segunda-feira, maio 25, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Como identificar a cana com problema?



No que diz respeito às doenças, algumas apresentam risco significativo



Entre os danos físicos, é possível identificar algumas características prejudiciais à gema
Entre os danos físicos, é possível identificar algumas características prejudiciais à gema – Foto: Canva

De acordo com Wasllan Junior, Inspetor de Qualidade Agrícola na Tereos Mandu Engenharia Agronômica, a seleção adequada de gemas para o plantio de cana-de-açúcar é essencial para garantir a produtividade e a saúde do canavial. Ao avaliar as gemas, é importante observar não apenas os danos físicos, mas também as doenças e a presença de pragas, que podem comprometer o desenvolvimento da planta. A seguir, destacam-se alguns fatores e tipos de danos que podem impactar negativamente as gemas.

Entre os danos físicos, é possível identificar algumas características prejudiciais à gema. As rugas ou dobras podem indicar compressão ou envelhecimento, dificultando o crescimento. Já os cortes ou lacerações causam ferimentos na gema, impedindo o seu desenvolvimento normal. A descoloração, que pode surgir devido à exposição inadequada ou condições ambientais desfavoráveis, também é um sinal de que a gema está comprometida.

No que diz respeito às doenças, algumas apresentam risco significativo para a saúde das gemas. As manchas podem ser causadas por fungos ou bactérias, afetando a capacidade da gema de brotar. A ferrugem é uma doença que se manifesta com manchas alaranjadas, podendo enfraquecer a gema e a planta. A murcha, por sua vez, é um sintoma de diversos patógenos que afetam a circulação de água, prejudicando o crescimento das gemas.

Além disso, as pragas também devem ser consideradas. A broca-do-cana, por exemplo, pode deixar ovos nas gemas, comprometendo seu desenvolvimento. Após evoluir, a broca pode causar danos diretamente no nó entre os colmos, afetando a formação e a qualidade das gemas.

Portanto, a avaliação cuidadosa das gemas, observando danos físicos, doenças e pragas, é fundamental para garantir o sucesso no plantio e o bom desenvolvimento da cultura de cana-de-açúcar.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

entenda o que está por trás da valorização


Os preços do trigo no Brasil seguem em alta e atingem os maiores patamares do ano, segundo o boletim informativo do Cepea. A valorização acompanha a sazonalidade do mercado e reflete fatores internos e externos que influenciam a oferta e demanda do cereal. A tendência de alta também foi observada na Argentina ao longo do primeiro trimestre, enquanto nos Estados Unidos o cenário é de desvalorização.

O que está impulsionando os preços no Brasil?

De acordo com o Cepea, a elevação dos preços no Brasil ocorre devido a fatores como a menor oferta interna, a demanda aquecida e as incertezas climáticas que podem impactar a próxima safra. Além disso, o dólar valorizado torna as importações mais caras, favorecendo a comercialização do trigo nacional.

A conjuntura global também colabora para a alta do cereal na América do Sul. No mercado argentino, que influencia diretamente os preços no Brasil, os valores acompanham a valorização dos contratos internacionais, reforçando a tendência de elevação.

Por que o trigo caiu nos EUA?

Nos Estados Unidos, o trigo apresenta forte desvalorização, pressionado pela guerra comercial e pela valorização do dólar, que reduz a competitividade das exportações norte-americanas. Além disso, o conflito na região do Mar Negro – um dos principais polos produtores de grãos do mundo – gera incertezas e impactos no comércio global.

O contrato Maio/25 negociado na Bolsa de Chicago (CME Group) atingiu o menor valor desde sua estreia, em julho de 2022. A queda reflete as dificuldades enfrentadas pelos exportadores norte-americanos, que veem seu produto perder competitividade em relação aos concorrentes da América do Sul e da Europa.

Perspectivas para o mercado de trigo

Especialistas indicam que a tendência de alta no Brasil pode se manter caso a oferta interna continue limitada e o câmbio siga pressionado. No entanto, fatores como o avanço da colheita e possíveis mudanças no cenário global podem impactar os preços nos próximos meses.

Para os produtores e traders, o momento exige atenção às oscilações do mercado e às oportunidades de negociação. Acompanhar os boletins informativos e as análises do Cepea pode ser essencial para tomar decisões estratégicas na comercialização do trigo.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Petrobras e BNDES apostam na restauração florestal sustentável


A Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram o lançamento do ProFloresta+, um programa inédito que visa a contratação de créditos de carbono gerados a partir da restauração florestal na Amazônia. Segundo informações divulgadas pela Petrobras, a iniciativa pretende recuperar até 50 mil hectares de áreas degradadas, o equivalente a 50 mil campos de futebol, e capturar cerca de 15 milhões de toneladas de carbono, comparável às emissões anuais de 8,94 milhões de veículos movidos a gasolina.

O ProFloresta+ é um dos maiores programas de compra de créditos de carbono de restauração no Brasil e o primeiro a contar com um financiador direto, o BNDES. A primeira fase do projeto prevê um edital para a contratação de até 5 milhões de créditos de carbono, abrangendo uma área de 15 mil hectares e movimentando mais de R$ 450 milhões em investimentos. A expectativa é a geração de 4.500 empregos diretos.

Consulta ao mercado e participação de empresas

Empresas interessadas podem contribuir com a construção da minuta do primeiro edital e do contrato de compra de carbono. “Essa iniciativa nos permitirá atender nossos compromissos climáticos com créditos de carbono de alta qualidade e, ao mesmo tempo, fomentar o desenvolvimento do setor de restauração”, destacou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

Os créditos de carbono serão gerados a partir da restauração ecológica de áreas degradadas com espécies nativas e terão sua compra garantida pela Petrobras por meio de contratos de longo prazo (offtake), com preços definidos via licitação. O BNDES, por sua vez, oferecerá financiamento para os projetos por meio de linhas de crédito especiais, como o Fundo Clima, com taxas e prazos diferenciados.

Impacto ambiental e econômico

Para Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, o programa terá um impacto significativo na escala de restauração da floresta amazônica e na descarbonização das empresas brasileiras. “Vamos transformar a restauração e a manutenção da floresta em uma atividade rentável para empresas e comunidades locais, garantindo benefícios ambientais e climáticos”, afirmou Mercadante.

A iniciativa também conta com o apoio técnico do Nature Investment Lab (NIL), que facilitou o diálogo com especialistas do setor. O Instituto Clima e Sociedade (ICS) também participou da elaboração do projeto, trazendo diretrizes técnicas e socioambientais para garantir a integridade dos créditos de carbono.

A diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello, ressaltou que o projeto se soma a outras iniciativas do Banco para a proteção da Amazônia, incluindo o Arco da Restauração. “A crise climática e social na região exige que aceleremos a recuperação da vegetação nativa, especialmente nas áreas mais degradadas”, afirmou.

Empresas interessadas na consulta ao mercado podem solicitar inscrição pelo e-mail [email protected] para receber o material completo. Com o ProFloresta+, a Petrobras e o BNDES reforçam o compromisso com a sustentabilidade e o desenvolvimento econômico do Brasil.





Source link

News

FPA se antecipa ao Abril Vermelho e mira ministros em caso de invasões de terras



O quarto mês do ano iniciou e a bancada do agro no Congresso já fica em alerta por conta do Abril Vermelho, tradicional período em que as invasões à propriedades rurais organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se intensificam.

De acordo com parlamentares da oposição, este ano as ações do grupo já começaram antes, mais precisamente em 8 de março, no Dia Internacional da Mulher, quando a Jornada de Luta das Mulheres Sem Terra começou a pressionar o governo para acelerar o repasse de terras. Neste caso, as fazendas invadidas se concentraram nos estados do Ceará, Espírito Santo e Bahia.

Reação da FPA ao MST

Parlamentares integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e outras lideranças do agro brasileiro apresentaram nesta terça-feira (1) um documento que, na visão da bancada, mostra a fragilidade da relação entre a reforma agrária e o setor produtivo.

Segundo o presidente da entidade, deputado Pedro Lupion, a Frente produziu um diagnóstico sobre os fatores que ameaçam o direito à propriedade no Brasil.

“[O documento contempla denúncias de] decretos, divisão de atribuições de ministérios, transferência de responsabilidades, financiamento de movimentos. Nós conseguimos puxar o fio todo em um mês que já está anunciado pelo MST como Abril Vermelho com uma série de invasões que devem acontecer esse mês.”

De acordo com ele, o dossiê será apresentado aos líderes dos partidos políticos no Congresso e aos presidentes da Câmara e do Senado para demonstrar “o desmonte total da política de reforma agrária do país”.

Já o deputado federal do PL de Mato Grosso do Sul Rodolfo Nogueira ressaltou que foi proposta na Comissão de Agricultura da Câmara as convocações de ministros do governo, incluindo o da Justiça, no caso de ocorrência de invasões já durante esta primeira semana de abril.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

preços sustentados por alta na demanda



USDA pode definir tendência do milho nesta semana




Foto: Pixabay

O mercado interno do milho mantém preços sustentados pela demanda firme. Segundo análise da Grão Direto desta segunda-feira (31), a recente decisão do governo de aumentar a mistura de etanol na gasolina de 27% para 30% pode intensificar ainda mais a procura pelo cereal no curto prazo. Esse cenário tende a pressionar a oferta disponível, sustentando as cotações nas próximas semanas.

As condições climáticas também influenciam as projeções para o milho segunda safra. De acordo com modelos meteorológicos, o atual período de neutralidade entre os fenômenos El Niño e La Niña pode favorecer o desenvolvimento da cultura. A previsão indica temperaturas mais amenas no Centro-Oeste e chuvas bem distribuídas nas principais regiões produtoras. A manutenção desse padrão climático será determinante para a produtividade e para evitar perdas na safra.

No mercado internacional, a expectativa se volta para o relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A estimativa é de um aumento de 4% na área plantada de milho nos EUA em relação ao ano passado. Caso confirmado, esse crescimento pode exercer pressão baixista sobre os preços. Por outro lado, se os números ficarem abaixo do esperado, as cotações podem se sustentar no curto prazo.

O mercado segue monitorando esses fatores, e a depender do relatório do USDA, a semana pode registrar uma recuperação nos preços ou, ao menos, um período de estabilidade.





Source link

News

Confira os preços do milho em dia de alta na Bolsa de Chicago


O mercado brasileiro de milho registrou preços de estáveis a mais baixos nesta terça-feira (1).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Paulo Molinari, há pressão para baixa por parte dos consumidores, embora sem tanta oferta que justifique o movimento.

Preços da saca de milho

  • Porto de Santos: entre R$ 75 e R$ 85,00 (CIF)
  • Porto de Paranaguá: R$ 74,50 a R$ 85
  • Paraná: R$ 75 a R$ 79 em Cascavel
  • São Paulo: R$ 85 a R$ 87 em Mogiana e R$ 88 a R$ 91 em Campinas (CIF)
  • Rio Grande do Sul: entre R$ 76 e R$ 80 em Erechim
  • Minas Gerais: R$ 78 a R$ 81 em Uberlândia
  • Goiás: de R$ 80 a R$ 82 em Rio Verde – CIF
  • Mato Grosso: de R$ 82 a R$ 83 em Rondonópolis

Bolsa de Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado foi sustentado pela redução dos estoques trimestrais dos Estados Unidos, apontados pelos dados divulgados ontem (31) pelo Departamento de Agricultura do país (USDA).

A fraqueza do dólar frente a outras moedas, o que traz competitividade às exportações de commodities estadunidenses, também trouxe suporte. Além disso, o movimento positivo do cereal foi reflexo de um possível aumento no uso de biodiesel na mistura obrigatória dos Estados Unidos.

Uma coalizão formada por empresas de petróleo e produtores de biocombustíveis se reúne nesta terça-feira (1) com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) para defender um aumento nos mandatos federais de mistura de diesel de biomassa.

O grupo busca elevar a cota para até 5,75 bilhões de galões, acima do atual limite de 3,35 bilhões de galões, considerado insuficiente pelo setor de biocombustíveis. A reunião ocorre em meio à expectativa de que a EPA anuncie novas metas de mistura de biocombustíveis para os próximos dois anos.

Milho no relatório do USDA

mais milho inpasa etanol de milho foto leandro balbino canal rural mato grosso3mais milho inpasa etanol de milho foto leandro balbino canal rural mato grosso3
Foto: Leandro Balbino/Canal Rural Mato Grosso

De acordo com o relatório do USDA, os estoques de milho nos EUA em 1º de março de 2025 totalizaram 8,150 bilhões de bushels, representando uma queda de 2% em relação ao mesmo período de 2024, quando os estoques eram de 8,352 bilhões de bushels.

O volume reportado pelo Departamento ficou abaixo da estimativa do mercado, que previa 8,195 bilhões de bushels.

Do total, 4,5 bilhões de bushels estão armazenados com os produtores, com recuo de 11% frente aos 5,079 bilhões de bushels indicados em igual período de 2024. Os estoques fora das fazendas somam 3,650 bilhões de bushels, com alta de 12 frente aos 3,273 bilhões de bushels indicados em 01 de março de 2024.

A expectativa de ampliação da área de milho dos Estados Unidos, que deverão cultivar 95,326 milhões de acres na safra 2025, alta de 5% frente aos 90,594 milhões de acres cultivados na temporada anterior, segundo relatório de intenção de plantio divulgado pelo USDA, impede ganhos mais expressivos para o cereal em Chicago.

Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 fecharam com alta de 4,50 centavos, ou 0,98%, cotados a US$ 4,61 3/4 por bushel. Os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com avanço de 5,00 centavos, ou 1,07%, cotados a US$ 4,68 1/4 por bushel.



Source link

News

RS tem preços da soja estáveis; saiba como ficaram as cotações no resto do país



O mercado brasileiro de soja teve poucos negócios nesta terça-feira (1º). O spread entre os preços pedidos pelo vendedor e os oferecidos pelo comprador segue amplo. Os preços em Chicago tiveram forte alta e os prêmios ficaram negativos no dia.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Em Passo Fundo (RS) e Santa Rosa (RS), os preços permaneceram estáveis, enquanto no Porto de Rio Grande houve valorização. No Paraná, as cotações subiram tanto no mercado interno quanto no porto. No Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, a soja também registrou alta.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 115,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,50 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 113,00 para R$ 115,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em forte alta. O grão foi impulsionado pelos ganhos expressivos do óleo de soja, em meio a sinalizações de um aumento na demanda pelo subproduto, devido a uma conjunção de fatores.

“O movimento do óleo foi impulsionado pela sólida demanda no setor de biodiesel nos EUA e por vendas semanais que novamente superaram as estimativas do USDA para a temporada”, cita o analista e consultor de Safras & Mercado, Gabriel Viana.

O óleo de soja já acumula ganhos em dez das últimas treze sessões, sustentado pela expectativa de novas tarifas dos EUA sobre produtos canadenses, especialmente o óleo de canola, a partir de 2 de abril. “Caso as restrições se confirmem, a demanda interna por óleo de soja pode aumentar significativamente”, explica o analista.

Além disso, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA se reunirá na quarta-feira com representantes da indústria petrolífera e dos produtores de biodiesel para discutir um possível aumento no volume obrigatório de diesel renovável nos próximos dois anos. “Caso haja um cumprimento mais rigoroso das metas, o mercado de óleo de soja pode se beneficiar ainda mais, reduzindo o excedente e fortalecendo as cotações”, aponta Viana.

USDA

Os relatórios divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) seguem no radar dos agentes. Os números foram considerados neutros e tiveram impacto moderado.

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá totalizar 83,495 milhões de acres. Se confirmada, a área ficará 4% abaixo do total cultivado no ano passado, de 87,05 milhões de acres.

O número ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de 83,76 milhões de acres. O número também veio abaixo da área indicada no Fórum Anual do USDA, divulgado em fevereiro, que era de 84 milhões de acres.

Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição 1º de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels. O volume estocado subiu 4% na comparação com igual período de 2023. O número ficou acima da expectativa do mercado, de 1,895 bilhão de bushels.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar ou 1,92% a US$ 10,34 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,49 1/4 por bushel, ganho de 21,00 centavos ou 2,04%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,40 ou 0,13% a US$ 292,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 47,44 centavos de dólar, com alta de 2,55 centavo ou 5,68%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,43%, negociado a R$ 5,6824 para venda e a R$ 5,6804 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6730 e a máxima de R$ 5,7325.



Source link

News

proximidade da Páscoa deve elevar cotações; veja os preços



O mercado físico do boi gordo apresentou preços pouco alterados nesta terça-feira (1). Segundo a Safras Consultoria, o mercado segue sustentado pelas escaladas encurtadas dos frigoríficos.

Há expectativa de bom consumo no curto prazo, devido ao cenário de capitalização das famílias e por conta do feriado de Páscoa.

  • São Paulo: entre R$ 320 e R$ 325
  • Goiás: R$ 310
  • Minas Gerais: R$ 295
  • Mato Grosso do Sul: R$ 315
  • Mato Grosso: R$ 305

Mercado atacadista

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50, por quilo. Já o quarto dianteiro é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha, por sua vez, segue a R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,43%, sendo negociado a R$ 5,6824 para venda e a R$ 5,6804 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6730 e a máxima de R$ 5,7325.



Source link

News

Após 8 meses, preço médio do diesel comum tem queda


O diesel comum no país teve valor médio de R$ 6,50 em março, baixa de 0,31% na comparação com fevereiro, de acordo com análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).

É a primeira vez desde junho de 2024 que se registra uma queda no preço do combustível. Já o tipo S-10 registrou preço médio de R$ 6,56 no terceiro mês de 2025, após queda de 0,61% na mesma comparação. Para esse tipo, a última baixa registrada havia sido em setembro.

Segundo o diretor de Rede, Operações e Transformação da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas, a pequena queda, que ainda não representa impacto no bolso do consumidor, acontece após o reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), anunciado em fevereiro.

Além disso, a baixa vem após meses nos quais fatores externos, como a valorização do petróleo e a instabilidade cambial vinham pressionando os custos do combustível, o que impacta diretamente o preço final ao consumidor.

Preços do diesel por região

Ao olhar individualmente para cada região, é possível ver comportamentos diferentes para o preço de ambos os tipos de diesel. Os preços do comum e do S-10 mais altos em março foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 7,07, após baixa de 0,14%, e R$ 6,93, após aumento de 0,29%, respectivamente. O aumento registrado para o diesel S-10 no Norte foi o maior entre todas as regiões.

Já os valores mais baixos para os combustíveis foram registrados no Sul. O diesel comum foi comercializado a R$ 6,33 na região, após redução de 0,31%, enquanto o tipo S-10 foi encontrado, em média, a R$ 6,38, após queda de 0,78%. No Sul foi também onde o IPTL apontou a maior queda do país no valor do diesel S-10, de 0,78%.

A maior alta regional registrada para o preço médio do diesel comum foi no Centro-Oeste, onde o valor médio do combustível subiu 0,76%, sendo vendido a R$ 6,62. Em contrapartida, a maior baixa entre as regiões foi no Nordeste. Os motoristas nordestinos viram o preço médio do combustível cair 0,91%, chegando a R$ 6,53.

Altas e baixas por estado

preço do diesel por estadopreço do diesel por estado

No levantamento por estados, o IPTL constatou que a maior média para o diesel comum em março foi registrada no Acre, de R$ 7,85, após um aumento de 0,77% ante fevereiro.

Já o Paraná aparece como o estado onde o motorista encontrou o diesel mais em conta, a R$ 6,32, após baixa de 0,94% ante o mês anterior.

O estado que registrou o maior aumento do preço médio do diesel comum foi o Amazonas, onde ele foi negociado a R$ 7,00, após uma alta de 2,94%. Rondônia, por sua vez, apresentou a redução mais significativa do país, de 5,16%, sendo comercializado a R$ 6,99.

Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em março também foi do Acre: R$ 7,87, após uma alta de 0,77% ante fevereiro. Em Pernambuco foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 6,37, após redução de 1,85% no valor do combustível no estado.

O maior aumento do diesel S-10 em fevereiro, de 2,03%, foi observado no Amazonas, onde o combustível passou a ser negociado por R$ 7,05. A maior redução, de 1,94%, foi registrada no Rio Grande do Norte. Nos postos de abastecimento do estado, o combustível foi encontrado, em média, a R$ 6,58.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.



Source link