segunda-feira, maio 18, 2026

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Soja fecha junho com queda em Chicago


Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago encerraram a sessão desta segunda-feira de forma mista, pressionados por estoques elevados e sinais de demanda enfraquecida. Segundo análise da TF Agroeconômica, os contratos de julho e agosto da oleaginosa recuaram 0,34%, fechando em US\$ 1.024,25 e US\$ 1.029,75 por bushel, respectivamente.

A divulgação dos relatórios do USDA sobre estoques trimestrais e área plantada impactou diretamente as cotações. Embora a área semeada tenha ficado em linha com as expectativas — 33,74 milhões de hectares, quase igual aos 33,79 milhões previstos em março —, os estoques em 1º de junho surpreenderam negativamente: 27,43 milhões de toneladas, 3,9% acima do ano anterior e acima da média projetada pelo mercado (26,67 milhões). A fraca demanda em junho, especialmente pela China, reforçou o viés de baixa.

Apesar disso, o óleo de soja foi destaque positivo no mês. Impulsionado por fatores como o aumento do mandato de biodiesel nos EUA e tensões no Oriente Médio, o produto acumulou valorização de quase 12% em junho. No fechamento do dia, o contrato de óleo para julho subiu 0,11%, cotado a US\$ 52,51 por libra-peso. Já o farelo teve leve alta de 0,07%, encerrando a US\$ 271,30 por tonelada curta.

Condições climáticas favoráveis no cinturão agrícola dos EUA também pesaram sobre os preços, com boas chuvas registradas nesta segunda-feira. O cenário climático positivo para o milho e a soja, somado ao desinteresse chinês pela nova safra americana, mantém o mercado em alerta para os próximos movimentos.

Dois fatores deram suporte altista ao mercado da soja: o iminente aumento das tarifas de exportação (retenciones) na Argentina, que pode desacelerar as vendas do complexo soja no país, e a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade da soja brasileira. Além disso, o USDA confirmou a venda de 204 mil toneladas de farelo de soja dos EUA para destinos desconhecidos na safra 2025/26, o que também contribuiu positivamente para o mercado.

 





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Sementes de alto vigor aumentam em até 35% a produtividade nas lavouras



No mais recente videocast do Soja Brasil, Marcelo Laurente, diretor comercial da ATTO Sementes, destacou a importância estratégica da escolha das sementes para o sucesso da lavoura. Segundo ele, a semente é o início de tudo e, embora represente apenas 14 a 15% do custo com insumos, tem impacto decisivo na produtividade e na redução de riscos. Laurente alertou que germinação e vigor são critérios distintos e que o agricultor precisa priorizar sementes de alto vigor para garantir o bom desempenho da lavoura, mesmo em condições adversas, evitando prejuízos com replantio.

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Marcelo também apresentou iniciativas da ATTO Sementes que buscam facilitar a vida do produtor, como a plataforma digital Plantap, que utiliza dados reais e inteligência artificial para auxiliar na escolha das cultivares mais produtivas e adaptadas à região. Outro diferencial é o IPA Índice de Potencial de Alta performance (IPA), criado internamente para estimar o vigor das sementes no momento do plantio com base em mais de 15 testes por lote. A empresa também inovou ao comercializar sementes com base no número de “plantas por hectare”, oferecendo mais precisão e previsibilidade ao produtor.

Por fim, foram apresentadas as duas linhas comerciais da ATTO: a linha ATO, com vigor entre 91% e 95%, pensada como porta de entrada para sementes de alta performance; e a linha Evo, com vigor entre 96% e 100%, voltada ao máximo rendimento produtivo. Ambas contam com o programa Protege, que oferece reposição gratuita em caso de replantio por fatores climáticos ou operacionais. Outro destaque é o tratamento industrial Escud, que garante uniformidade e precisão na aplicação de defensivos, superando a variabilidade dos tratamentos feitos manualmente nas fazendas.



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Fávaro diz que não consegue ‘compreender’ a atual Selic



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reclamou nesta terça-feira (1º) da taxa básica de juros, dizendo que não consegue “compreender” o patamar atual da Selic.

“Com todo o respeito ao Galípolo e à equipe do Banco Central, não consigo compreender. Temos inflação controlada, gastos públicos controlados, crescimento da economia, renda da população crescendo, desemprego caindo e uma Selic de 15%”, disse o ministro durante seu discurso na cerimônia de lançamento do Plano Safra para a agricultura empresarial.

Segundo Fávaro, a Selic nos valores atuais de 15% “pressiona o funding de recursos para crédito rural” e faz com que a “poupança rural não seja mais atrativa”.

“Tínhamos uma Selic de 10,5% ao ano e hoje está em 15%. São 4,5 pontos percentuais a mais que no Plano Safra do ano passado. E ainda assim, com todas essas dificuldades, o aumento da taxa de juros foram de 1,5 a 2 pontos percentuais (abaixo da Selic). O governo absorveu o aumento da Selic com a equalização”, declarou, reforçando que, ainda com o que chamou de “desafios da Selic”, o governo entregou um plano com valores recordes.

Fávaro reforçou que este é o terceiro Plano Safra seguido com valores recordes – isso já havia acontecido em 2023 e em 2024 – e agradeceu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Disse ter achado “difícil” repetir um plano com valores recordes, mas reforçou a participação do presidente na discussão.

“Não tenho vocação para puxar saco, mas é importante dizer do esforço da equipe do ministro Fernando Haddad, a Casa Civil, o ministro Rui Costa, Paulo Teixeira (do Desenvolvimento Agrário) e sua equipe. Mas foi fundamental, de novo, pelo terceiro ano, presidente, sua posição. O senhor que determinou o esforço orçamentário para que a gente pudesse chegar ao dia de hoje com esse plano tão impactante”, afirmou.



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Plano Safra pode impulsionar crédito, mecanização e lucro para produtor de soja, diz comentarista



Nesta segunda-feira (30), o governo federal finalmente divulgou o lançamento do Plano Safra 2025/2026, com foco no fortalecimento da agricultura familiar, que contará com R$ 89 bilhões em recursos. A nova edição do programa contempla uma série de políticas públicas voltadas, também, diretamente ao produtor de soja, como crédito rural, compras governamentais, seguro agrícola, assistência técnica e garantia de preços mínimos.

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Desse total, R$ 78,2 bilhões serão destinados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), valor 3% superior ao disponibilizado na safra passada. O plano também mantém condições atrativas de financiamento, com juros de 3% ao ano para alimentos da cesta básica e de 2% para produtos agroecológicos ou orgânicos. Entre as novidades, estão linhas específicas para adaptação às mudanças climáticas, conectividade no campo, acessibilidade e incentivo à produção sustentável e mecanização, esta última, por meio do programa Mais Alimentos.

Já na agricultura empresarial, o Plano Safra prevê R$ 516,2 bilhões em recursos, alta nominal de 1,5% frente aos R$ 508,6 bilhões da safra 2024/2025. Apesar do aumento, o valor não representa ganho real diante da inflação acumulada de 5,32% no período. Ainda assim, o governo destaca a ampliação dos recursos com juros equalizados, que subiram de R$ 92,8 bilhões para R$ 113,8 bilhões, totalizando R$ 189 bilhões quando somadas as demais linhas controladas.

O plano contempla operações de custeio, comercialização e investimento para médios e grandes produtores, e traz mudanças importantes. Uma delas é a exigência de observância ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) como critério para concessão de crédito, reforçando a segurança da produção. Também foram ampliados os limites do programa de armazenagem e criadas medidas que incentivam práticas sustentáveis e a modernização do setor.

Para o comentarista Miguel Daoud, do Canal Rural, o Plano Safra tem um papel estratégico, especialmente para os pequenos produtores de soja que integram o cultivo com outras culturas, como feijão e milho. “O produtor de soja também pode se enquadrar no Pronaf, dependendo do porte da propriedade. Isso permite o acesso a crédito com juros mais baixos e a possibilidade de adquirir tratores e implementos agrícolas, o que garante condições mínimas para alcançar rentabilidade, mesmo em pequena escala”, afirma.

Para Daoud, a principal contribuição do plano está em viabilizar o acesso à tecnologia e à infraestrutura no campo. “Se o pequeno produtor tem acesso à mecanização e aos insumos certos, ele consegue produzir com mais eficiência e ampliar sua margem de lucro, mesmo enfrentando um cenário econômico desafiador”, conclui.



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Confira como a soja iniciou a semana


Desafios logísticos e comerciais marcam o cenário da soja no Rio Grande do Sul, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 130,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.

Logística e armazenagem exigem atenção no mercado de soja em Santa Catarina. “Com a infraestrutura atual já sob pressão, o crescimento da produção no Planalto Norte e em outras regiões exige atenção redobrada para evitar gargalos, garantir qualidade dos grãos e dar suporte à construção de políticas públicas que fortaleçam a competitividade catarinense no agronegócio. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,56 (-0,70%)”, completa.

No Paraná, o mercado de soja segue sob cautela, mesmo com projeções comerciais positivas. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 134,76. Em Cascavel, o preço foi 120,34 (+0,28%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,22. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,85 por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,56 (+0,70%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Logística instável desafia comercialização no Mato Grosso do Sul. “A armazenagem segue como ponto crítico no estado, dado o alto volume colhido e a limitação de estruturas disponíveis para estocar os grãos, o que impacta diretamente o poder de negociação no mercado. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 118,37, Campo Grande em R$ 118,37, Maracaju em R$ 119,92 (+1,80%), Chapadão do Sul a R$ 108,69 (-1,82%), Sidrolândia a em R$ 119,92 (+1,80%)”, informa.

Armazenagem e logística concentram atenções no Mato Grosso do Sul após colheita da

soja. “Para os próximos ciclos, o planejamento de armazenagem ganha ainda mais relevância, principalmente diante dos custos elevados de insumos e da necessidade de mitigar riscos de perdas e avarias. Campo Verde: R$ 113,09. Lucas do Rio Verde: R$ 108,82 (+0,72), Nova Mutum: R$ 108,82. Primavera do Leste: R$ 113,09. Rondonópolis: R$ 113,09. Sorriso: R$ 108,82”, conclui.

 





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Novo salário mínimo começa a valer hoje em SP; veja quem tem direito



O novo salário mínimo começa a valer nesta terça-feira (1°) no estado de São Paulo. O valor passou a ser de R$ 1.804, de acordo com a lei nº 18.153/2025, sancionada no começo de junho.

O novo piso salarial mensal é 18,8% superior ao salário mínimo nacional (R$ 1.518). De acordo com o governo de São Paulo, desde 2022, o crescimento do piso estadual foi de 40,5% ante uma inflação de 15,1% nos últimos três anos. O valor contempla 76 categorias profissionais.



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AGU vai ao STF para reverter derrubada de decreto do IOF


A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou nesta terça-feira (1º) ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), no intuito de reverter a derrubada do decreto elaborado pelo governo federal que aumenta alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Em coletiva de imprensa, o ministro da AGU Jorge Messias informou que a ação declaratória de constitucionalidade foi apresentada após solicitação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com base em estudo técnico e jurídico solicitado ao órgão na semana passada.

Segundo Messias, a conclusão da AGU é que o decreto do governo federal é constitucional, válido e não poderia ter sido objeto de decreto legislativo de sustação. “A avaliação técnica dos nossos advogados foi de que a medida adotada pelo Congresso acabou por violar o princípio da separação de poderes”, explicou Messias. “Todo esforço do governo é para que possamos retomar a normalidade institucional”.

Entenda

O decreto fazia parte de medidas elaboradas pelo Ministério da Fazenda para reforçar as receitas do governo e atender às metas do arcabouço fiscal. No fim de maio, o presidente Lula editou decreto que aumentava o IOF para operações de crédito, de seguros e de câmbio.

A decisão de pautar a derrubada do decreto do IOF foi anunciada horas antes da votação pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em postagem nas redes sociais. Segundo ele, a maioria da Câmara não concorda com elevação de alíquotas do IOF como saída para cumprir o arcabouço fiscal e tem cobrado o corte de despesas primárias.

Já o governo alegou que a medida é necessária para evitar mais cortes em políticas sociais e maiores contingenciamentos que podem afetar o funcionamento da máquina pública. Além disso, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, as regras do decreto corrigiam injustiças tributárias de setores que não pagam imposto sobre a renda.

Entre as medidas propostas no decreto estão o aumento na taxação das apostas eletrônicas, as chamadas bets, de 12% para 18%; das fintechs, de 9% para 15% a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), igualando-se aos bancos tradicionais; a taxação das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), títulos que atualmente são isentos de Imposto de Renda. 

Antes mesmo da derrubada do decreto, o governo editou, no início de junho, uma medida provisória (MP) com aumento de tributos para bets (empresas de apostas) e para investimentos isentos. A ideia da MP era atender uma pressão do próprio Congresso. A medida provisória também prevê o corte de R$ 4,28 bilhões em gastos obrigatórios neste ano. Em troca, o governo desidratou o decreto do IOF, mas o decreto foi derrubado pelo Congresso da mesma forma.



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Plano Safra vai reduzir preços dos alimentos, diz ministro



O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, disse nesta terça-feira (1º) que os preços dos alimentos vão cair com o Plano Safra da Agricultura Familiar, que prevê R$ 89 bilhões para crédito rural no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e outras políticas. O valor é recorde para o setor – em 2024, foram destinados R$ 76 bilhões em recursos.

“Pelo terceiro ano consecutivo, o presidente Lula lança três planos Safra recorde no Brasil, tanto da agricultura familiar quanto da agricultura empresarial. Este ano, estamos batendo novo recorde, com R$ 89 bilhões. Isso ajuda? Ajuda. Porque, em três anos consecutivos, temos safras recordes no Brasil – R$ 1,2 bilhão de toneladas de alimentos produzidos”, disse.

Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Teixeira lembrou que os investimentos já se refletem na queda do preço do arroz, que baixou 33%; do feijão, que caiu 10%; da batata inglesa, que teve queda de 46%; da banana, 16%; e do tomate, 29,77%.

“Ao mesmo tempo em que temos a inflação baixando, quem lidera essa baixa na taxa de inflação são os alimentos”, afirmou. “Estamos vivendo um momento bom e o que o presidente Lula quer são alimentos baratos e de qualidade, com fartura na mesa do povo brasileiro”, completou.



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menor demanda pressiona as cotações



Levantamentos da equipe Hortifrúti/Cepea mostram que o preço médio da batata tipo ágata especial no atacado de São Paulo foi de R$ 63/sc na última semana. O valor representa queda de 16,3% em relação à anterior.

Nos atacados de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, as médias permaneceram estáveis no período, em R$ 57/sc e R$ 63/sc, nesta ordem. Segundo pesquisadores, chuvas principalmente nas regiões Sul e Sudeste reduziram o ritmo de colheita, resultando em menor oferta. 

A demanda por batatas também diminuiu, devido ao final do mês, quando normalmente o poder aquisitivo da população é menor. Assim as cotações estavam pressionadas limitando as altas de preços do tubérculo. 

Ainda conforme o centro de pesquisas, devido às geadas ocorridas na última semana, pode haver uma desaceleração da oferta, a depender da intensidade dos danos nas lavouras.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Trigo: fortes chuvas no sul causam prejuízos nas lavouras


trigo
Foto: Freepik

As chuvas intensas registradas no Sul do Brasil na semana passada somadas às geadas em áreas do Centro-Sul do País deixaram produtores de trigo em alerta. É isso que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Segundo o centro de pesquisas, o clima mais frio favorece o desenvolvimento das lavouras. Mas, por outro lado, as fortes chuvas no Rio Grande do Sul atrapalharam os trabalhos de campo e implicaram até em perdas em algumas lavouras.

Dados da Conab indicam que, até 21 de junho, 56,6% da área estimada havia sido semeada no Brasil. A companhia também indicou os inícios da semeadura de trigo em Santa Catarina e da colheita da safra de 2025 em Goiás.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo

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