quinta-feira, julho 16, 2026

Agro

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chuva forte e temporais marcam o dia em várias regiões



Confira como fica o tempo em todas as regiões do país nesta sexta-feira (22) e saiba onde pode ter chuva.

Sul

A baixa pressão que atua no Paraguai ainda estimula a formação de nuvens carregadas na região.

A chuva mais forte diminui no oeste do Rio Grande do Sul, mas continua no centro-leste e litoral gaúcho. Também se espalha mais por Santa Catarina e Paraná, com possibilidade de pancadas de moderada a forte intensidade, além de raios e ventos.

Sudeste

O dia fica encoberto e com chance de chuva a qualquer hora nas quatro capitais da região.

A temperatura fica mais amena em São Paulo e no Rio de Janeiro, com temporais ganhando força entre a tarde e a noite.

O sol ainda aparece no norte de Minas Gerais, mas chove a partir da tarde.

Centro-Oeste

A semana termina ainda com risco de chuva forte em todas as áreas da região.

O sol aparece entre nuvens, e pode chover a qualquer momento do dia, com risco alto de temporais no oeste de Mato Grosso do Sul, sul e leste de Mato Grosso e sul de Goiás. O risco de transtornos continua elevado.

Nordeste

A costa norte e leste da região têm tempo bem aberto, com muito calor e pouca chuva. Pancadas mais rápidas devem atingir o litoral do Maranhão e do Ceará e o leste do Pernambuco.

Já o sul do Maranhão, Piauí e Salvador (BA) terminam a semana com alto risco de temporais.

Norte

O tempo segue instável em grande parte da região. Há risco alto de pancadas de chuva forte, com potencial de temporais, no Acre, Amazonas, Roraima, Tocantins e sul do Pará.

O Amapá e o litotal do Pará têm um dia de mais sol, com chuva concentrada a partir da tarde.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportadores rebatem críticas sobre carne sul-americana



CEO do Carrefour afirmou não comprar mais carne do Mercosul



A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina
A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina – Foto: Divulgação

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) publicou nesta quarta-feira (20) uma nota oficial rebatendo declarações feitas por Alexandre Bompard, CEO do Carrefour, na rede social X. A entidade criticou o tom protecionista das falas, que defendem os produtores franceses em detrimento das exportações brasileiras, destacando a contradição de tais afirmações, considerando que a empresa opera cerca de 1.200 lojas no Brasil, abastecidas majoritariamente por carnes nacionais.  

Segundo a ABIEC, a postura de Bompard vai contra os princípios do livre mercado e pode comprometer o abastecimento europeu, uma vez que a produção local não atende à demanda interna. A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina, com produção sustentável e rigorosos controles sanitários que garantem a qualidade do produto exportado para mais de 160 países. Nos últimos 30 anos, a pecuária brasileira aumentou sua produtividade em 172%, enquanto reduziu a área de pastagem em 16%, reforçando o compromisso do setor com eficiência e sustentabilidade. 

Por fim, a ABIEC afirmou que ações que fragilizam as relações comerciais não prejudicam apenas o Brasil, mas também a França, que depende de várias commodities brasileiras. Em um contexto global de crescentes desafios para a segurança alimentar, a associação reforçou a importância do diálogo e da cooperação como ferramentas indispensáveis para garantir um abastecimento equilibrado e sustentável.

A declaração

Na rede social, o francês afirmou que a rede assumiu o compromisso de não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul. “Esperamos inspirar outros atores da cadeia agroalimentar e impulsionar um movimento mais amplo de solidariedade, indo além do setor de distribuição, que já lidera a luta em favor da carne de origem francesa”, escreveu.

“É unindo forças que poderemos garantir aos pecuaristas franceses que não haverá brechas possíveis. No Carrefour, estamos prontos para isso, independentemente dos preços e das quantidades de carne que o Mercosul possa nos oferecer”, concluiu.





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Tecnologia garante rentabilidade e rastreabilidade



Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também o financeiro



Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras
Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras – Foto: Pixabay

A chegada do SimaBio, um módulo da plataforma Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, marca uma revolução na gestão sustentável das propriedades rurais. Com foco na rastreabilidade, a ferramenta permite monitorar todos os processos produtivos da fazenda, consolidando dados precisos e históricos em um único local. Essa inovação possibilita ao produtor comprovar boas práticas, como rotação de culturas, ILPF e controle biológico de pragas, ações fundamentais para a preservação ambiental e acesso a mercados mais valorizados.  

Segundo Victória Corrêa, engenheira agrônoma e especialista em sustentabilidade, o diferencial do SimaBio está na auditoria e georreferenciamento dos dados. “Além de monitorar o cultivo e detalhar áreas, a ferramenta comprova o bom manejo e a mitigação de gases do efeito estufa, agregando valor à produção com rastreabilidade,” destacou. O histórico de até 10 anos do uso da terra também permite atender às exigências de certificações internacionais.  

Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras. O rastreamento de cultivos como a soja pode gerar bonificações por saca, enquanto o cálculo de carbono possibilita a comercialização de créditos, criando novas fontes de renda. Além disso, o uso da ferramenta pode facilitar acesso a linhas de crédito diferenciadas, dado o reconhecimento das práticas sustentáveis. Dessa forma, o SimaBio não apenas resolve lacunas de gestão, mas também posiciona o agricultor como referência em sustentabilidade e rentabilidade, promovendo uma agricultura moderna e comprometida com o meio ambiente.

 





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EUA dominam, Europa perde força



Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa



Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa
Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa – Foto: inpEV

As previsões para o setor químico nos próximos dez anos indicam um crescimento substancialmente maior nos Estados Unidos do que na Europa, conforme apontado pela seguradora Crédito y Caución. A principal razão para essa disparidade está relacionada às mudanças significativas nas fontes de energia da União Europeia, o que tem gerado um crescente distanciamento entre as duas regiões no setor.

Nos últimos anos, a Europa tem experimentado uma redução drástica das importações de gás russo, que representavam 40% das importações em 2021 e caíram para apenas 8% em 2023. Enquanto isso, os Estados Unidos continuam a contar com um fornecimento estável e competitivo de gás natural. Por outro lado, a União Europeia depende cada vez mais do gás natural liquefeito (GNL), que é mais caro e sujeito a volatilidade. A Europa importa esse gás de diversos fornecedores, como os EUA, Noruega, Norte da África, Catar e Reino Unido, o que coloca a indústria química da região em uma situação menos vantajosa.

Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa em produtos essenciais, como fertilizantes e amoníaco, devido ao aumento dos custos de energia. Esses custos mais elevados afetam diretamente a produção de produtos químicos básicos e também têm impacto nas versões mais especializadas desses produtos. A utilização de nafta, comum na Europa e na Ásia para produção química, também coloca o setor europeu em uma posição desfavorável em comparação com os EUA, que usufruem de fontes de energia mais acessíveis e eficientes.

Dessa forma, a tendência é que o setor químico nos Estados Unidos se beneficie de uma estrutura energética mais competitiva, enquanto a União Europeia enfrentará dificuldades em manter sua competitividade a longo prazo.

 





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Escassez e alta demanda disparam preços do café no Brasil



Alta é impulsionada por oferta limitada e demanda aquecida




Foto: Pixabay

Os preços dos cafés arábica e robusta seguem em alta no mercado brasileiro, impulsionados por fatores como oferta limitada e demanda aquecida. Segundo o Boletim Informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, renovou recordes reais da série histórica iniciada em novembro de 2001. No acumulado de 2024, a valorização ultrapassa 100%, reflexo direto da restrição de oferta no Brasil e no Vietnã, somada aos elevados preços do arábica.

Já o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, atingiu valores acima de R$ 1.800 por saca de 60 kg, o maior patamar real desde 1998. No ano, a alta acumulada é de quase 80%, atribuindo-se este cenário à baixa oferta, ao alto percentual de café já comercializado pelos produtores e à safra 2024/25 menos volumosa.

Pesquisadores do Cepea destacam ainda que as condições debilitadas das plantas podem comprometer a produção da safra 2025/26, elevando a atenção de agentes do setor para o desenvolvimento da próxima temporada.





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‘Se não serve para abastecer o Carrefour na França, não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país’



Entidades do agronegócio e da indústria de alimentos do país se uniram em resposta às alegações do presidente-executivo da rede de supermercados Carrefour, Alexandre Bompard, que disse que a rede não compraria mais carnes do Mercosul para as lojas da França.

A nota de repúdio aos ataques contra a produção agropecuária no Mercosul reafirma o compromisso das empresas de alimentos e produtores rurais na região com a produção responsável, sustentável e com a segurança alimentar.

“Uma produção que chega a todos os países do mundo, incluindo os mercados mais exigentes, entre eles as maiores economias mundiais, como Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido, China e Japão”, ressalta o documento.

“Se o CEO Global do Grupo Carrefour, Alexandre Bompard, entende que o Mercosul não é fornecedor à altura do mercado francês – que não é diferente do espanhol, belga, árabe, turco, italiano –, as entidades abaixo assinadas consideram que, se não serve para abastecer o Carrefour no mercado francês, não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país”, diz o documento.

Assinam a nota a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Leia a nota de repúdio na íntegra:

Em resposta às alegações do CEO Global da rede de supermercados Carrefour, Alexandre Bompard, as entidades abaixo assinadas manifestam o repúdio aos ataques proferidos contra a produção agropecuária no Mercosul. A produção de proteína do bloco econômico sul- americano chega a todos os países do mundo, incluindo os mercados mais exigentes, entre eles as maiores economias mundiais, como Estados Unidos, União Europeia, Reino Unido, China e Japão.

Periodicamente as empresas são auditadas e certificadas por centenas de missões sanitárias internacionais e também por clientes que confirmam a segurança de alimentos do que vai para cada destino. Entre as certificações obtidas por empresas do Mercosul destacam-se as do BRC (British Retail Consortium), principal referência global em qualidade quando o assunto é produção de proteína.

O bloco é líder mundial em exportação de carne de frango e bovina e está entre os principais na suína. Foram necessárias décadas para que o Mercosul por inteiro avançasse em sua reputação internacional como produtor de carnes. Com responsabilidade, o setor na região foi o principal fornecedor para todos os mercados durante a maior crise global de saúde pública neste século, a pandemia do coronavírus em 2020 e 2021.

Tudo isso demonstra a excelência da produção na região, num comprometimento que as entidades e associações que representam os 29 milhões de trabalhadores no agronegócio no Brasil reforçam dia a dia com a segurança alimentar e a qualidade do que chega aos consumidores em todo o mundo.

Portanto, se o CEO Global do Grupo Carrefour, Alexandre Bompard, entende que o Mercosul não é fornecedor à altura do mercado francês – que não é diferente do espanhol, belga, árabe, turco, italiano –, as entidades abaixo assinadas consideram que, se não serve para abastecer o Carrefour no mercado francês, não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país.

Reafirmamos o compromisso do setor com a produção responsável, sustentável e com a segurança alimentar.



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Câmara aprova Mercado de Carbono



“Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores”



“Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores"
“Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores” – Foto: Pixabay

Na terça-feira (19), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 182/2024, com 336 votos a favor e 38 contra. A proposta visa contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil, consolidando o mercado de carbono no país. 

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) teve papel fundamental na garantia de proteções para os produtores rurais, que possuem ativos ambientais em suas propriedades e podem gerar créditos de carbono. A FPA também assegurou a proibição da venda antecipada de créditos em programas jurisdicionais relacionados a áreas privadas.

A bancada da FPA trabalhou para garantir que os produtores possam constituir e vender créditos de carbono em programas privados, promovendo uma economia verde que beneficie o setor agropecuário. Pedro Lupion (PP-PR), presidente da FPA, destacou que o mercado de carbono deve ser uma oportunidade para o produtor rural, criando uma nova fonte de renda e ao mesmo tempo contribuindo para a preservação ambiental.

O deputado Aliel Machado (PV-PR), relator do projeto, ressaltou a importância do diálogo com a FPA para garantir um texto que respeite a propriedade privada, ao mesmo tempo em que promove avanços tecnológicos e ambientais. A proposta agora segue para sanção presidencial, podendo representar uma importante conquista para a sustentabilidade e a agricultura no Brasil.

“Da mesma maneira, contemplar os produtores como responsáveis por essas vendas é trazer justiça e garantia do direito de propriedade. A estruturação do mercado de carbono é uma oportunidade para gerar mais renda ao produtor e ajudar a preservar o planeta”, disse Lupion.  “Estamos diante de um projeto que foi amplamente debatido com diversos setores, incluindo o apoio e trabalho conjunto da FPA. Vamos ter avanço tecnológico, proteção ao meio ambiente, respeito ao produtor rural. Todos ganham com essa aprovação, que é um novo mercado, uma nova oportunidade”, afirmou Machado. 

 





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Média da arroba do boi se aproxima de R$ 350 em Goiás; confira os preços pelo país



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos no decorrer desta quinta-feira (21). De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o destaque da semana vai para o estado de Goiás, que já atinge negociações na casa dos R$ 350 por arroba.

Em São Paulo também foram evidenciadas algumas negociações acima da referência média. No entanto, na Região Norte, a situação aparenta ter se acomodado, com preços estáveis e até mesmo com um ou outro negócio abaixo da referência média.

“As exportações seguem impressionantes na atual temporada. O final do ano de 2024 vem sendo marcado pelo maior volume da história. O que torna o quadro ainda mais interessante é o amplo processo de desvalorização cambial, somado à recuperação dos preços em dólar pagos pela tonelada da carne bovina no mercado internacional”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 333,86

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes no decorrer da quinta-feira, e o ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo.

“A indústria frigorífica tenta repassar a elevação dos preços do boi gordo para a carne no atacado. Evidente que há limitações; a população brasileira não tem condições de absorver muitos reajustes da carne bovina, simplesmente optando por proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, dos embutidos e do ovo”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 26,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 19,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,60%, sendo negociado a R$ 5,8114 para venda e a R$ 5,8094 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7827 e a máxima de R$ 5,8339.



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Aproximação entre Brasil e China afeta contratos da soja em Chicago; veja cotações


O mercado brasileiro de soja teve um dia lento em termos de negócios, com poucas indicações. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, os preços ficaram mistos nas principais praças de comercialização do país.

Contudo, a quinta-feira chegou a ter momentos positivos para negócios, porém pontuais. A queda em Chicago pesou sobre os níveis nos portos, ainda que, no geral, o cenário seja de lentidão.

Preços médios da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 132 para R$ 131,50
  • Região das Missões: baixou de R$ 131 para R$ 130,50
  • Porto de Rio Grande: recuou de R$ 141 para R$ 140,50
  • Cascavel (PR): estabilizou em R$ 136
  • Porto de Paranaguá (PR): se manteve em R$ 142
  • Rondonópolis (MT): diminuiu de R$ 150 para R$ 147
  • Dourados (MS): caiu de R$ 139 para R$ 137
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 131 para R$ 133

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira no território negativo.

Apesar dos sinais positivos de demanda pelo produto norte-americano, o bom desenvolvimento das lavouras no Brasil e os recentes acordos comerciais fechados entre chineses e brasileiros colocaram pressão sobre as cotações.

Fator Trump

Sergundo a Safras & Mercado, o sentimento em Chicago é que o novo governo Trump tende a prejudicar as vendas de soja dos Estados Unidos à China. Assim, os sinais de aproximação dos asiáticos com o Brasil acirraram essa desconfiança.

O mercado também teme pela demanda interna pela soja. As primeiras sinalizações são de que Trump não vai investir ou incentivar a produção de biocombustíveis, outro fator de pressão.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou mais cedo a venda por parte de exportadores privados de 198 mil toneladas de grão para a China, de 135 mil para destinos não revelados e de 133 mil toneladas de farelo para as Filipinas.

Já as exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 1.860.600 toneladas na semana encerrada em 14 de novembro. Analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 1,9 milhão de toneladas.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicagocotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,28%, a US$ 9,77 3/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,85 1/4 por bushel, com perda de 14,00 centavos, ou 1,40%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 1,70 ou 0,58% a US$ 287,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 42,18 centavos de dólar, com baixa de 1,10 centavo ou 2,54%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,60%, sendo negociado a R$ 5,8114 para venda e a R$ 5,8094 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7827 e a máxima de R$ 5,8339.






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trem carregado com milho fica destruído ao descarrilhar



Quem circulava pela rodovia MS-306 às margens do km 32, na região de Costa Rica, nordeste de Mato Grosso do Sul, presenciou cerca de dez vagões de trem carregados com milho tombados e destruídos na última terça-feira (19).

A composição férrea, da empresa Rumo, seguia com o cereal de Rondonópolis, Mato Grosso, com destino ao Porto de Santos, em São Paulo.

A reportagem entrou em contato com a empresa nesta quinta-feira (21) e, além das informações acima descritas, obteve a seguinte nota:

“As causas do incidente ainda estão em investigação. A empresa informa que não houve feridos na ocorrência e nem qualquer impacto no trânsito em Passagens em Nível”.



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