quinta-feira, julho 16, 2026

Agro

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Feirão do Pescado terá mais de 100 t de peixes para comercialização


O governo do Amazonas, por meio da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), realizará a primeira edição especial do Feirão do Pescado nos dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro. O evento ocorrerá simultaneamente em dois locais: no Centro Cultural Povos da Amazônia, situado na Bola da Suframa, zona sul e no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola, no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus.

A produção de peixes que será disponibilizada é proveniente da piscicultura dos municípios de Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Presidente Figueiredo, Careiro Castanho, Manacapuru, Iranduba e Manaus. Ao todo, serão comercializadas 119 toneladas, com destaque para espécies como tambaqui, pirarucu e matrinxã. A programação ocorrerá das 5h às 19h na sexta-feira (29) e no sábado (30), e das 5h às 13h no domingo (1º).

Segundo Michelle Bessa, diretora-presidente da ADS conta que a iniciativa está gerando grandes expectativas, tanto entre os consumidores quanto entre os produtores e comerciantes.

“Nosso objetivo é garantir o décimo terceiro salário para piscicultores e feirantes, além de oferecer alimentos frescos e de alta qualidade aos consumidores”, diz.

Foto: Ruth Jucá/ADS

Os consumidores terão a oportunidade de adquirir não apenas peixes frescos, mas também frutas, verduras, farináceos, pimentas e hortaliças. A iniciativa contará com a participação de 40 piscicultores, seis tratadores de peixes e 116 feirantes.

“Vale destacar que os peixes comercializados são criados em tanques de piscicultura, em conformidade com a proibição da pesca em rios e lagos durante este período. Essa medida assegura que os piscicultores possam continuar suas atividades de acordo com as normas ambientais vigentes”, disse Michelle Bessa.

De acordo com Bessa, os peixes disponíveis no Feirão do Pescado são provenientes de tanques de piscicultura, respeitando a proibição de pesca em rios e lagos durante este período. Essa prática garante que a atividade pesqueira permaneça alinhada às normas ambientais vigentes, enquanto mantém a oferta de pescado para a população.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do milho supera expectativa nos EUA



Colheita está quase concluída na China




Foto: Pixabay

A edição de novembro do relatório de monitoramento via satélite do Global Crop Monitor (GEOGLAM) revelou um cenário misto para a safra global de milho, com resultados variando entre rendimentos excepcionais a perdas causadas por condições climáticas adversas.

Nos Estados Unidos, a colheita avança em ritmo acelerado, com resultados excelentes na maior parte do país, exceto em áreas menores na Costa Leste. No Canadá, a colheita está concluída, com rendimentos acima da média nas províncias de Manitoba e Ontário.

Já na União Europeia, o clima quente e seco comprometeu a safra nos países do sudeste, enquanto na Ucrânia e na Federação Russa, os rendimentos também ficaram abaixo da média devido às mesmas condições climáticas.

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Na China, a colheita está quase concluída com boas condições gerais, e na Índia, a safra Kharif avança sob cenário favorável. No México, as chuvas de outubro apoiam o desenvolvimento da safra primavera-verão, mas a seca precoce ainda preocupa os produtores.

No Brasil, a semeadura da safra primavera (estação menor) segue sob condições favoráveis, embora com uma redução na área total semeada em comparação ao ano anterior. Na Argentina, as chuvas de outubro beneficiaram o plantio da safra precoce, que avança em ritmo positivo.

Na África do Sul, a semeadura do milho está atrasada devido ao início tardio das chuvas, o que pode impactar o desenvolvimento inicial da safra, conforme dados do relatório.





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Associação argentina reage à suspensão da carne bovina pelo Carrefour



Em resposta à recente decisão de Alexandre Bompard, CEO global do Carrefour, de suspender a venda de carne bovina proveniente do Mercosul nas lojas da França, a Mesa Argentina de Carne Sustentável (Macs) emitiu uma carta oposta à postura de protecionismo comercial adotada pela rede de supermercados francesa. Segundo a carta, assinada pelo presidente da associação, Carlos David Barrios Baron, a atitude prejudica as relações comerciais e enfraquece os esforços globais por uma pecuária mais sustentável.

No documento, a Macs argumenta que a decisão de Bompard sobre a carne bovina representa um retrocesso em relação ao livre comércio, enfatizando que o protecionismo só gera maior isolamento entre os países. A associação alerta que, quando a xenofobia e o protecionismo aumentam, as nações tendem a se fechar, o que resulta em restrições não apenas comerciais, mas também de mobilidade e liberdade, o que reforça os conflitos e diminui o valor da paz mundial.

O texto destaca que a quantidade de carne do Mercosul exportada para a França é limitada e questiona o impacto dessa decisão nos negócios do Carrefour nos países do Mercosul, como Brasil e Argentina. A associação critica a alegação do Carrefour sobre desigualdade nas condições ambientais, argumentando que as práticas de produção no Mercosul são mais sustentáveis, com o gado criado em pastagens ao ar livre, o que não apenas garante o bem-estar animal, mas também contribui para a captura de carbono.

Outro ponto levantado é que os produtores franceses recebem subsídios estatais para garantir a sustentabilidade econômica de suas atividades, criando desigualdade nas condições de mercado. A Macs acredita que, apesar das diferenças nos modelos de produção, tanto os produtores franceses quanto os do Mercosul têm um longo caminho a percorrer para atingir uma sustentabilidade plena em suas cadeias produtivas.

A organização alerta contra o uso da sustentabilidade como justificativa para o protecionismo comercial, destacando que essa abordagem prejudica o trabalho coletivo dos pecuaristas em nível global, comprometendo os esforços para avançar em direção a uma pecuária mais sustentável. Para a Macs, embora a sustentabilidade deva ser um objetivo comum, medidas como a do Carrefour ameaçam o progresso do setor agrícola mundial, indo contra os esforços dos pecuaristas para melhorar suas práticas e alcançar o mais alto nível de sustentabilidade.



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Instalação de espelhos ajuda na reprodução de flamingos em parque no Pará


A equipe técnica do Mangal das Garças, em Belém (PA), adotou uma estratégia de instalar espelhos para estimular a reprodução de flamingos no Parque Zoobotânico Mangal das Garças. Fixados às margens do Lago Cavername, os espelhos criam a ilusão de um bando maior, condição essencial para que as aves, que em habitat natural precisam de cerca de 30 indivíduos para se sentirem seguras, iniciem o acasalamento, construam ninhos e depositem ovos.

Com o intuito de aumentar o grupo de flamingos do parque, que atualmente conta com exemplares de duas espécies, a equipe técnica do Mangal adota algumas medidas como o oferecimento de rações mais proteícas e a construção de ninhos de lama que imitam os encontrados na natureza. Recentemente, a nova técnica realizada com a instalação de espelhos no recinto dessas aves tem despertado a curiosidade dos visitantes.

O biólogo do Mangal, Basílio Guerreiro, conta que métodos semelhantes já foram aplicados em outros zoológicos brasileiros, com resultados promissores.

“A estratégia é simples: simular a percepção de que há duplicação da quantidade de indivíduos, e já que temos 17 animais, o grupo entenderá que há 34, provocando uma sensação de segurança e proteção da futura prole. A mesma técnica já foi aplicada em diversos zoológicos do Brasil e obteve bastante sucesso”, afirma Guerreiro.

Foto: divulgação Agência Pará

Existem seis espécies de flamingos, aves pertencem à família Phoenicopteridae e que naturalmente vivem em bandos bastante numerosos – há registros de grupos compostos de um milhão de indivíduos. Viver em grandes populações garante um maior conforto para essas espécies, principalmente em se tratando de proteção contra predadores.

“Essa também é uma técnica de enriquecimento ambiental, na qual buscamos estimular os comportamentos e as habilidades naturais dos animais, criando ambientes parecidos com o habitat natural deles”, diz o biólogo.

O Mangal das Garças é administrado pela Organização Social Pará 2000, sendo um espaço de conservação do meio ambiente, com uma diversificada fauna e flora. O parque funciona de terça a domingo, com entrada gratuita.

*sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Mapa reforça inclusão financeira no setor agrícola e rural



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) esteve presente em Buenos Aires, nesta semana, no seminário ‘Inclusão Financeira Agrícola e Rural’, evento promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e pela Bolsa de Cereales. O seminário reuniu especialistas, autoridades e representantes do setor agrícola para discutir o aprimoramento do acesso ao crédito agrícola e as políticas públicas necessárias para impulsionar a inclusão financeira no campo.

Durante o evento, o Mapa participou do painel “Inovação e Experiências da Região Sul para Ampliar o Acesso ao Crédito Agrícola: Linha de Trabalho e Coordenação Público-Privada”, com a participação do secretário adjunto de Política Agrícola, Wilson Vaz. O secretário destacou as políticas agrícolas brasileiras e enfatizou a importância da parceria entre o governo e o setor privado para melhorar a oferta de crédito rural e garantir a sustentabilidade do agronegócio.

Wilson Vaz também fez uma apresentação detalhada sobre o Plano Safra, uma das principais ferramentas de financiamento agrícola do Brasil, que tem mais de 60 anos de história e, nos últimos 34 anos, tem sido estruturado pelo governo federal para apoiar a produção rural.

Para a safra 2024/2025, o Plano Safra destinou R$400,59 bilhões para financiamento de produtores de médio e grande porte, um aumento de 10% em relação à safra anterior, refletindo o compromisso do governo em fortalecer o setor agrícola brasileiro.

Além das discussões sobre o Plano Safra, o seminário abordou temas cruciais como as finanças rurais e agrícolas, os desafios enfrentados pelos médios produtores para acessar crédito, a necessidade de mais investimentos no setor agropecuário e a inclusão financeira para os pequenos produtores.

O evento também destacou a importância de se criar um ambiente mais inclusivo para o pequeno e médio produtor rural, que ainda enfrenta dificuldades no acesso a linhas de crédito adequadas às suas necessidades.



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Vaca nelore bate recorde e se torna a mais valorizada do mundo: R$ 24 milhões



A vaca nelore Carina FIV do Kado, de quase três anos de idade, bateu um novo recorde de valorização da raça nesta sexta-feira (22). No leilão Cataratas Collection, realizado em Foz do Iguaçu (PR), a matriz teve 25% de sua propriedade vendida à Nelore Syagri por R$ 6,015 milhões, alcançando assim a valorização total de mais de R$ 24 milhões, um recorde mundial.

O leilão Cataratas Collection foi promovido por Roberto Bavaresco, da RS Agropecuária e pela família Paulo Marques e Fabiana Marques, da Casa Branca Agropastoril.

O lance final da venda da porcentagem de Carina chegou a R$ 200.500 de parcela, com um total de 30 parcelas, cinco duplas e vinte iguais mensais.

A Nelore Syagri adquirindo a matriz por um valor que surpreendeu até os mais experientes do mercado. Além disso, essa aquisição demonstra a crescente valorização das matrizes no mercado de genética, com foco na obtenção de animais com alto valor genético, que são capazes de passar características superiores para as próximas gerações, garantindo maior produtividade e qualidade na carne produzida.

O leilão Cataratas Collection tem mais uma etapa neste sábado (23), a partir das 18h, com transmissão pelo Lance Rural e Canal do Criador.



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Você viu? Área de exploração mineral na Bahia será leiloada



O Serviço Geológico do Brasil (SGB) anunciou que realizará o leilão de uma área mineral na Bahia, com um volume estimado de 245 milhões de toneladas de minério diamantífero. Localizado no município de Gentio do Ouro, na Chapada Diamantina, o espaço possui um depósito de diamantes com um total de 1,8 milhão de quilates. O projeto, denominado Diamante de Santo Inácio, abrange cinco áreas de mineração e cobre 2.400 hectares – o equivalente a 3.429 campos de futebol.

Segundo o SGB, os estudos recentes apontam que o teor de diamantes na região é de 0,58 cpht. A oferta será realizada no dia 27 de novembro, a partir das 9h, em Brasília, na sala Plenária da ANM, com o apoio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República. Empresas brasileiras e estrangeiras, entidades de previdência complementar e fundos de investimento podem participar individualmente ou em consórcio do leilão.

Valdir Silveira, diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB, destacou que o leilão representa uma oportunidade de negócio promissora, principalmente devido ao histórico de produção diamantífera da região. O leilão da área mineral na Bahia será formalizado por meio de um contrato de Promessa de Cessão de Direitos Minerários, que será assinado após o evento pelos representantes da entidade vencedora.



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pesquisa desativa genes causadores de desconforto


Tão presente no dia a dia dos brasileiros, o feijão é a leguminosa mais consumida. No entanto, quem exagera na dose costuma ter aquela sensação de inchaço característica. Aliás, não é segredo para ninguém que o prato costuma causar flatulências. No entanto, se depender da ciência, esse incômodo está com os dias contados.

Uma equipe de pesquisadores da Embrapa realizou, pela primeira vez, a edição gênica em feijão para o desenvolvimento de uma nova variedade com menos fatores antinutricionais, ligados a um grupo de substâncias chamado rafinose, um tipo de composto conhecido por causar desconforto digestivo e gases em humanos.

Os cientistas conseguiram eliminar genes relacionados à produção de oligossacarídeos (carboidratos) da família rafinose, a partir do conhecimento do genoma do feijão e do domínio de ferramentas de engenharia genética de sistemas CRISPR (sigla em inglês para Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas).

Dois genes do genoma da planta foram desativados, de acordo com os pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão (GO) em Biologia Molecular Josias Correa e Rosana Vianello, coordenadores do estudo inédito.

Vianello conta que a pesquisa analisou os teores de oligossacarídeos do grupo rafinose em diferentes tecidos e fases de desenvolvimento da planta de feijão. Essas informações foram avaliadas em relação ao conhecimento já produzido pelo estudo do genoma do feijão, sequenciado há quase dez anos.

Inativação de genes do feijão

Equipe responsável pelo trabalho: pesquisadores Josias Correa e Rosana Vianello e o bolsista Dener Lucas dos Santos. Foto: Rodrigo Peixoto

O objetivo foi conhecer o padrão de expressão dos genes alvo potenciais que estariam por trás da biossíntese de rafinose. Nesse processo, os pesquisadores investigaram o padrão de expressão de genes, e dois deles, rafinose e estaquiose – outro oligossacarídeo de difícil digestão –, foram identificados e inativados. Esses genes tiveram sua expressão bloqueada por meio da adaptação de ferramentas de edição gênica.  

Vianello considera que a técnica CRISPR é revolucionária para edição gênica. “No caso de características relacionadas à qualidade tecnológica e nutricional de grãos, a técnica emerge como uma importante ferramenta para editar genes específicos e, com isso, realizar um melhoramento de precisão, abrindo novas perspectivas para o desenvolvimento de variedades mais atrativas para produtores e consumidores”, afirma.

Gerações de plantas editadas

Segundo a pesquisadora, a próxima etapa desse estudo, já em andamento, é o avanço de gerações de plantas editadas com os genes da rota de rafinose desativados. Isso implica, em ambiente controlado de casa de vegetação, o plantio de sementes, o crescimento de plantas, a colheita e o replantio de sementes.

A intenção, como em todo processo de melhoramento genético, é tornar estável a herdabilidade da nova característica.

“A geração editada T0 está produzindo sementes T1. Vamos plantar T1 e esperamos que a edição seja transmitida para a próxima geração. Somente com o avanço das gerações, de T1 para T2 e de T2 para T3, teremos as edições em homozigose (o que torna a característica editada com herdabilidade estável) e poderemos avaliar o fenótipo das plantas (conjunto de características resultante da interação com o ambiente), além de testar linhagens em diferentes locais que poderão se tornar uma nova variedade”, destaca Vianello.

A partir dos testes de fenotipagem é que também poderá ser determinado o quão significativa foi a redução da presença de teores de rafinose no grão de feijão. Todo esse trabalho pode levar ao lançamento de uma variedade editada geneticamente em um período entre cinco a oito anos.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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CNA analisa cenários do agronegócio para 2025 em evento



O diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, participou do MS Agro 2024, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), em Campo Grande, nesta semana. Durante a palestra, ele apresentou as projeções para o agronegócio em 2025 e destacou a necessidade de ajustes nos preços, que caíram nos últimos três anos após o aumento registrado em 2020 devido à pandemia.

Lucchi explicou que o PIB do segmento deve fechar no negativo, refletindo uma correção nos preços que haviam disparado durante a crise sanitária. Ele também discutiu o comportamento das principais cadeias produtivas, como soja e milho.

Cenário da soja e milho no agronegócio

Em relação à soja, o Brasil deverá ter uma sobra de cerca de 20% na safra 2024/2025, com preços estáveis no próximo ano. Já para o milho, espera-se uma recuperação da produção tanto no Brasil quanto em países concorrentes, como Argentina e Estados Unidos, com o Brasil recuperando cerca de 4% de sua produção.

Quais as projeções para a carne bovina?

No setor de carne bovina, Lucchi destacou que, apesar da margem apertada de lucro, o Brasil continuará como principal exportador mundial, com a produção estimada em 3,6 milhões de toneladas, superior à Austrália. O diretor ressaltou que as exportações de carne bovina brasileira já atingiram recordes históricos, como o registrado em setembro de 2024, com 170 milhões de toneladas exportadas.

Projeções internacionais

O cenário internacional também foi discutido, com Lucchi abordando os desafios que podem afetar o agronegócio, como a Lei Antidesmatamento da União Europeia, a guerra no Oriente Médio e as eleições nos Estados Unidos. Ele alertou que esses fatores podem impactar a logística e os custos do setor, além de influenciar a competitividade das exportações brasileiras.

Cenário otimista para o agronegócio

As dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais devido às altas taxas de juros e ao acesso restrito ao crédito também foram abordadas. A CNA tem buscado alternativas, como o Fundo de Catástrofe e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, para mitigar esses desafios. O diretor concluiu sua apresentação com uma mensagem positiva, destacando que 2025 promete ser um ano mais favorável para a produção agropecuária no Brasil.



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Aprosoja MT promove consumo de bebida de soja entre crianças em vulnerabilidade social



Com o fornecimento de bebida de soja, o Programa Agrosolidário, promovido pela Aprosoja Mato Grosso, tem colaborado para o bem-estar de crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social. Entre as instituições beneficiadas, a Obras Sociais Seara de Luz, que acolhe 400 famílias, é um exemplo de impacto positivo. Com o apoio da associação, a qualidade de vida e a alimentação das crianças que fazem parte do programa têm se fortalecido.

A bebida de soja fornecida pelo programa se destaca tanto por seu valor nutricional quanto pelo alívio no orçamento das famílias, permitindo que o dinheiro economizado seja redirecionado para outras necessidades. Na creche Filantrópica Nina Zaque, que atende 80 crianças, há melhorias na saúde infantil e aumento na disposição, como observa a presidente da Seara de Luz, Elione Fátima de Almeida Santos.

Além disso, a bebida de soja tem aberto novas possibilidades para a alimentação das famílias, que aprendem a utilizá-la em receitas como bolos e batidas, o que amplia as opções alimentares e ajuda na economia doméstica.

Muito além da bebida de soja

A parceria com a Aprosoja MT também inclui oficinas que ensinam as famílias a aproveitarem melhor o alimento, promovendo autonomia e fortalecendo a economia familiar. Jorge Diego Giacomelli, 2º diretor administrativo da Aprosoja MT, destaca a importância de acompanhar de perto esses projetos e de garantir a continuidade do apoio, que inclui a entrega mensal de 200 cestas de alimentos às famílias atendidas pela Seara de Luz.

Este mês, ao comemorar os 15 anos do Programa Agrosolidário, a Aprosoja MT relembra o impacto dessas ações e reafirma seu compromisso com a solidariedade e o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, com a expectativa de que o programa continue a gerar benefícios por muitos anos.



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