sábado, abril 11, 2026

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Safra paulista de trigo deve superar expectativas em 50 mil toneladas


A safra 2025 de trigo em São Paulo tem projeção positiva em volume e em qualidade, indicada entre as melhores dos últimos anos. É o que diz o presidente da Câmara Setorial do Trigo, Nelson Montagna.

Segundo ele, com base nos dados de lavoura obtidos até o momento, espera-se uma colheita próxima de 400 mil toneladas, acima das 350 mil indicadas nas estatísticas preliminares.

Os dados foram anunciados na quinta-feira (16), durante a terceira e última reunião da entidade no ano.

A mudança de cenário ao longo do ano foi atribuída às condições climáticas favoráveis. “Nossa previsão inicial era de uma safra menor. Já havia mencionado, na última reunião da Câmara, que acreditava em uma das melhores safras dos últimos tempos, e isso está se confirmando. O clima foi excelente, o que contribuiu para uma qualidade superior em relação aos últimos anos e impactou positivamente a produtividade”, frisou.

O presidente do Sindustrigo, Max Piermartiri, que também marcou presença no encontro, reforçou a importância da combinação entre tecnologia e clima na performance da safra.

“Tivemos uma coincidência muito positiva: a evolução genética das cultivares coincidiu com condições climáticas extremamente favoráveis para a cultura do trigo. Como resultado, obtivemos produtividade elevada e qualidade muito acima da média nas lavouras paulistas”, considerou.

Para ele, o estado de São Paulo possui uma cadeia de trigo sólida, que envolve produção, suprimentos, moagem, transformação da farinha e produção de alimentos, com raro nível de organização e profissionalização.

“Poucos lugares no mundo reúnem, de forma tão próxima, uma região de produção e de consumo como São Paulo. Isso é uma grande vantagem competitiva para o estado”, ressaltou.

Cenário global

No cenário internacional, o mercado de trigo vive um momento de recuperação. A expectativa é de que a produção mundial atinja 816 milhões de toneladas em 2025, com destaque para o desempenho europeu. Apesar disso, o Brasil caminha em sentido oposto, com colheita menor e maior dependência de importações.

O representante da CJ Internacional, Douglas Araújo, contextualizou que a área plantada no país foi reduzida, o que impactou a produção nacional.

“No Brasil, estamos produzindo menos trigo neste ano, principalmente porque a área semeada foi menor. Em termos de produtividade, o destaque fica para o Centro-Oeste, especialmente Minas Gerais.”

Dependência externa

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Foto: Porto de Paranaguá

Embora o Rio Grande do Sul deva manter um volume expressivo de exportações, o país segue dependente do trigo importado para atender à demanda.

“O Brasil é um gigante adormecido na produção de trigo. Pode produzir muito mais do que produz hoje, especialmente nas safras de inverno”, alertou Araújo, ao citar o avanço do país no cultivo no Cerrado.

“Nessa região, podemos utilizar técnicas como o trigo por sobressemeadura em lavouras de milho, com semeadura a lanço (por máquina ou avião) e até sistemas de inundação. Após a colheita do milho, inicia-se rapidamente a safra do trigo, com um ciclo de aproximadamente 75 dias. O trigo pega carona na cultura anterior e pode gerar rendimentos muito elevados”, afirmou.

O estado de São Paulo, apesar de ser referência em consumo e moagem, ainda possui desequilíbrio entre produção e demanda. A necessidade regional gira em torno de 3 milhões de toneladas por ano, enquanto a moagem atinge cerca de 1,8 milhão de toneladas.

Esse cenário reforça a dependência de importações e a importância da logística regional. “São Paulo tem um consumo expressivo e precisa recorrer ao mercado externo. O Porto de São Sebastião pode ser uma rota complementar importante para garantir o abastecimento do trigo no estado”, ressaltou Araújo.



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AgroNewsPolítica & Agro

“Boi China” tem alta de preço no mercado paulista



Mercado do boi gordo segue firme em outubro



Foto: Kadijah Suleiman

O mercado do boi gordo manteve estabilidade na terceira semana de outubro, segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgada nesta sexta-feira (17) pela Scot Consultoria. As cotações do boi comum e da vaca permaneceram inalteradas, enquanto o valor da novilha teve alta de R$ 3,00 por arroba.

De acordo com a consultoria, o cenário foi influenciado por uma oferta de bovinos menor em relação ao final de setembro e início de outubro, embora ainda suficiente para atender à demanda. O escoamento de carne apresentou melhora, mesmo abaixo do esperado, o que ajudou a sustentar os preços no mercado. “A redução da oferta e o ritmo consistente das vendas contribuíram para a manutenção das cotações”, aponta a análise.

A cotação do “boi China” registrou aumento de R$ 2,00 por arroba em relação ao dia anterior. A alta foi atribuída ao recorde nas exportações de carne bovina in natura em setembro e ao bom desempenho mantido em outubro. A demanda pelo animal mais jovem seguiu aquecida.

A expectativa no curto prazo é de preços firmes, com atenção para a demanda interna. A redução do poder de compra do consumidor na segunda quinzena do mês pode pressionar o mercado. Já para o gado destinado à exportação, a projeção é de estabilidade, com tendência de alta.

Em Minas Gerais, o mercado apresentou equilíbrio. A oferta de animais, embora menor do que no início de outubro, atendeu à demanda, e o escoamento da carne teve leve avanço. As escalas de abate permaneceram em dez dias em todas as regiões do estado.





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Quatro indicadores que todo pecuarista deve acompanhar para garantir lucro na pecuária de corte



Medir o lucro de uma fazenda de pecuária de corte vai muito além de acompanhar o mercado. Quatro indicadores essenciais permitem o pecuarista transformar produtividade em dinheiro no caixa e garantir a saúde financeira da propriedade.

No quadro Gestão Eficiente, o consultor da Fazenda Nota 10, Rodrigo Gennari explica como pecuaristas podem ter certeza de que sua fazenda de corte está realmente dando lucro. Segundo ele, existem quatro indicadores fundamentais: ganho médio diário (GMD) de peso, lotação, desembolso por cabeça/mês e valor médio de venda.

O GMD mostra a performance produtiva da fazenda, indicando se os animais estão se desenvolvendo conforme esperado. A lotação aponta a quantidade de animais por hectare e, combinada com o GMD, permite calcular a produção de arrobas por área.

O desembolso por cabeça/mês é o principal indicador financeiro, mostrando quanto custa manter cada animal na propriedade. Já ao comparar o custo da arroba produzida com o valor de venda, o pecuarista consegue determinar o lucro real da fazenda.

“Esses quatro indicadores funcionam como uma engrenagem: eles mostram quanto se produz, quanto se gasta e quanto sobra, garantindo a saúde financeira da propriedade”, explica Gennari.

Para o consultor, a análise constante desses dados é essencial para transformar produtividade em dinheiro no caixa e manter a fazenda rentável.



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Fim de semana terá chuvas de até 50 mm no Brasil; saiba onde



O avanço de uma frente fria neste final de semana deve mudar o cenário climático em diferentes regiões produtoras de soja. A expectativa é de acumulados entre 30 e 50 milímetros, beneficiando áreas do norte do Paraná, interior de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e também do Matopiba, após semanas de calor intenso e tempo seco.

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Final de semana de chuvas

No Sudeste e no Centro-Oeste, a umidade chega em boa hora para favorecer a semeadura da safra 2025/26. Em Alta Floresta (MT), por exemplo, a previsão indica acumulados de até 50 mm nos próximos dias. Depois, o tempo deve se manter firme entre 24 e 28 de outubro, com as chuvas retornando em bons volumes já na primeira semana de novembro.

Próxima semana

Na próxima semana, as precipitações também se concentram no oeste de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia. Em Minas Gerais e no interior do Matopiba. Já no Paraná e no interior paulista, a regularidade das chuvas tende a se manter.

Em Rio Verde (GO), as precipitações deste final de semana podem somar entre 20 e 30 mm. A partir do dia 20, abre-se uma janela de tempo firme que deve durar até 28 de outubro, com novas chuvas previstas para o início de novembro.

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Tem programa novo do Soja Brasil no ar; confira



Foi ao ar, nesta sexta-feira (17), o 40º episódio do Soja Brasil. A edição abordou os desafios da safra 2025/26, marcada por custos de produção elevados, margens estreitas e incertezas climáticas. O programa também discutiu temas estratégicos para o setor, como a Moratória da Soja, a crescente demanda por biodiesel e as práticas de regeneração do solo. Confira:

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Custos de produção pressionam rentabilidade

Segundo a consultoria Safras & Mercado, os custos médios subiram entre 7% e 8% nesta temporada, chegando a R$ 6,5 mil por hectare. Com produtividade prevista entre 60 e 62 sacas, o produtor precisa vender soja entre R$ 105 e R$ 110 por saca apenas para cobrir os gastos. As margens podem cair até 10 sacas por hectare, refletindo o impacto do crédito mais restrito, do câmbio e do enfraquecimento do dólar.

Avanço do plantio e desafios regionais

De acordo com a Conab, 11,1% da área prevista já foi semeada, acima dos 9,1% do ano passado, mas abaixo da média de cinco anos (16,9%). O Paraná lidera o plantio, com 31%, seguido por Mato Grosso (18,9%) e Mato Grosso do Sul (14%). No Sul, produtores enfrentam dificuldades logísticas e de crédito, enquanto no Rio Grande do Sul os problemas climáticos e a escassez de insumos comprometem a semeadura.

Moratória da Soja e mercado internacional

O episódio também destacou a decisão do Cade de suspender a Moratória da Soja a partir de janeiro de 2026, o que abre debates sobre segurança jurídica e livre concorrência. No mercado externo, a guerra comercial entre Estados Unidos e China segue favorecendo o Brasil.

Sustentabilidade e agricultura regenerativa

A expedição visitou propriedades que adotam práticas regenerativas, como rotação de culturas, plantio direto e uso de plantas de cobertura. Essas técnicas têm reduzido emissões de carbono e aumentado a resiliência produtiva, mostrando que é possível conciliar alta produtividade com preservação ambiental.



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Ciclone se forma no fim de semana e traz alerta de temporais; saiba quais estados serão atingidos



Os próximos dias serão marcados por fortes temporais e uma queda acentuada nas temperaturas no Centro-Sul do país. A formação de um ciclone extratropical entre o Sul e o Sudeste do Brasil deve provocar chuva volumosa, ventos intensos e frio a partir do domingo (19), segundo previsão do meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural.

De acordo com Müller, o sistema começa a se organizar a partir de um cavado atmosférico que se intensifica ao longo desta sexta-feira (17), avançando em direção à região Sudeste.

“Esse cavado vai dar origem ao ciclone extratropical no fim de semana”, explicou o meteorologista durante o Mercado & Cia desta sexta-feira (17).

Na quinta-feira (16), as rajadas de vento já chegaram a 104 km/h em Nova Tebas (PR), segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), um sinal da força do sistema que se aproxima.

Regiões em alerta

Nesta sexta-feira, o alerta é vermelho para temporais em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, com risco de ventania, descargas elétricas e eventual queda de granizo.

Já no sábado (18), as chuvas mais intensas devem se concentrar no interior de São Paulo, no norte do Paraná e em Mato Grosso do Sul.

Com a formação do ciclone entre sábado e domingo, o sistema avança e leva chuva para o Sudeste e parte do Centro-Oeste. A frente fria associada ao fenômeno também deve provocar precipitações na Bahia no início da próxima semana, quebrando o período de calor e tempo seco.

Volumes de chuva e temperaturas

Os acumulados podem ultrapassar 100 milímetros no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, segundo Muller. No interior de São Paulo, em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, a chuva deve ficar entre 30 e 40 milímetros.Na Bahia, especialmente na porção oeste, os volumes podem passar de 50 milímetros no começo da semana.

Em contrapartida, o Sul do país deve voltar a ter tempo firme após as chuvas deste fim de semana, mas com queda acentuada das temperaturas. “Depois da chuva, vem o frio. O sistema de alta pressão predomina e as mínimas caem para a casa dos 10°C ou menos nas áreas de baixada”, explicou Müller.

As mínimas podem chegar a 3°C em São Joaquim (SC) no domingo (19), com risco de geada restrito à Serra Gaúcha e Serra Catarinense.

O frio também alcança o Sul de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Sul de Minas e Rio de Janeiro, com temperaturas variando entre 13°C e 14°C nas madrugadas e máximas que não devem ultrapassar 20°C até terça-feira (21).

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AgroNewsPolítica & Agro

COP30 estimula debates e cursos sobre sustentabilidade



Aulas ficarão disponíveis por seis meses após a conclusão da jornada


Foto: Divulgação

Com a proximidade da COP30, que acontecerá em novembro de 2025 em Belém (PA), a discussão sobre sustentabilidade no agronegócio brasileiro ganha força. Dentro desse contexto, a NetZero Collab lançou a “Jornada Agro 5.0”, um programa de capacitação voltado a executivos, produtores rurais e profissionais do setor que desejam se aprofundar em práticas sustentáveis e tecnologias inovadoras.

Dividida em três etapas — Guia de Bolso, evento de abertura e curso imersivo — a Jornada busca oferecer uma trilha educacional completa, aliando ciência, gestão e inovação. Com temas como Agricultura de Precisão, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, carbono, uso da terra e crédito verde, o curso tem o objetivo de preparar o setor para liderar a transição para uma economia de baixo carbono.

As inscrições continuam abertas pelo site www.netzeroco.com.br/jornadaagro ,  e as aulas ficarão disponíveis por seis meses após a conclusão da jornada.





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Pequenos produtores mostram força e inovação na Feira do Empreendedor



Na 14ª edição da Feira do Empreendedor (FE25), o pequeno produtor rural ganhou destaque ao mostrar que é possível unir tradição, inovação e sustentabilidade.

Com quase mil itens expostos, sendo 60 voltados ao agronegócio, o evento reforçou a força do campo na economia e a importância do conhecimento para quem vive da terra.

Entre os participantes, a barista Ana Carolina do Valle destacou o papel do Sebrae no crescimento cafeeiro.

“O Sebrae oferece diversos cursos de capacitação. Mesmo sendo um negócio de café, precisamos desenvolver várias áreas para ter uma vida financeira saudável”, explicou. Segundo ela, a troca com outros empreendedores ajuda a fortalecer laços e abrir novos caminhos de mercado.

Outro exemplo de sucesso é o de Amen Khalil, produtor do Sítio do Pinho, especializado em frutas orgânicas e produtos da Mata Atlântica.

“A gente se preparou o ano inteiro para essa feira. Estar aqui é o coroamento do trabalho que fazemos com amor e dedicação”, contou. Suas geleias e antepastos artesanais chamaram a atenção do público pela qualidade e autenticidade.

Inteligência empreendedora no agronegócio

De acordo com Rodrigo Poli, consultor do Sebrae/SP, a inteligência empreendedora é a chave para o desenvolvimento rural. “Ajudamos o produtor a entender modelos de gestão e comportamento, identificando oportunidades de mercado e reduzindo custos”, explicou. Um dos destaques da feira foi o Sebrae Móvel, escritório sobre rodas que levará capacitação a regiões sem unidades fixas. A Feira do Empreendedor vai até sábado (18), na Expo São Paulo.



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PIB da cadeia de soja deve crescer 11% com safra recorde e biodiesel



O Produto Interno Bruto (PIB) da cadeia da soja e do biodiesel deve crescer 11,29% em 2025, segundo estudo divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

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Segundo o levantamento, a produção recorde de 170,3 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25, aliada ao aumento do processamento industrial, sustenta a expansão do setor. Com esse desempenho, a cadeia deve representar 21,1% do PIB do agronegócio e 6,1% do PIB nacional neste ano.

Segundo o Cepea/Abiove, dentro da porteira, o PIB deve registrar alta de 23,39%, resultado de aumentos de área e produtividade, impulsionados por tecnologia e clima favorável. Na agroindústria, a previsão é de crescimento de 4,02%, refletindo o ritmo intenso de esmagamento de soja, considerado recorde. “A demanda por óleo de soja, sobretudo para a produção de biodiesel, segue em expansão”, afirma o estudo.

O relatório lembra que, desde 1º de agosto, a mistura obrigatória de biodiesel ao diesel passou para B15 (15%), o que deve ampliar ainda mais o processamento no País. Esse efeito, porém, ainda não está contabilizado nas estimativas atuais, baseadas em dados até o segundo trimestre.

O Cepea/Abiove também projetam avanços no PIB dos agrosserviços (quase 9%) e de insumos (2,72%). Os preços da cadeia permaneceram estáveis no segundo trimestre de 2025 em comparação ao mesmo período de 2024, após altas em 2024 e desvalorização de produtos agroindustriais neste ano. Com isso, o PIB gerado por tonelada de soja produzida e processada poderá representar 4,45 vezes o PIB da soja exportada diretamente.

No mercado de trabalho, o número de ocupados na cadeia da soja e do biodiesel cresceu 4,2%, totalizando 2,327 milhões de trabalhadores, o que representa 10% da força de trabalho do agronegócio e 2,27% da ocupação total do País. O aumento da produção e do processamento de soja gera maior demanda por agrosserviços. O segmento de insumos registrou alta de 4,51% no número de empregados, a agroindústria 0,74% e os agrosserviços quase 10%.

As exportações da cadeia somaram 49,68 milhões de toneladas no segundo trimestre, alta de 1,5% na comparação anual. A receita, entretanto, caiu 8,3%, para US$ 19,47 bilhões, devido à queda de 9,56% nos preços da soja em grão e 15,7% nos do farelo, parcialmente compensada pelo aumento de 9,56% no óleo. “A pressão sobre os preços veio da safra mundial recorde 2024/25”, explicou o Cepea/Abiove.

A China segue como principal destino da soja em grão, enquanto União Europeia e Sudeste Asiático lideram as compras de farelo. No óleo de soja, a Índia mantém a liderança, respondendo por mais de 70% das exportações brasileiras do derivado.



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