sábado, agosto 1, 2026

Agro

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buscando realizar lucros, Chicago opera com leves perdas; semana ainda é positiva



Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado busca realizar parte dos lucros acumulados durante a semana. Até o momento, a posição novembro/24 ainda registra 3% de ganhos semanais.

Por outro lado, a correção é restringida pelas preocupações com a seca, que atrasou o início da temporada de plantio do grão no Brasil. No entanto, traders consultados por agências internacionais acreditam que as chuvas previstas para o próximo mês podem permitir que o trabalho no campo comece a tempo.

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Os agentes também começam a se posicionar frente ao relatório de estoques trimestrais dos Estados Unidos, que será divulgado na segunda pelo Departamento de Agricultura norte-americano, o USDA.

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,40 1/2 por bushel, baixa de 0,50 centavo de dólar, ou 0,04%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (26), a soja fechou em baixa, em dia de muita volatilidade. Após iniciar a sessão em alta, em meio a preocupações com o clima aqui e nos Estados Unidos e reagindo às medidas de incentivo à economia chinesa, o mercado sucumbiu à pressão exercida pela queda do petróleo e ao cenário fundamental de médio prazo.

A falta de chuvas pode impactar a produtividade da safra americana em algumas regiões. No Brasil, o clima seco vem atrasando o plantio. Apesar destes incômodos, a produção americana deverá ser a maior da história e as estimativas iniciais para o Brasil também indicam safra recorde.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 12,25 centavos de dólar, ou 1,16%, a US$ 10,41 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,59 1/4 por bushel, com perda de 12,50 centavos ou 1,16%.



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saiba o que mexe com o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que, em linha com o esperado, o Relatório Trimestral de Inflação veio com um tom hawkish, falando mais duro no sentido de mais juros. O destaque foi para alta para 3,5% na projeção de IPCA no 2º trimestre de 2026, que passa a ser o horizonte relevante nas próximas reuniões.



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AgroNewsPolítica & Agro

condições satisfatórias marcam safra de trigo


Chuvas afetam sul do estado





Foto: Canva

As lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam condições satisfatórias, com destaque para as regiões ao Norte do estado, onde as condições climáticas são mais favoráveis, conforme apontado no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (26). Já no Sul, as chuvas recorrentes nas áreas da Campanha e no Extremo Sul têm dificultado o manejo das culturas, resultando em adiamentos e suspensões de operações importantes, como adubações e pulverizações. Apesar disso, na região do Planalto Médio, as lavouras que sofreram acamamento devido a ventos fortes em 20 de setembro demonstraram quase total recuperação.

De acordo com o informativo, o ciclo produtivo do trigo no estado está avançado, com 4% das lavouras já em fase de maturação, 42% em enchimento de grãos, 38% em floração e 16% ainda em desenvolvimento vegetativo. Do ponto de vista fitossanitário, o controle de doenças, como oídio e ferrugem, tem sido eficaz, com baixa incidência. Embora haja preocupação com doenças como giberela e brusone, as lavouras apresentam raros sintomas dessas pragas.

Produtores têm seguido as previsões climáticas e realizado aplicações preventivas de fungicidas antes das chuvas, além de manterem o controle de pulgões, cuja presença é baixa, mas requer monitoramento constante. Segundo a Emater/RS-Ascar, a área cultivada com trigo no estado alcança 1.312.488 hectares, e a produtividade prevista é de 3.100 kg/ha.





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Brigadista morre durante combate a incêndio em São Paulo


Foi enterrado nesta quinta-feira (26) em Itirapina (SP) o brigadista Tiago dos Santos, de 38 anos, morto nessa quarta-feira (25) quando combatia um incêndio em uma área de canavial na Estrada Municipal de Corumbataí. O brigadista tentava apagar o fogo em um caminhão-pipa da unidade Iracema da Usina São Martinho, causado pelas queimadas na região. Um colega, que estava com Santos, sofreu queimaduras mas está em casa, fora de riscos.

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Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o caso foi registrado como “incêndio, homicídio e lesão corporal”. Segundo o boletim de ocorrência da delegacia de Corumbataí, as causas do incêndio são desconhecidas. O corpo de Santos foi carbonizado e o caminhão-pipa destruído. O velório e o enterro aconteceram em Itirapina, onde o brigadista morava.

Em nota, a usina São Martinho informou que está prestando apoio aos familiares das vítimas e colabora com as autoridades para a investigação do caso. A Defesa Civil de Corumbataí informou que o fogo teve início na Fazenda Chorosa, sendo combatido pelos funcionários da usina. Mas, a partir de uma reviravolta de vento, se alastrou para uma área próxima a dez casas e chegou a queimar um barracão. Cerca de 30 funcionários da usina e 12 caminhões-pipa atuaram na contenção das chamas.

Um dia antes da morte do brigadista em Corumbataí, um trabalhador ficou feriado em Brotas (SP) ao saltar de uma colheitadeira de uma usina que pegou fogo. Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima saltou do veículo e sofreu fratura exposta no membro inferior direito, além de queimaduras nos braços e rosto.

O incêndio na colheitadeira acabou gerando um incêndio de, aproximadamente, 100 mil metros quadrados numa área de canavial. Brotas é um dos municípios que registrou o maior número de queimadas no estado.

Há pouco mais de um mês (23/8), dois funcionários de uma usina morreram queimados quando combatiam um incêndio no município de Urupês (SP). As vítimas, Saulo Rodrigo de Oliveira, de 47 anos, e Gerci Silveira Júnior, de 30, foram carbonizados quando tentaram escapar das chamas após o caminhão onde estavam ter tombado em uma área de pastagem.



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AgroNewsPolítica & Agro

Plantio de milho atinge quase metade da área projetada no Rio Grande do Sul


A área semeada com milho no Rio Grande do Sul avançou 6% na última semana, alcançando 49% da área projetada para a safra 2024/2025, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Esse avanço foi favorecido por condições climáticas adequadas, especialmente pela ocorrência de chuvas, que mantiveram a umidade do solo em níveis propícios para o desenvolvimento inicial das lavouras, que se encontram nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo.

Os tratos culturais já começaram, com destaque para a primeira aplicação de adubação nitrogenada em cobertura e o manejo de plantas daninhas. No aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho está presente em todas as regiões, com maior incidência nas regiões Centro e Extremo Norte do estado, embora o nível da praga esteja abaixo do registrado na safra anterior. Produtores continuam a monitorar e, em alguns casos, realizar intervenções para o controle da praga.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade estimada de 7.116 kg/ha.

Nas diversas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o plantio do milho avançou de forma desigual. Na região de Bagé, o município de Alegrete lidera, com 62% da área prevista já implantada, enquanto São Borja e Quaraí estão nas fases iniciais. Em Caxias do Sul, o plantio nos Campos de Cima da Serra avançou para 10% da área projetada. Em Santa Maria, a semeadura atingiu 27%, em Passo Fundo, 50%, e em Frederico Westphalen, 90%.

Na região de Erechim, o plantio chegou a 70% da área projetada, com monitoramento constante da presença de lagartas. Em Ijuí, 80% da semeadura foi concluída, e produtores já iniciaram a primeira aplicação de nitrogênio em cobertura. Na região de Pelotas, a semeadura começou em Canguçu, Jaguarão e São José do Norte, com produtores ainda buscando custeio para a safra.

Na região de Santa Rosa, 85% das lavouras de milho do cedo já foram semeadas, com os 15% restantes a serem plantados no final do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). A produtividade esperada é de 8.420 kg/ha. Em Soledade, a semeadura avançou para 40% da área, com produtores ainda em busca de recursos de custeio.

O preço médio da saca de 60 quilos de milho no estado apresentou alta de 0,96% na última semana, passando de R$ 59,33 para R$ 59,90, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Frente fria deve mudar o clima em áreas onde o calor imperava



Esta sexta-feira deve trazer mudanças nas temperaturas da Região Sudeste com a passagem de uma frente fria. Nas demais regiões do país, pancadas de chuva e tempo seco imperam. Veja a previsão da Climatempo para hoje:

Sul

Condições para pancadas de chuva ainda na Serra do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. O sol aparece entre nuvens nestas áreas e pode chover em vários momentos com moderada a forte intensidade. As temperaturas voltam a ficar mais amenas na Campanha e no oeste gaúcho, mas não chove.

Sudeste

O sul de São Paulo volta a receber mais umidade devido à passagem de uma frente fria. Centro-leste, norte paulista, sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, com sol e pancadas de chuva com potencial de trovoadas. Tempo firme em Vitória e Belo Horizonte.

Centro-Oeste

Algumas pancadas irregulares podem ocorrer no noroeste e norte de Mato Grosso, devido à umidade que vem do norte do país, mas ainda de maneira pontual. Condições de pancadas típicas de primavera no sul de Mato Grosso do Sul e de Goiás, enquanto as capitais e o Distrito Federal continuam com tempo firme, calorão e ar mais seco.

Nordeste

Condições de chuva bem pontual no litoral; enquanto o interior da Região o tempo continua firme e seco. A umidade continua em alerta no extremo sul do Maranhão e do Piauí.

Norte

A chuva se espalha mais com risco de temporais entre Acre, Amazonas e Roraima. Pancadas de chuva com risco de trovoadas e ventos moderados a forte. A condição ainda é de tempo abafado nas capitais, enquanto o ar seco predomina na maior parte do Pará, Amapá e Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da saca de arroz registra leve aumento no Rio Grande do Sul


A semeadura do arroz no Rio Grande do Sul teve início nas regiões Oeste e Centro do estado, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). O preparo do solo e a semeadura avançaram nessas áreas, beneficiadas por um clima que alterna entre períodos secos e chuvas moderadas, permitindo o trânsito de máquinas agrícolas. As temperaturas elevadas e a umidade residual no solo devem favorecer uma germinação rápida e uniforme das sementes.

De acordo com as informações, nas regiões Sul e da Campanha, as chuvas dos dias 19 e 20 de setembro, com acumulados significativos, interromperam temporariamente o preparo do solo e o início da semeadura. O período recomendado para o plantio, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), começou em 11 de setembro e vai até 10 de dezembro. O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta que serão cultivados 948.356 hectares, com uma produtividade estimada pela Emater/RS-Ascar de 8.478 kg/ha.

Na região de Bagé, Fronteira Oeste, o plantio teve início em Alegrete, com expectativa de que até 10% da área estimada em 53 mil hectares seja semeada até o fim de setembro. Em São Borja, aproximadamente 5% dos 33,5 mil hectares projetados já foram plantados. Na Campanha, o excesso de chuvas impediu o avanço do plantio, mas o preparo do solo já está bem adiantado graças ao trabalho realizado durante o inverno.

Na região de Pelotas, a maioria das áreas já está com o preparo do solo finalizado, aguardando melhores condições climáticas para o início da semeadura. Em Santa Maria, 2% da área destinada ao cultivo foi plantada, enquanto os trabalhos de preparo do solo continuam, incluindo nivelamento, construção de taipas, drenagem e aplicação de herbicidas.

Em Soledade, o preparo do solo avançou tanto para o cultivo pré-germinado quanto para o sistema de semeadura em solo seco. Em Rio Pardo, já foi iniciada a semeadura do arroz no sistema pré-germinado.

O preço médio da saca de arroz de 60 quilos no estado teve um leve aumento de 0,09%, subindo de R$ 114,90 para R$ 115,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da saca de feijão cai 2,86% no RS


Preocupação com doenças cresce em meio a ventos frios e umidade





Foto: Pixabay

A semeadura da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul segue em ritmo variado entre as regiões do estado, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (26). Nas áreas onde o segundo plantio já é realizado, o avanço é expressivo. No entanto, nos Campos de Cima da Serra, principal região produtora, o plantio ainda não começou, uma vez que ocorre em um período mais tardio, similar ao da segunda safra em outras regiões.

As lavouras que já foram implantadas apresentam bom desenvolvimento, mas há preocupação com os efeitos combinados de ventos frios e fortes, associados à umidade, que podem aumentar o risco de contaminação por doenças precocemente. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade estimada em 1.521 kg por hectare.

Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, o andamento da semeadura varia: em Ijuí, 61% da área prevista já foi plantada; em Soledade, o avanço chega a 50%, com os produtores realizando adubação de cobertura; em Santa Maria, 57% da área foi semeada, com a maioria das lavouras em fase de germinação. Na região de Pelotas, o plantio também começou, com destaque para o município de Canguçu.

O preço médio da saca de 60 quilos de feijão no estado registrou uma queda de 2,86%, passando de R$ 322,22 para R$ 313,00, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de batata mantém preços estáveis no RS


Recuperação de áreas e plantio escalonado garantem produção de batata-doce





Foto: Pixabay

A cultura da batata está em pleno desenvolvimento na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (26). Nas lavouras plantadas mais cedo, os produtores realizam as operações de amontoa e o tratamento fitossanitário preventivo para garantir a sanidade das plantas.

O preço pago aos agricultores pela batata rosa é de R$ 170,00 por saca de 50 quilos, enquanto a batata branca está sendo comercializada por R$ 140,00. Apesar da produção local, o mercado segue recebendo produtos vindos do estado de São Paulo.

Segundo informativo, já na região de Lajeado, a batata-doce enfrenta um período de entressafra. No entanto, algumas famílias conseguem manter a produção ao longo do ano devido ao plantio escalonado. Produtores estão empenhados em recuperar as áreas afetadas pelos eventos climáticos recentes para retomar os novos plantios. As chuvas excessivas das últimas semanas ainda dificultam o acesso a algumas áreas, e houve uma redução na área plantada devido aos danos causados. No entanto, até o momento, não foram registrados problemas fitossanitários significativos. Os agricultores estão se preparando para adquirir novas ramas e retomar o plantio o quanto antes. O preço da batata-doce no mercado varia entre R$ 2,50 e R$ 3,00 por quilo.





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AgroNewsPolítica & Agro

Inmet prevê chuvas intensas e ventos de até 100 km/h


Alertas são válidos até quinta-feira às 12h





Foto: Arquivo

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas para o estado do Rio Grande do Sul, indicando risco elevado de chuvas intensas e tempestades que podem causar alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas.

O primeiro aviso, com grau de severidade classificado como “Grande Perigo”, prevê chuva superior a 60 mm/h ou acima de 100 mm/dia, com validade até as 12h de quinta-feira, 26 de setembro. A previsão atinge áreas como a região Sudeste Rio-grandense, Metropolitana de Porto Alegre e o Sudoeste Rio-grandense. Segundo o Inmet, há grande risco de alagamentos em áreas urbanas e transbordamento de rios em localidades suscetíveis.

O segundo alerta, com grau de “Perigo”, também se estende até o meio-dia de quinta-feira. Ele engloba um número ainda maior de municípios e destaca a possibilidade de tempestades com chuvas variando entre 30 e 60 mm/h, ventos fortes de até 100 km/h e queda de granizo. As regiões da Fronteira Oeste, Campanha, Sul e a Região Metropolitana de Porto Alegre estão entre as áreas afetadas.

Diante dos riscos, o Inmet recomenda que a população evite se abrigar sob árvores durante as tempestades e que, sempre que possível, desligue aparelhos elétricos. O Inmet  também alerta para a necessidade de atenção em encostas e áreas de risco, especialmente em municípios como Bagé, Agudo, Alvorada e outros listados no aviso.





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