quarta-feira, julho 15, 2026

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série de tufões compromete armazenamento de arroz



Tufão Man-Yi causa perdas de infraestrutura agrícola nas Filipinas




Foto: Divulgação

Segundo dados com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), uma sequência de eventos climáticos extremos tem afetado o Sudeste Asiático, com destaque para o tufão Man-Yi, que atingiu o norte das Filipinas, causando danos em uma das principais regiões produtoras de arroz do país. Esse foi o quarto tufão a atingir a área em menos de duas semanas, trazendo ventos de 105 nós e sendo classificado como um tufão violento pelo Centro Meteorológico Regional Especializado no Japão.

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Durante o período, a precipitação semanal na região chegou a 200 mm em alguns locais, acumulando 600 mm de chuva no mês devido à sequência de tempestades. Apesar de a maior parte do arroz da estação principal já ter sido colhida, perdas foram registradas devido aos danos em instalações de armazenamento.

Enquanto o norte das Filipinas enfrentava condições severas, o restante do país teve chuvas mais moderadas, com precipitações de até 50 mm, permitindo a manutenção de condições relativamente normais em outras áreas agrícolas.

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Na Malásia, chuvas torrenciais de até 400 mm na península interromperam a colheita de óleo de palma, embora não tenham causado impactos na produtividade. Já na Indonésia, as chuvas generalizadas em Java, variando de 25 a 300 mm, continuam sustentando o arroz da estação principal. A precipitação sazonal em Java está 115% acima do normal, refletindo uma melhoria significativa em relação ao início ruim da temporada chuvosa no ano passado.





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Carne suína mantém alta nos preços pelo quarto mês consecutivo


De acordo com o Agro em Dados, publicação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, a valorização dos preços da carne suína segue pelo quarto mês consecutivo no Brasil, impulsionada pela oferta reduzida de animais para abate e pelo aumento da demanda, tanto no mercado interno quanto externo. Os meses de julho e agosto registraram cotações acima dos últimos quatro anos.

As exportações nacionais de carne suína mantiveram um ritmo acelerado, com agosto sendo o segundo melhor mês, após julho, tanto em volume embarcado quanto em valor arrecadado. Em relação ao mesmo período de 2023, houve crescimento de 4,5% no volume exportado e 9,2% na receita obtida.

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Goiás teve destaque nas exportações, ocupando a terceira posição no ranking nacional em agosto, com alta de 4,4% no volume e 15,9% no valor em comparação a agosto de 2023. Entre os principais destinos das exportações goianas estiveram Filipinas, Chile, China, Hong Kong e Japão.

O aumento da demanda pela proteína suína tem proporcionado melhores margens aos produtores, já que os preços estão mais valorizados em relação aos custos de produção, como milho e farelo de soja.

Segundo estimativas da Conab, a produção nacional de carne suína deve atingir 5,5 milhões de toneladas em 2025, representando um crescimento significativo no setor. A oferta para o mercado interno está projetada em 4,2 milhões de toneladas, um aumento de 1,1%, enquanto as exportações podem chegar a 1,27 milhão de toneladas, uma elevação de 3% em relação a 2024.





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Argentina registra avanço no plantio de milho e soja



Chuvas moderadas aliviam seca em áreas agrícolas da Argentina




Foto: Canva

Segundo dados com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as chuvas registradas em regiões centrais da Argentina trouxeram alívio para áreas agrícolas afetadas pela seca, especialmente em Buenos Aires, La Pampa e Córdoba, onde os volumes variaram entre 10 e 75 mm. Essa precipitação foi essencial para aumentar as reservas de umidade do solo, favorecendo o milho e a soja emergentes, além dos grãos de inverno que ainda se encontram em fase de maturação.

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De acordo com o USDA, no entanto, áreas produtivas no sul de Santa Fé e no leste, até o Uruguai, receberam menos de 10 mm de chuva. Nessas regiões, o calor intenso do verão, com máximas entre 30°C e 35°C, elevou as taxas de evaporação, comprometendo parcialmente as condições do solo.

No norte da Argentina e no Paraguai, chuvas mais intensas, variando entre 10 mm e 100 mm em algumas localidades, sustentaram a umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento de grãos de verão, sementes oleaginosas e algodão. As temperaturas altas, com picos entre 35°C e 40°C, contribuíram para o cenário sazonal esperado.

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Até 21 de novembro, o governo argentino reportou avanços no plantio de milho e soja, que atingiram 45% e 36% da área estimada, respectivamente. Girassóis e algodão avançaram em 85% e 25%, enquanto a colheita de trigo foi concluída em 29% das áreas, superando os 27% registrados no mesmo período do ano passado, conforme o boletim.





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Plantio de trigo de inverno chega a 97% da área estimada nos EUA



Plantio de trigo de inverno avança nos EUA




Foto: Canva

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio do trigo de inverno para a safra de 2025 atingiu 97% da área planejada até o dia 24 de novembro. Esse percentual é igual ao registrado no mesmo período do ano passado, mas 1 ponto abaixo da média dos últimos cinco anos.

Durante a semana, os estados da Califórnia e Carolina do Norte registraram avanços superiores a 10 pontos percentuais no plantio. Das 18 principais regiões produtoras, 16 já concluíram ou estão próximas de finalizar o processo.

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Em nível nacional, 89% das áreas plantadas apresentaram emergência até o dia 24, um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, mas em linha com a média de cinco anos. O progresso foi especialmente em Arkansas, Califórnia e Carolina do Norte, onde a emergência avançou em 10 pontos percentuais ou mais na última semana.

Quanto à qualidade das lavouras, 55% da área plantada foi classificada como em boas a excelentes condições, um aumento de 6 pontos percentuais em relação à semana anterior e de 5 pontos em relação ao mesmo período do ano passado.





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Haddad anuncia taxação a quem recebe mais de R$ 50 mil por mês



O governo enviará, combinado ao pacote de corte de gastos obrigatórios, a proposta para isentar de Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil por mês, disse em pronunciamento em rede nacional o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na noit desta quarta-feira (27).

Ele esclareceu que a medida não terá impacto sobre as contas públicas porque será bancada com a taxação extra de quem ganha mais de R$ 50 mil mensais.

“É o Brasil justo, com menos imposto e mais dinheiro no bolso para investir no seu pequeno negócio, impulsionar o comércio no seu bairro e ajudar a sua cidade a crescer. A nova medida não trará impacto fiscal, ou seja, não aumentará os gastos do governo, porque quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará um pouco mais. Tudo sem excessos e respeitando padrões internacionais consagrados”, disse o ministro.

Haddad: ‘Sem impostos na cesta básica’

Segundo Haddad, a medida faz parte da segunda etapa da reforma tributária, que prevê a reforma do Imposto de Renda. No pronunciamento, o ministro lembrou da reforma tributária do consumo, promulgada no ano passado e em regulamentação pelo Congresso, que trará outros benefícios às classes baixa e média.

“Essa medida, combinada à histórica Reforma Tributária, fará com que grande parte do povo brasileiro não pague nem Imposto de Renda e nem imposto sobre produtos da cesta básica, inclusive a carne. Corrigindo grande parte da inaceitável injustiça tributária, que aprofundava a desigualdade social em nosso país”, acrescentou o ministro.



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Adidos agrícolas brasileiros na China, Estados Unidos e Irã buscam aberturas de mercado



Brasília cedia até a próxima sexta-feira (29) o Encontro Nacional dos Adidos Agrícolas, vindos de países onde o governo brasileiro tem representação. Trata-se de uma forma de acelerar as exportações e buscar novos mercados aos produtos nacionais.

São mais de 500 reuniões entre o governo, os representantes, equipes técnicas e setores produtivos de alimentos e bebidas para contribuir com o aumento do acesso aos mercados internacionais. Ao todo, são 40 adidos agrícolas brasileiros pelo mundo, em todos os continentes.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil no mundo e conta com dois adidos brasileiros. Um deles, Leandro Feijó, conta como é feito esse trabalho. “Nós desenvolvemos várias ações que fazem com que a gente possa entender melhor como é o nosso parceiro e como nós devemos atuar. Então, nesse sentido, a gente tem uma interlocução muito forte e estreita com as autoridades governamentais na China. Tratamos da discussão de temas sanitários, fitossanitários, de barreiras. Fazemos um monitoramento do marco regulatório das legislações que são criadas e que são revisadas”, conta.

Brasil e Estados Unidos

Já a Ana Lucia Paiva Viana é adida agrícola do Brasil nos Estados Unidos, onde o principal tema tratado, no momento, é a transição energética e os biocombustíveis. Contudo, a entrada das principais commodities agrícolas, como café, algodão e carnes bovina e suína também são discutidas com as autoridades norte-americanas.

“Faço toda essa questão de cooperação, também buscando a troca de tecnologia entre a produção norte-americana para a produção brasileira. Os Estados Unidos é um grande player, um grande produtor, assim como o Brasil. Não podemos nos considerar como grandes competidores, embora produzimos as mesmas commodities, mas temos que ser um país parceiro para garantir a questão da segurança alimentar e também a busca de investimentos”.

Nova adidância no Irã

Assim como China e Estados Unidos, o Irã é um parceiro histórico do Brasil no agronegócio. Nos últimos 15 anos, se transformou no principal comprador dos produtos agrícolas no Oriente Médio, como milho, açúcar, óleo de soja e carnes. Entretanto, o país sofre com sanções que dificultam as importações. Esse cenário requer a atuação do adido agrícola.

“Com a ida do novo adido agrícola, um posto que está sendo aberto, porque, até então, não tínhamos um posto de adido agrícola no Irã, a gente pretende que esse bom relacionamento político também se espalhe para áreas operacionais e áreas técnicas de relacionamento direto entre o Ministério da Agricultura e demais Ministérios”, diz o novo adido agrícola do Irã, Marlos Schuck Vicenzi.



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Mercado do boi gordo passa a estabilizar preços após altas históricas



O mercado físico do boi gordo apresentou preços acomodados nesta quarta-feira (27). O ambiente de negócios ainda sugere por reajuste dos preços.

“No entanto, este movimento aparenta estar perdendo intensidade, o que é bastante compreensível após movimento tão robusto de alta”, destaca o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, é importante mencionar que não há avanço consistente das escalas de abate de gado, da mesma maneira que as exportações seguem bastante representativas na atual temporada, com o país caminhando para um recorde absoluto.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 341,48

Mercado atacadista

O atacado apresenta firmeza em seus preços no decorrer da semana. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta no curto prazo, mas o movimento tende a perder intensidade.

Isso ocorre conforme o processo de migração do consumidor brasileiro para as proteínas concorrentes, em especial para a carne de frango.

O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50 por quilo. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,50, por quilo. Ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,81%, sendo negociado a R$ 5,9134 para venda e a R$ 5,9114 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8015 e a máxima de R$ 5,9295.



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Projeto de Lei potencializa reforma agrária e beneficia pequenos produtores



O presidente Lula sancionou nesta quarta-feira (27) o Projeto de Lei 2750/2024, que autoriza o aumento da participação da União no Fundo Garantidor de Operações (FGO), com o objetivo de garantir as operações contratadas aos pequenos produtores no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Em pronunciamento, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, exaltou que o PL é uma medida muito simples, que não exigiu nem a apreciação de uma lei, e que vai potencializar a reforma agrária de uma forma adequada.

Segundo o ministro, até então o Banco do Brasil levava a leilão as terras dos inadimplentes, onde se pagava 30% a 40% do valor da terra.

“Já o Incra, para desapropriar uma terra na mesma região, pagava às vezes 20% acima do valor do mercado. Isso é uma irracionalidade. De um lado o BB vendia uma terra por 40% do que valia, para recuperar uma parte do crédito, uma vez que o BB não ia ficar com terra em seu ativo, e nós do outro lado pagando 20% acima do que pagaríamos se fosse feita uma compra no mercado. Então o que nós concluímos é que ao invés de irmos para desapropriação, se o valor for adequado, a gente adjudica a terra pelo valor, e consegue por um terço do preço a mesma coisa que faríamos se usássemos o procedimento tradicional”, enfatizou Haddad.

Ainda segundo o ministro, muitas vezes essa terra que é adjudicada [cedida] é uma grande propriedade, já que, muitas vezes, vem com implementos agrícolas, com máquinas e equipamentos que permitem a produção com alta produtividade.

“Então pode-se organizar uma cooperativa de trabalhadores que estão ali assentados ao invés de usar o método tradicional e organizar uma empresa agrícola em nome dos cooperados. Pedi atenção ao MDA nesse aspecto, porque precisamos melhorar a produtividade do campo, sobretudo do pequeno produtor, que não consegue concorrer, muitas vezes, com o agronegócio, e às vezes perde a terra para o agronegócio em função da produtividade. Se nós soubermos utilizar essa terra, vamos fazer a agricultura mudar de nível, assumir novo protagonismo no país”, concluiu.



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Participe do Porteira Aberta Empreender



No dia 20 de dezembro, às 20h, estreia no YouTube e na tela do Canal Rural o programa Porteira Aberta Empreender, feito para você, micro e pequeno produtor rural, que busca inovação e crescimento nos seus negócios.

Este será um espaço para quem quer aprender e fazer a diferença. 

Através de dicas práticas sobre gestão, acesso ao crédito e estratégias de mercado -você vai descobrir como ir além da porteira 

Tudo isso com foco no fortalecimento do empreendedorismo rural.

Não fique de fora! 

Clique no vídeo abaixo para saber mais sobre o programa. Juntos, vamos abrir as portas para o futuro do agronegócio!

Queremos saber suas dúvidas, sugestões e experiências! Compartilhe com a gente através do WhatsApp. Este espaço é seu, produtor!



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Proposta de antecipação do vazio sanitário da soja ganha força no Paraná



A sugestão será encaminhada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)




Foto: Pixabay

Segundo o informado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento Paraná, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) promoveu, nesta quarta-feira (28), o fórum “Proposta de vazio sanitário e calendário de semeadura da soja – Safra 2025/26”, realizado no auditório do Sistema-Faep, em Curitiba. O encontro concluiu pela necessidade de antecipar em 12 dias o período do vazio sanitário na região Sudoeste do estado.

A sugestão será encaminhada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) até 31 de janeiro de 2025 para avaliação e possível aprovação. Atualmente, os municípios do Sudoeste, classificados como Região 3, são os últimos a iniciar o período de vazio sanitário no estado. Com a proposta, a Região 3 começaria o período em 10 de junho de 2025, encerrando-se em 10 de setembro.

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De acordo com a Secretaria, o vazio sanitário é um período em que não se permite o cultivo ou manutenção de plantas vivas de soja no campo, visando combater o fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática. Considerada a principal doença da soja, a ferrugem pode gerar graves impactos na produtividade e elevados custos de controle.

A Adapar é responsável pela fiscalização no Paraná, monitorando o cumprimento do vazio sanitário. Os produtores que não erradicarem as plantas vivas de soja durante o período estarão sujeitos a penalidades previstas na legislação.





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