quinta-feira, maio 14, 2026

Agro

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Senadores americanos criticam tarifaço e acusam Trump de abuso de poder



Senadores democratas enviaram uma carta para Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, contestando o tarfiaço contra o Brasil.

Assinada por 11 parlamentares de oposição ao republicano, a carta acusa Trump de “claro abuso de poder” e afirmam que ele está usando “a economia americana para interferir em favor de um amigo”, referindo-se ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Escrevemos para expressar sérias preocupações sobre o claro abuso de poder presente em sua recente ameaça de iniciar uma guerra comercial com o Brasil. (…) Interferir no sistema legal de uma nação soberana estabelece um precedente perigoso, provoca uma guerra comercial desnecessária e coloca cidadãos e empresas americanas em risco de retaliação”, apontam.

No texto, os parlamentares também argumentam que a medida aumenta os custos das família e família americanas, destacando que o comércio entre os dois país gera 130 mil empregos para os EUA.

“Suas ações aumentariam os custos para famílias e empresas americanas. Os americanos importam mais de US$ 40 bilhões por ano do Brasil, incluindo quase US$ 2 bilhões em café.O comércio entre EUA e Brasil sustenta cerca de 130 mil empregos nos Estados Unidos, que estão em risco diante da ameaça de tarifas elevadas. O Brasil também prometeu retaliar, e o senhor prometeu retaliar em resposta — o que significa que os exportadores americanos sofrerão e os impostos sobre importações para os americanos aumentarão além do nível de 50% que o senhor ameaçou”.

Na parte final, o documento alerta que uma “guerra comercial” com o Brasil aproximaria o país da China, aumentando a influência deles na América Latina.

“Uma guerra comercial com o Brasil também aproximaria o país da República Popular da China (RPC) em um momento em que os EUA precisam combater agressivamente a influência chinesa na América Latina. Empresas estatais e ligadas ao Estado chinês estão investindo fortemente no Brasil”.



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Prévia da inflação acelera para 0,33% em julho



A bandeira vermelha na conta de luz e reajustes de tarifas em cinco capitais pressionaram o bolso do brasileiro em julho, fazendo com que a prévia da inflação ficasse em 0,33%, acima do registrado em junho (0,26%).

Ao mesmo tempo, o preço dos alimentos – um vilão da inflação nos últimos meses – caiu pelo segundo mês seguido, ajudando a segurar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial.

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Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (25), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o IPCA-15 acumula 5,3% nos últimos 12 meses, acima da meta do governo, que tolera até 4,5%. Em julho de 2024, o IPCA-15 tinha sido de 0,30%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, cinco tiveram alta em julho.

Confira resultados e impactos em pontos percentuais (p.p.)

  • Alimentação e bebidas: -0,06% (-0,01 p.p.)
  • Habitação: 0,98% (0,15 p.p.)
  • Artigos de residência: -0,02% (0 p.p.)
  • Vestuário: -0,10% (0 p.p.)
  • Transportes: 0,67% (0,13 p.p.)
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,21% (0,03 p.p.)
  • Despesas pessoais: 0,25% (0,03 p.p.)
  • Educação: 0,00% (0 p.p.)
  • Comunicação: 0,11% (0 p.p.)

Conta de luz

Apesar de ter sido o maior impacto de alta na prévia da inflação, a subida de 0,98% do grupo habitação desacelerou ante junho, quando marcou (1,08%). Agora em julho, o grupo foi pressionado pela energia elétrica residencial, que subiu 3,01%, sendo o subitem com maior impacto positivo de todo o IPCA-15.

A culpa desse aumento situa-se na bandeira tarifária vermelha patamar 1, determinada pelo governo para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. Iniciada em junho, a cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos foi mantida em julho. No mês passado, a energia residencial subiu 3,29%.

O subitem foi pressionado também por reajustes nas contas em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Como o IPCA-15 é nacional, esses aumentos regionais se refletem no índice.

Alimentos

Depois de terem recuado 0,02% em junho, os alimentos caíram novamente em julho, desta vez, 0,06%. As quedas da batata-inglesa (-10,48%), cebola (-9,08%) e arroz (-2,69%) foram as que mais puxaram para baixo o resultado.

Antes desses dois recuos, o preço da comida tem sido um grande vilão, tanto que acumula alta de 7,36% em 12 meses, se configurando o grupo de maior variação em todo o IPCA-15. Um dos fatores que têm ajudado a baixar os custos é a safra brasileira, com previsão de ser recorde.

Transportes

No grupo transportes, a alta de 0,67% foi impulsionada pelas passagens aéreas, que subiram 19,86% (impacto de 0,11 p.p.) e pelos serviços de carros de aplicativo ((14,55% e 0,03 p.p.).

Já os combustíveis trouxeram alívio com recuo de 0,57%. Caíram os preços do gás veicular (-1,21%), diesel (-1,09%), etanol (-0,83%) e gasolina (-0,50%). Como a gasolina é o subitem com maior representatividade na cesta de consumo dos brasileiros, o resultado de julho fez com que representasse o recuo com mais peso de todo o IPCA-15 (-0,03 p.p.)

IPCA-15

O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.

A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 14 de junho a 15 de julho.

Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.518.

O IPCA-15 coleta preços em 11 cidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de julho será divulgado em 12 de agosto.



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Chefe-geral da Embrapa Soja destaca papel da ciência no avanço da oleaginosa no Brasil



Durante o 10º Congresso Brasileiro de Soja (Cbsoja), realizado em Campinas (SP), o chefe-geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, conversou com a equipe do Soja Brasil e destacou os 50 anos da instituição e sua contribuição estratégica para transformar o Brasil em uma potência global na produção da oleaginosa.

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Segundo ele, a evolução da soja no país, responsável por quase 7% do Produto Interno Bruto (PIB) e por mais de 2 milhões de empregos, só foi possível graças à ciência, à tecnologia e à formação de pessoas. Nepomuceno afirmou que toda a força do agro brasileiro, especialmente da soja, é resultado direto do investimento em pesquisa, inovação e da parceria com universidades e institutos de pesquisa.

Criada em 1975, a Embrapa Soja liderou o processo de adaptação da cultura ao clima tropical. O trabalho envolveu desde a correção de solos e o controle de pragas até o desenvolvimento de cultivares com genética de alta produtividade, adequadas às condições brasileiras. Segundo o pesquisador, foi necessário adaptar tecnologias de regiões de clima temperado e criar soluções específicas para áreas como o Cerrado, o que representou um grande desafio científico e tecnológico.

Com esse esforço, o Brasil se consolidou como líder mundial em agricultura tropical. Essa posição é fruto de décadas de dedicação com base no conhecimento científico desenvolvido no país.





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Trump diz que há 50% de chance de fechar acordo com União Europeia



Donald Trump afirmou, nesta sexta-feira (25), que as chances de fechar um acordo comercial com a União Europeia antes da entrada em vigor das novas tarifas em 1º de agosto são de apenas 50%, podendo ser até menores.

Trump comentou a situação pouco antes de embarcar para uma viagem à Escócia, indicando que a probabilidade de sucesso nas negociações é incerta. Segundo ele, qualquer acordo teria que resultar em uma redução (“buy down”) da tarifa de 30% prevista para ser aplicada ao bloco dos 27 países europeus.

O presidente também destacou que, anteriormente, avaliava em apenas 25% as chances de um acordo comercial com o Japão, mas, mesmo assim, os dois países anunciaram um entendimento nesta semana. O cenário, portanto, segue aberto e pressionado pelo prazo, com os riscos de tarifas mais altas caso não se chegue a um consenso com a União Europeia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como está o mercado do milho?


Liquidez baixa e dependência do milho de fora continuam no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mesmo com o avanço da colheita, a oferta interna continua limitada, com muitos produtores evitando negociar. Para agosto, compradores indicam valores entre R$ 66,00 e R$ 70,00/saca, enquanto os preços atuais giram em torno de R$ 64,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 65,00 em Não Me Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi, e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Descompasso entre pedidos e ofertas segue afetando o mercado de Santa Catarina. “O descompasso entre pedidos de venda e ofertas de compra continua sendo o principal obstáculo. Em Campos Novos, produtores pedem entre R$ 83,00 e R$ 85,00/saca, enquanto as indústrias oferecem até R$ 75,00. No Planalto Norte, as pedidas giram em torno de R$ 80,00, mas as ofertas continuam limitadas a R$ 75,00”, completa.

Colheita segue avançando com boas expectativas no Paraná. “O mercado de milho no Paraná continua travado, com liquidez extremamente baixa e poucas negociações. A diferença entre os preços pedidos pelos produtores e as ofertas da indústria mantém o impasse. Enquanto os vendedores pedem em média R$ 76,00/saca FOB, com alguns casos chegando a R$ 80,00, o setor de rações segue ofertando R$ 73,00 CIF, o que impede qualquer retomada mais consistente nas vendas”, indica.

Incertezas após período de estabilidade nas cotações marcam o mercado do Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul segue travado, com liquidez extremamente baixa, mesmo após ajustes pontuais em algumas praças. Em Dourados, por exemplo, os preços subiram levemente nos últimos dias. Apesar disso, o movimento ainda é tímido, com retração de vendedores e compradores, o que impede avanços nas negociações”, conclui.

 





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Brasil pode liderar nova revolução energética


O petróleo foi o combustível do século 20. Agora, o motor do futuro será movido por metais invisíveis ao olhar comum, mas essenciais à nova economia mundial: os chamados metais das terras raras. Eles estão presentes em praticamente tudo que envolve tecnologia limpa e digital, de turbinas eólicas a carros elétricos, passando por baterias, painéis solares e até mísseis e satélites.

Mas a chave para essa nova era não é só o mineral. É também a fonte de energia.
E é aqui que entra a transição energética, liderada por fontes renováveis como o sol, o vento, a biomassa e o hidrogênio verde.

O que poucos se dão conta é que o Brasil é um dos únicos países do mundo com potencial real de dominar essas duas frentes ao mesmo tempo.

O que o Brasil tem?

  • Reservas importantes de terras raras, ainda pouco exploradas, principalmente no Norte e Nordeste.
  • Uma matriz energética limpa, com mais de 80% da eletricidade vinda de fontes renováveis.
  • Capacidade agrícola e biomassa, que o posicionam para liderar a produção de hidrogênio verde.
  • Tecnologia, mão de obra e base industrial que podem ser ativadas com estímulo e coordenação.

Ou seja: o Brasil pode ser fornecedor, desenvolvedor e consumidor das soluções do futuro.

Países como China, EUA e União Europeia já entenderam essa lógica. A disputa geopolítica pelas terras raras está em curso, com governos investindo bilhões para garantir cadeias de suprimento seguras. Ao mesmo tempo, a corrida por energia limpa acelera com metas climáticas ambiciosas até 2030 e 2050.

Se o Brasil seguir apenas exportando minério bruto, ficará preso à velha lógica colonial: fornecendo insumo barato e comprando a tecnologia cara.

Mas se assumir seu papel como potência mineral e energética, pode se tornar protagonista global — com autonomia, soberania e valor agregado.

O que falta?

  • Um plano nacional de terras raras, com foco em pesquisa, beneficiamento e agregação de valor.
  • Parcerias público-privadas para integrar ciência, indústria e setor energético.
  • Uma estratégia de segurança energética e soberania tecnológica.
  • E, acima de tudo, visão de longo prazo e vontade política.

O mundo caminha para uma economia de baixo carbono e alta tecnologia. Os pilares dessa nova era são claros: metais estratégicos e energia limpa. O Brasil é um dos poucos países com as duas chaves nas mãos.

A pergunta que fica é simples, mas poderosa: vamos entregar essas chaves ou usá-las para abrir o nosso próprio futuro?

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Cbsoja reúne 2 mil congressistas em Campinas (SP)



De 21 a 24 de julho, Campinas (SP) foi palco do X Congresso Brasileiro de Soja (CbSoja) e do Mercosoja 2025, que reuniram cerca de 2 mil participantes do Brasil, Argentina, Paraguai e China. Promovidos pela Embrapa Soja, os eventos celebraram os 100 anos da cultura da soja no país e discutiram os principais desafios técnicos, logísticos e de mercado.

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A programação técnica contou com quatro conferências e 15 painéis, que reuniram mais de 50 palestras com especialistas nacionais e internacionais de diferentes segmentos do complexo soja. Os temas abordaram desde fitossanidade, geopolítica e relação Brasil-China até sustentabilidade e inovação. “A resposta do público foi muito positiva. A programação agregou informação e promoveu reflexões importantes para a tomada de decisão”, avalia o presidente do evento, Fernando Henning, pesquisador da Embrapa.

Para o chefe-geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, discutir sustentabilidade em um ano marcado pela COP 30 é ainda mais relevante. “Falamos sobre os impactos das mudanças climáticas, o papel da agricultura digital e como a sustentabilidade tende a pautar cada vez mais a agenda da soja”, pontua. Ele também ressaltou a importância econômica da cadeia, responsável por 6,4% do PIB brasileiro e cerca de 2 milhões de empregos.

A programação incluiu mini-workshops sobre temas práticos, como fertilidade do solo, bioinsumos e manejo de nematoides, além do workshop internacional Soybean2035, que debateu o futuro da biotecnologia na cultura da soja com especialistas do Brasil, China, Argentina, EUA e Canadá. Além disso, a sessão pôster reuniu 321 trabalhos técnicos-científicos.

A próxima edição do CBSoja e Mercosoja está marcada para 2028.



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mesmo com tarifação mercado segue negociando



Apesar das atuais complicações relacionadas à tarifação americana sobre as exportações brasileiras de suco, o mercado interno de frutas segue negociando as primeiras laranjas da safra 2025/26, assim como as tangerinas poncã. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, as laranjas do grupo das precoces ainda representam a maior parte das frutas entregues para a indústria de suco. Ao mesmo tempo, os limões tahiti apresentam baixa disponibilidade, devido à entressafra. Já quanto às tangerinas poncã, a safra caminha para o fim na região Sudeste. 

Ainda conforme pesquisadores do Cepea, diante das incertezas relacionadas à tarifação americana, indústrias brasileiras seguem recebendo frutas apenas via mercado spot e por meio de contratos já firmados, visto que novas contratações estão suspensas. 

Como a safra principal não começou e a maior parte das cargas é composta por variedades precoces, as frutas processadas atualmente apresentam limitações de qualidade, ressalta o Centro de Pesquisas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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diferença de preço entre brancos e vermelhos atinge o menor patamar do ano



ANÁLISE

Suínos: mesmo com baixa nas cotações, média mensal avança

Os preços do suíno vivo e da carne suína seguiram em queda nos últimos dias. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).  Segundo o instituto, a pressão vem da menor demanda, reforçada pelo período de fim de mês.  Mesmo diante das recentes baixas nas cotações do […]



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cotações seguem em queda, mas menos intensas



Apesar de ainda estarem pressionadas, as cotações da carne de frango registraram melhoras neste mês de junho.É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

As importações da carne de frango brasileira ocorre gradualmente após o país ser considerado livre da gripe aviária pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Dessa forma, ainda há descompasso entre a oferta e a demanda no mercado nacional. 

Ainda assim, segundo o instituto, as quedas observadas neste mês são mais brandas em comparação com o intervalo entre maio e junho. Neste intervalo, o preço da carne de frango resfriada havia registrado recuo expressivo de 13,4%. 

Pesquisadores ressaltam que, em julho, além do impacto das férias escolares, o período de fim de mês intensifica a pressão sobre os valores da carne.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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