sexta-feira, março 27, 2026

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Levantamento indica avanço desigual da semeadura



O índice permanece abaixo do registrado


O índice permanece abaixo do registrado
O índice permanece abaixo do registrado – Foto: Foto: Gessi Ceccon

O ritmo de plantio de soja no Brasil mostra avanço constante, mas ainda distante do comportamento observado em temporadas recentes, com diferenças marcantes entre as regiões produtoras. Segundo levantamento da DATAGRO Grãos, a semeadura da safra 2025/26 atingiu 57,6% da área projetada, após crescimento de 11,1 pontos percentuais na semana encerrada em 7 de novembro.

O índice permanece abaixo do registrado no mesmo período da safra 2024/25, quando os trabalhos somavam 67,9%, e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 64,1%. Mesmo com o atraso nacional, alguns estados conseguem sustentar evolução mais firme. Paraná e Mato Grosso ganharam ritmo na última semana e alcançaram 87% da área estimada, enquanto a média plurianual para esses estados estava em 86,6% e 90,4%.

Nos demais estados do Sul, o andamento mais lento reduz a recuperação do ritmo tradicional. Santa Catarina atingiu 23% da área prevista e o Rio Grande do Sul chegou a 16%, refletindo condições locais menos favoráveis. Em Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, os trabalhos avançaram para 54%, 30% e 86%, respectivamente, mantendo o cenário desigual entre regiões.

O Matopiba também apresenta desempenho variado. Bahia e Tocantins seguem à frente da média de cinco anos, enquanto Maranhão e Piauí registram atrasos, influenciados pelo início irregular das chuvas e pela abertura mais lenta das janelas de plantio. O conjunto dos dados mostra que, embora algumas áreas tenham ganho tração, o país ainda opera abaixo do ritmo historicamente observado para este período da temporada.

 





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Pessimismo sobre corte de juros nos EUA pressiona moedas globais; ouça os destaques do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o pessimismo sobre corte de juros nos EUA pressionou bolsas e moedas globais, com destaque para queda de mais de 1% em NY.

A valorização do dólar afetou o real, que fechou acima de R$ 5,30, e o Ibovespa perdeu o nível dos 157 mil pontos.

Hoje, atenção ao IPC, IGP-M prévio e bateria de indicadores americanos que devem calibrar expectativas para os juros.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Indústria reduz compras e tecnologia sustenta citricultura



O avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante


O avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante
O avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante – Foto: Pixabay

A lentidão recente no comércio internacional de suco de laranja pressiona o setor a rever estratégias e ajustar o planejamento para o restante do ciclo. A partir desse movimento, indústrias avaliam estoques, revisam contratos e adotam postura mais cuidadosa na compra da fruta diante de demanda moderada e volatilidade logística.

Consultorias do setor apontam que a instabilidade cambial e a dificuldade de prever o ritmo dos embarques aumentam a incerteza entre produtores, que precisam redimensionar volumes colhidos e negociar em um mercado interno mais sensível a oscilações.

Especialistas destacam que o avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante para sustentar produtividade e manter o país em posição de liderança global. Em análise de representantes da GIROAgro, o uso de fertilizantes líquidos de alta concentração aparece como ferramenta decisiva para melhorar desempenho das plantas e contribuir para o controle de problemas fitossanitários, contexto no qual estão inseridas as declarações do executivo da empresa.

“O manejo adequado por meio da utilização de fertilizantes líquidos é o ponto de partida para obter produtividade, qualidade e rentabilidade. Quando aplicados de forma eficiente, os fertilizantes melhoram o desempenho das plantas e ajudam a controlar problemas fitossanitários, garantindo frutos de excelência e fortalecendo a imagem do Brasil como líder mundial na produção de cítricos”, destaca Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro.

A avaliação também aponta que tecnologias de manejo nutricional ajudam a reduzir a exposição dos produtores às oscilações de preços e às limitações do mercado doméstico. O setor projeta que práticas mais eficientes podem amortecer os efeitos da retração nas exportações ao longo do ciclo e reforçar a estabilidade produtiva.

 





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Temporais e trovoadas são previstos para 3 regiões brasileiras hoje



A terça-feira (18) será de tempo instável, com chuvas fortes, risco de temporais e trovoadas no Sul, Sudeste e Norte. Já no Centro-Oeste, precipitações intensas também não estão descartadas, enquanto o Nordeste convive com altas temperaturas e clima mais seco. Confira:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

A presença de área de baixa pressão entre a costa da Região Sul e Sudeste deve favorecer o tempo instável no norte gaúcho, em todo o estado catarinense e na metade sul e leste do Paraná, com pancadas de chuva moderadas a fortes e risco de temporais em alguns pontos isolados. Em território paranaense, o deslocamento da frente também mantém o tempo instável na região.

Sudeste

A frente fria segue se deslocando pelo estado de São Paulo, provocando pancadas de chuva moderadas a fortes, com trovoadas e risco de temporais em alguns pontos isolados, principalmente em áreas do sul, litoral, nordeste e interior do estado. No sul de Minas Gerais, há chance de chuvas mais isoladas pela manhã e de fraca intensidade. Com o deslocamento da frente fria, as instabilidades também avançam por boa parte da metade sul de Minas, áreas do Triângulo e leste mineiro, além do Rio de Janeiro, provocando pancadas moderadas a fortes, com raios e trovoadas. No sul do Espírito Santo, há chance de chuva à noite. As temperaturas diminuem em grande parte do estado paulista e no sul de Minas.

Centro-Oeste

As instabilidades seguem ocorrendo em Mato Grosso do Sul, desde a madrugada e ao longo da manhã, diminuindo até o início da tarde, quando o tempo deve ficar mais firme. Em Mato Grosso, pancadas de chuva pela madrugada e manhã até a tarde no norte do estado, se estendendo para áreas mais ao oeste ao longo do dia; no sudeste, algumas instabilidades também avançam. Já em Goiás, as pancadas de chuva ficam mais concentradas na metade sul do estado, com pancadas moderadas a fortes e trovoadas. Nas demais áreas, o tempo segue mais firme ao longo do dia.

Nordeste

O tempo segue firme pela região e há chance de chuva apenas em áreas do interior do Maranhão e do Piauí, de maneira mais fraca e isolada. As temperaturas seguem elevadas pela região, com máxima de 36°C em Piauí. A umidade do ar segue baixa pelo interior nordestino.

Norte

As pancadas de chuva ganham força novamente em grande parte do Amazonas, com pancadas moderadas a fortes e risco de temporais em alguns pontos. No Acre, Rondônia e Roraima, as pancadas de chuva aumentam e pode chover de maneira moderada. Já no Amapá e no sudoeste do Pará, as instabilidades seguem ocorrendo, enquanto boa parte do Pará e do Tocantins se mantém com tempo mais seco e firme.



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Precisão no campo eleva eficiência das aplicações



Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão


Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão
Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão – Foto: Sheila Flores

A adoção de soluções que aprimoram o uso de insumos tem avançado no campo brasileiro, impulsionando eficiência e sustentabilidade. Segundo a Embrapa, práticas como mapeamento de solo, pulverização localizada e aplicação em taxa variável já fazem parte de mais de um terço das propriedades de médio e grande porte, com expansão consistente.

Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão ao direcionar cada insumo ao alvo certo, na dose adequada e no momento oportuno. A integração com adjuvantes eleva ainda mais o desempenho ao aprimorar a eficácia das soluções e a performance de fertilizantes especiais, defensivos e bioinsumos.

De acordo com Bruno Neves, gerente técnico da BRQ Brasilquímica, a eficiência produtiva depende da capacidade de otimizar cada gota aplicada, levando em conta o avanço das máquinas e a escolha dos bicos, que definem o tamanho das gotas e influenciam a qualidade final da operação. Ele destaca que os adjuvantes reduzem perdas por deriva, aumentam aderência e espalhamento, favorecem a absorção e fortalecem a ação de produtos biológicos.

No aspecto econômico, contribuem para evitar reaplicações e ampliar o retorno do investimento, promovendo uso racional dos recursos e menor risco de impacto ambiental. Bruno reforça que o emprego desses insumos deve estar alinhado às boas práticas agrícolas, com atenção à calibração de equipamentos, às condições climáticas e ao manejo fitossanitário e nutricional.

“A agricultura brasileira está cada vez mais eficiente. Os adjuvantes são aliados indispensáveis paa unir produtividade, rentabilidade e responsabilidade ambiental em favor do agro e da sociedade, sendo um elo essencial para a eficiência agronômica nos sistemas de produção”, ressalta Bruno Neves.

 





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AgriZone define o apoio do agro na luta contra as mudanças climáticas, diz ex ministro



O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues definiu a Agrizone, espaço temático coordenado pela Embrapa na COP30, como a iniciativa do evento que melhor define a contribuição do agro no enfrentamento das mudanças climáticas.

Entre os destaques do local estão as vitrines demonstrativas a campo em que os visitantes podem conhecer, de perto, sobre intensificação sustentável e diversificação de sistemas produtivos, além de entender as iniciativas da Embrapa para desenvolvimento dos protocolos de agropecuária de baixo carbono e ainda as vitrines tecnológicas para agricultura familiar.

A AgriZone fica localizada na Embrapa Amazônia Oriental, na Travessa Dr. Enéas Pinheiro, no bairro Marco, em Belém, a aproximadamente 1,8 km da Blue Zone. O espaço estará aberto ao público de 10 a 21 de novembro, das 10h às 18h. A entrada é gratuita, com inscrição prévia ou realizada no local.

Com uma programação dinâmica, composta por exposições imersivas, painéis interativos, pavilhões com vitrines vivas, cinco auditórios para 400 atividades (palestras, workshops e painéis), espaços para alimentação, apresentações culturais, experiências gastronômicas, lançamentos de tecnologias e publicações, a AgriZone convida o público da COP30 a conhecer de perto as soluções desenvolvidas pela Embrapa em parceria com governos, empresas e produtores.

A programação foi montada a partir de uma chamada pública feita pela Embrapa em que organizações relacionadas, direta ou indiretamente, à agricultura, à segurança alimentar e à mudança do clima, submeteram propostas para a organização de eventos e iniciativas dentro da AgriZone.

As 450 propostas recebidas passaram por análise de grupo de trabalho específico composto por pesquisadores e técnicos de diferentes áreas, resultando em uma programação plural e inclusiva, abrigando diversos setores, desde organizações não governamentais e entidades da agricultura familiar até instituições financeiras, ministérios, representações do agronegócio e organismos internacionais.



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Governo anuncia publicação de 10 portarias de demarcação indígena



A ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara, anunciou nesta segunda-feira (17) a assinatura de dez novas portarias declaratórias de demarcação de terras indígenas pelo Ministério da Justiça nos próximos dias.

Os documentos envolvem os seguintes territórios:

  1. TI Vista Alegre (AM – Mura)
  2. TI Tupinambá de Olivença (BA – Tupinambá)
  3. TI Comexatibá (BA – Pataxó)
  4. TI Ypoí Triunfo (MS – Guarani)
  5. TI Sawré Ba’pim (PA – Munduruku)
  6. TI Pankará da Serra do Arapuá (PE – Pankara)
  7. TI Sambaqui (PR – Guarani)
  8. TI Ka’aguy Hovy (SP – Guarani)
  9. TI Pakurity (SP – Guarani)
  10. TI Ka’aguy Mirim (SP – Guarani)

“Como parte do nosso compromisso, o Brasil anuncia a regularização e proteção de 63 milhões de hectares de terras indígenas e quilombolas até 2030”, declarou a ministra durante anúncio de iniciativa global dedicada a garantir os direitos territoriais de povos indígenas, afrodescendentes e comunidades tradicionais, com a meta coletiva de proteger 160 milhões de hectares. Ao todo, 15 países apoiaram a iniciativa.

Segundo a ministra, desse total, 4 milhões de hectares são em territórios quilombolas e os outros 59 milhões são territórios distribuídos em dez territórios indígenas com processos na câmaras de destinação de áreas pública que serão incorporados pelo Plano Integrado de Implementação da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI).



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Brasil conquista 50 medalhas em concurso mundial de queijos



O Brasil voltou a se destacar no World Cheese Awards 2025 (WCA), realizado na Suíça, trazendo para casa 50 medalhas em meio a mais de 5 mil queijos inscritos de mais de 50 países. Entre os premiados, três produtos desenvolvidos em Toledo, no Oeste do Paraná.

O World Cheese Awards é reconhecido como a maior competição dedicada exclusivamente aos queijos, reunindo desde grandes indústrias até pequenos produtores artesanais.

Nesta edição, 265 especialistas compuseram o júri, as avaliações foram realizadas às cegas, considerando critérios como sabor, aparência, aroma, corpo e textura. O evento reúne queijeiros, varejistas, compradores e alimentos de diversos países para julgar mais de 5 mil queijos provenientes de mais de 40 nações.

Medalhas brasileiras

O Brasil marcou presença entre os premiados do World Cheese Awards, com cinco queijos classificados como ouro, 19 como prata e 26 como bronze. As distinções contemplam produtores de diferentes regiões, incluindo São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Paraná

Entre os queijos do Paraná, os destaques foram Abaporu, Saint Marcellin e Garoa Tropical. O Abaporu, de massa mole e casca lavada, recebeu medalha de prata ao impressionar os jurados com notas de baunilha, amêndoas e especiarias como canela e cravo. O queijo já havia conquistado ouro no Mondial du Fromage, na França.

O Saint Marcellin, também prata, é um produto comercial da queijaria Flor da Terra e já acumula diversos reconhecimentos, entre eles, estar entre os dez melhores queijos do Brasil em 2023 e garantir prata no Mondial du Fromage 2025.

Fechando a lista, o Garoa Tropical recebeu bronze. Inspirado nas antigas técnicas que utilizavam frutas cítricas para coagulação do leite, o queijo se destaca pelo sabor diferenciado e pela textura singular resultante de enzimas naturais dessas frutas.

Vencedor

O grande vencedor do World Cheese Awards 2025 foi o Gruyère AOP Vorderfultigen Spezial, produzido pela queijaria suíça Bergkäserei Vorderfultigen. Reconhecido pelo equilíbrio entre textura, maturação e um sabor marcante típico dos queijos alpinos, o rótulo superou mais de 5 mil concorrentes de mais de 40 países.



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Clima favorável derruba preços do trigo no mercado global



Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas


Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas
Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas – Foto: Agrolink

As principais regiões produtoras de trigo no mundo atravessam um período de clima amplamente favorável, cenário que tem contribuído diretamente para a queda dos preços futuros do grão. Após anos marcados por eventos de La Niña prolongados, a recuperação das condições climáticas eliminou boa parte das limitações de produtividade. No Hemisfério Sul, a colheita avança em ambiente positivo, com destaque para Austrália, Brasil, África do Sul e Argentina, onde chuvas oportunas e ausência de geadas favoreceram rendimentos acima da média.

Na Austrália, estados como Nova Gales do Sul e Victoria registram safra quase ideal, enquanto a Argentina saiu de um longo período de seca e mostra bom potencial, apesar do risco de geadas tardias em Buenos Aires e La Pampa. Já no Hemisfério Norte, o ano começou irregular, mas houve melhora importante na Europa e no Canadá ao longo do segundo semestre, permitindo bom avanço do plantio de inverno.

França e região do Mar Negro, inicialmente afetadas por seca, receberam chuvas recentes que aliviaram as preocupações, especialmente na Ucrânia e no sul da Rússia. A Índia também vive momento positivo, com forte umidade no solo ao fim das monções e ótimas perspectivas para a safra de inverno. Apenas a China enfrentou excesso de chuvas no plantio, mas a estabilização recente do clima reduz parte do risco.

Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas, e a influência limitada da La Niña deve permitir bom estabelecimento das lavouras. Diante de grande oferta global e demanda enfraquecida, a tendência é de continuidade da pressão baixista sobre os preços até a primavera de 2026. As informações são do world-grain.com.

 





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Arroba do boi gordo começa a dar sinais de queda; confira as cotações



O mercado físico do boi gordo abriu a semana com tentativas esporádicas de compra em patamares mais baixos.

“O cenário no geral ainda é turbulento, com grandes especulações em torno da China e nas eventuais salvaguardas que podem ser anunciadas até o dia 26″, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a demanda doméstica permanece aquecida, considerando o auge do consumo interno, com a incidência do 13º salário, criação de postos temporários de emprego e confraternizações do período.

Preço médio da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 326,33
  • Goiás: R$ 320,32
  • Minas Gerais: R$ 318,82
  • Mato Grosso do Sul: R$ 319,20
  • Mato Grosso: R$ 307,00

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços acomodados no decorrer da segunda-feira.

  • Quarto traseiro: segue a R$ 26,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo
  • Ponta de agulha: se mantém a R$ 19,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,3317 para venda e a R$ 5,3297 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2949 e a máxima de R$ 5,3324.



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