego nos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Soja tem 3ª feira de realização de lucros em Chicago; BR se atenta aos…


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A soja fechou o pregão desta terça-feira (4) com baixas de mais de 10 pontos nos principais vencimentos. As perdas oscilaram de 12 a 12,75 pontos, levando o janeiro a US$ 11,21 e o maio a US$ 11,37 por bushel. Os futuros do óleo e do farelo de soja também caíram, liderados pelo farelo, que cedeu mais de 1% nas posições mais negociadas. 

O mercado passou por um movimento técnico de correção e realização de  lucros, após os ganhos acumulados dos últimos dias, os quais refletiram, principalmente, as boas expectativas sobre o comércio de soja entre China e Estados Unidos. No entanto, um acordo efeitvo, oficial e na prática ainda não foi informado, o que acaba deixando a movimentação dos preços um pouco mais fragilizada. 

“O Brasil segue mais competitivo no CFR China, atraindo parte da demanda. O dólar mais forte também adicionou pressão sobre as commodities, enquanto a cautela global aumenta com sinais divergentes do Fed sobre os juros nos EUA”, analisou a Agrinvest Commodities. 

Além disso, os traders também estão ansiosos pelo novo reporte mensal de oferta e demanda do USDA, que foi agendado para o dia 14 de novembro, mesmo com o governo americano ainda em shutdown. 

“O tão esperado acordo entre Donald Trump e Xi Jinping não saiu do papel. Não houve assinatura oficial, nem cerimônia, nem comunicado da China. Tudo o que existe são postagens e declarações dos Estados Unidos. Na prática, nada obriga Pequim a comprar soja americana’, explica o diretor da Royal Rural, Ronaldo Fernandes. “Quando os EUA anunciaram o suposto acordo, Chicago reagiu forte. Entre os dias 27 de outubro e 3 de novembro, o contrato novembro subiu 7,41%, saltando de US$ 10,41 pra US$ 11,19 por bushel. Foi uma disparada, mas com um efeito colateral claro: a soja americana ficou cara demais”.

Assim, com alguns caminhos que os preços têm ainda a definir, o mercado permanece em alerta, mas não entrou em uma trajetória de baixa, ainda como pondera Fernandes. “Pra Chicago, essa queda ainda não é uma virada definitiva. O mercado agora espera o relatório de oferta e demanda do USDA, no dia 14 de novembro. A aposta é que ele venha altista, mas mesmo se vier, Chicago perto de US$ 11 já mostrou que, nesse nível, a China não compra dos EUA. E quando isso acontece, quem volta a ser o destino natural das compras é o Brasil”.

O clima para a safra 2025/26 do Brasil – e logo mais da Argentina também – é mais um ponto de atenção no radar dos players. O plantio avança bem, porém, as condições ainda precisam melhor em algumas regiões-chave de produção. 

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a semana tem sido mais contida de novos negócios, com os preços sentindo um impacto mais limitado das movimentações na Bolsa de Chicago. Os prêmios, que vinham sendo um dos principais pontos de suporte para as cotações no mercado nacional, passaram a ser um dos pontos de pressão. Para a safra nova, como explica o analista de mercado da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os prêmios chegaram a bater nos 40 cents negativos para abril nesta terça-feira.





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