terça-feira, maio 12, 2026

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Agosto começa com menos frio e chuva forte; veja a previsão do tempo



Volta a ter chuva nesta sexta-feira (1) no Rio Grande do Sul, principalmente na faixa oeste, Campanha e sul do estado, na forma de pancadas de moderada a forte intensidade. A instabilidade é causada pela atuação de um cavado e pelo forte transporte de umidade vindo do Norte do Brasil. Já no norte gaúcho, em Santa Catarina e no Paraná, o tempo segue firme, sem previsão de chuva e com predomínio de sol. Outro destaque importante é para os ventos na faixa centro-oeste do Rio Grande do Sul, onde as rajadas podem soprar entre 51 e 70 km/h. No norte do Paraná, a atenção é para a umidade relativa do ar, que deve ficar abaixo dos 30% nos horários mais quentes do dia.

No Sudeste, o tempo permanece firme nos quatro estados. O destaque vai para o tempo seco durante os períodos mais quentes do dia, principalmente no interior de São Paulo e de Minas Gerais, onde a umidade relativa do ar pode cair abaixo de 30%. Na faixa noroeste paulista e no Triângulo Mineiro, os índices podem ser ainda mais críticos, chegando a menos de 20%. As temperaturas sobem gradualmente em comparação ao início da semana, reflexo da mudança na direção dos ventos e do afastamento do ar frio.

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Enquanto no Centro-Oeste, a sexta-feira também será marcada por tempo firme e ausência de chuva. A atenção fica para o ar seco, com umidade relativa do ar abaixo de 30% em praticamente toda a região. Em áreas do centro-norte do Mato Grosso do Sul, leste de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, os índices podem chegar a níveis críticos, abaixo de 20%. Há também previsão de ventos mais intensos no sudoeste do Mato Grosso do Sul, com rajadas entre 51 e 70 km/h.

Já no Nordeste, a instabilidade se concentra no litoral. A presença de uma frente fria na altura da Bahia estimula chuvas mais frequentes na faixa leste. O destaque é para o litoral norte da Bahia, incluindo a capital Salvador, e para o litoral de Sergipe, abrangendo Aracaju. Até o litoral do Rio Grande do Norte, as pancadas de chuva ocorrem de moderada a forte intensidade. Nas demais áreas litorâneas, a chuva é provocada pela circulação dos ventos do mar para o continente. No interior nordestino, o cenário segue de tempo seco, com umidade relativa do ar abaixo de 30% nos horários mais quentes do dia.

E na Região Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém chuvas na forma de pancadas moderadas a fortes no centro-norte do Amazonas, em Roraima, no centro-norte do Pará e no Amapá. No restante da região, o tempo firme predomina. No sul do Pará e em Tocantins, a baixa umidade também chama atenção, com índices abaixo de 30% durante a tarde.

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Com apoio do ALI Rural, produtora de Barretos amplia a horta



A produtora Elaine Dias, da cidade de Barretos (SP), já acumula 12 anos de experiência no cultivo de hortaliças. No entanto, foi nos últimos seis meses que ela viu mudanças significativas acontecerem em sua horta. O motivo? Sua participação no projeto ALI Rural, do Sebrae.

“Muita coisa mudou por aqui, em questão de tanto do plantio, planejamento do plantio, como também planejamento financeiro”, afirma Elaine.

Além da gestão, o impacto também chegou nas vendas. Com orientação técnica e acompanhamento direto de um Agente Local de Inovação, ela conseguiu ampliar a produção e conquistar mais clientes. “O projeto ALI Rural veio para mudar mesmo, inclusive nós até ampliamos a nossa produção, também e melhoramos muito, graças ao projeto ALI Rural.”, destaca.

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O ALI Rural é uma iniciativa do Sebrae que leva inovação e ferramentas de gestão diretamente para o campo. A proposta é simples: apoiar pequenos produtores com soluções práticas e personalizadas, promovendo mais eficiência e resultados reais.

“Eu sou muito grata ao Sebrae pelo que eles fizeram por mim, pela atenção que deram, foi muito bom mesmo”, completa Elaine.

A trajetória da Horta Vitória mostra como o acesso ao conhecimento e à inovação pode transformar a agricultura familiar. Com apoio certo e orientação técnica, é possível crescer com sustentabilidade e segurança.

Veja como participar do ALI Rural

O programa do Sebrae-SP oferece 12 meses de acompanhamento técnico gratuito para impulsionar a inovação no campo, reduzir custos, melhorar a gestão e ampliar o acesso ao mercado.

Saiba mais e inscreva-se: https://contato.sebraesp.com.br/alirural



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AgroNewsPolítica & Agro

acúmulo de frio permite início da poda



Produtores iniciam manejo de inverno nas vinhas




Foto: Divulgação

A poda das videiras começou a ganhar intensidade na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (31). A atividade deverá se estender até agosto, aproveitando as condições climáticas atuais. Segundo a Emater/RS-Ascar, “são necessários cerca de 12 dias para concluir a poda de um hectare, o que representa uma média de 183 plantas podadas por dia por pessoa”.

Por precaução, o início da poda ocorre, prioritariamente, nas áreas com menor risco de geadas tardias, especialmente em regiões mais elevadas. Em áreas mais baixas, os viticultores optam por adiar a poda de inverno para evitar que brotações precoces sejam danificadas por geadas. “Os produtores também realizam tratamentos de inverno nas videiras, com uso predominante da calda sulfocálcica”, informa o boletim.

Na região de Frederico Westphalen, as temperaturas oscilaram entre 10 °C e 25 °C. O acúmulo de horas de frio até 27 de julho, ou seja, o número de horas com temperaturas inferiores a 7,2 °C, foi de 154 na estação meteorológica de Caibi (SC) e 177 em Frederico Westphalen. Segundo a Emater/RS-Ascar, “a poda e o preparo dos vinhedos para a quebra da dormência foram iniciados, uma vez que a demanda mínima de horas de frio foi atingida”.

Além disso, os produtores da região iniciaram os preparativos para a adubação com fósforo e nitrogênio. Também estão sendo feitas aplicações de calda sulfocálcica para combater inóculos de fungos e controlar cochonilhas nos troncos das plantas.





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Novas tarifas de Trump dão o tom nos mercados; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o tombo do cobre e o fortalecimento do dólar com nova ofensiva tarifária de Trump. Nos EUA, dados fortes adiaram apostas de corte de juros, elevando os Treasuries.

No Brasil, o Ibovespa caiu 4,17% em julho e o dólar subiu 3,07%, a R$ 5,60. Pressões fiscais e políticas mantêm a curva de juros pressionada.

Hoje, foco no payroll, CPI europeu e produção industrial brasileira.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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agosto começa com extremos; veja previsão



Geada na serra catarinense e temperaturas de 38°C em Cuiabá. O inverno brasileiro de extremos tem mais um capítulo neste início de agosto. Confira a previsão desta sexta-feira (1).

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Sul

As chuvas voltam a atingir o sudoeste do Rio Grande do Sul devido à influência de um cavado e ao transporte de umidade vindo do Norte do Brasil. As temperaturas pela manhã serão mais baixas em toda a região, e há possibilidade para geadas na Serra Catarinense, mas ao longo do dia, as temperaturas sobem. Nas demais áreas do Sul, o tempo segue estável, sem previsão de chuva.

Sudeste

A previsão de chuva para o nordeste de Minas Gerais diminui. Nesta sexta, o tempo fica firme e seco em grande parte do centro-leste mineiro e paulista. As temperaturas continuam elevadas e o sol deve aparecer entre nuvens no Rio de Janeiro, Espírito Santo e na faixa leste mineira. A umidade relativa do ar permanece baixa, principalmente no centro-oeste de São Paulo e em Minas.

Centro-Oeste

O tempo permanece seco e sem mudanças significativas na Região Centro-Oeste. As temperaturas seguem elevadas, com destaque para Sinop e Cuiabá, municípios onde as máximas podem alcançar 37°C e 38°C, respectivamente, e a umidade relativa do ar continua abaixo dos 30%.

Nordeste

As instabilidades se concentram entre Salvador (BA) até Natal (RN), influenciadas pela aproximação de uma frente fria no litoral da Bahia e pela influência da circulação dos ventos na faixa leste da região. Também há previsão de pancadas de chuva na faixa norte do Maranhão associadas à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As temperaturas seguem elevadas e o sol continua aparecendo entre nuvens, com baixa umidade relativa do ar.

Norte

As instabilidades continuam atuando na Região Norte devido à atuação da ZCIT, com destaques para os estados do Amazonas, Pará e Roraima. As temperaturas permanecem elevadas, com máximas podendo alcançar os 35°C em algumas capitais como Porto Velho (RO) e Palmas (TO), e a umidade relativa do ar mais baixa, principalmente no Tocantins.



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produtores iniciam manejo contra podridão-parda



Frio retarda poda e florescimento do pêssego




Foto: Pixabay

A poda dos pessegueiros na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul está em ritmo mais lento neste ano. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (31), as baixas temperaturas mantêm as gemas das plantas em dormência. “Nas variedades precoces, a poda está sendo finalizada, e o florescimento já começou em algumas áreas, mas de forma lenta devido ao frio”, informou a Emater/RS-Ascar. Em Antônio Prado, a floração nas cultivares mais adiantadas atinge cerca de 40% da área, embora ainda não haja formação de frutos.

Na região de Pelotas, algumas cultivares, como Maciel e BRS Citrino, iniciaram o florescimento. Os produtores seguem com a poda e os tratamentos fitossanitários de inverno. “Também começam os manejos voltados à proteção das flores contra a podridão-parda, doença fúngica que pode afetar a produção”, destacou o boletim.

A brotação tem se mostrado uniforme, o que, segundo a Emater/RS-Ascar, tende a facilitar o manejo e contribuir para a produtividade das lavouras ao longo do ciclo da cultura.





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Trump confirma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros



Medida entra em vigor nesta sexta-feira (01.08)




Foto: Pixabay

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) uma ordem executiva que eleva para 50% as tarifas sobre uma série de produtos brasileiros. A medida representa um aumento de 40 pontos percentuais nas taxas anteriores e entra em vigor já na próxima sexta-feira, 1º de agosto, conforme anunciado pelo próprio republicano em sua rede social, a Truth Social.

De acordo com a Casa Branca, o tarifaço foi uma resposta direta a ações recentes do governo brasileiro, classificadas pelos norte-americanos como uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”. O decreto formaliza o percentual que havia sido antecipado em carta enviada por Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início deste mês.

Apesar do endurecimento das taxas, alguns setores estratégicos ficaram de fora da medida, como aeronaves civis (de interesse direto da Embraer), suco e derivados de laranja, minério de ferro, aço e combustíveis. Até o momento, não há confirmação se produtos como carne bovina e café — duas das principais exportações do agronegócio brasileiro — também serão isentos.

Trump enfatizou que não haverá qualquer prorrogação do prazo para a entrada em vigor das tarifas. “O prazo de 1º de agosto é o prazo de 1º de agosto. Ele continua firme e não será prorrogado. Um grande dia para a América!”, publicou o presidente norte-americano.





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Precipitação regular beneficia cultura da canola


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (24), o cultivo de canola no Rio Grande do Sul avança com boas condições de desenvolvimento, após a conclusão da semeadura. As precipitações moderadas e bem distribuídas favoreceram o crescimento das lavouras, permitindo a emissão de novas folhas e a expansão foliar, principalmente nas áreas semeadas no final da janela de plantio. Também foi registrada emissão da haste principal, indicando vigor vegetativo.

Ainda estão em avaliação os impactos das geadas ocorridas no fim de junho e início de julho, que, segundo o boletim, “pontualmente podem superar as estimativas iniciais”. Apesar disso, não há registro de infestações significativas por pragas, e o monitoramento segue com atenção à traça-das-crucíferas (Plutella xylostella). A entidade afirma que, na safra anterior, a combinação de inseticidas químicos e biológicos foi eficiente no controle desse inseto. A estimativa da Emater/RS-Ascar é de cultivo em 203.206 hectares e produtividade média de 1.737 kg/ha.

Na região administrativa de Ijuí, 16% das lavouras estão em fase de floração, com avanço na emissão de flores nos ramos laterais. Cerca de 5% já ingressaram na formação de síliquas. As folhas que foram afetadas pelas geadas demonstraram recuperação, sem sinais visuais de danos, o que indica preservação da função metabólica das plantas.

Em Santa Maria, aproximadamente 15% das lavouras encontram-se em floração. O boletim destaca que as chuvas recentes beneficiaram essa fase, considerada crítica para o potencial produtivo. Em Tupanciretã, áreas com baixa germinação foram substituídas por trigo, após decisão dos produtores de não realizar novo plantio.

Na regional de Santa Rosa, 61% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 33% em floração e 6% em enchimento de grãos. As lavouras em crescimento vêm apresentando expansão lateral das folhas, sinalizando aproximação da floração. Em cultivos mais tardios, ainda foram aplicados fertilizantes nitrogenados, embora a maioria das áreas já tenha ultrapassado o período ideal para esse manejo. Em Giruá, principal município produtor da oleaginosa, com 8 mil hectares, geadas severas provocaram perdas nas lavouras em formação de grãos. Nos cultivos mais avançados, os danos chegaram a 40%, mas os impactos foram limitados, já que o atraso fenológico reduziu a exposição das lavouras aos eventos climáticos.

Na regional de São Luiz Gonzaga, houve redução da área cultivada de 9.000 para 7.200 hectares. O recuo foi atribuído ao atraso na semeadura, emergência irregular das lavouras e substituição por outras culturas após a dessecação.

Na região de Soledade, 20% das áreas encontram-se em floração e 80% na fase vegetativa. As lavouras apresentam estande e sanidade adequados, conforme avaliação da Emater/RS-Ascar.





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AgroNewsPolítica & Agro

Produção dos EUA não supre consumo de carne



Estados Unidos apresentam um déficit de 996 mil toneladas entre a produção




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), os Estados Unidos apresentam um déficit de 996 mil toneladas entre a produção e o consumo de carne bovina, o que torna o país dependente de importações para atender à demanda interna.

Entre os principais países produtores, o Brasil aparece com o maior excedente entre produção e consumo, somando 3,69 milhões de toneladas. Em seguida, figura a Austrália, com um saldo de 1,94 milhão de toneladas.

Países como Paraguai e Uruguai também aparecem como potenciais fornecedores ao mercado norte-americano. O saldo entre produção e consumo nesses países é de 480 mil e 425 mil toneladas, respectivamente. Contudo, a análise ressalta que esses mercados já possuem destinos consolidados para parte de seu excedente produtivo.

O Imea destaca ainda que a carne bovina brasileira permanece com o preço mais competitivo entre os países avaliados.





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Setor cafeeiro pode ser forçado a redirecionar produção, diz Cepea



A partir de 6 de agosto, a exportação do café brasileiro para os Estados Unidos passará a ser taxada em 50%.

Enquanto permanece batalhando para ficar de fora da lista de produtos brasileiros que vão ser taxados pelo governo norte-americano, o setor cafeeiro nacional segue marcado por incertezas, informou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo pesquisadores do Cepea, por causa dessa alta taxa, os produtores brasileiros poderão ser forçados a redirecionar parte de sua produção para outros mercados, o que deverá exigir “agilidade logística e estratégia comercial para mitigar os prejuízos à cadeia produtiva nacional”.

Principal destino do café

Os Estados Unidos são o principal destino das exportações de café do Brasil. Em 2024, eles importaram cerca de 23% do grão nacional, especialmente da variedade arábica, insumo essencial para a indústria local de torrefação.

A Colômbia representou cerca de 17% do total das importações norte-americanas, enquanto o Vietnã contribuiu com aproximadamente 4%.

Para o Cepea, como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.

“O Cepea avalia que a eventual entrada em vigor da tarifa tende a impactar não apenas a competitividade do café nacional, mas também os preços ao consumidor norte-americano e a formulação dos blends tradicionais, que utilizam os grãos brasileiros como base sensorial e de equilíbrio”, diz o comunicado.

Exceções às tarifas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou, na última quarta (30), a proposta de taxação de produtos brasileiros comercializados com os EUA.

Contudo, a Ordem Executiva trouxe cerca de 700 exceções, como suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis.

O café não entrou nessa lista de exceções. Com isso, logo após o anúncio de Trump, o Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé) disse que vai seguir em tratativas para que o café seja incluído na lista de produtos brasileiros que vão ficar de fora da taxação.



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