sexta-feira, maio 22, 2026

Agro

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Fábrica da Coca-Cola volta a funcionar após liberação do Mapa



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) autorizou na tarde desta sexta-feira (6) a Solar, segunda maior produtora da Coca-Cola no Brasil, a retomar suas operações.

Na última terça-feira (3), a fábrica de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará, havia voluntariamente interrompido a produção e o envase das bebidas após ter sido identificado possível contaminação de etanol alimentício do sistema de resfriamento nos produtos.

Por conta da suspeita, aproximadamente 9 milhões de litros de bebidas produzidas pela companhia foram para análise laboratorial. “A medida visa garantir que todos os itens estejam plenamente adequados para o consumo antes de serem comercializados”, disse o Mapa, na ocasião.

“Após apresentação dos resultados de rigorosos testes que confirmaram absoluta segurança dos processos produtivos da Solar, a empresa foi autorizada a retomar a sua produção”, disse a companhia, em nota.

De acordo com a Solar, em nenhum momento a segurança dos produtos foi afetada. “Como sempre, a empresa seguirá trabalhando em colaboração e parceria com as autoridades”, completa o texto.



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Aplicação do crédito rural da safra 2024/25 somou R$ 330,9 bilhões



Há apenas um mês do término do Plano Safra 2024/25, foram desembolsados, considerando todos os produtores rurais, R$ 330,93 bilhões no período de julho de 2024 a maio de 2025, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O montante representa um avanço de 11% em relação ao balanço divulgado no mês anterior. De acordo com a pasta, em relação aos beneficiários do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e demais produtores rurais, foram consumidos R$ 273,84 bilhões em maio, ou seja, incremento de R$ 27 bilhões se comparados com o mês de abril.

De acordo com o ministério, esse desempenho compreende os seguintes financiamentos:

  • Custeio: R$ 155,07 bilhões;
  • Investimento: R$ 56,97 bilhões; e
  • Comercialização e industrialização: R$ 70,90 bilhões

Volume de crédito menor

O volume de crédito desembolsado pelo Pronamp e pelos demais produtores rurais corresponde a cerca de 68% da programação estabelecida para a safra em vigor e a 82% dos recursos consumidos no mesmo período da safra 2023/2024, que foi de R$ 332,50 bilhões.

De acordo com o Mapa, essa diferença ocorre apenas em decorrência da performance relacionada aos demais produtores rurais, que, em contrapartida, estão se financiando por meio de cédulas de produto rural (CPRs).

Até o mês de abril, as CPRs registravam emissões, no período de julho/2024 a abril/2025, de R$ 331,4 bilhões, considerando aquelas emitidas em favor de instituições financeiras (R$ 150,5 bilhões) e as emitidas em favor do mercado de capitais (R$ 180,9 bilhões), resultando em R$ 116,2 bilhões a mais de financiamentos, por meio desse título, comparativamente ao mesmo período do ano agrícola anterior.

Desempenho do Pronamp

O Mapa sinaliza como destaque o Pronamp, que está com desempenho positivo em todas as finalidades de crédito, tanto em número de contratos como em valores desembolsados.

Foram R$ 53,48 bilhões em 202.137 contratos. Em operações de custeio e de investimento, foram R$ 47 bilhões e R$ 6,48 bilhões, em 174.243 e 27.894 contratos, respectivamente.

Dentre as fontes de recursos com performances superiores às da safra passada, destacam-se:

  • Poupança Rural Controlada: 24% de variação;
  • Recursos equalizados do BNDES: 13%; e
  • Recursos Livres Equalizáveis: 181%

Nas fontes com taxas de juros não controladas, a Poupança Rural Livre teve variação de 113%.

No conjunto dos programas de investimento agropecuário, que possuem equalização de taxas de juros, há um saldo a ser comprometido de 29%, enquanto os recursos equalizáveis para custeio e comercialização apresentam um saldo de 14%.

De acordo com o Mapa, os valores apresentados representam a parcela dos financiamentos contratados efetivamente liberados ou concedidos, sendo, portanto, provisórios.



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Frio invade lavouras e 2ª onda de frio derruba temperaturas em vários estados; saiba onde



Os próximos dias devem trazer chuvas fortes para as lavouras do Norte do país. Em Roraima, no entanto, a notícia não é das melhores para o campo. A precipitação prevista vem acompanhada de rajadas de vento, o que pode causar estragos pontuais e dificultar o andamento das atividades.

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Já no Centro-Oeste e nas regiões do Matopiba, o cenário é mais favorável. O tempo firme deve predominar, garantindo boas condições para a colheita da segunda safra.

No Paraná, no sul de Minas Gerais e no litoral de São Paulo, a previsão é de pancadas de chuva mais intensas. Nessas áreas, os produtores devem se preparar para pausas nos trabalhos, já que o tempo instável pode atrapalhar o ritmo no campo.

Frio chega às lavouras

A partir da próxima semana, uma nova massa de ar frio avança sobre às lavouras do Centro-Sul, trazendo a segunda onda de frio do ano. Estados como Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, São Paulo e até mesmo o Rio de Janeiro devem registrar manhãs geladas, com temperaturas que seguem baixas ao longo do dia.

A chuva prevista para o país nos próximos dias deve variar entre 15 e 30 milímetros um volume baixo, que favorece a colheita, mas não resolve a necessidade de umidade para quem ainda depende de água para o desenvolvimento da segunda safra. Pelo menos nos próximos dez dias, não há previsão de melhora nesse cenário.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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AgroNewsPolítica & Agro

Avanço do caruru preocupa



A praga tem rápida dispersão



A praga tem rápida dispersão
A praga tem rápida dispersão – Foto: Pixabay

O avanço do caruru-roxo (Amaranthus hybridus) e do caruru-palmeri (Amaranthus palmeri) em lavouras de soja tem gerado grande preocupação, especialmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Consideradas entre as plantas daninhas mais agressivas, essas espécies apresentam alta capacidade de disseminação e resistência múltipla a herbicidas. O A. hybridus pode reduzir em 6,4% a produtividade da soja mesmo com uma planta por metro quadrado, enquanto o A. palmeri pode causar perdas de até 79%.

Ambas produzem até 600 mil sementes por planta, com dispersão facilitada por máquinas, irrigação, esterco, animais e culturas infestadas. A resistência ao glifosato, um dos herbicidas mais utilizados, torna o controle ainda mais desafiador.  “Isso compromete o controle e torna indispensável a adoção de estratégias mais completas e integradas. Diante desse cenário, o herbicida YAMATO SC, da IHARA, é hoje uma das principais ferramentas disponíveis no manejo dessas espécies de  Amaranthus no Brasil”, afirma o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Gustavo Corsini.

Ensaios demonstram que YAMATO SC tem mais de 90% de eficiência no controle do caruru em pré-emergência, com efeito residual prolongado e alta seletividade para soja. Sua formulação diferenciada garante melhor absorção e menor risco de perdas, sendo amplamente utilizada por produtores e consultores.

Especialistas reforçam a importância do manejo integrado, com rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e herbicidas como o YAMATO SC, para reduzir o banco de sementes e dificultar novas infestações. A IHARA reforça seu compromisso em oferecer soluções eficazes para os desafios do campo.

“Sabemos que o caruru-roxo e o caruru-palmeri representam um novo patamar de ameaça às lavouras de soja. Por isso, nossa missão é entregar tecnologias que realmente funcionem no campo e permitam ao produtor manter sua produtividade e rentabilidade”, conclui o gerente de Marketing Regional.

 





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Inscrições para concurso internacional de queijos vão até domingo


Produtores de queijo do Brasil e do exterior terão até este domingo (8) para se inscrever na ExpoQueijo Brasil 2025Araxá International Cheese Awards, a maior premiação de queijos artesanais das Américas.

O evento será realizado entre os dias 26 e 29 de junho, nos salões do Grande Hotel e Termas de Araxá, em Minas Gerais.

O prazo vale para quem deseja participar do Concurso Internacional de Queijos, que integra a programação do evento. A quinta edição do concurso reunirá centenas de produtores, especialistas e entusiastas do queijo artesanal.

“Decidimos ampliar o prazo para garantir a participação de produtores que solicitaram mais tempo para concluir a documentação e os preparativos. Queremos valorizar a diversidade e ampliar a representatividade no concurso”, afirma a organizadora do evento, Maricell Hussein.

Na avaliação do Subsecretário de Política e Economia Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Gilson Sales, o evento se consolidou como uma grande vitrine mundial para o queijo artesanal regularizado.  

“Neste ano, o concurso terá 45 categorias, contemplando queijos elaborados com leite de vaca, cabra, ovelha, búfala e misturas, que serão avaliados por um corpo de jurados nacionais e internacionais, com base em sete critérios sensoriais: aspecto global, cor, textura, odor, aroma, consistência e sabor”, detalha Sales.

Premiações ao melhor queijo

Queijo; ExpoQueijo Brasil 2025Queijo; ExpoQueijo Brasil 2025
Foto: divulgação ExpoQueijo Brasil 2025

Os premiados receberão medalhas de ouro, prata e bronze, além do cobiçado troféu Super Ouro, concedido ao queijo com maior pontuação geral. “Já temos várias inscrições de produtores da Europa e de muitos países da América Latina que querem participar desta edição especial”, destaca a organizadora Maricell.

Além do Concurso Internacional, a ExpoQueijo Brasil 2025 conta com uma Feira Internacional de Negócios, além de palestras, conferências, mesas de debate, vila gastronômica e cultural.

Em 2024, o concurso reuniu 1.110 queijos de 14 países. Para participar, é necessário que o produtor possua registro junto às autoridades sanitárias do país de origem e que se enquadre nas exigências técnicas do edital. As inscrições devem ser feitas neste link.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Comercialização da safra 24/25 de soja avança e supera 60%



A comercialização da safra 2024/25 de soja no Brasil segue em avanço, mesmo diante de um cenário global desafiador. Segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado, com dados coletados até o dia 6 de junho, cerca de 64% da produção projetada já foi negociada. No relatório anterior, com base em informações de 9 de maio, esse percentual era de 57%, o que evidencia uma boa evolução nas últimas semanas.

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Abaixo do ano passado

Apesar do bom ritmo recente, os números continuam abaixo do patamar registrado no mesmo período do ano passado, quando 71,8% da safra já havia sido comercializada. A média dos últimos cinco anos para o período é de 76,9%. Com a safra atual estimada em 172,45 milhões de toneladas, o volume já comprometido soma 110,35 milhões de toneladas.

Safra 25/26 de soja começa a ganhar força

Em relação à safra 2025/26, que ainda será plantada, Safras & Mercado estima que 10,8% da produção futura já foi comercializada de forma antecipada. O volume representa aproximadamente 19,73 milhões de toneladas, considerando uma safra projetada de 182,57 milhões de toneladas.

Esse desempenho supera o dado de maio, quando a comercialização antecipada estava em 7,9%. No entanto, segue abaixo do registrado em igual período do ano passado (14,6%) e da média de cinco anos para o período (20,6%).



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8 marcas são desclassificadas; confira a lista


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou, nesta sexta-feira (6), um alerta para o risco que a ingestão de oito marcas de azeite de oliva já desclassificadas por fraude representa para a saúde dos consumidores.

As autoridades sanitárias determinaram o recolhimento dos lotes considerados impróprios para o consumo humano depois que técnicos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária identificaram a presença de outros óleos vegetais misturados ao azeite.

“As análises confirmaram que os produtos não atendem aos requisitos da instrução normativa nº 01/2012, que estabelece os padrões de identidade e qualidade do azeite de oliva”, informou o ministério.

A pasta alerta que a comercialização dos lotes desclassificados configura uma infração grave e que os estabelecimentos que mantiverem os itens à venda podem ser responsabilizados.

Caso algum consumidor tenha adquirido um dos produtos desclassificados, a orientação ministerial é que não o utilize e procure o estabelecimento onde o adquiriu a fim de pedir sua substituição, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.

Denúncias sobre a comercialização desses produtos podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR, informando o nome e o endereço do local de venda.

Confira a lista das marcas de azeite de oliva desclassificadas



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Festas juninas ao vivo: BRIN TV exibe shows direto de Caruaru e Aracaju


O canal BRIN TV anuncia uma cobertura especial das festas de São João, com transmissão ao vivo de dois dos maiores eventos juninos do país: o São João de Caruaru, em Pernambuco, e a Ajufest, em Aracaju, Sergipe.

A transmissão estará disponível em TVs conectadas das marcas Samsung, LG e TCL. A proposta é ampliar o acesso às tradições culturais nordestinas, levando as celebrações para o público em todo o Brasil por meio de uma programação ao vivo.

O São João de Caruaru será transmitido em duas etapas: de 6 a 15 de junho e de 23 a 28 de junho, sempre às 20h. Já a Ajufest será exibida entre os dias 17 e 22 de junho, também a partir das 20h.

A programação inclui shows de artistas como Wesley Safadão (dia 7), Leo Santana (13) e Daniel (23), entre outras atrações.

A iniciativa é parte da proposta do BRIN TV de mostrar a diversidade cultural brasileira, com foco em turismo, gastronomia, história e artes. O canal é resultado de uma parceria com fabricantes de televisores e tem curadoria do Canal Rural.

A cobertura ao vivo será dividida em blocos e intervalos estratégicos, com o objetivo de proporcionar uma experiência completa e acessível, mantendo o público conectado com as festas juninas, independentemente da localização geográfica.




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AgroNewsPolítica & Agro

O agro brasileiro está envelhecendo?



“Envelhecer com dignidade e propósito deve ser uma conquista coletiva”



“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos"
“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos” – Foto: Pixabay

Segundo Antonio Prado G. B. Neto, professor, colunista e CEO da Pirecal Calcário, o Censo Demográfico de 2022 do IBGE evidencia uma realidade inegável: o Brasil está envelhecendo. A idade mediana da população subiu de 29 para 35 anos, a expectativa de vida alcança 76,8 anos e mais de 22 milhões de brasileiros têm 65 anos ou mais. No agronegócio, esse cenário também é visível: convivemos com profissionais com mais de 50 anos, agrônomos, técnicos, gestores e consultores que acumulam mais de 30 safras de experiência e que foram fundamentais na transformação do setor nas últimas décadas.

“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos — agrônomos, técnicos, gestores e consultores com mais de 30 safras de experiência. Eles foram protagonistas da transformação do setor e ainda têm muito a contribuir”, comenta.

Mesmo com essa bagagem, muitos desses profissionais enfrentam o etarismo — preconceito silencioso que limita oportunidades com base na idade. Antonio Prado alerta que, embora as pautas de diversidade no meio corporativo tenham avançado em aspectos como gênero, raça e inclusão de pessoas com deficiência, a inclusão etária ainda é um tabu pouco debatido. E isso acontece justamente em um setor que atrai cada vez mais jovens, interessados em inovação, tecnologia e sustentabilidade.

A complementaridade entre gerações, destaca Prado, é uma vantagem estratégica. A valorização dos profissionais 50+ não significa excluir os mais jovens, mas promover um ambiente onde o intercâmbio de saberes, técnicas e visões de mundo fortalece o agro brasileiro. Essa convivência entre experiência e inovação é chave para o crescimento sustentável, resiliente e mais humano do setor. “Envelhecer com dignidade e propósito deve ser uma conquista coletiva. O respeito que construirmos hoje será o que colheremos amanhã”, conclui.

 





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Estimativa de produção de trigo é reduzida em 2,7% por consultoria



A estimativa para a safra de trigo brasileira 2025/26 foi indicada pela StoneX em 7,69 milhões de toneladas, recuo de 2,7% em relação ao que a empresa esperava no último mês.

De acordo com o consultor em Gerenciamento de Riscos da companhia, Jonathan Pinheiro, o cenário recente indica menor propensão dos agricultores a investir no cereal como cultura de inverno nesta temporada, especialmente nos principais estados produtores, como Paraná e Rio Grande do Sul.

“Nesse sentido, a área destinada à cultura no Paraná é estimada agora em 905 mil hectares, enquanto no Rio Grande do Sul está em torno de 1,1 milhão de hectares. Devido ao corte na área semeada, a expectativa é de que a produção paranaense caia 2,2% e a gaúcha seja 4,3% menor, no comparativo mensal”, detalha Pinheiro.

Apesar desta nova revisão, há uma perspectiva de crescimento para a produção em comparação ao ciclo produtivo 2024/25.

Oferta e demanda de trigo

No recorte de oferta e demanda, a StoneX observa uma diminuição da disponibilidade de trigo no mercado interno, devido ao corte nas estimativas de produção, ainda sem uma contrapartida do lado das importações.

Por outro lado, conforme o plantio avança, não tem sido observado um progresso na comercialização de sementes no mesmo ritmo.

“Acredita-se que, em grande parte, a demanda de sementes esteja sendo suprida por estoques salvos previamente para esta finalidade. No entanto, não é descartada a possibilidade de desistência do plantio por uma parte dos produtores, o que justificaria os números inferiores para a área e produção de trigo nesta safra”, salienta.

Diante desse cenário, espera-se uma retração significativa nos estoques finais do trigo no país e, consequentemente, na relação estoque/uso.

Em números, os estoques finais são agora estimados em 255 mil toneladas, uma redução de 44,3% em relação ao que se esperava na última edição deste relatório, e de 38,1% em relação à safra 2024/25.



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