segunda-feira, junho 1, 2026

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Crédito rural do Sicredi soma R$ 13,7 bilhões em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná


Em todo Brasil, valor chega a R$ 48,3 bilhões nos primeiros oito meses da Safra 25/26, com alta de 15,7% em relação ao ciclo anterior

O Sicredi liberou R$ 48,3 bilhões em crédito para o público agro nos oito primeiros meses da Safra 25/26, crescimento de 15,7% em comparação ao mesmo período da safra anterior. A carteira de crédito rural do Sicredi fechou janeiro com o saldo de R$ 121,4 bilhões, elevação de 14% em um ano.

Por finalidade, as operações de custeio somaram 37,5% do volume total liberado, seguido por investimentos com 29,2%. Em termos de destinação por público, quase 70% do total de 226,5 mil operações de crédito foi para pequenos e médios produtores. Ainda 19,5% foram operações de Cédula de Produto Rural (CPR). “Mesmo considerando o cenário desafiador para o agro, seguimos firmes em nosso compromisso de fomentar a atividade rural por meio de consultoria especializada, crédito e demais soluções que venham a auxiliar os produtores”, destaca Vitor Moraes, superintendente de Agronegócio do Sicredi.

Para atender produtores que desejam antecipar a compra de insumos para a próxima safra de verão e aproveitar melhores condições de preço, o Sicredi disponibilizou R$ 9 bilhões em crédito para pré-custeio. Panorama regional Nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, o Sicredi reforça seu protagonismo no financiamento ao agronegócio ao registrar R$ 13,7 bilhões em crédito rural liberado na Safra 25/26, crescimento de 12,9% em relação ao ciclo anterior. O desempenho acompanha a expansão da carteira, que atingiu R$ 33,2 bilhões em janeiro, com alta de 17,9% em 12 meses nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Os recursos seguem alinhados às principais necessidades do campo. Nos três estados, as operações de custeio lideram, com 46,9% do volume liberado, garantindo suporte direto à produção, enquanto os investimentos representam 24,3%. O perfil das operações evidencia o compromisso com a base do agro: 70,9% das cerca de 58 mil operações foram destinadas a pequenos e médios produtores. Já as operações via Cédula de Produto Rural (CPR) responderam por 23,5% do total, ampliando alternativas de financiamento no setor.

Para fortalecer o planejamento da próxima safra, a Central também disponibiliza R$ 3,6 bilhões em crédito para pré-custeio, permitindo aos produtores antecipar a compra de insumos para a próxima safra. Os números refletem não apenas o crescimento do crédito, mas a confiança do produtor em um modelo próximo e cooperativo. “Nosso foco é garantir acesso a soluções financeiras que apoiem todas as etapas da produção, do planejamento à colheita, com atenção especial aos pequenos e médios produtores, que são fundamentais para o desenvolvimento do agro na nossa região”, afirma Gilson Farias, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ.

Desembolsos BNDES

Quando computado todo o ano de 2025, em nível nacional o Sicredi liderou entre as instituições financeiras conveniadas ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no volume de desembolsos para o segmento agro. A instituição financeira cooperativa liberou mais de R$ 8,6 bilhões aos seus associados do meio rural com recursos do banco de fomento. “Nessa nossa parceria com o BNDES, mantivemos o protagonismo em linhas estratégicas, consolidando nosso compromisso com a agricultura familiar, produtores de médio porte e inovação no campo”, ressalta Moraes.

Na finalidade de investimentos, o Sicredi foi o principal agente financeiro na concessão de recursos do BNDES para Pronaf e Pronamp. No Inovagro (Programa de Incentivo à Modernização e à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária), assumiu a liderança nacional, com aumento de 27% nas liberações, enquanto o mercado recuou 21%. No Proirriga (Programa de Financiamento à Agricultura Irrigada e ao Cultivo Protegido), a instituição registrou alta de 24% no valor liberado. Neste mês de abril, o Sicredi participa da Agrishow, considerada uma das mais importantes feiras de agronegócio da América Latina.

O evento acontece entre os dias 27 de abril e 1º de maio, em Ribeirão Preto (SP), e representa mais uma oportunidade estratégica para impulsionar negócios no campo, fortalecer o relacionamento com produtores rurais e apresentar soluções financeiras alinhadas às demandas do setor, contribuindo diretamente para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.





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Solo saudável guia reforma de canaviais



A rotação de culturas, especialmente com a soja, também aparece como prática


A rotação de culturas, especialmente com a soja, também aparece como prática relevante
A rotação de culturas, especialmente com a soja, também aparece como prática relevante – Foto: Pixabay

A reforma de canaviais tem ganhado relevância no planejamento agrícola diante da necessidade de conciliar produtividade, custos e conservação do solo. A avaliação é de Sergio Luiz de Almeida, líder em P&D, assuntos regulatórios e crescimento de mercado em proteção de cultivos e biológicos na América Latina, ao tratar da inovação e da sustentabilidade nesse processo.

A decisão de renovar uma área de cana-de-açúcar está ligada principalmente ao declínio da produtividade e às condições da terra. Quando a produção de açúcar e etanol por hectare cai de forma consistente, a reforma passa a ser uma medida necessária para recuperar o desempenho da lavoura e preservar a viabilidade econômica da operação.

Outro fator considerado é a saúde do solo. Infestações persistentes de pragas, desequilíbrios biológicos e problemas químicos podem indicar perda de fertilidade e necessidade de intervenção. Nesse cenário, testes de solo e acompanhamento técnico ajudam a definir o momento mais adequado para a renovação, evitando decisões baseadas apenas na idade do canavial.

Com o avanço dos custos de produção, cresce a importância de tecnologias capazes de prolongar a longevidade das plantas e adiar investimentos mais elevados. O uso de insumos modernos pode permitir a postergação do ciclo de reforma em pelo menos um corte adicional, reduzindo despesas operacionais e melhorando o aproveitamento da área já implantada.

A rotação de culturas, especialmente com a soja, também aparece como prática relevante. A alternância favorece a recuperação do solo, auxilia no manejo de pragas e pode reduzir custos na reforma seguinte. A adoção de variedades mais resistentes complementa essa estratégia ao permitir a substituição de canaviais antigos com maior segurança produtiva.

O material aponta ainda a valorização do investimento, com o custo de formação por hectare passando de R$ 10,5 mil na safra 2021 para R$ 12,5 mil na safra 2022. Esse cenário reforça a necessidade de decisões mais criteriosas, com foco em eficiência, sustentabilidade e retorno econômico.

 





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Praga pode reduzir produtividade em lavouras de milho



Entre as ameaças está o pulgão-do-milho


Entre as ameaças está o pulgão-do-milho
Entre as ameaças está o pulgão-do-milho – Foto: Pixabay

O avanço de pragas em lavouras de milho exige atenção constante, especialmente em períodos de calor e chuvas irregulares. Nessas condições, insetos que se instalam de forma discreta podem se multiplicar rapidamente e comprometer o desenvolvimento das plantas ainda nas fases iniciais do cultivo.

Entre as ameaças está o pulgão-do-milho, que se concentra nas folhas e suga a seiva da planta, retirando nutrientes importantes para o crescimento. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a população da praga pode crescer em poucos dias e causar perdas de até 60% da produção, principalmente quando o ataque ocorre na fase vegetativa, período em que a planta está mais sensível.

De acordo com Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, o início da infestação costuma passar despercebido. Com a evolução do ataque, o milho perde vigor, o desenvolvimento desacelera e os reflexos começam a aparecer na lavoura.

Os sintomas incluem clorose, com folhas amareladas, além de aspecto de murcha. Em muitos casos, surge uma camada pegajosa sobre a superfície, que favorece a formação da fumagina, um pó escuro que recobre as folhas e dificulta o aproveitamento da luz solar pela planta.

A recomendação é intensificar o monitoramento desde o início da lavoura, com caminhamento frequente e observação próxima das plantas. O controle químico no começo da infestação é apontado como uma medida importante para conter o avanço da praga. Sperto, produto da UPL Brasil comercializado pela ORÍGEO, é indicado para esse cenário, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico. “O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, afirma o especialista.





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Preços de insumos mostram sinais de ajuste



Apesar dessas correções no curto prazo, o acumulado recente segue amplamente positivo


Apesar dessas correções no curto prazo, o acumulado recente segue amplamente positivo
Apesar dessas correções no curto prazo, o acumulado recente segue amplamente positivo – Foto: inpEV

O mercado de insumos agrícolas começa a dar sinais de ajuste após um período recente de forte valorização, embora o cenário ainda seja de preços elevados na maior parte dos produtos. Dados de variação de defensivos agrícolas com base em cotações FOB China Leste, compilados pela Agrinvest Commodities, ajudam a dimensionar esse movimento.

De acordo com Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, após dois meses de estresse e aumento nos preços, algumas correções passam a aparecer de forma pontual. Entre os principais produtos monitorados, há recuos semanais relevantes, como no clorantraniliprole e na lambda-cialotrina, que registraram quedas de dois dígitos, além de baixas em tiametoxam, clorfenapir e cletodim. Ainda assim, nem todos seguem a mesma direção, com o cipermetrina apresentando alta na semana.

Apesar dessas correções no curto prazo, o acumulado recente segue amplamente positivo. Produtos como diuron, propiconazol e metalocloro lideram as altas, com avanços expressivos ao longo do período analisado. Outros princípios ativos importantes, como glifosato, clorantraniliprole e 2,4-D, também acumulam valorizações significativas, refletindo o ambiente de oferta ajustada e demanda firme observado nos últimos meses.

No segmento de fertilizantes, o comportamento é semelhante. O sulfato apresentou recuo na semana, mas ainda permanece mais de 100 dólares por tonelada acima do nível registrado no ano passado, indicando que o alívio recente ainda é limitado frente às altas anteriores.

O cenário segue desafiador no Brasil. A estimativa aponta que entre 45% e 50% do mercado de fertilizantes voltado à soja ainda está em aberto, o que mantém a atenção dos produtores diante das oscilações de preços e da necessidade de planejamento para a próxima safra.

 





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Startup que reduz em 82% o uso de defensivos na cana-de-açúcar apresenta case na Agrishow


A aplicação excessiva de insumos químicos é um dos maiores gargalos financeiros do agronegócio. Na contramão do desperdício, a GeoIA, agtech fundada dentro da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), desenvolveu uma tecnologia capaz de mapear áreas de cana-de-açúcar e de soja, identificando falhas de plantio, os traçados das linhas, plantas daninhas e anomalias específicas. Com esse diagnóstico, aumentam a eficiência das aplicações de defensivos, reduzindo em 82,29% os custos com pulverização, garantindo uma produção mais sustentável e de alta precisão. A startup estará no pavilhão Agrishow Labs, nesta terça-feira (28), no estande da PwC Agtech Innovation.

Fundada por professores referência internacional em geomática e IA, a empresa ganhou tração de mercado ao incorporar em seu C-Level os fundadores da Routeasy, Pedro Cavalcante (CEO) e Caio Reina (CRO). A fusão entre o rigor científico e a agressividade de mercado transformou a GeoIA em uma referência rápida, sendo comparada nos bastidores como a “OpenAI do Agronegócio” devido à sua capacidade de processamento de dados e aprendizado de máquina adaptável a diferentes culturas e relevos.

A tecnologia da empresa já opera nas maiores usinas do setor sucroenergético do país. A primeira operação ocorreu atendendo uma demanda urgente da Raízen: mapear falhas e linhas de plantio em 60.000 hectares em apenas 10 dias. Hoje, a carteira de clientes inclui nomes como Tereos, Adecoagro, BP Bioenergy e COFCO.

Diferente da pulverização tradicional, que aplica herbicidas em área total mesmo onde não há pragas, a GeoIA utiliza um método cirúrgico e contínuo. O processo começa com o mapeamento de alta resolução, onde drones capturam imagens detalhadas da lavoura para análise. Esse material é processado por uma arquitetura de “Deep Learning” proprietária, treinada com base em mais de 120 artigos científicos publicados pelos fundadores, permitindo que o sistema não apenas visualize, mas compreenda o campo ao diferenciar culturas de diversas classes de plantas daninhas.

A partir dessa leitura inteligente, o algoritmo identifica falhas de plantio e focos exatos de infestação, gerando mapas de aplicação localizada. Esses dados são inseridos diretamente no maquinário agrícola, que executa o “Spot Spraying”, pulverizando o defensivo exclusivamente onde a IA indicou a presença da planta daninha, eliminando o desperdício em áreas sadias.

Para Pedro Cavalcante, CEO da GeoIA e empreendedor serial com êxito no setor de logística, o diferencial está na velocidade de resposta, vital para culturas como a soja. “Entramos no setor percebendo uma carência enorme de empresas capazes de operar IA em larga escala com velocidade. Na soja, por exemplo, o ciclo é curto, de 120 dias. A resposta precisa ser imediata. Nossa arquitetura de IA é proprietária, projetada especificamente para cenários complexos do agro, o que nos permite entregar assertividade científica com a velocidade que o mercado exige”, afirma Cavalcante.

Do ponto de vista financeiro, a eficiência da ferramenta impacta diretamente a planilha das empresas que administram as lavouras. Caio Reina, cofundador e CRO da GeoIA, destaca o Retorno Sobre o Investimento. “Quando comparamos a nossa pulverização localizada com o método tradicional, a economia de insumos supera os 82%. Isso não é apenas sustentabilidade ambiental, é eficiência de caixa. O ROI é elevadíssimo porque transformamos um custo fixo de insumos em um custo variável inteligente. Estamos entregando para o CFO da usina a certeza de que ele só está gastando o necessário, blindando a operação contra desperdícios”, finaliza Reina.





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Corteva Agriscience leva soluções para produtividade e rentabilidade de produtores de grãos, citros e cana-de-açúcar à Agrishow 2026


Durante a 31ª edição da Agrishow, a principal feira de tecnologia agrícola da América Latina, realizada entre os dias 27 de abril e 01 de maio, em Ribeirão Preto (SP), a Corteva Agriscience apresentará aos agricultores as principais inovações da empresa em sementes, proteção de cultivos e biológicos, pesquisadas e desenvolvidas nos últimos anos para ajudar a maximizar a produção e a proteção dos produtores, principalmente, os de cana-de-açúcar, citros e grãos. O espaço da Corteva ficará no Shopping Rural Coopercitrus para atender todos os visitantes e cooperados da entidade.

Com o início da safra 2026/27 de cana-de-açúcar, o produtor deve estar preparado para os desafios diários do canavial. Para auxiliá-los, o Time de Especialistas da Linha Cana da Corteva estará no evento tirando dúvidas e apresentando o portfólio em evolução e cada vez mais robusto e inovador.

Entre os destaques da Corteva na Agrishow 2026, o Linear®, herbicida pré-emergente usado para o manejo das principais plantas daninhas de folhas largas e de difícil controle, como Mamona (Ricinus communis) e da Mucuna (Mucuna pruriens). A solução, pesquisada e desenvolvida nos últimos anos para auxiliar os produtores no controle das invasoras que impactam a produtividade e rentabilidade do canavial, é altamente seletiva e flexível. Linear® tem máxima eficiência em pré-emergência, além de um benefício adicional na pós-emergência, pois pode ser aplicado o ano todo e em todas as fases da cultura. Além de uma molécula inédita para a cultura da cana-de-açúcar. Com registro para aplicação tratorizada, costal, via drone ou aeronaves de aplicação.

No manejo das invasoras no canavial, a Corteva ainda conta Coact®️, herbicida seletivo que pode ser aplicado em cana-planta e cana-soca, em pré e pós-emergência da cultura, por isso sua grande flexibilidade de uso. Coact® é eficiente no manejo de folhas largas como a Ipomea e Merremia e em folhas estreitas como Digitarias e Sorgo.

Outra inovação da Linha Cana é o controle da broca da cana: o Revolux®️. O inseticida possui a tecnologia Jemvelva Active TM, atuando com dois modos de ação diferenciados para uma proteção prolongada da cana, com seletividade aos inimigos naturais, e tornando-se uma referência em solução para o manejo integrado de pragas (MIP) ao permitir rotacionar grupos químicos dentro da estratégia do manejo de resistência. Revolux®️ atua na redução inicial da praga devido a sua rápida velocidade de ação sobre as lagartas, sendo uma de suas características exclusivas, sua ação ovicida.

Ferramentas para o controle do inseto transmissor do greening

Na Agrishow, a Linha Citrus da Corteva apresenta suas inovações em constante crescimento com o objetivo de entregar soluções diferenciadas para o agricultor. O destaque para o evento são as suas ferramentas tecnologias para o manejo da principal praga que impacta os citricultores: o psilídeo Diaphorina citri, inseto vetor da bactéria Candidatus Liberibacter spp., que causa o greening, os Inseticidas Delegate® e Verter® SC. Os produtos pertencem aos grupos químicos das espinosinas e sulfoxaminas, que são mais eficientes no controle da doença, segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), com base no estudo do Laboratório de Resistência de Artrópodes da Esalq/USP, realizado em quatro microrregiões do cinturão citrícola do Estado de São Paulo, do Triângulo e do Sudoeste Mineiro.

Delegate® controla o psilídeo e o bicho-furão (Gymnandrosoma aurantianum). Hoje, o produto está registrado para mais de 70 culturas e é reconhecido como uma das tecnologias mais inovadoras e sustentáveis do mundo, tendo conquistado o prêmio de química verde, chancelado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). O inseticida possui modo de ação único no mercado, composto pela molécula Jemvelva™️ Active, exclusiva da Corteva, e apresenta alto poder de choque, amplo espectro de controle, efeito residual prolongado, seletividade e menor intervalo de segurança, podendo ser colhido um dia após a aplicação. Já o inseticida Verter® SC possui registro para o controle do psilídio e do pulgão e é o único com tecnologia para o controle de Cochonilha Escama farinha (Unaspis citri). Com ação sistêmica e translaminar, o produto tem alto poder de choque e residual, gerando resultados imediatos nas populações de pragas.

Puro suco do Brasil

A Corteva apresentará durante a Agrishow 2026 a campanha digital “Puro Suco do Brasil”. A ação, que teve início em 2025, destaca a citricultura brasileira como símbolo de trabalho, resiliência e eficiência, gerando mais de 200 mil empregos e movimentando US$ 14 bilhões anualmente. A empresa posiciona seus produtos como essenciais para manter o Brasil na liderança mundial de produção de suco. O objetivo é que este ano, a iniciativa saia das telas e vire um comitê de influenciadores, que vai reunir os principais clientes da agroindústria de Citrus, gerando mais valor para a cadeira e ampliando ainda mais o relacionamento com os produtores.

Equilíbrio entre os químicos e biológicos

A Corteva é líder em soluções biológicas. No evento, a Corteva Biologicals destaca o Utrisha® N, fixador biológico de Nitrogênio para as culturas de milho, soja e batata, que possui uma cepa única da bactéria Methylobacterium symbioticum, que converte o Nitrogênio atmosférico que está disponível no ar em amônio, fornecendo nutriente para que a lavoura atinja incremento significativo no seu desenvolvimento e produtividade.

Além disso, na 31ª edição da Agrishow, a Stoller vai mostrar aos produtores os benefícios do programa fisiológico Soja Forte, composto por três produtos (o regulador de crescimento Stimulate, a solução fisiológica Hold e o complexo de micronutrientes mover) que, juntos, atuam em cada etapa do desenvolvimento da cultura de soja, focado no rendimento e produtividade da lavoura. Para isso, leva em consideração o aumento de vagens e número de grãos por vagem, bem como aumento no peso de grãos. Com uma média de incremento de 4 sacas por hectare, o programa Soja Forte tem como objetivo promover mais rentabilidade ao produtor, já que proporciona melhor desenvolvimento da soja.

Para cana, uma das principais culturas da região, o programa Cana Perene combina soluções de manejo ao longo do seu ciclo, atendendo às principais necessidades da cultura, em cada etapa do seu desenvolvimento através de soluções integradas que trazem tecnologia e performance.

Em café, o Café 360º atua tanto em arábica quanto em conilon – incluindo também o arábica de montanha. O programa combina soluções biológicas, nutricionais e de fisiologia vegetal, proporcionando nutrição equilibrada, sanidade, resistência aos estresses hídricos, eficiência fotossintética, pegamento de frutos, uniformidade de maturação, retenção de folhas, condicionamento de solo, controle de nematóides e melhor relação entre sistema radicular e parte aérea, trazendo mais qualidade ao produto final.

Já para a citricultura, o Citros 360º traz estratégias de manejo que auxiliem o produtor na condução do pomar com maior uniformidade, sanidade, aproveitando maior potencial da planta e por fim maior produtividade, por meio de soluções que atuam nos primeiros anos de formação do pomar.

Inovação e tecnologia em Sementes

A Brevant®️ Sementes estará presente no evento para mostrar seu robusto portfólio de milho e sorgo. A marca possui o maior banco de germoplasma do mercado e as mais recentes tecnologias adaptadas às necessidades de cada região.

Já Pioneer®, marca que celebra 100 anos globalmente e mais de 50 anos de presença no Brasil, é líder em milho há mais de duas décadas, segundo a consultoria Kynetec. Com foco no desempenho do produtor, a marca oferece um portfólio robusto de híbridos, desenvolvido para promover ganhos consistentes de produtividade. Na Agrishow, a Pioneer® reforça esse compromisso ao apresentar seu amplo e reconhecido portfólio em milho e sorgo.

Entre as novidades da companhia, para a soja, a recomendação do Time Técnico da Corteva é a dessecação no estádio R7.1, que quando bem-feita, traz diversos benefícios, como: redução da umidade do grão, facilitando a colheita posterior; diminuição do risco dos chamados “grãos ardidos”, o que proporciona rentabilidade, pois a uniformidade de grãos atende os padrões de armazenagem e de mercado. A inovação da empresa que auxilia o produtor rural neste desafio é o Gapper®, lançamento que integra uma nova família de herbicidas para dessecação com a tecnologia RinksorTM active, imbatível no controle de trapoeraba e outras plantas daninhas de folha larga.

A solução atua sem antagonismo com graminicidas. A tecnologia, ideal, sobretudo em momentos de chuvas frequentes que podem dificultar a colheita do grão, é reconhecida como uma das mais inovadoras do mundo, tendo recebido o prêmio de “Química Verde”, chancelado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

Ferramenta de aquisição de insumos

Para auxiliar e dar mais poder de compra ao produtor rural, a Corteva conta com o Programa Lidera. A iniciativa traz mais facilidade, vantagens, autonomia e ajuda a potencializar os negócios ao agricultor. Na compra de soluções da empresa, são gerados pontos, que se transformam em benefícios para o pagamento de futuras aquisições com um voucher de produtos. Outras opções são: um cartão pré-pago para gastar como quiser ou acessar diretamente pelo site o catálogo de prêmios, que conta com mais de 1 milhão de itens. Além disso, o Programa Lidera conta com o serviço de concierge, que auxilia o agricultor com demandas da propriedade: de compra de máquinas a personalização de itens. No evento, o Time da Corteva vai orientar o produtor sobre como fazer o seu cadastro na plataforma.





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Trigo recua em Chicago, mas segue sustentado por oferta global restrita


Mesmo com queda nos contratos futuros, fundamentos ainda dão suporte ao mercado; cenário exige atenção do produtor brasileiro à comercialização e custos de importação

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O mercado internacional de trigo encerrou o pregão desta quinta-feira (17), em queda na Bolsa de Chicago, com ajustes técnicos após recentes valorizações. Apesar do recuo, o cenário global ainda é de sustentação nos preços, o que mantém o alerta ligado para o produtor rural brasileiro.

No fechamento, o contrato de maio de 2026 foi cotado a US$ 5,91 por bushel, com recuo de 72 pontos. O vencimento julho de 2026 fechou a US$ 5,99 por bushel, também com baixa de 72 pontos. Para setembro de 2026, o contrato encerrou a US$ 6,11 por bushel, registrando queda de 64 pontos. 

O movimento negativo do dia está ligado principalmente à realização de lucros por parte dos investidores, após sessões consecutivas de alta. Esse tipo de ajuste é comum em mercados futuros e não altera, neste momento, os fundamentos mais amplos da commodity.

Segundo o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento, o viés do mercado ainda é altista no médio prazo, sustentado por uma oferta global mais apertada e pela forte dependência de importação por países consumidores. Elcio destaca que problemas climáticos em regiões produtoras e limitações na expansão da área seguem no radar.

Para o Brasil, o cenário continua sensível. O país depende de importações, principalmente da Argentina, e qualquer oscilação em Chicago impacta diretamente a formação de preços internos. Mesmo com a queda desta sessão, o nível de preços ainda é considerado elevado.

Outro fator determinante é o câmbio. A valorização do dólar pode anular eventuais quedas externas, mantendo os custos altos para moinhos e pressionando toda a cadeia.

No campo, o produtor brasileiro precisa manter uma estratégia equilibrada. O momento pede atenção tanto às oportunidades de fixação de preços quanto aos riscos associados ao cenário internacional, que segue volátil.

O fechamento desta quinta-feira mostra que, embora o mercado tenha recuado no curto prazo, os fundamentos seguem firmes. Para o produtor rural, acompanhar Chicago continua sendo peça-chave para decisões mais assertivas na comercialização do trigo.





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Lista de peixes e invertebrados ameaçados de extinção é atualizada


A Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção para Peixes e Invertebrados Aquáticos foi atualizada nesta terça-feira (28). A revisão iniciada em 2024, incluiu novas 100 espécies e excluiu o mesmo número, mantendo 490 espécies classificadas.

Peixes, arraias, tubarões, estrelas-do-mar e mais centenas de espécies que vivem no continente e no mar brasileiro foram analisados em relação ao risco de extinção e, conforme a atual situação, foram classificados como Vulnerável (VU), Em Perigo (EN) e Criticamente em Perigo (CR).

Segundo o ministro de Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, a atualização é o resultado de uma robusta análise técnica para identificar a efetiva situação da fauna brasileira a partir de um esforço conjunto de governos, academia, sociedade civil e setor econômico.

“O objetivo, a partir desta iniciativa, é mobilizar ações para que as espécies atualmente pressionadas por diversos fatores tenham suas populações recuperadas”, reforça.

A nova lista substitui a versão de 2014 e foi revisada a partir de critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), adotados para a avaliação do tamanho das populações, distribuição geográfica, condições de conservação dos habitats e pressões como captura e poluição.

Além da lista, o Ministério do Meio Ambiente publicou também regras e restrições para proteção das espécies classificadas e recuperação de suas populações. São medidas como a proibição da captura, transporte, comercialização e armazenamento e, ainda, diretrizes para a elaboração de planos de recuperação.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, já estão sendo revisados alguns planos de recuperação de espécies reclassificadas, como o pargo (Lutjanus purpureus), que passou de VU para EN, na lista.

Com o novo enquadramento, a espécie terá as medidas de proteção e manejo intensificadas com o objetivo de reduzir as pressões causadas pela sobrepesca e captura intensiva de indivíduos jovens.

Segundo Capobianco, esse é um esforço que terá gestão compartilhada como o Ministério da Pesca e Aquicultura, objetivando a recomposição das populações e a continuidade da atividade econômica.

“Quando falamos em sustentabilidade na pesca, falamos em garantir equilíbrio: proteger a espécie, respeitar a ciência e assegurar que a atividade pesqueira continue gerando alimento, renda e desenvolvimento para o Brasil. O pargo tem grande importância econômica, mas só haverá futuro para essa cadeia se houver responsabilidade no presente”, reforça o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.





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pulgão-do-milho pode causar perdas de até 60% da produção


O desenvolvimento inicial das lavouras de milho tem sido acompanhado pelo surgimento de focos de pulgão-do-milho, praga que pode comprometer a produtividade em curto prazo. Embora as plantas apresentem bom aspecto geral, a presença de pequenos pontos nas folhas indica o início da infestação, que tende a evoluir rapidamente sob condições de temperaturas elevadas e irregularidade de chuvas.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o ambiente climático favorece a multiplicação do inseto, cuja população pode crescer de forma acelerada e causar perdas de até 60% da produção, sobretudo quando o ataque ocorre na fase vegetativa da cultura.

Veja também: Clima seco pode reduzir estimativas do milho

“O início do ataque quase não chama atenção. Os pulgões se concentram nas folhas e passam a sugar a seiva, retirando nutrientes importantes para o crescimento da planta. Com o tempo, o milho vai perdendo força, o desenvolvimento desacelera e o impacto começa a aparecer na lavoura”, afirmou Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO.

Com a evolução da infestação, os sintomas tornam-se mais visíveis, incluindo clorose nas folhas, que passam a apresentar coloração amarelada e sinais de murcha. Também pode ocorrer a formação de uma camada pegajosa, que favorece o desenvolvimento de fumagina, substância escura que recobre a folha e reduz a capacidade de absorção de luz pela planta.

Segundo especialistas, o monitoramento frequente das lavouras é determinante para a identificação precoce do problema. A adoção de medidas de controle no início da infestação pode limitar o avanço da praga e reduzir os impactos sobre o desenvolvimento das plantas.

“O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, destacou Vilarino.





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Tecnologia apresentada na Agrishow pode representar economia de até R$ 100 por hectare


A São José chega à Agrishow 2026 – de 27 de abril a 1⁰ de maio – em Ribeirão Preto (SP), com um recado direto ao produtor: é possível produzir mais gastando menos — mesmo diante de clima extremo e pressão por eficiência.

A empresa apresenta um portfólio ancorado em três frentes que hoje dominam a agenda do agro: redução de custos, ganho operacional e mitigação de riscos climáticos.

Um dos principais destaques é o Tanque Mata Fogo, solução que responde ao aumento dos incêndios no campo, intensificados por eventos como o El Niño. Equipado com o agente F500, o sistema atua diretamente no combustível do fogo, criando uma barreira química que impede a reignição por até 48 horas — um diferencial crítico em áreas agrícolas.

Na prática, o equipamento reduz temperaturas de até 700°C para cerca de 52°C em segundos, diminui a emissão de fumaça tóxica e pode ser até 10 vezes mais eficiente que o uso de água. O conceito de operação com baixa vazão e alta pressão permite que um tanque de 12 mil litros tenha desempenho equivalente a modelos de até 120 mil litros, com autonomia operacional significativamente maior.

Na agricultura de precisão, a São José lança a Turbem PRO, distribuidor de fertilizantes com faixa de aplicação de até 36 metros, projetado para aumentar a uniformidade e reduzir desperdícios — impactando diretamente o custo por hectare.

Outro destaque é a linha premium Kelly, voltada à evolução do plantio direto e construção de solo. A tecnologia permite o controle de plantas invasoras com potencial de redução de até 100% no uso de herbicidas, o que pode representar economia de até R$ 100 por hectare.

Além disso, promove manejo mais eficiente da palhada, acelera a ciclagem de nutrientes e contribui para uma emergência mais uniforme das culturas.

Na linha de preparo de solo, os descompactadores e escarificadores atuam entre 15 e 55 cm de profundidade, favorecendo o desenvolvimento radicular e a infiltração de água — fator decisivo para produtividade em cenários de estiagem.

Já na colheita, as Carretas Graneleiras Gran Speed entregam alta performance, com capacidade de descarga de até 250 sacas por minuto, podendo ser até três vezes mais eficientes que equipamentos convencionais. O resultado é ganho direto no ritmo da operação e melhor aproveitamento das colheitadeiras. 

“A Agrishow é o principal palco para apresentar soluções que resolvem problemas reais do produtor. Nosso foco é tecnologia com impacto direto no resultado: menos custo, mais produtividade e mais segurança”, afirma Daniel Ribeiro, gerente de marketing da São José.

A empresa recebe visitantes durante toda a feira em seu estande, com demonstrações das tecnologias e condições comerciais exclusivas para o evento.





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